Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores filmes com Jean Seberg

Os melhores filmes com Jean Seberg

Nasceu no interior dos Estados Unidos, mas fez-se uma estrela em França. Apontamos os melhores filmes com Jean Seberg

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Nascida e criada no interior dos Estados Unidos, Jean Dorothy Seberg estreou-se no cinema com 19 anos, em 1957, e logo no papel principal de Santa Joana, dirigida por Otto Preminger, depois de vencer um concurso de novos talentos. Como a santa que interpretou, foi martirizada pela imprensa, neste caso. O realizador ainda lhe deu uma segunda chance um ano mais tarde, em Bom Dia, Tristeza, mas foi em França, sob o olhar de Jean-Luc Godard, que se tornou uma estrela, aliás, um ícone da nouvelle vague. No entanto, o seu activismo político e apoio aos Panteras Negras colocaram-na na mira do FBI, que a perseguiu e tentou destruir a sua imagem, a sua vida, e a sua carreira em Hollywood. Morreu em 1979, com 40 anos.

A maior parte das longas-metragens em que entrou são facilmente olvidáveis, mas teve um par de prestações maravilhosas – em O Acossado, de Godard, e Lilith e o seu Destino, de Robert Rossen  e fez mais um ou outro filme que merece ser visto. Na semana da estreia do filme biográfico Seberg – Contra Todos os Inimigos, protagonizado por Kristen Stewart e realizado por Benedict Andrews, recordamos cinco dos melhores filmes de Jean Seberg.

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Os melhores filmes com Jean Seberg

'Bom Dia, Tristeza', de Otto Preminger (1958)

A imprensa arrasou a prestação de Jean Seberg no seu primeiro filme, Santa Joana, de Otto Preminger, mas o realizador quis dar-lhe uma segunda oportunidade. A sua interpretação da filha adolescente mimada de um rico playboy, nesta adaptação de um romance de Françoise Sagan, voltou a ser achincalhada pelos críticos americanos, no entanto François Truffaut ficou fascinado, escrevendo nos Cahiers du Cinéma que "quando ela aparece no ecrã é impossível olhar para outro lado".

'O Acossado', de Jean-Luc Godard (1960)

Jean-Luc Godard realizou e François Truffaut co-escreveu este documentário sobre Jean Seberg e Jean-Paul Belmondo, como alguém um dia chamou ao clássico da nova vaga francesa. Ela é icónica na pela de uma aspirante a jornalista que vende o New York Herald Tribune nas ruas de Paris, ele é perfeito como um bandido obcecado por Humphrey Bogart, e a sua relação ao longo de uma hora e meia de filme ajudou a redefinir o cinema.

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'Amante de Cinco Dias', de Philippe de Broca (1961)

Jean Seberg interpreta uma jovem inglesa a viver em Paris com o marido e os filhos. Jovem que, nesta comédia dramática de Philippe de Broca adaptada do romance homónimo de Françoise Parturier, se envolve numa relação extraconjugal com outro homem, encarnado por Jean-Pierre Cassel. O filme esteve nomeado para um Urso de Ouro no Festival de Berlim, mas perdeu para A Noite, de Michelangelo Antonioni.

'Lilith e o seu Destino', Robert Rossen (1964)

Warren Beatty é Vincent Bruce, um antigo soldado que trabalha como terapeuta numa clínica psiquiátrica. É lá que conhece e se deixa apaixonar por Lilith, uma paciente esquizofrénica, maravilhosa e sedutoramente interpretada por Seberg, num dos seus melhores papéis. Este belo e obsessivo filme foi o último que o norte-americano Robert Rossen realizou antes de morrer.

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'Aeroporto', de George Seaton (1970)

Um experiente piloto e o administrador de um aeroporto sobre o qual se abateu uma grande tempestade evitam que aconteça o pior quando um bombista suicida ameaça explodir com o avião onde viaja, neste drama de George Seaton. Repleto de nomes sonantes, incluindo Jean Seberg, Aeroporto foi um sucesso: inspirou inúmeros filmes, esteve nomeado para dez Óscares e rendeu 100 milhões de dólares aos estúdios Universal dez vezes mais do que o seu orçamento.

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