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Jim e Andy
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Os melhores filmes com Jim Carrey

É um dos grandes actores de comédia de Hollywood, no activo desde os 80s. Recordamos os melhores filmes com Jim Carrey

Por Editores da Time Out Lisboa
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Jim Carrey não teve uma infância e adolescência fáceis, mas encontrou na comédia um abrigo. Começou a fazer stand-up e a entrar em filmes nos anos 80, integrou o elenco da série de sketches In Living Color, a partir de 1990, e em 1994 tornou-se uma estrela, à boleia do sucesso dos filmes Ace Ventura – Detective Animal, de Tom Shadyac, A Máscara, de Chuck Russell, e Doidos à Solta, de Peter Farrelly. Durante uns tempos, foi mesmo um dos actores mais bem pagos de Hollywood. Hoje, está longe ter o sucesso e o impacto cultural que teve na década de 90, mas continua a trabalhar. Depois de o vermos no papel de Dr. Robotnik, em Sonic: O Filme, de Jeff Fowler, recordamos alguns dos melhores filmes com Jim Carrey.

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Os melhores filmes com Jim Carrey

‘Ace Ventura – Detective Animal’, de Tom Shadyac (1994)

Jim Carrey ainda integrava o elenco da série cómica In Living Color quando foi convidado para entrar na película do estreante Tom Shadyac. E o papel do detective animal de segunda categoria, com gosto por camisas havaianas e a energia hiperactiva de uma criança de seis anos, fez dele uma estrela. O motor da história é o rapto da mascote da equipa de futebol americano Miami Dolphins, na véspera da Super Bowl, mas é a interpretação de Carrey que carrega o filme às costas. E não seria a primeira última vez que o faria.

'A Máscara', de Chuck Russell (1994)

Quando A Máscara estreou a crítica exaltou a modernidade dos efeitos especiais usados para transformar Jim Carrey numa figura viva de banda desenhada. Embora os efeitos não tenham aguentado a passagem do tempo, a elástica interpretação de Carrey, como o tímido gajo porreiro Stanley e o seu alter-ego A Máscara, é quase arrebatadora. No papel da grotesca figura de cara verde com uma paixão por traques e frases rascas, e outra por Cameron Diaz, Carrey definiu-se, para quem ainda duvidava, como um grande comediante. E conseguiu a primeira nomeação para o Globo de Ouro.

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‘Doidos à Solta’, de Peter Farrelly (1994)

Imagine-se o conteúdo do cérebro de um hiperactivo irmão mais novo pespegado no ecrã de um televisor e tem-se este clássico filme dos irmãos FarrellyJim Carrey – em mais um dos seus papéis memoráveis de 1994 – e Jeff Daniels são um par de idiotas sem esperança de cura que se metem numa viagem através da América para resgatar a pasta de uma mulher. Sem pedir desculpa pela grosseria do seu humor, o filme está recheado de humor escatológico, ou sobre rabos, narizes e, evidentemente, sexo.

'O Melga', de Ben Stiller (1996)

Com Jack Black e Matthew Broderick à ilharga, mais Judd Apatow como produtor e Ben Stiller como realizador, Jim Carrey interpreta esta lendária comédia de gajos. Não se pense, porém, tratar-se de um daqueles argumentos sobre uma amizade masculina, pois Carrey interpreta um maníaco instalador de televisão por cabo que, com favores e manhas, arrasta o recente e contrariado solteiro criado para Broderick para um mundo de distorcida fantasia. Incluindo uma estranha cena da visita a um restaurante de temática medieval, esta comédia negra mostra, pela primeira vez, o lado maldoso da&nbsppersona cómica alimentada por Jim Carrey.

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'O Mentiroso Compulsivo', de Tom Shadyac (1997)

Jim Carrey e Tom Shayac reencontraram-se neste filme de 1997, que pode ser encarado como uma ponte entre as comédias histriónicas que tornaram o actor famoso e os filmes mais sérios e contidos que interpretaria nos anos seguintes. Desta feita, o canadiano encarna um advogado que passa a vida a mentir, como bom advogado que é. E tudo lhe corre bem até que o filho pede um desejo no seu aniversário: que o pai passe um dia sem dizer mentiras. Quando o desejo se concretiza, a vida da personagem de Carrey é virada do avesso.

'The Truman Show: A vida em Directo', de Peter Weir (1998)

Sem que ninguém o tenha avisado, Truman Burbank (Jim Carrey) é o protagonista de um reality show desde que nasceu e todas as suas interacções sociais são encenadas. Até ao dia em que descobre que toda a sua vida foi uma mentira, neste filme de Peter Weir. No seu primeiro grande papel dramático, Carrey provou que era mais do que um tipo que fazia umas caretas. A prestação valeu-lhe o primeiro Globo de Ouro, mas foi ignorada pela Academia das Artes e das Ciências Cinematográficas, que só nomeou o filme noutras categorias.

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'Homem na Lua', de Milos Forman (1999)

Andy Kaufman foi uma das mais peculiares e excêntricas figuras da comédia americana, um actor desconcertante e inclassificável, chamado por alguns de “dadaísta tardio”, que morreu em 1984, apenas com 35 anos e tinha admiradores apaixonados e detractores raivosos. Entre eles estava um jovem Jim Carrey, que anos mais tarde interpretou primorosamente o seu ídolo neste brilhante filme de Milos Forman. O seu metódico trabalho foi premiado com o segundo Globo de Ouro consecutivo, mas, incrivelmente, o actor voltou a não ser nomeado para o Óscar.

'O Despertar da Mente', de Michel Gondry (2004)

Neste filme de Michel Gondry, o romance apropria-se da ficção científica e com basta sofisticação leva-a para o território da neurose. Movimento a que decerto não é alheio o argumento de Charlie Kaufman, capaz, mais uma vez, de percorrer caminhos nunca antes percorridos pelos interstícios da mente. Além da solidez do argumento e da requintada arquitectura narrativa da realização, a maior revelação, porém, vem da interpretação de Jim Carrey e da forma como o actor assume o retorcido desconforto da sua personagem.

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'Jim e Andy', de Chris Smith (2017)

Durante a rodagem de Homem na Lua, Jim Carrey perdeu-se e desapareceu na personagem. Naqueles meses de 98/99, não existiu Jim, apenas Andy. O documentário Jim & Andy: The Great Beyond – Featuring a Very Special, Contractually Obligated Mention of Tony Clifton (é este o título original do filme e é todo um programa), de Chris Smith, centra-se nesse período, alternando imagens da rodagem do filme de 1999 com entrevistas actuais a Jim Carrey, numa meditação sobre fama, arte e representação.

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