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Photograph: Courtesy NBC

As melhores músicas de séries de sempre. Parte 1: as canções

Da televisão a preto e branco às plataformas de streaming, recordamos algumas das melhores músicas de séries de sempre.

Escrito por
João Pedro Oliveira
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É um território fértil para a nostalgia. Os genéricos das séries são património emocional de muita gente e tentar fazer uma selecção dos melhores de sempre tende a produzir debates maravilhosamente palermas (não há muitas discussões em que as partes passem a maior parte do tempo a trautear argumentos) e com resultados felizmente discutíveis. A pensar nisso, a Time Out toma a dianteira e assume a responsabilidade cívica de abrir este debate urgente, elegendo uma primeira lista de temas de genérico de séries em formato canção (mais tarde trataremos dos instrumentais), e que foram compostos propositadamente para o efeito. A primeira conclusão é a de que a arte de escrever canções para alavancar títulos, elencos e fichas técnicas teve uma época de ouro algures entre os anos 70 e 90, mas continua viva. A segunda é a de que é difícil manter uma conversa sobre o assunto sem que alguém suspire “tou velho, pá!”

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1. Uma Família às Direitas

É possível ter empatia por um americano chauvinista e intolerante, machista e ignorante, racista e sem pingo de civismo? A resposta é sim. Mas antes que suspeite de uma defesa de Donald Trump, outra pergunta: lembra-se de Archie Bunker? Pois, é dele que falamos. Devemos à personagem construída por Carroll O’Connor esta coisa de sentir amizade por um grunho capaz de ofender qualquer sensibilidade em 30 segundos de conversa. O homem que, em plena era Nixon, levou a televisão a sítios onde nunca tinha ido e desconcertava com as discussões familiares sobre temas que nenhuma outra série havia arriscado antes: racismo, homofobia, aborto, controlo de armas, sexo antes do casamento, religião. Na típica casa de classe média norte-americana dos anos 70, este estivador convivia com a mulher, a maravilhosamente estridente Edith; Gloria, a filha única do casal; e Michael Stivic, o genro estudante, democrata, activista e polaco. Um quarteto que entre 1971 e 1979 fez um país rir das suas próprias contradições. Tudo isso está resumido no texto de “Those Were the Days”, uma das melhores canções de genérico de todos os tempos, interpretada por Carroll O’Connor e Jean Stapleton ao piano.

2. Blackadder

O tema principal de A Ilustre Casa de Blackadder chegaria para preencher uma lista inteira. Transmitida na BBC1 entre Junho de 1983 e Novembro de 1989, a sitcom que explorava as várias vidas de Edmund Blackadder (Rowan Atkinson) e do seu moço de recados Baldrick (Tony Robinson) abria em regra com a versão instrumental do tema e fechava em formato canção, interpretada por um trovador pomposo na primeira temporada e por um menestrel em falsete na segunda. A orquestração foi evoluindo ao longo da série, adaptando-se ao estilo da época em que a acção decorria. E a canção teve muitos textos diferentes, todos igualmente aviltantes para o anti-herói (“Blackadder. Blackadder. A bastard on the throne”, “...Elizabethan schmuck”, “...A randy little sod”, “...you horrid little man”, entre outros vitupérios ao melhor estilo britânico). A primeira temporada apresentou duas letras (uma para os episódios 1 a 5, outra para o episódio final), a segunda temporada outras seis (uma para cada episódio). As terceira e quarta temporadas não tinham qualquer texto a povoar a melodia maravilhosamente viciante, engendrada por Howard Goodall.

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3. Cheers, Aquele Bar

A cada vez que Norm Peterson (George Wendt) entrava naquele bar de Boston e lançava um cumprimento à freguesia, toda a gente respondia exclamando o seu nome: “Norm!” Depois, enquanto Norm atravessava o bar até ao topo do balcão onde sempre se sentava, Sam Malone (Ted Danson) ou quem com ele servisse ao balcão – o velho Coach Patusso (Nicholas Colasanto) nas primeiras quatro temporadas, o jovem Woody Boyd (Woody Harrelson) nas restantes sete – perguntava-lhe como iam as coisas. A pergunta era gatilho para uma piada disparada exactamente antes de Norm se sentar no seu lugar, já com uma cerveja servida à sua frente. E depois o episódio seguia o seu caminho. Com algumas excepções e variantes, esta mecânica manteve-se religiosamente inalterada nos 275 episódios de Cheers, Aquele Bar produzidos entre 1982 e 1993. “Where Everybody Knows Your Name”, escrito por Gary Portnoy e Judy Hart Angelo, é a sublimação dessa ideia central da série, um hino aos lugares onde tudo é previsível e todos somos insubstituíveis, aos refúgios que nos garantem conforto e absolvição. Talvez por isso, é impossível falar de Cheers sem cantarolar a sua canção.

