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As séries originais Netflix que tem de ver

Os conteúdos próprios são hoje a grande aposta da empresa. Eis as séries originais Netflix que tem mesmo de ver

house of cards season 5
©David Giesbrecht
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Não há volta a dar: a criação (ou pelo menos a aquisição) de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix. Assim se explicam negócios como a compra da editora de banda desenhada Millarworld, de Mark Millar, ou os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The End of the F***ing World. Estas são as séries originais Netflix que tem de ver.

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As séries originais Netflix que tem de ver

"After Life", (2019-)

After Life, escrita, realizada e protagonizada pelo criador de The Office, é uma comédia dramática, às vezes difícil de se ver, sobre um homem em sofrimento. Perito em pôr o dedo na ferida, o humorista britânico interpreta a personagem de Tony, um jornalista que tinha uma vida perfeita até à morte da sua mulher Lisa (Kerry Godliman). Como continuar a viver depois de uma tragédia assim? O suicídio parece a resposta imediata, mas quem é que alimentaria depois o cão?

"Big Mouth", (2017-)

Porque às vezes o melhor remédio para serões de risada são as séries de animação, era impossível não incluir Big Mouth. A aposta da Netflix nesta área e o tema não lhe será estranho, ainda que o possa já ter esquecido: a puberdade. A série foi criada pelo humorista Nick Kroll e o seu amigo de infância Andrew Goldberg, nome ligado a Family Guy e American Dad, e segue um grupo de amigos que enfrenta a estranheza de crescer.

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"Black Mirror", (2011-)

Charlie Brooker é o autor de uma das séries mais relevantes dos últimos anos. Neste caso, uma antologia de ficção científica com actores e enredos diferentes em todos episódios, à moda de A Quinta Dimensão, mas sintonizada com o espírito dos tempos – a ansiedade e dependência tecnológicas e a sua intercepção com o espaço público são recorrentes. Começou no Channel 4 britânico, mas à terceira temporada passou para a Netflix.

"Bloodline", (2015-2017)

Na trama criada por Todd A. Kessler, Glenn Kessler e Daniel Zelman, a narrativa centra-se na dinâmica da família Rayburn, numa altura em que o irmão mais velho, Danny (Ben Mendelsohn), a ovelha negra, regressa a casa por ocasião do 45.º aniversário dos pais: Sally (Sissy Spacek) e Robert (Sam Shepard). A série estreou a 9 de fevereiro de 2015, na secção Berlinale Special Galas do 65º Festival Internacional de Cinema de Berlim.

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"BoJack Horseman", (2014-)

Poucas séries retratam a depressão de uma forma tão genuína e destemida como BoJack Horseman – um feito notável quando falamos de uma comédia animada sobre um cavalo antropomórfico que é uma estrela de televisão tornada irrelevante pelo tempo. Mas não é só isso que a torna especial. Criada por Raphael Bob-Waksberg, com Will Arnett, Amy Sedaris, Alison Brie, Paul F. Tompkins e Aaron Paul nos papéis principais, é verdadeiramente hilariante, uma brilhante e bem escrita sátira de Hollywood.

"Dark", (2017-)

Uns desaparecimentos na fictícia cidade alemã de Winden trazem à luz as relações fracturadas, vidas duplas e passados obscuros de quatro famílias que lá vivem, revelando um mistério que abrange três gerações. A história, que começa em 2019, inclui episódios de 1986 e 1953 via viagem no tempo, já que certos personagens das principais famílias da série se apercebem da existência de um wormhole no sistema de grutas por baixo da central nuclear local, sob gerência da influente família Tiedemann.

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"Demolidor", (2015-2018)

Esta série de acção contemplativa, ainda que violenta, subiu a fasquia para os super-heróis na televisão. Tirou-as do (cada vez maior e mais lucrativo) nicho geek e mostrou que podiam ser séries de prestígio e qualidade, bem filmadas e capazes de chegar a toda a gente. A primeira temporada, criada por Drew Goddard e ancorada na relação antagónica entre o Demolidor (Charlie Cox) e Wilson Fisk (Vincent D'Onofrio), continua a ser a melhor.

