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As séries originais Netflix que tem de ver

Os conteúdos próprios são hoje a grande aposta da empresa. Eis as séries originais Netflix que tem mesmo de ver

Unbelievable
Netflix
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Não há volta a dar: a criação e aquisição de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix (e outros serviços de streaming). Só assim se explicam os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores de topo. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey e adquirida pela Netflix no início da década, que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais (ou mais ou menos originais), de Orange Is The New Black a The Witcher. Estas são as séries originais Netflix que tem de ver.

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As séries originais Netflix que tem de ver

1

House of Cards

Foi a primeira série original a meter o nome da Netflix no mapa, em 2013. Criada por Beau Willimon, a partir de uma minissérie da BBC de 1990, girou durante cinco temporadas em torno de Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey até ao seu despedimento, depois de ter sido acusado de assédio sexual. Na sexta e última temporada, a protagonista passou a ser Robin Wright, vulgo Claire Underwood, a sua mulher e a presidente dos Estados Unidos.

2

Orange Is The New Black

Inspirada pelo livro Orange Is the New Black: My Year in a Women's Prison, de Piper Kerman (na série Piper Chapman, interpretada por Taylor Schilling), a série de Jenji Kohan mostra a vida como ela é atrás das grades. E não tem medo de abordar questões de raça, género, privilégio e orientação sexual, entre vários assuntos pertinentes como o stress pós-traumático de guardas prisionais. 

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3

BoJack Horseman

Poucas séries retratam a depressão de uma forma tão genuína e destemida como BoJack Horseman – um feito notável quando falamos de uma comédia animada sobre um cavalo antropomórfico que é uma estrela de televisão tornada irrelevante pelo tempo. Mas não é só isso que a torna especial. Criada por Raphael Bob-Waksberg, com Will Arnett, Amy Sedaris, Alison Brie, Paul F. Tompkins e Aaron Paul nos papéis principais, é verdadeiramente hilariante, uma brilhante e bem escrita sátira de Hollywood.

4

Bloodline

A história de Bloodline gira em torno da família Rayburn, numa altura em que o irmão mais velho, Danny (Ben Mendelsohn), a ovelha negra, regressa a casa por ocasião do 45.º aniversário dos pais: Sally (Sissy Spacek) e Robert (Sam Shepard). O thriller familiar criado por Todd A. Kessler, Glenn Kessler e Daniel Zelman foi mostrado durante o Festival Internacional de Cinema de Berlim, a 9 de fevereiro de 2015. Chegou à Netflix passado um mês e meio e por lá continuou ao longo das suas três temporadas.

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5

Demolidor

Esta série de acção contemplativa, ainda que violenta, subiu a fasquia para os super-heróis na televisão. Tirou-os do (cada vez maior e mais lucrativo) nicho geek e mostrou que podiam ser objecto de séries de prestígio e qualidade, bem filmadas e capazes de chegar a toda a gente. A primeira temporada, criada por Drew Goddard e ancorada na relação antagónica entre o Demolidor (Charlie Cox) e Wilson Fisk (Vincent D'Onofrio), continua a ser a melhor.

6

Master of None

Dez curtas-metragens. Foi assim que o co-criador Alan Young se referiu, em 2015, aos dez episódios da primeira temporada de Master of None. Quando se vê a série de Aziz Ansari, que além de protagonista é também o principal argumentista e um dos realizadores, percebe-se porquê. Há uma história que se estende por cada uma das duas temporadas, no entanto cada episódio é um objecto singular, que pode ser visto independentemente dos restantes.

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7

Love

Nos seus melhores momentos, Love foi uma comédia romântica quase perfeita, com uma sensibilidade indie e um espectro referencial que ia de Woody Allen a Judd Apatow – um dos criadores, com Lesley Arfin e Paul Rust. Os argumentistas souberam desde o início aproveitar o facto de estarem a contar uma história serializada, e de não terem de se cingir à hora e meia ou duas horas de um filme, e é isso que eleva Love acima das suas referências cinematográficas.

