Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Revelada a temporada de música 2019/20 da Gulbenkian

Revelada a temporada de música 2019/20 da Gulbenkian

A Time Out seleccionou duas dúzias de concertos entre o grande leque de ofertas da temporada Gulbenkian

Maria João Pires
©DR Maria João Pires
Por José Carlos Fernandes |
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A temporada 2019/20 da Fundação Gulbenkian é marcada por três efemérides – os 150 anos do nascimento de Calouste Gulbenkian, os 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven e os 50 anos de Michel Corboz à frente do Coro Gulbenkian – e por um regresso – o de Maria João Pires, com três recitais, em piano solo, em piano a quatro mãos e num programa de canções arménias.

O concerto inaugural só terá lugar a 7 de Setembro, mas, atendendo ao padrão dos anos anteriores, é previsível que os concertos mais apetitosos esgotem muito rapidamente, pelo que convirá estar atento, caso contrário corre o risco de, quando regressar de férias e acabar de remover os últimos restos de areia infiltrados no seus pertences pessoais, descobrir que já não há lugares livres para os seus favoritos.

Como sempre, os fãs de ópera poderão contar com a temporada Met Opera Live in HD, com transmissões directas a partir da Metropolitan Opera de Nova Iorque, sempre com elencos vocais de luxo e encenações requintadas.

Os concertos abaixo listados têm todos lugar no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, embora a temporada Gulbenkian tenha algumas ramificações noutros locais de Lisboa.

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Revelada a temporada de música 2019/20 da Gulbenkian

Maria João Pires
©DR
Música, Clássica e ópera

Maria João Pires & Talar Dekrmanjian

icon-location-pin Fundação Calouste Gulbenkian, São Sebastião
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Este é um dos concertos inseridos na comemoração dos 150 anos do nascimento de Calouste Gulbenkian. O país de origem da família Gulbenkian é evocado num recital de canções para soprano (Talar Dekrmanjian) e piano (Maria João Pires) (na foto). O programa inclui uma peça de que Pires já registou uma interpretação superlativa: os Impromptus D.935 de Schubert.

[Impromptu D.935 n.º1, de Schubert, por Maria João Pires]
Isabelle Faust
©DR
Música, Clássica e ópera

Isabelle Faust: Bach

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Uma das maiores violinistas do nosso tempo tocará um dos cumes do repertório para o instrumento: as seis Sonatas & Partitas para violino solo de Johann Sebastian Bach.

[II andamento (Fuga – Allegro) da Sonata para violino solo n.º 1 de Bach, por Isabelle Faust (Harmonia Mundi)]
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Jordi Savall
©David Ignaszewski
Música, Clássica e ópera

Jordi Savall: A Rota do Oriente

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O maestro catalão está de regresso com os seus ensembles La Capella Reial de Catalunya e Hespèrion XXI e músicos convidados, num programa que retoma, pelo menos em parte, o do seu disco-livro La Ruta de Oriente, inspirado pelas viagens de São Francisco Xavier (1506-1553), e que mescla peças renascentistas europeias com as tradições musicais do Japão, Índia e Afeganistão, países onde o missionário jesuíta exerceu a sua acção. É mais um dos projectos de diálogo intercultural em que Savall tem apostado nos últimos anos.

[Uma Ave María (pentatónica), uma amostra do encontro de culturas explorado no álbum La Ruta de Oriente, por Jordi Savall et al. (Alia Vox)]
Arcadi Volodos
©DR
Música, Clássica e ópera

Arcadi Volodos

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O pianista russo, que em 2018 foi distinguido com um Gramophone Award pelo seu álbum dedicado a Brahms, está de regresso à Gulbenkian, com um programa que se divide entre a faceta mais introspectiva e filosófica de Liszt e na faceta mais caleidoscópica e dramática de Schumann (a Kreisleriana op.16).

[Ballade n.º 2, de Liszt, uma das peças deste recital, por Arcadi Volodos]

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Maria João Pires
©DR
Música, Clássica e ópera

Maria João Pires: Mozart

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A pianista portuguesa já dedicou à obra para piano solo uma muito aclamada série de seis CDs na Deutsche Grammophon, que lhe valeu o Grand Prix International du Disque e o CD Compact Prize. Nesta ocasião regressará a algumas dessas peças, que partilham o programa com peças para piano a quatro mãos, em que tem a parceria da arménia Lilit Grigoryan.

