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Fortaleza Do Guincho (sala de jantar)
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Os melhores restaurantes para um jantar a dois em Lisboa

Esteja no início da relação ou de namoro consolidado, estes 15 restaurantes em Lisboa são sempre bons para um jantar a dois.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Todos os restaurantes podem ser perfeitos para um momento a dois, mas há alguns que são promessa de noites melhores.  Há aqueles que têm uma vista incrível e servem um fine dining perfeito para ocasiões especiais, com luzes baixas, ambiente intimista e música adequada. Mas nem todos os jantares a dois têm de ser necessariamente românticos e sossegados. Se optar pela vertente mais descontraída e quiser um encontro num sítio da moda, com boa comida e bom ambiente, para ir cantarolando umas músicas durante a refeição e sair da monotonia, aqui também encontra boas opções. O que interessa é estar sempre bem acompanhado. São os melhores restaurantes para um jantar a dois em Lisboa. 

Recomendado: Nos restaurantes com vista em Lisboa não olhe só para o prato

  • Restaurantes
  • Português
  • Castelo de São Jorge
  • preço 3 de 4

Do tecto desta antiga fábrica de enlatados na Sé caem vários candeeiros com fios longos e abajures bonitos, intercalados pelas vigas de ferro tapadas por plantas e ervas – se há coisa que este Prado é, é verdejante. O restaurante da-horta-para-a-mesa de António Galapito, que só trabalha com gado e vegetação orgânica de produtores portugueses, é uma escolha sempre acertada. O menu não é fixo, vai mudando conforme a época, convidando sempre a regressos. 

  • Restaurantes
  • Vegetariano
  • Grande Lisboa
  • preço 2 de 4

As arcadas antigas, em pedra, estão intactas, num espaço luminoso, com paredes brancas, e muitas plantas naturais a dar o verde que também se vê, depois, nos pratos. O chef João Ricardo Alves começou a idealizar este restaurante de cozinha vegetariana de autor quando voltou de Bali, onde trabalhou no restaurante do resort Fivelements. A carta é baseada nas estações do ano – a cada três meses muda totalmente – e é muito pequena, com umas quatro entradas, três pratos principais, e duas a três sobremesas. O menu de degustação é a melhor forma de conhecer o trabalho do chef. Perfeito para um momento a dois.

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  • Restaurantes
  • Chiado

Um restaurante que alimenta a alma e qualquer relação – não por acaso tem duas estrelas Michelin. Henrique Sá Pessoa serve aqui uma cozinha de fine dining e está cada vez mais preocupado com o produto português e com a sua valorização no prato. Tem dois menus de degustação (ambos a 145€): no Alma mostra os seus clássicos, no Costa a Costa faz uma viagem pela costa nacional e traz para a mesa a água do mar e espécies sustentáveis. 

  • Restaurantes
  • Haute cuisine
  • São Sebastião

Pedro Pena Bastos está no Ritz desde 2020, quando abriu portas o Cura, o restaurante que, apesar de estar integrado no hotel, tem porta directa para a rua. Aqui, o chef honra o produto e a tradição portuguesa. Com projecto da autoria de Miguel Câncio Martins, o Cura é um espaço clássico que não obriga a falar baixinho, alternando madeiras, pedras e tapetes, tudo colorido e luminoso. A cozinha, em fundo, é aberta e deixa-nos perceber o ritmo do serviço e quem a faz. A melhor forma de conhecer o trabalho do chef é através de um dos menus de degustação, como o Meia Cura (105€) ou o vegetariano Raízes (85€). Para os mais ambiciosos, o menu maior é o Origens (145€).

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  • Restaurantes
  • Japonês
  • Santos

É sabida a devoção de São Paulo aos restaurantes japoneses. A história é longa e já soma mais de um século de relações entre os dois países. Hoje, o Brasil tem a maior comunidade japonesa fora do Japão e o resultado disso apresenta-se de várias formas e sabores, se a conversa for gastronomia. O by Koji é disso exemplo. Abriu há quase uma década no Estádio do Morumbi e rapidamente se foi fazendo notar. A marca chegou a Lisboa pelas mãos de Koji Yokomizo, o chef que lhe dá nome, e de Michel Weber, que depois de viver em São Paulo não quis passar sem esta cozinha em Lisboa. Atrás do balcão, está Shinya Koike, o chef que estava desde 2018 no Bonsai, um clássico da cidade. O espaço, com um ambiente sóbrio, onde se destaca a elegante madeira que cobre o tecto e parte das paredes, divide-se entre as mesas de um lado, e um grande balcão com vista para a cozinha, separada entre a zona de quentes e frios, do outro. Apesar de existirem pratos quentes na carta, é para o sushi que se viram todas as atenções. Não há fogo de vista nem fusão que se sobreponha ao sabor do peixe, que em grande parte vem dos Açores.

