Angelina Jolie, Oscars

Oito filmes de Angelina Jolie memoráveis

Na semana de estreia de "Maléfica: Mestre do Mal", revisitamos os melhores filmes de Angelina Jolie

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A filha de Jon Voight é tão falada nos media por causa da sua vida pessoal, familiar e social, como pelos filmes que protagoniza (e que também realiza, desde 2007). Angelina Jolie conseguiu evitar a tipificação para que os seus primeiros papéis a pareciam empurrar, e ascender ao primeiro plano da indústria cinematográfica norte-americana. A direcção que a sua carreira tomou pode ser seguida nos filmes que escolhemos para a ilustrar, desde a época de de títulos menos vistos como Lua Enfeitiçada e Tudo Sob Controlo, até aos tempos da fama com A Troca ou Salt. São os melhores filmes de Angelina Jolie.

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Oito filmes de Angelina Jolie memoráveis

‘Lua Enfeitiçada’, de Kevin Dowling (1996)

É um dos filmes menos conhecidos de Angelina Jolie, onde interpreta uma rapariga muito sensual, provocante e meio desaparafusada, personagem que haveria de repetir várias vezes subsequentemente, e que quase a tipificou. Ela incarna aqui a jovem e insinuante Ellie, a quem um incauto cinquentão (Danny Aiello) dá boleia em Los Angeles, para rapidamente se arrepender de o ter feito.

‘Amigas’, de Annette Heywood-Carter (1996)

Nesta adaptação de Foxfire, o romance de Joyce Carol Oates sobre um grupo de raparigas rebeldes que vão viver juntas numa casa abandonada, Jolie dá corpo a Legs, a mais carismática, revoltada e descontrolada do grupo – e também a mais cool e sexy. A sua composição da personagem sobressai claramente e sem grande esforço e é uma das poucas coisas boas desta fita e que ficam na memória.

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‘O Coleccionador de Ossos’, de Phillip Noyce (1999)

Angelina Jolie personifica, neste thriller, uma agente da polícia novata e a representante no mundo exterior da personagem de Denzel Washington, um ex-detective e perito forense, quadriplégico e confinado a uma cama em sua casa. O duo persegue um assassino em série, ela no terreno, ele dentro de portas e ambos sempre em contacto, e Jolie mostra-se perfeitamente à vontade num filme comercial de qualidade e não se intimidando com a presença de Washington.

‘Vida Interrompida’, de James Mangold (1999)

Manipuladora, sensual, persuasiva, auto-destrutiva. São estas as características de Lisa, a personagem de Angelina Jolie neste filme passado num hospital psiquiátrico para raparigas, e baseado no livro autobiográfico de Susanna Keysen, que é personificada por Winona Ryder. Jolie “rouba-lhe” o filme de forma tão brilhante como descarada, e ganhou o Óscar de Melhor Actriz Secundária.

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‘Tudo Sob Controlo’, de Mike Newell (1999)

Nesta muito boa e muito agitada comédia dramática passada no mundo dos controladores aéreos, Jolie é a mulher da personagem de Billy Bob Thornton (que seria depois o seu segundo marido), mais uma exímia manipuladora que usa os atributos físicos para conseguir o que que. A actriz faz o seu melhor dentro dos constrangimentos de caracterização da personagem, orá frágil e vulnerável, ora e afirmativa e dominadora.

‘Um Coração Poderoso’, de Michael Winterbottom (2007)

Houve quem deitasse as mãos à cabeça quando soube que Angelina Jolie ia interpretar Mariane Pearl, a mulher de Daniel Pearl, o jornalista do The Wall Street Journal raptado e morto por terroristas islâmicos no Paquistão em 2002. Fizeram mal e estavam enganados. Jolie mostra neste filme que, com o papel certo e dirigida por um realizador que sabe o que faz, é capaz de ir mais longe do que é hábito esperarem dela.

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‘A Troca’, de Clint Eastwood (2008)

O que foi escrito acima sobre a interpretação de Jolie em Um Coração Poderoso vale também para A Troca, baseado em factos reais ocorridos nos anos 20. Jolie faz uma mãe cujo filho pequeno desapareceu e enfrenta a polícia de Los Angeles e os políticos locais, e Clint Eastwood tira dela uma das interpretações da sua vida, em que revela capacidades dramáticas nunca antes reveladas. Foi nomeada ao Òscar de Melhor Actriz, mas não ganhou. E o prémio tinha-lhe ficado muito bem.

‘Salt’, de Phillip Noyce (2010)

O filme é péssimo, uma combinação catastroficamente inverosímil de Missão: Impossível e 007. Mas Angelina Jolie é positivamente arrasadora no papel da agente da CIA Jennifer Salt (a personagem mudou de sexo quando Tom Cruise recusou o papel), que tem que provar que não é uma espia russa quando é acusada por um dissidente. Se James Bond um dia se tornar Jane Bond, tem que ser Jolie a interpretá-la obrigatoriamente.

Os melhores filmes de...

  • Cinemas

Uma dezena de filmes com Tom Hanks, que, em conjunto, ilustram as qualidades deste actor com enorme apelo popular, à-vontade na comédia como no o drama e que se tem passeado por muitos géneros e por obras de dimensões muito díspares.

  • Filmes

Faça lá as contas: 80 papéis, 19 nomeações aos Óscares, 3 vitórias. Se isto não merece um prémio de carreira, então não sabemos o que merece. A 74ª edição dos Globos de Ouro distinguiu Meryl Streep, de 67 anos, com o prémio Cecil B. DeMille. Enquanto o discurso da actriz norte-americana se tornou viral, nós fomos à procura dos seus 10 melhores filmes.  

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  • Filmes
Natalie Portman
Natalie Portman

Ver os melhores filmes de Natalie Portman é como uma viagem no tempo através da vida da actriz nomeada para o Óscar pelo desempenho em Jackie. Começamos na sua estreia, com apenas 12 anos, no papel de uma criança que quer ser uma assassina, e viajamos através dos seus 22 anos de carreira. Desde a adolescente problemática de uma pequena cidade à lenda de filmes de acção. Ah, e algures pelo meio ainda estudou em Harvard. 

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