Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores filmes com Joaquin Phoenix

Os melhores filmes com Joaquin Phoenix

A propósito da estreia de 'Joker', recordamos alguns dos melhores filmes com Joaquin Phoenix em papéis de relevo

Por Eurico de Barros |
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Joaquin Phoenix, Her

Há quem o compare a Marlon Brando e quem diga que é o melhor actor norte-americano do momento. Ou pelo menos um dos melhores. Eis Joaquin Phoenix visto através de oito das suas maiores interpretações – incluindo as três que lhe valeram nomeações para os Óscares – e dirigido por realizadores como Gus Van Sant, Ridley Scott ou Paul Thomas Anderson.

Na semana em que chegou às salas Joker de Todd Phillips, protagonizado pelo actor e premiado com o Leão de Ouro em Veneza, recordamos alguns dos melhores filmes com Joaquin Phoenix.

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Os melhores filmes com Joaquin Phoenix

‘Disposta a Tudo’, de Gus Van Sant (1995)

Este filme de Gus Van Sant, uma sátira negra à obsessão pela celebridade mediática, lançou Nicole Kidman em definitivo. Mas também permitiu a Joaquin Phoenix dar bastante nas vistas, no papel de um dos estudantes liceais que a personagem interpretada por aquela, uma jornalista de um canal de televisão local ávida de fama e capaz de tudo para a conseguir, manipula para participar num enredo que a conduzirá a voos mais altos.

‘Gladiador’, de Ridley Scott (2000)

Joaquin Phoenix teve aqui a primeira de três nomeações aos Óscares (e a primeira e única até hoje à estatueta de Melhor Actor Secundário). O filme pertence naturalmente a Russell Crowe na figura do herói, Máximo, embora Phoenix não se deixe ofuscar por ele e lhe dê réplica taco-a-taco. O seu Cómodo pinga crueldade, inveja, ressentimento e decadência, e o actor transmite tudo isso sem se meter pelos caminhos do overacting cabotino.

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‘Sinais’, de M. Night Shyamalan (2002)

Aqueles que acusam Joaquin Phoenix de ser vaidoso e exibicionista podem pôr os olhos nesta fita de ficção científica de M. Night Shyamalan, e na forma como o actor trabalha em conjunto com Mel Gibson e com intérpretes mais novos que ele, como Abigail Breslin e Rory Culkin, que formam a família cuja quinta é alvo de invasores alienígenas. Não há uma cena que Phoenix pareça estar a tentar chamar a si ou a procurar “roubar” descaradamente.

'Walk the Line', de James Mangold (2005)

Em meados da década passada, Joaquin Phoenix encarnou o lendário cantor e compositor norte-americano Johnny Cash neste biopic dirigido por James Mangold. E, pelo caminho, conseguiu a sua primeira nomeação para o Óscar de Melhor Actor. Reese Witherspoon também foi nomeada na categoria de Melhor actriz pela sua June Carter mas, ao contrário do actor, não saiu da cerimónia de mãos a abanar.

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‘Nós Controlamos a Noite’, de James Gray (2007)

Um papel excepcional num filme apenas convencional. Eis como podemos definir este policial de James Gray em que Joaquin Phoenix personifica o director de um clube nocturno ligado à máfia russa, que vira as costas ao patrão depois deste mandar matar o seu pai e o seu irmão, ambos polícias. Phoenix tem uma interpretação “interior”, concentrada, num homem que, posto numa encruzilhada, escolhe ser leal ao seu sangue.

‘The Master – O Mentor’, de Paul Thomas Anderson (2012)

Phoenix dá magnífica réplica ao não menos magnífico Philip Seymour Hoffman nesta fita de Paul Thomas Anderson, num veterano da Marinha que regressa a casa após a II Guerra Mundial. É um homem emocionalmente instável, alcoólico e ínvio, que se deixa enfeitiçar pela personagem de Hoffman, o líder carismático e trafulha de uma seita. Teve aqui a segunda nomeação ao Óscar de Melhor Actor.

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‘Uma História de Amor’, de Spike Jonze (2013)

Poderá um homem solitário e deprimido apaixonar-se pela voz feminina de um sistema operativo informático? É o que sucede a Theodore, a personagem de Joaquin Phoenix, neste filme de ficção científica passado num futuro próximo. A situação podia ser ridícula, mas o argumento de Spike Jonze e a interpretação de Phoenix tornam-na comovente, primeiro, e depois crescentemente desesperada, mas em surdina e sem tombar no melodramático.

'Nunca Estiveste Aqui', de Lynne Ramsay (2017)

Joaquin Phoenix faz de Joe, um ex-fuzileiro, traumatizado, que trabalha como assassino a soldo e gosta de despachar as vítimas com um martelo, neste filme de Lynne Ramsay. Com uma grande barriga, o actor enche o ecrã, tem uma presença poderosa e parece estar constantemente à beira de perder a sua alma. O seu desempenho foi premiado em Cannes.

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©Image Group LA/HFPA
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