Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os 10 melhores jogos para Xbox One

Os 10 melhores jogos para Xbox One

A Xbox One não repetiu o sucesso da anterior consola da Microsoft, mas a nova Xbox One X traz argumentos técnicos de peso. Estes são os melhores jogos

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 Xbox One

A Xbox One não conseguiu repetir o sucesso da anterior consola da Microsoft, a Xbox 360. Por várias razões. A começar pelo preço de lançamento mais caro e pelo foco em funções e características que não tinham nada a ver com videojogos, e a terminar na ligeira desvantagem do hardware face à PlayStation 4 – a maior parte dos jogos correm melhor na consola da Sony. No entanto, há centenas de jogos que vale a pena jogar na consola da Microsoft. Desde títulos independentes a grandes blockbusters, há jogos para todos os gostos. E estes são dez dos melhores jogos para Xbox One.

Os 10 melhores jogos para Xbox One

Dark Souls III

É o culminar do trabalho de Hidetaka Miyazaki em Demon Souls e Dark Souls. O mestre japonês esteve afastado da produção de Dark Souls II, mas voltou a tomar as rédeas do terceiro jogo da série. Miyazaki é o melhor naquilo que faz, e o que ele faz são RPGs estupidamente difíceis, que exigem muito do jogador mas sabem como recompensá-lo.

Doom

Durante anos, Doom foi o padrão-ouro dos FPS (first-person shooters). Mas o título da id fora ultrapassado a todos os níveis por novos jogos e séries, de Half-Life a Halo, passando por Call of Duty, até que esta nova encarnação recuperou a glória do passado. E lembrou toda a gente de que um bom jogo de tiros não precisa de histórias militaristas mal amanhadas e um grande orçamento, apenas de monstros e armas que os fazem explodir.

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Final Fantasy XV

Final Fantasy XV introduz várias alterações às mecânicas tradicionais da série e do género, e é acessível para quem nunca teve qualquer contacto com um RPG japonês. Mas mantém vários elementos familiares, e há piscares de olho ao legado da série ao virar de cada curva. Uma viagem nostálgica para fãs e novatos.

Grand Theft Auto V

Mais de três anos depois do lançamento para PlayStation 3 e Xbox 360, e dois anos e tal depois de ter aterrado na actual geração de consolas, Grand Theft Auto V continua a figurar entre os jogos mais vendidos um pouco por todo o mundo. Uma longevidade comercial inédita, mas merecida. Com um mapa inspirado em Los Angeles, é o melhor jogo da venerada e venerável série e a súmula de tudo o que um GTA pode ser.

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Hitman

Poucos videojogos dão tanta liberdade ao jogador como Hitman. No início de cada missão, são comunicados os objectivos – leia-se, quem é preciso matar – e a partir daí cada um decide como completá-los. As possibilidades são inúmeras e dependem apenas da imaginação e habilidade de cada um.

Inside

Limbo (2010), o primeiro lançamento dos estúdios Playdead, é um clássico indie. Um jogo de puzzles e plataformas em 2D, aparentemente simples mas cheio de personalidade. O segundo título da Playdead, Inside (2016), é ainda melhor, é um clássico moderno. Um jogo de puzzles e plataformas em 2D, aparentemente simples mas cheio de personalidade, melhor a todos os níveis do que o seu antecessor espiritual.

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Life Is Strange

Inspirado nas aventuras gráficas episódicas da Telltale, Life Is Strange é uma raridade: um jogo derivativo mas superior às suas referências. Uma narrativa densa e humana que versa sobre temas fracturantes, com personagens particularmente bem escritas e conseguidas, e mecânicas de jogo que o separam de outros títulos semelhantes.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

Durante quase três décadas, o iconoclasta Hideo Kojima expandiu limites e quebrou barreiras com cada novo capítulo da saga Metal Gear. E Metal Gear Solid V: The Phantom Pain será sempre o ponto alto da série. Um jogo de acção furtiva que nos transporta para o Afeganistão e Angola durante os últimos anos da Guerra Fria, antes de se transformar numa história pessoal, densa e meta-referencial.

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Resident Evil VII: Biohazard

É um inspirado regresso às origens e, ao mesmo tempo, uma reinvenção. Por um lado, boa parte da acção está restrita a uma mansão e os terrenos envolventes, como no primeiro e melhor Resident Evil. Por outro, a perspectiva na terceira pessoa característica da série foi substituída pela primeira pessoa. E tal como no primeiro jogo a câmara estática e os controlos pouco fluídos aumentavam a tensão, também aqui a limitação do campo de visão ajuda a aumentar o suspense.

The Witcher 3: Wild Hunt

Os livros de fantasia medieval de Andrzej Sapkowski em que se baseia The Witcher são objectos de culto na sua Polónia natal e no Leste europeu. Mas não é preciso ter qualquer conhecimento prévio dos livros ou dos jogos anteriores para desfrutar de The Witcher 3: Wild Hunt. Um RPG complexo e completo, que nos prende durante centenas de horas e um raro mundo virtual em que todas as decisões parecem importar.

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