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Oito papéis menos conhecidos (mas bem bons) de Tom Cruise

No ano de estreia de ‘Top Gun: Maverick’, fomos buscar uma série de interpretações mais esquecidas de Tom Cruise, mas todas dignas de destaque.

Escrito por
Eurico de Barros
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Tom Cruise acaba de regressar ao papel de Pete "Maverick" Mitchell em Top Gun: Maverick, continuação de Top Gun (1986), um dos seus filmes mais célebres. Para além dos seus papéis em títulos que foram sucessos mundiais, como este, Cruise tem na sua já longa filmografia uma série de interpretações menos conhecidas, ou mesmo esquecidas, em fitas que não vingaram nas bilheteiras ou ficaram na sombra de outras mais espectaculares em que ele entrou, e que merecem ser recordadas. Fomos buscar oito delas, em filmes como A Glória de um Herói, A Lenda da Floresta ou Barry Seal: Traficante Americano.

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Oito papéis menos conhecidos de Tom Cruise

‘O Clarim da Revolta’, de Harold Becker (1981)

Apenas no seu segundo filme, no papel de um cadete de um colégio militar que se revolta contra a venda deste para ser demolido e dar lugar a condomínios, Tom Cruise já sobressaía de um elenco que contava também com outros ambiciosos jovens lobos, como Sean Penn e Timothy Hutton, e ainda o veterano George C. Scott.

‘A Glória de um Herói’, de Michael Chapman (1983)

Este filme só é conhecido dos fãs mais antigos e ferrenhos de Tom Cruise, e dos mais cinéfilos. E é um dos melhores dele, interpretando um rapaz de uma cidade industrial da Pensilvânia, cuja única maneira de fugir de um destino numa fábrica, e sair de lá, é ganhar uma bolsa de estudo de futebol americano. Muito bom e sombriamente realista.

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‘Os Marginais’, de Francis Ford Coppola (1983)

Tom Cruise tem um pequeno papel neste filme coral, e de culto, de Francis Ford Coppola, sobre gangues juvenis nos EUA dos anos 60. E mesmo rodeado por nomes como Patrick Swayze, Rob Lowe, Matt Dillon e Ralph Macchio, entre outros, Cruise destaca-se por aquilo a que em Hollywood se chama star quality. E muito clara.

‘A Lenda da Floresta’, de Ridley Scott (1985)

Este sumptuoso filme de fantasy de Ridley Scott não agradou por aí além aos críticos e aos espectadores, mas é um dos mais brilhantes exemplares deste género e Tom Cruise está perfeito no ingénuo mas corajoso rapaz que vai salvar a sua amada das garras de um demónio (fabuloso Tim Curry). Um filme e um desempenho a redescobrir.

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‘Uma Questão de Honra’, de Rob Reiner (1992)

Cruise volta a vestir uma farda (da Marinha, desta vez) neste drama de tribunal em ambiente militar, em que consegue não ser atirado para segundo plano por um dos grandes monstros da tela, Jack Nicholson. E quem diz que ele não é grande actor, que veja as cenas de tribunal, em que a sua personagem se confronta com a de Nicholson.

‘Colateral’, de Michael Mann (2002)

Não é um dos melhores filmes de Michael Mann, mas vale a pena vê-lo pela interpretação de Cruise, totalmente a contrapelo da sua imagem, num assassino profissional sem pinga de moral nem decência, com Jamie Foxx a dar-lhe boa réplica num aterrorizado condutor de táxi.

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‘Tempestade Tropical’, de Ben Stiller (2008)

Houve quem não tivesse dado por Tom Cruise neste filme, de tal forma está deformado pela maquilhagem e pelos chumaços, e por aparecer apenas durante alguns minutos. Mas Cruise puxa aqui pelos seus dotes de actor cómico na pele do boçal e autoritário produtor Les Grossman, personagem que concebeu sozinho. E por um pouco que não levava o filme debaixo do braço.

‘Barry Seal: Traficante Americano’, de Doug Liman (2017)

Quem se lembra de Negócio Arriscado (1983), de Paul Brickman, sabe que Tom Cruise tem talento para a comédia, e que tem sido muito pouco aproveitado. Doug Liman puxa, e bem, por ele, neste thriller de acção cómico baseado numa história real. Cruise personifica um piloto americano recrutado pela CIA nos anos 70 e que acabou metido com os cartéis da droga colombianos.

Os melhores filmes com...

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Foi modelo, estudou representação e fez algum teatro, antes de chamar a atenção de Bernardo Bertolucci, que lhe deu o primeiro papel no cinema em Os Sonhadores (2003). A partir daí, Eva Green nunca mais parou, e tornou-se na quinta actriz francesa a ser uma "Bond Girl", em 007: Casino Royale (2006).

Jean Seberg
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Jean Seberg nasceu nos Estados Unidos, mas foi em França, sob o olhar de Jean-Luc Godard, que se tornou um ícone. No entanto, o seu activismo político colocou-na na mira do FBI, que tentou (e conseguiu) destruir a sua imagem, a sua vida, e a sua carreira. Morreu em 1979, com 40 anos.

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Foi um dos nomes mais ilustres da Era de Ouro do cinema americano. Irmã da também célebre Joan Fontaine, com a qual não esteve nas melhores relações durante décadas, de Havilland protagonizou vários filmes imorredoiros e ganhou dois Óscares, por Lágrimas de Mãe, de Mitchell Leisen, em 1947, e A Herdeira, de William Wyler, em 1950.

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