8

Stranger Things

Foi um dos maiores fenómenos da Netflix e quando se estreou, em 2016, parecia que ninguém falava de outra coisa. Criada pelos irmãos Duffer, que antes tinham trabalhado na adaptação de Wayward Pines, é uma série de ficção científica nostálgica e encantadora que nos leva de volta para os anos 1980, com constantes citações e referências à década, dos filmes da Amblin e de Steven Spielberg ao terror de John Carpenter e aos retratos da adolescência de John Hughes.

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9

Black Mirror

Charlie Brooker é o autor de uma das séries mais relevantes dos últimos anos. Neste caso, uma antologia de ficção científica com actores e enredos diferentes em todos episódios, à moda de A Quinta Dimensão, mas sintonizada com o espírito dos tempos – a ansiedade e dependência tecnológicas e a sua intercepção com o espaço público são recorrentes. Começou no Channel 4 britânico, mas à terceira temporada passou para a Netflix.

10

The Crown

Criada e escrita maioritariamente por Peter Morgan, The Crown cresceu do filme The Queen, de Morgan, em 2006, e da peça de teatro The Audience, de 2013, traçando a vida da rainha Isabel II desde o seu casamento, em 1947, até ao presente. Claire Foy retratou a monarca ao longo das duas primeiras temporadas, mas foi substituída por Olivia Colman na terceira e na quarta. Depois, é possível que Imelda Staunton herde o papel.

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11

American Vandal

Em American Vandal tudo parece ser o que não é. A série não é mais do que uma dramática e bem escrita sátira aos documentários de true crime. Só que aqui os crimes passam-se em escolas, onde os acontecimentos provocam uma onda de desentendimentos e revelações surpreendentes. Foi criada por Dan Perrault e Tony Yacenda e estreou-se na Netflix em 2017. Depois de duas temporadas foi cancelada pela empresa de streaming

12

Big Mouth

Porque às vezes o melhor remédio para serões de risada são as séries de animação, era impossível não incluir Big Mouth. A aposta da Netflix nesta área e o tema não lhe será estranho, ainda que o possa já ter esquecido: a puberdade. A série foi criada pelo humorista Nick Kroll e o seu amigo de infância Andrew Goldberg, nome ligado a Family Guy e American Dad, e segue um grupo de amigos que enfrenta a estranheza de crescer.

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13

Mindhunter

14

Godless

É da década de 80 do século XIX que o líder criminoso Frank Griffin (Jeff Daniels) abre caça ao ex-protegido Roy Goode (Jack O'Connell), depois deste deixar o seu gangue. Pelo caminho, cego pela vingança, Frank e o grupo aterrorizam e matam quem se atravesse no caminho. A perseguição leva-o até La Belle, no Novo México uma cidade que, depois de um desastre numa mina, é habitada praticamente só por mulheres.

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15

Dark

Uns desaparecimentos na fictícia cidade alemã de Winden trazem à luz as relações fracturadas, vidas duplas e passados obscuros de quatro famílias que lá vivem, revelando um mistério que abrange três gerações. A história, que começa em 2019, inclui episódios de 1986 e 1953 via viagem no tempo, já que certos personagens das principais famílias da série se apercebem da existência de um wormhole no sistema de grutas por baixo da central nuclear local, sob gerência da influente família Tiedemann.

16

The End of the F***ing World

Inspirada na fulgurante banda desenhada (quase) homónima de Charles Forsman, The End of the F***ing World é uma história de violência e amor adolescente. Aliás, é uma história de amor, estrada e violência (por esta ordem), uma narrativa tipicamente americana, transferida para o Reino Unido nesta adaptação – é uma das muitas liberdades criativas tomadas pelo argumentista Charlie Covell. Protagonizada por Alex Lawther (James) e Jessica Barden (deslumbrante no papel de Alyssa).

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17

You

Penny Badgley, de Gossip Girl, volta a abraçar um papel em que faz de mau da fita. Desta vez sob a capa de um tipo bem parecido, interessante e intelectual que se apaixona por uma rapariga. Mas nem tudo é o que parece. Visto por alguns como um reflexo das relações amorosas dos tempos de hoje em que as tecnologias são uma ferramenta de controlo.

