1. José Mário Branco
“Vim para o fado e fiquei”
10 Fados Vividos, 1979
Assim que o Carlos começa a cantar, há uma “autoridade”, uma presença total, uma verdade total. O ouvinte é, de imediato, transportado para um nível superior.
“Não és tu”
Mais do Que Amor É Amar, 1986
Uma interpretação do Carlos é um casamento perfeito entre a linguagem poética e a linguagem musical. O swing, a justeza dos estilados. Como acontece com outros génios, parece que é “fácil” e é “normal”, mas foram eles que inventaram.
“Aprendamos o rito”
Mais do Que Amor É Amar, 1986
O Carlos canta o fado como quem conta uma história. A palavra chega-nos perfeita, com todo o seu sentido. Ouvi-lo, é como ver um filme, vê-se tudo, o interpretado torna-se mais real do que a realidade.


“Duas Lágrimas de Orvalho”
“Duas Lágrimas de Orvalho”
“Júlia Florista”
“O Cacilheiro”
“Canoas do Tejo”
Gaba-se de ter sido o primeiro artista português a editar em CD e em breve vai lançar o seu último. Carlos do Carmo programou ao pormenor a despedida de carreira e o cerimonial inclui uma série final de concertos e um derradeiro álbum a editar em Fevereiro, 35 anos depois de Um Homem no País, título pioneiro em compact disc. Inclui ainda esta colectânea homónima da sua idade, que reúne 80 canções escolhidas de um acervo de quase 300, espalhadas por mais de duas dezenas de álbuns e uma quadrilha de singles e EPs, e as arruma em quatro discos de vinte cada: As canções, Os fados, Os autores e Os compositores.






