Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Séries que tem de ver até ao final do ano

Séries que tem de ver até ao final do ano

Não é que sejamos dados à adivinhação mas estas séries que tem de ver até ao final do ano fazem-nos querer o futuro hoje

The New Pope
Gianni Fiorito/HBO
Por Cláudia Lima Carvalho e Tiago Neto |
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Com a quantidade de material que todos os dias chega à indústria é bastante plausível que estejamos a atravessar uma das fases mais profícuas no que ao conteúdo de ficção diz respeito. Regressos há muito esperados, despedidas difíceis e novidades que prometem ser boas. Por agora, deixamos-lhe estas séries que tem de ver até ao final do ano para não perder a carruagem do que vale realmente a pena. Do mistério à comédia, com muitos ou poucos efeitos especiais, motivos não faltam para que o sofá passe a servir de melhor amigo nos próximos meses.

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As séries que tem de ver até ao final do ano

1

O Escolhido

Não é a primeira aposta da plataforma na ficção brasileira e com boa razão. Esta O Escolhido leva-nos a uma aldeia remota no Pantanal onde um grupo de médicos está incubido de levar a cabo um plano de vacinação contra uma nova mutação do vírus Zika. Contudo, a ajuda é recusada, e os médicos acabam encurralados numa comunidade isolada envolta em segredos.

Netflix, 28 de Junho.

2

Stranger Things

O trailer é o mais fresco, o último, o definitivo, e já muito nos diz sobre o que esperar nesta terceira temporada de Stranger Things. Demogorgons? Shadow monster? Mind flayer? Conseguirão Mike, Will, Sadie, El, Dustin e Lucas livrar Hawkins de mais uma ameaça? A estreia acontece a 4 de Julho e a expectativa já é muita.

Netflix, 4 de Julho.

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3

La Casa De Papel

Nos primeiros segundos do trailer salta à vista a bandeira portuguesa num barco onde o grupo se encontra com o Professor (Álvaro Morte), mais uma vez aos comandos. Mais à frente, as caras de sempre, mas também algumas novidades: Hovik Keuchkerian (Bogotá), Najwa Nimri (Alicia), Fernando Cayo (Tamayo) e Rodrigo de la Serna (O Engenheiro). Não dá, no entanto, para perceber quanto tempo passou desde o assalto à Casa da Moeda, mas percebe-se que o grupo vivia separado. Cada um, ou cada casal, seguia tranquilamente na sua nova vida. Até que Rio (Miguel Herrán), numa ilha paradisíaca com Tóquio (Úrsula Corberó), foi apanhado pela polícia. Tóquio encontra-se então com o Professor na Tailândia e a magia acontece. Nas imagens agora divulgadas, confirma-se o regresso de Berlim (Pedro Alonso).

Netflix, 19 de Julho.

4

Orange Is The New Black

Foi em 2004 que Piper Kerman foi presa por ter participado num esquema de tráfico de droga internacional. Era então uma jovem da classe média/alta de Nova Iorque, prestes a casar-se e a lançar uma marca de sabonetes artesanais quando o passado a atropelou – o tráfico tinha acontecido dez anos antes mas alguém a havia denunciado agora. A sua experiência na prisão deu um livro que em 2013 deu uma série com o mesmo nome, Orange Is The New Black – uma das primeiras grandes apostas da Netflix a par de House of Cards. Mas Kerman, Chapman na série, é apenas o ponto de partida para a vida das muitas mulheres que hoje vivem em prisões nos Estados Unidos. Sete anos depois, Orange Is The New Black, que tanto nos põe a chorar como a rir, tendo-se tornado mesmo na primeira série a ser nomeada para os Emmys nas categorias de Comédia e Drama, chega ao fim. Na última temporada, já tudo estava diferente e mesmo assim o desfecho é imprevisível. Seja como for, o melhor é manter os lenços de papel por perto. 

Netflix, 26 de Julho.

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5

This Is Us

É uma autêntica montanha russa. Ora nos sentimos bem com o que vemos, ora nos sentimos miseráveis ao mesmo tempo que limpamos as lágrimas que vão caindo pela cara. E é assim que vai continuar a ser. É esta a grande virtude da série criada em 2016 por Dan Fogelman para o horário nobre da NBC e que justifica todo o buzz gerado nos últimos anos, além de um consenso nas críticas que acaba também por se reflectir nos muitos prémios de televisão, com destaque para os Emmys e os Globos de Ouro.

Fox Life, Setembro.

6

Watchmen

Não existe ainda data fechada para a estreia desta Watchmen mas a plataforma americana HBO aponta-a para o Outono de 2019. Seja como for, a série chega como a continuação da aclamada banda desenhada onde os heróis mascarados são perseguidos e o relógio do juízo final continua a contar. Don Johnson (Acção em MiamiDjango Libertado) é um dos rostos principais.

HBO, Outono de 2019.

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7

The New Pope

É em Dezembro deste ano que a sequela de The Young Pope (a primeira temporada onde Jude Law dá corpo ao Papa Pio XIII) chega à HBO. Desta vez é John Malkovich que assume as rédeas, ainda que a produção tenha optado pelo secretismo face ao papel do actor norte-americano para esta nova temporada. Certa, para já, é a continuidade de Law na série.

HBO, Dezembro.

8

His Dark Materials

Ainda pouco se sabe desta adaptação da trilogia best-seller de Philip Pullman, à excepção de que His Dark Materials tem estreia mundial marcada na HBO este ano. A história flutua à volta de Lyra Belacqua (Dafne Keen), uma órfã de 12 anos que luta contra um grupo de raptores de crianças, os Gobblers, com a ajuda do seu tio Lord Asriel (James McAvoy).

Para não sair do sofá

Roma
©Netflix
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Para lá das séries, há muito cinema para ver na Netflix, que tem apostado cada vez mais em filmes. Começou com os documentários, depois com os filmes de autor e, mais recentemente, entrou no campeonato de Hollywood e dos grandes festivais de cinema. Roma é o melhor exemplo disto: o filme de Alfonso Cuarón conquistou o Leão de Ouro em Veneza e conseguiu para o serviço de streaming um triunfo nas nomeações para os Óscares com dez indicações. 

house of cards season 5
©David Giesbrecht
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Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. 

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