"Godless", (2017)

É no final do século XIX, na década de 1880, que o líder criminoso Frank Griffin (Jeff Daniels) abre caça ao ex-protegido Roy Goode (Jack O'Connell), depois deste deixar o gang. Pelo caminho, cego pela vingança, Frank e o grupo aterrorizam e matam quem se atravesse no caminho. A perseguição leva-o até La Belle, no Novo México, - uma cidade que, depois de um desastre na mina, é habitada praticamente só por mulheres.

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"House of Cards", (2013-2018)

Foi a primeira série original a meter o nome da Netflix no mapa, em 2013. Criada por Beau Willimon, a partir de uma minissérie da BBC de 1990, girou durante cinco temporadas em torno de Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey, até ao despedimento, depois de ter sido acusado de assédio sexual. Na sexta e última temporada, a protagonista é Robin Wright, vulgo Claire Underwood, a sua mulher e a presidente dos Estados Unidos.

"Love", (2016-2018)

Nos seus melhores momentos, Love foi uma comédia romântica quase perfeita, com uma sensibilidade indie e um espectro referencial que ia de Woody Allen a Judd Apatow – um dos criadores, com Lesley Arfin e Paul Rust. Os argumentistas souberam desde o início aproveitar o facto de estarem a contar uma história serializada, e de não terem de se cingir à hora e meia ou duas horas de um filme, e é isso que eleva Love acima das suas referências cinematográficas.

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"Love, Death & Robots", (2019-)

Love, Death & Robots (estilizada como LOVE DEATH + ROBOTS) é uma antologia animada, produzida por Joshua Donen, David Fincher, Jennifer Miller e Tim Miller. Cada episódio, animado por diferentes equipas de vários países, conta histórias de ficção científica, horror, fantasia e comédia, partindo do filme animado Heavy Metal como premissa. A primeira temporada chega-nos em 18 episódios recheados de acção.

"Master of None", (2015-)

Dez curtas-metragens. Foi assim que o co-criador Alan Young se referiu, em 2015, aos dez episódios da primeira temporada de Master of None. Quando se vê a série de Aziz Ansari, que além de protagonista é também o principal argumentista e um dos realizadores, percebe-se porquê. Há uma história que se estende por toda a temporada, mas cada episódio é um objecto singular, que pode ser visto independentemente dos restantes.

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"Mindhunter", (2017-)

"Orange Is The New Black", (2013-)

Inspirada pelo livro Orange Is the New Black: My Year in a Women's Prison, de Piper Kerman (na série Piper Chapman, interpretada por Taylor Schilling), a série de Jenji Kohan mostra a vida como ela é atrás das grades. E não tem medo de abordar questões de raça, género, privilégio e orientação sexual, entre vários assuntos pertinentes como o stress pós-traumático de guardas prisionais. 

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"Stranger Things", (2016-)

Foi um dos maiores fenómenos da Netflix e quando se estreou, em 2016, parecia que ninguém falava de outra coisa. Criada pelos irmãos Duffer, que antes tinham trabalhado na adaptação de Wayward Pines, é uma série de ficção científica nostálgica e encantadora que nos leva de volta para os anos 1980, com constantes citações e referências à década, dos filmes da Amblin e de Steven Spielberg ao terror de John Carpenter e aos retratos da adolescência de John Hughes.

"The Crown", (2016-)

Criada e escrita maioritariamente por Peter Morgan, The Crown cresceu do filme The Queen, de Morgan, em 2006, e da peça de teatro "The Audience", de 2013, traçando a vida da rainha Isabel II desde o seu casamento, em 1947, até ao presente. A primeira temporada, na qual Claire Foy retrata a rainha no início de reinado, mostra eventos até 1955, com peripécias como a renúncia de Winston Churchill ao cargo de primeiro-ministro na calha.

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"The End of the F***ing World", (2017-)

Inspirada na fulgurante banda desenhada (quase) homónima de Charles Forsman, The End of the F***ing World é uma história de violência e amor adolescente. Aliás, é uma história de amor, estrada e violência (por esta ordem), uma narrativa tipicamente americana, transferida para o Reino Unido nesta adaptação – é uma das muitas liberdades criativas tomadas pelo argumentista Charlie Covell. Protagonizada por Alex Lawther (James) e Jessica Barden (deslumbrante no papel de Alyssa).

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