4. Fame

“Fame”, a música, começou por ser banda sonora de Fame, o filme, lançado em 1980. Antes de Fame, a série, começar em 1982, já “Fame”, a música, tinha vencido um Óscar em 1981 para Melhor Canção Original. Esta introdução poderia servir para explicar as regras que a Time Out segue na nomeação de títulos: usa-se o itálico para obras integrais (um álbum, uma série ou um filme como Fame), e usam-se as aspas quando se pretende nomear o que, por regra, é fracção de uma obra maior (um episódio ou uma canção como “Fame”). No caso, porém, serve apenas para explicar que o tema “Fame”, sendo original, tinha já vida própria antes dos 136 episódios de Fame emitidos ao longo de seis temporadas. Mas foi a popularidade internacional das aventuras dos alunos da ficcional New York City High School for the Performing Arts que transformou “Fame” num êxito pop global – até 1983 alcançaria o top nos Estados Unidos, em Inglaterra, na Irlanda, na Bélgica, na Holanda e na Nova Zelândia. Foi o primeiro grande sucesso na voz de Irene Cara, que interpretava o papel de Coco Hernandez no filme, e que, ainda em 1983, cavalgou um êxito ainda maior: “What a Feeling”, tema do filme Flashdance, que trepou tops em todo o mundo e também recolheu o Óscar de Melhor Canção Original em 1984. O último episódio de Fame estreou em 1987, mas “Fame, Remember My Name” é, ainda hoje, uma das mais imediatamente reconhecíveis músicas de séries de sempre.

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5. Family Guy

Já houve momentos em que Family Guy nos deu a impressão de querer aproximar-se de um humor cordial, socialmente aceitável e politicamente correcto. Mas foi apenas isso: uma impressão. Há 19 temporadas consecutivas que a série de animação criada por Set MacFarlane cultiva um humor de guerrilha, violento e sem maneiras, que não reconhece santuário nem asilo a nada nem ninguém, e não enjeita qualquer instrumento de paródia, da piada mais intelectualóide à graçola mais escatológica. Há quem continue a reconhecer no desvairado Peter Griffin, na sua família delirantemente disfuncional e em toda a cidade ficcionada de Quahog, uma paródia transversal à sociedade norte-americana, e celebre Family Guy como um glorioso exorcismo das contradições e hipocrisias dos tempos modernos. Há também quem entenda que tudo isto não passa de um delírio javardo. O mais certo é terem todos razão e cada um fará o que entender com o comando da televisão. Mas numa coisa estarão de acordo: que o trabalho musical de Family Guy roça muitas vezes o génio e que a canção-tema – com texto de MacFarlane, música de Walter Murphy e arranjos para orquestra de 22 peças, ao melhor estilo rat pack Las Vegas – permanece como uma das melhores aberturas de série de sempre.

6. Flintstones

Em 2010, numa sondagem de entretenimento daquelas que os ingleses gostam muito de fazer, “Meet the Flintstones" era considerada a mais reconhecível de todas as canções de séries infantis de sempre. Descontando o facto de a pesquisa ter sido feita junto de adultos (um grupo que tende a mudar com o tempo e por força dele) e apenas entre ingleses (um grupo que tende a seguir as suas próprias manias e tendências, frequentemente em contramão), não deixa de ser um bom indicador de popularidade. A canção foi composta em 1961 por Hoyt Curtin em parceria com a dupla de animadores Joseph Barbera e William Hanna e serviu de genérico à série de animação a partir da sua terceira temporada. A estrutura rítmica arrevesada e a harmonia torcida fizeram dela um tema recorrente no repertório jazz, e a versão interpretada pelos B-52’s para o filme de 1994 reavivou-a na memória colectiva.

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7. Foi Assim que Aconteceu

São 12 segundos de pa-pa-pa-pás e da-da-da-dás que se entranham nos ouvidos. Poderíamos ser tentados a incluir o tema de How I Met Your Mother na categoria dos melhores genéricos instrumentais (que reunimos numa lista à parte), mas a verdade é que esta introdução é feita com o excerto final de uma canção pop original. Chama-se "Hey Beautiful", estende-se por três minutos e 43, e foi composta e interpretada pelos Solids, banda do Connecticut, da qual provavelmente não teríamos notícia não fosse o caso de dois dos seus membros, Craig Thomas e Carter Bays, serem também dois dos argumentistas quem 2005 criaram a série. A letra de "Hey Beautiful" combina na perfeição com a vida de Ted Mosby e com os dilemas de amor que atormentam o rapaz até finalmente encontrar a futura mãe dos seus filhos. Mas a canção completa e o texto nunca são escutados ao longo dos 208 episódios.

