Paragens obrigatórias na Rua do Açúcar, em Marvila

A rua mais doce da cidade está cheia de maravillhas. Onze, para sermos mais específicos. Saiba a que portas bater na Rua do Açúcar, em Marvila.
musa
Fotografia: Francisco Santos Musa
Por Clara Silva |
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A leste pode estar o paraíso e Marvila é prova disso. O bairro mais cool da cidade tem o seu epicentro na Rua do Açúcar (assim chamada graças à antiga fábrica de açúcar) e na Praça David Leandro da Silva, com o nome de um comerciante que morreu no fim do século XIX. Depois de décadas ao abandono, a zona industrial está mais viva do que nunca e em cada armazém esconde-se uma surpresa. Dos restaurantes à cerveja artesanal, há muitas razões para se orientar por estas bandas (e a partir de Maio, pode ainda visitar o museu dos doces The Sweet Art Museum).

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Paragens obrigatórias na Rua do Açúcar, em Marvila

Instituto do animal
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Instituto do Animal

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Já se sabe que o problema de Marvila é lá chegar e autocarros há poucos. Se não tem carro nem carta de condução, pode sempre tirar a carta de CÃOdução (78€) no Instituto do Animal, a escola e creche para cães e gatos que desde 2015 também tem cursos para quem se quer tornar um melhor dono.

Cantinho do Vintage
Fotografia: Ana Luzia
Compras, Lojas vintage

Cantinho do Vintage

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A rua mais doce de Lisboa começou a ganhar fama uns anos antes, principalmente entre quem procurava móveis para a casa no Cantinho do Vintage, que se mudou para um espaço ainda maior, no número 19, em Março.

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Spot real- academia de parkour
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Spot Real

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Ao lado do armazém, outros negócios começaram a surgir, como a escola de parkour Spot Real, ideal para quem quer queimar calorias.

Cafe com Calma
© Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Café com Calma

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Por falar nisso, a rua começou também a conquistar outro público da melhor maneira, pelo estômago. O brunch do Café Com Calma, ao sábado, entrou no roteiro dos brunches alfacinhas, com três opções à escolha, vegetariana, vegan e de carne, apesar de a base do brunch ser a mesma – “depois adaptamos a cada opção”, explicam. Tem sopa, minipizza, muffin, patê de beringela, queijos, salada, um bolo de chocolate branco de nome blondie, fruta quente com especiarias, ovo cocotte, croissant, bebida quente e bebida fria. 

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Restaurantes

Refeitório do Senhor Abel

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Até Chakall, que já ali tinha um restaurante argentino, decidiu no fim de 2017 apostar numa pizzaria, o Refeitório do Senhor Abel, que quer servir as melhores pizzas de Lisboa. À comida junta-se a bebida do Heterónimo Baar, o bar que complementa o restaurante, ambos inspirados no poeta Fernando Pessoa, com a curadoria de Miguel Tojal, que se juntou ao chef neste projecto, e a mestria do bartender Sandro Pimenta. 

Aquele Lugar Que Não Existe
©Francisco Santos
Restaurantes

Aquele lugar que não existe

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Aliás, pizzas por ali não faltam. Uns metros à frente, e apesar de não ter placa, Aquele Lugar Que Não Existe tornou-se um sucesso, mas nada de tirar fotografias às pizzas do buffet de almoço. O anti-marketing continua a ser o prato principal – e, pelos vistos, resulta. Reserve mesa.

A Time Out diz
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barbearia oliveira
Fotografia: Arlindo Camacho
Compras, Tatuagens e piercings

Damage InKorporation

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Ou faça tempo noutra porta, por exemplo na Damage Inkorporation, onde pode mudar de look permanentemente com uma tatuagem, ou optar por uma solução menos radical com um corte de cabelo na Barbearia Oliveira, que partilha o mesmo espaço.

Cerveja Twist and Stout - Musa
©DR
Coisas para fazer

Lisbon Beer District

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Uma coisa é certa: enquanto tiver o copo cheio, não se vai aborrecer, até porque está no Lisbon Beer District. Além da fábrica da cerveja artesanal Lince, a Musa abriu o ano passado um tap room na mesma rua, com uma programação musical a acompanhar as muitas cervejas.

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Teatro

Teatro Meridional

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Com tantas maravilhas porta sim, porta sim, o melhor é ir à descoberta. Dos mais antigos inquilinos, como o Teatro Meridional, na rua desde 1992, à nova vizinhança, como Kwenda Lima e o seu estúdio de dança e yoga, o Art Kaizen, tem muito por onde escolher.

Outras ruas obrigatórias

le chat
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Rua das Janelas Verdes

Anda nas bocas do mundo e a culpada é só uma. A Rua das Janelas Verdes já estava nos roteiros turísticos graças à esplanada do Le Chat e ao Museu Nacional de Arte Antiga. Agora ganhou uma inquilina famosa e, enquanto não somos convidados para o seu palacete, encontrámos muitas outras razões para por lá passear.  

Rua dos Bacalhoeiros Campo das Cebolas
ManuelManso
Coisas para fazer

Rua dos Bacalhoeiros

Há um novo espaço verde na cidade e a rua, em plena Baixa, agora pedonal começa a ganhar uma vida perdida há muitos anos. Os próximos inquilinos serão os éclaires da L’Éclair, depois de também José Avillez ter aberto um restaurante aqui. Estas são as dez paragens obrigatórias na Rua dos Bacalhoeiros.

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Garrafeira e Frutaria Morteira Santos
Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Avenida da Igreja

Uma pessoa pensa que vai só à Avenida da Igreja mas acaba por parar em Carcassone (a pastelaria), na Líbia (uma farmácia), na cidade das mil e uma noites (a pastelaria Nova Bagdad, baptizada, calculamos, antes da Bagdad original ter sido destruída pela guerra); passamos ainda por Helsínquia (outra pastelaria) e acabamos em Biarritz. Aí batemos com o nariz na porta: a mítica pastelaria no topo da avenida fechou. Há tanto para fazer que nós dizemos-lhe as nove paragens obrigatórias nesta avenida. 

Mercado de Campo de Ourique - Sala 2
Fotografia: Ana Luzia
Coisas para fazer

Rua Coelho da Rocha

Que bem que se está no Campo, principalmente se tiver paciência para procurar lugar para estacionar. Será recompensado. Na Rua Coelho da Rocha estão alguns dos melhores restaurantes de Campo de Ourique, que por si só já é um dos bairros onde se come melhor em Lisboa. Claro que tudo isto é discutível, mas não vamos discutir de estômago vazio. Da cozinha japonesa ao café saudável da moda, há para todos os gostos – e todos os heterónimos – ou não fosse esta a rua de Fernando Pessoa. 

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