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As melhores músicas de Tyler, the Creator

É um dos rappers mais influentes dos últimos anos. E estas são algumas das melhores músicas de Tyler, the Creator

Tyler, the Creator | Time Out Tokyo
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Desde que Tyler, the Creator colocou o primeiro disco, Bastard, na internet há quase dez anos, que percebemos que este homem era um daqueles talentos que vinha para ficar. E ficou. Com o passar dos anos, e ao longo dos álbuns Goblin (2011), Wolf (2013), Cherry Bomb (2015) e Flower Boy (2017), a música do fundador do colectivo Odd Future perdeu a raiva e a energia juvenil dos primeiros tempos, no entanto ganhou complexidade e cor. O seu trabalho chegou a mais gente. E as melhores músicas de Tyler, the Creator continuam a ser música para os nossos ouvidos.

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As melhores músicas de Tyler, the Creator

“VCR”

Há que regressar a 2009, e à mixtape Bastard, para encontrar esta reconfortante canção sobre o caso de amor com uma boneca insuflável, ou uma ode ao VHS e aos seus gravadores. Nunca teremos certezas, a não ser que lhe perguntemos, mas esta faixa conceptual e bem-humorada é tesourinho a não esquecer.

"Sandwitches" [feat. Hodgy Beats]

Foi o primeiro single de Tyler, the Creator e provavelmente a primeira canção do rapper que muita gente ouviu, quando ele a interpretou no talk show Late Night with Jimmy Fallon. Uma malha apoteótica e rude que, na altura, soava a confirmação: tínhamos artista. Metia medo, era venenosa e sem vergonha como o Eminem de antigamente.

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“Yonkers”

É um dos grandes temas do cardápio do rapper de Los Angeles. Tirado do álbum Goblin, e com uma batida digna de RZA e capaz de meter um cadáver a mexer, este single mostra a mordacidade de Tyler no seu auge, com a sua ironia referencial acompanhada por rimas de uma qualidade superior.

"Radicals"

"Radicals" era uma espécie de manifesto do colectivo Odd Future em 2011. Sete minutos de energia juvenil e violência simbólica e formal, com Tyler, the Creator a gritar "Kill people, burn shit, fuck school" com um misto de convicção e ironia. E, passados oito anos, continua a soar a hino. Mesmo que o autor já não se reveja nas suas palavras.

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“Rusty” [feat. Domo Genesis, Earl Sweatshirt]

Se Wolf não é um dos grandes discos da década, há algo de errado aqui. Perdoe-nos a sinceridade – ou será opinião? – mas há evidências impossíveis de negar. Esta “Rusty”, à boleia de Domo Genesis e Earl Sweatshirt, é uma das cerejas doces num conjunto de 18 canções que provocam diabetes.

“48”

Dona de um instrumental descontraído, ambiental, quase paisagístico e morno, esta “48” é uma das faixas de Tyler que mais insiste em se agarrar à nossa memória, que mais nos faz voltar a carregar no play. Até por dar uma espécie de palestra no início e no fim do tema. Decore: “48, 48, 48 states I get it in”.

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“Deathcamp”

Cherry Bomb, de onde é oriunda esta “Deathcamp”, é um disco (talvez) demasiado complexo. Feito com uma orquestração por vezes exagerada, mais música e menos rap. E isso não teria que ser mau, só que às tantas a coisa começa a parecer estranha. Há excepções, algumas, como esta “Deathcamp”, uma quase malha rock com um rapper a cantar por cima.

Pedacinhos de história

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Uma história do shoegaze em dez canções

A expressão “shoegaze” foi cunhada pela imprensa musical britânica e não era, no início, muito abonatória: referia-se à pose alheada, cabisbaixa e estática dos músicos durante os concertos a ponto de parecerem absortos na contemplação dos seus sapatos. E estas são algumas das melhores canções do género.

Steven Wilson
©Hajo Muller
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Uma história do prog rock em dez canções

“Prog” é uma contracção de “progressivo”, o que pressupõe que o “rock progressivo” seria uma forma de rock mais sofisticada e avançada do que aquele que se ouvira até então. Sinónimos: symphonic rock (“rock sinfónico”) e art rock. Eis alguns dos melhores temas do género.

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Nirvana
© Steve Double
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Uma história do grunge em dez canções

“Grunge” significa “sujidade, imundície, sebentice”. Consta que foi Mark Arm, que viria a ser vocalista dos Green River e dos Mudhoney, o primeiro a empregar a palavra em contexto musical, em 1981, quando dava os primeiros passos na cena rock de Seattle. O termo colou-se aos Green River e outras bandas afins activas em Seattle no final dos anos 80, mas manteve-se em circulação local durante anos, até o sucesso de Nevermind, dos Nirvana, lhe ter dado curso planetário. 

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