8. A Teoria do Big Bang

Desde que se formaram nos subúrbios de Toronto em 1988, os Barenaked Ladies editaram 15 álbuns de estúdio, venderam 15 milhões de discos, arregimentaram legiões de fãs nos Estados Unidos e foram beatificados no Canadian Music Hall of Fame. E, no entanto, arriscamos dizer que nunca a banda será mais popular do que os frenéticos 18 segundos que lhes ouvimos na abertura aos episódios de A Teoria do Big Bang. O genérico usa apenas uma fracção inicial de “The History of Everything”, canção escrita propositadamente para a série sob encomenda dos argumentistas Chuck Lorre e Bill Prady, e a versão integral estende-se por um minuto e picos. O texto condensa a história do universo desde o aurora dos tempos, e explica-nos que isso afinal não é assim tanto, até porque “as galáxias foram formadas em menos tempo do leva a cantar esta canção” (tradução livre para um dos versos que ficam de fora do clip utilizado no genérico). Ao fim de 279 episódios divididos por 12 temporadas, a série despediu-se de forma comovente, com Sheldon e companhia reunidos no seu lugar de conforto, a jantar comida chinesa na sala, ao som de uma versão acústica, apenas com a voz e guitarra do líder da banda, Ed Robertson. Foi a primeira e única vez que a canção se ouviu no final de um episódio.

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9. Friends

Inicialmente, o tema de Friends esteve para ser "Shiny Happy People", dos R.E.M. Mas a banda de Michael Stipe recusou a oferta e a Warner Brothers passou à solução seguinte: encomendar um original a outra banda de rock alternativo. O resultado foi “‘I’ll Be There For You”, provavelmente a única canção que a maioria de nós é capaz de evocar de The Rembrandts, e que, em boa verdade, nem é bem deles. Foi a própria dupla composta por Danny Wilde e Phil Solem que admitiu ter tido muito pouco a ver com a composição deste sucesso que lhes rendeu qualquer coisa como cinco milhões de dólares em royalties, garantindo que os créditos são devidos, sobretudo, a Marta Kauffman e David Crane, os dois criadores de Friends. “I’ll Be There For You” é um caso exemplar de sucesso simbiótico entre uma série e o tema do seu genérico. E ainda hoje, desconfiamos, os fãs que revêem os episódios pela enésima vez na Netflix recusam saltar os 45 segundos da introdução e confortam-se a cantarolar a letra de cor, enquanto invejam aquele bendito sofá cor de laranja e sorriem para aquela meia dúzia de palermas a dançar dentro de um chafariz. Quiz: quantas palmas se ouvem no genérico de Friends? Vamos lá: trauteai a primeira frase da canção e depois batei as mãos rapidinho. Quantas vezes foram? Quatro? Isso.

10. Mad About You

Em 2019, Helen Hunt e Paul Reiser reuniram-se para mais uma temporada de Mad About You. Passaram vinte anos e parece que mudou muito mais na vida dos dois actores (a barriguita e os brancos de Reiser, a plástica incompreensível de Hunt) do que na vida dos seus personagens. No essencial, a sitcom não se desviou da fórmula original: uma comédia leve e inteligente sobre os dias comuns de um casal de Manhattan, capaz dos maiores gestos de amor e das mais pequenas embirrâncias. E “Final Frontier”, a canção do genérico, lá continuava, tal como foi composta em 1992 pelo próprio Paul Reiser (o actor tem o curso superior de composição e piano) em parceria com Don Was [de quem alguns se lembrarão como fundador dos Was (Not Was) e que é hoje presidente da Blue Note Records]. Não será um tema tão universal como outros desta lista, na medida em que a série também não foi tão popular como outras que aqui reunimos – apesar de ter recolhido quatro Globos de Ouro e 12 Emmys ao longo das oito temporadas. Mas permanece com um dos melhores exemplares da música nascida das sitcoms nova-iorquinas dos anos 90.

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11. Modelo e Detective

Foi a série que recuperou Cybill Shepherd e que lançou Bruce Willis. Estreada no tempo em que era preciso esperar que a semana virasse para ver um novo episódio na RTP, Moonlighting teve a infelicidade de ser traduzida para português como Modelo e Detective (podia ter sido pior: no Brasil, ficou A Gata e o Rato) e, aos olhos de um espectador da terceira década do século seguinte, poderá parecer muito mal envelhecida. A verdade, porém, é que esta mistura de drama romântico, policial, comédia e nonsense foi discretamente revolucionária no horizonte televisivo mainstream. Há 35 anos, ver os personagens Maddie Hayes (Shepherd) e David Addison (Willis), no meio da tensão romântica mal resolvida entre ambos, a interromperem uma discussão para verificarem no guião se o que estão a dizer um ao outro foi ou não o que os argumentistas efectivamente escreveram, teve um potencial cómico e um efeito libertador difícil de imaginar hoje. A canção do genérico tem o mesmo título da série. É a balada mais melosa que se pode encontrar nesta lista e ficou imortalizada na voz de Al Jarreau, que a escreveu a meias com Lee Holdridge.