  • Restaurantes
  • Português
  • Santa Maria Maior
  • preço 3 de 4

Um clássico é sempre um clássico e poucos lugares têm a capacidade de impressionar alguém como o Gambrinus. Na mais célebre casa das Portas de Santo Antão, tudo acontece à boa maneira antiga, seja ao balcão ou nas mesas do restaurante. O ambiente e os pratos dos anos 80 nunca saem de moda e fidelizam clientes há anos. 

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Instalado no agora cinco estrelas Epic Sana Marquês, o Allora é uma trattoria italiana que conjuga sofisticação e descontração nas doses certas. Tanto se pode fazer uma refeição completa, como optar por um lugar no grande balcão de mármore com vista para a cozinha e pedir um copo de vinho ou vermute para acompanhar uma selecção de queijos ou charcutaria italianos. É tudo preparado no momento, com todo o cuidado que a alta-cozinha exige, mas sem as regras apertadas da mesma. Na cozinha, está o chef Francesco Francavilla, que trabalhou nos últimos anos no Vetro, o restaurante italiano do hotel de cinco estrelas The Oberoi, em Mumbai (Índia). Nas entradas o ovo panado com alcachofra, redução de creme parmesão e trufa tem sido a sensação. Já nas pastas, não faltam clássicos como a tagliatelle alla carbonara, com trufa, parmesão e guanciale crocante, ou o tortello ricotta e spinaci, uma massa fresca recheada com ricota e espinafres e sálvia frita. Na dúvida, deixe-se aconselhar pelo chef e guarde espaço para os doces, ou será que consegue resistir ao cannolo siciliano, com mousse de ricota e granola de pistacho? É perfeito para partilhar. 

  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré
  • preço 3 de 4

O espaço do antigo restaurante Optimista, no Cais do Sodré, está tal e qual era: a cabeça gigante de um unicórnio pendurada no alto a dar-nos as boas vindas, as paredes rugosas, as mesas com sofás e muitas almofadas. Serviu de casa temporária à Cavalariça de Bruno Caseiro, que acabou por decidir ficar aqui de vez. Se na Comporta, onde faz sucesso desde 2017, a Cavalariça tem uma cozinha mais descontraída, em Lisboa o restaurante é ligeiramente diferente. A grande novidade é que é possível agora entregar-se nas mãos do chef com os menus Rédea Solta. Há dois menus de degustação, com cinco (50€) ou sete (65€) pratos. A experiência perfeita para um bom momento a dois. 

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Quase dois anos depois de ter fechado, o É Um Restaurante voltou a abrir portas. Está diferente, mais requintado e acolhedor, com uma carta também ela renovada, mas a missão de reinserção social mantém-se firme e já com provas dadas: apesar de todas as contrariedades, 50% dos formandos que inauguraram o projecto estão hoje integrados no mercado de trabalho. Os azulejos coloridos que ocupavam uma parede inteira desapareceram, os tons estão mais escuros e as mesas e as cadeiras são um contraste absoluto das anteriores. A dupla de chefs Nuno Bergonse e David Jesus tem agora um menu com mais petiscos para partilha.

  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

É um dos restaurantes mais antigos de Lisboa com uma vista para a cidade difícil de bater, o que faz do La Paparrucha, além de um bom restaurante, um miradouro de luxo. Foi um dos primeiros restaurantes argentinos (nação especializada em carne) da cidade, sendo a parrillada plata (uma mista de carne de vaca e porco para duas pessoas) uma aposta segura. A espetada mista La Paparrucha (com mista de carne de vaca, cebola e pimentos) também tem muita saída. Reserve uma mesa junto à janela.