18

Sex Education

Criada por Laurie Nunn para a Netflix, Sex Education é uma comédia adolescente à moda americana, apesar da sua localização e elenco britânicos. Conta a história de Otis Milburn (Asa Butterfield), um adolescente desajeitado e desconfortável com a sua própria sexualidade, mas óptimo a aconselhar os colegas da escola e a resolver os problemas sexuais e amorosos alheios. Até ao dia em que, ele próprio, descobre o amor e se rende aos prazeres carnais.

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19

Russian Doll

O nome de Natasha Lyonne pode não lhe dizer nada, mas certamente lhe reconhecerá a cara se tiver seguido Orange Is The New Black (ou visto American Pie). A actriz é agora protagonista e criadora desta série que se inspira em Groundhog Day (1993). Ao longo de oito episódios, Nadia é forçada a reviver o último dia antes de morrer até que descobre que a vida pode ser bem melhor se ajudar os outros. Fica a expectativa para uma nova temporada. 

20

After Life

Escrita, realizada e protagonizada por Ricky Gervais, After Life é uma comédia dramática, às vezes difícil de se ver, sobre um homem em sofrimento. Perito em pôr o dedo na ferida, o humorista britânico interpreta a personagem de Tony, um jornalista que tinha uma vida perfeita até à morte da sua mulher Lisa (Kerry Godliman). Como continuar a viver depois de uma tragédia assim? O suicídio parece a resposta imediata, mas quem é que alimentaria depois o cão?

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21

Love, Death & Robots

Love, Death & Robots (estilizada como LOVE DEATH + ROBOTS) é uma antologia animada, produzida por Joshua Donen, David Fincher, Jennifer Miller e Tim Miller. Cada episódio, animado por diferentes equipas de vários países, conta histórias de ficção científica, horror, fantasia e comédia, partindo do filme animado Heavy Metal como premissa. A primeira temporada teve 18 episódios recheados de acção e já vem uma segunda leva a caminho.

22

When They See Us

Cinco adolescentes são injustamente acusados de atacar e violar uma mulher no Central Park, em 1989. Quatro dos jovens são enviados para um centro de correcção, mas um deles, por já ter 16 anos, é enviado para uma prisão. A série mostra como o processo judicial foi negligentemente conduzido pela polícia e o preconceito existente nas forças policiais de Nova Iorque. Em 2002, os cincos homens foram libertados e ilibados, depois de um homem ter confessado o ataque de Central Park.

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23

Unbelievable

Mais uma série original da Netflix baseada em factos verídicos. Inspirada no trabalho jornalístico vencedor de um Pulitzer de Ken Armstrong e T. Christian Miller, fala da história de Marie Adler, uma adolescente inserida numa comunidade para jovens em risco no estado de Washington que, em 2008, reporta à polícia uma violação. Só que as autoridades não acreditam nela e acusam-na de ter forjado o ataque. Até que anos depois, sucessivos casos de violação ocorrem em vários estados, levando a que seja aberta uma investigação e que culmina na captura do homem que atacou Marie em 2008. 

24

Living With Yourself

Imagine este cenário: viver o dia-a-dia com a melhor versão de si, uma pessoa igualzinha mas em bom? É precisamente o que acontece a Miles (Paul Rudd), um homem caído em desgraça e que vive num lamento constante. Um dia, decide sujeitar-se a um tratamento inovador num spa que promete torná-lo numa pessoa melhor. Subitamente, Miles acorda de bem com a vida, até perceber que afinal havia outro, nesta série produzida por Timothy Greenberg e protagonizada por Paul Rudd e… Paul Rudd.

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25

The Witcher

Com base nos livros de culto do polaco Andrzej Sapkowski, The Witcher, que antes de chegar à televisão fez sucesso como jogo de vídeo, conta a história de Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário feiticeiro e caçador de monstros, que se vê forçado a juntar forças com uma poderosa feiticeira (Anya Chalotra) e uma jovem princesa (Freya Allan), guardiã de um importante segredo. Tem cenários grandiosos, um elenco diverso, um universo mágico e muita acção. 

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