12. As Aventuras de Robin Hood

“Robin Hood, Robin Hood riding through the glen…” Sobretudo depois de escutarmos a sátira à música medieval feita na primeira temporada de Blackadder, é provável que o genérico de As Aventuras de Robin dos Bosques soe involuntariamente cómico. Por outras palavras, parece que é a gozar, mas não é – o que não nos deve fazer rejeitar o seu potencial humorístico. Não por acaso, a canção foi parodiada num episódio de Monty Python's Flying Circus, num sketch em que um salteador mascarado roubava tremoços aos pobres para dar aos ricos (“He steals from the poor, Gives to the rich, Silly bitch!”). Será a única incursão na televisão a preto e branco desta lista e é a maior peça de arqueologia que aqui se vai achar. Produzida pela ITV, a série desenrolou-se em quatro temporadas, com um total de 143 episódios transmitidos entre 1955 e 1960. Chegou à da RTP uma década depois, foi sendo depois reposta ao longo dos anos no canal 2, e assim atravessou décadas, instalou-se na memória colectiva e é hoje reconhecida mesmo por gente que nunca viu qualquer dos 143 episódios. A canção era usada no genérico final e continua a ser ouvida em todos os jogos caseiros da equipa do Nottingham Forest.

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13. Narcos

É um dos vértices do triângulo brasileiro que suporta uma das melhores séries da última década. O brasileiro Rodrigo Amarante, músico fundador da banda Los Hermanos, assina e interpreta Tuyo, um magnífico bolero de sangue quente, que serve de genérico à série dirigida pelo brasileiro José Padilha e interpretada pelo brasileiro Wagner Moura, brilhante no papel de Pablo Escobar. Lançado na Netflix em 2015, Narcos conta a história alucinante do narcotráfico colombiano nos anos 80, primeiro centrado na figura de Escobar e no seu Cartel de Medellín, depois seguindo os passos dos irmãos Gilberto e Miguel Rodríguez Orejuela no Cartel de Cáli. Amarante explica que, para se inspirar, procurou imaginar a música que a mãe de Escobar ouviria no tempo em que criava o seu filho.

14. Sítio do Picapau Amarelo

Eis então que finalmente se ouve cantar em português. Sítio do Picapau Amarelo foi produzida pela Rede Globo a partir de 1977, com base na obra homónima de literatura fantástica assinada por Monteiro Lobato, 40 anos antes. No sítio vivem Dona Benta, a sua neta Lúcia (ou Narizinho) e a empregada, Tia Nastácia. Narizinho tem como amiga inseparável uma boneca de pano velho chamada Emília, que foi feita por Tia Nastácia e ganhou vida, tal como aconteceu com o Visconde Sabugosa, o sábio espantalho feito de espigas de milho (“Boneca de pano é gente, sabugo de milho é gente, o Sol nascente é tão belo…). Mas o sítio também é frequentado por outras criaturas fantásticas, piratas, animais falantes e até super-heróis. Um mundo fabuloso que cabe por inteiro na canção que Gilberto Gil criou para a série, misto de ritmos da Bahia com laivos de reggae, que nos fala desse lugar onde tudo é magia e as possibilidades só dependem da imaginação (marmelada de banana, bananada de goiaba, goiabada de marmelo…).
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15. Quem Sai aos Seus

É uma das grandes relíquias televisivas dos anos 80 e explora um dos traços mais fascinantes da era Reagan. Em Quem Sai aos Seus, sentimos o embate entre uma nova geração ambiciosa, aspirante de sucesso nos negócios e conservadora nos valores, que sucede a uma geração politicamente activista e socialmente liberal, formada na contracultura dos anos 60. Ao pai hippie, sucede o filho yuppie. Entre 1982 e 1989, a série viveu da sátira sobre esse momento paradoxal da América moderna. No seio de uma família de classe média-alta do Midwest (o cenário é Columbus, capital do Ohio), vamos assistindo ao debate entre o jovem Republicano Alex P. Keaton (Michael J. Fox, que se lança aqui) e os seus pais, Steven and Elyse Keaton (Michael Gross e Meredith Baxter). E vamos vendo um mundo de contradições ser destilado na vida quotidiana de uma família fofinha de cinco, capaz de acolher todas as idiossincrasias e manias de cada um dos seus elementos e de se reconciliar sempre por cima de todos os desencontros (uma velha especialidade da América pré-Trump). A canção do genérico sublinha precisamente essa ideia, plasmada no título da série. Composta por Jeff Barry e Tom Scott, “Without Us” teve uma versão interpretada por Dennis Tufano e Mindy Sterling na primeira temporada, mas foi nas vozes do duo Johnny Mathis e Deniece Williams que passou à posteridade.

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