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  • Restaurantes
  • Cascais

À beira-mar plantada, a cozinha da Fortaleza do Guincho mudou para responder ao que a sua localização exigia – uma carta mais virada para o mar e assente na sazonalidade, privilegiando os produtos da zona. Com a saída do chef Miguel Rocha Vieira em Novembro de 2018, Gil Fernandes, então sous-chef, assumiu as rédeas do restaurante que trabalha o marisco e o peixe fresco em dois menus de degustação (125€-160€) e ao longo de toda a carta.

  • Restaurantes
  • Chiado

É o restaurante onde José Avillez faz uma “cozinha simples, mas sofisticada”, num espaço descontraído e confortável. A cozinha de raiz portuguesa sofreu influências de algumas viagens do chef, por isso, na lista vai encontrar desde tártaros de atum com sabores asiáticos, a sopa de peixe, lascas de bacalhau com migas e ovo cozinhado a baixa temperatura, até carabineiros do Algarve com molho thai. Um belo cantinho para um momento a dois.

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  • Restaurantes
  • Estrela/Lapa/Santos

Depois de 25 anos a fazer história, o icónico XL mudou de mãos. Olivier da Costa sonhou que comprara o restaurante e não hesitou em materializar a fantasia. O nome pode até levar ao engano. Não é de esperar destes pratos um exagero, apenas conforto. O X que Olivier acrescenta ao XL serve simplesmente como um complemento ao nome, como quem diz que o XL ainda é vivo, mas não como antigamente, apesar de alguns pratos icónicos continuarem a existir por aqui, agora com o toque do chef. Falamos, claro está, dos soufflés que durante tantos anos deram nome à casa. Mas Olivier aposta aqui numa picanha de tamboril, que não é mais do que um saboroso lombo de tamboril com beurre blanc e pico de galo, e um bitoque de lagosta, em tudo semelhante ao clássico bitoque, mas com uma lagosta grelhada com manteiga no lugar da carne. Para acompanhar tudo isto, Olivier diz ter “a” carta de vinhos, com 190 referências, de diferentes países e regiões.

  • Restaurantes
  • Estrela/Lapa/Santos

Alexandre Silva propõe-se no seu estrelado LOCO a pensar uma nova forma de fazer restauração. Aqui, não há verdades absolutas e a proposta é que se entregue cegamente nas mãos do chef e da sua equipa. No menu de degustação, com 16 momentos (125€ + 85€ da harmonização), os preconceitos ficam à porta. Uma aventura que só faz sentido se for partilhada. 

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  • Restaurantes
  • Avenida da Liberdade

O restaurante do 9.º piso do hotel Tivoli Avenida sofreu grandes alterações pela mão de Olivier Costa, que abriu o Seen, um conceito já testado em São Paulo, no Brasil. É bar e restaurante, com uma certa tropicalidade logo à entrada, onde está um imponente tronco de árvore natural dentro do bar, com folhas artificiais a cobrir boa parte do tecto, tem luzes baixas, uma cozinha internacional e um balcão próprio de sushi e ainda uma vista incrível. 

Mais restaurantes em Lisboa

  • Restaurantes
  • Haute cuisine

Não foi a noite que se esperava, mas foi ainda assim melhor do que a edição anterior quando apenas dois restaurantes saíram premiados (o 100 Maneiras, de Ljubomir Stanisic, e o Eneko, do basco Eneko Atxa, ambos em Lisboa). Na gala de 2021 do Guia Michelin para Portugal e Espanha, que aconteceu em Valência, foram cinco os restaurantes portugueses a conquistarem uma estrela. O maior destaque vai para o restaurante da Herdade do Esporão, em Reguengos de Monsaraz, liderado pelo chef Carlos Teixeira, que não só conquistou a primeira estrela como venceu uma estrela verde, pelo compromisso com a sustentabilidade. Em Lisboa, só o Cura, no hotel Ritz, do chef Pedro Pena Bastos foi distinguido nesta edição.

  • Restaurantes

Não são moda de agora – ainda nos lembramos de ver as mimosas e mesas fartas em séries como O Sexo e a Cidade –, mas continuam a ser uma tendência na cidade. Um maravilhoso mundo de possibilidades que tanto serve de pequeno-almoço reforçado como almoço ou refeição para qualquer hora. Se começaram por ser uma opção de fim-de-semana, são cada vez mais os sítios com cartas para qualquer dia, afinal um prato de ovos ou panquecas sabe sempre bem. Mas nem só disso se faz o brunch.

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