[II andamento (Adagio) da Sonata para piano K.576 (incluída no programa do recital), por Maria João Pires (Deutsche Grammophon)]

Tigran Hamasyan
©DR
Música, Clássica e ópera

Tigran Hamasyan & Coro Gulbenkian

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O inclassificável pianista arménio Tigran Hamasyan – cujos interesses vão do jazz à música clássica e do metal à música tradicional do seu país – dirigirá, a partir do piano, o Coro Gulbenkian em Luyz i Luso, uma obra que gravou com o Coro de Câmara Estatal de Yerevan para a ECM, em que toma música sacra arménia dos séculos V ao XX e a reinventa em arranjos para coro e piano.

[Excerto do álbum Luyz i Luso (ECM), pelo Coro de Câmara Estatal de Yerevan e Tigran Hamasyan]

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Nikolai Lugansky
Jean-Baptiste Millot
Música, Clássica e ópera

Nikolai Lugansky

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Nikolai Lugansky, que aprendeu a tocar, de ouvido, uma sonata de Beethoven na íntegra, quando tinha cinco anos de idade, tem sido visita regular de Lisboa, sempre com repertórios variados. Nesta ocasião traz-nos música da viragem dos séculos XIX-XX, da autoria de Claude Debussy, César Franck e Aleksandr Scriabin.

[Étude op.8 n.º 12 de Scriabin, por Nikolai Lugansky: Os Études op.8 fazem parte do programa do recital]

Michel Corboz
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Música, Clássica e ópera

Bach: Oratória de Natal

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As seis cantatas que formam a Oratória de Natal de Johann Sebastian Bach serão apresentadas em duas sessões de três cantatas cada, com direito a repetição. A interpretação será do Coro & Orquestra Gulbenkian, com direcção do veterano Michel Corboz, cujo curriculum na direcção de música coral tem poucos rivais.

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Música, Clássica e ópera

Mahler Chamber Orchestra & Mitsuko Uchida

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A pianista de origem japonesa é uma das maiores especialistas em Mozart, tendo gravado os seus 27 concertos para piano para a Philips, com a English Chamber Orchestra e o maestro Jeffrey Tate, e já voltou a gravar muitos deles para a Decca, dirigindo The Cleveland Orchestra a partir do piano. Apresentar-se-á com a Mahler Chamber Orchestra nos concertos n.º 13 e n.º 17.

[II andamento (Andante) do Concerto para piano n.º 17, de Mozart, por Mitsuko Uchida e The Cleveland Orchestra (Decca)]

Mettis Quartet
©DR
Música, Clássica e ópera

Beethoven: Quarteto de Cordas

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Assinalando os 250 anos do nascimento de Beethoven, em apenas dois dias desfilarão pelo Grande Auditório os 16 quartetos de cordas do compositor, que são um dos grandes marcos da História da Música. Esta apresentação integral conta com uma verdadeira constelação de estrelas em ascensão: o Mettis Quartet (na foto), o Castalian String Quartet, o Schumann Quartet, o Quatuor Van Kuijk, o Novus String Quartet e o Mecore String Quartet.

[I andamento (Serioso) do Quarteto de cordas n.º 11 op.95, de Beethoven, pelo Mettis Quartet]

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Mikhail Pletnev
©DR
Música, Clássica e ópera

Mikhail Pletnev: Beethoven e Mozart

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O pianista (e maestro) russo Mikhail Pletnev propõe um programa que alterna sonatas para piano de Beethoven e Mozart – um programa que faz todo o sentido se nos lembrarmos de que, em 1792, o Conde Ferdinand von Waldstein, um dos principais mecenas e mentores de Beethoven, se despediu deste, que tinha então 22 anos e deixava Bona para ir estudar em Viena, com esta recomendação: “Através de inabalável diligência, recebereis o espírito de Mozart das mãos de Haydn”.

[I andamento (Maestoso – Allegro con brio ed appassionato) da Sonata para piano n.º 32 op.111 (uma das peças do programa), por Mikhail Pletnev, na versão do álbum Live at Carnegie Hall (Deutsche Grammophon)]

Mischa Maisky
©DR
Música, Clássica e ópera

Martha Argerich & Mischa Maisky

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Uma pianista e um violoncelista de primeiríssimo plano, que têm uma longa história de colaboração, bem documentada no catálogo da Deutsche Grammophon, voltam a juntar-se num recital com peças de Brahms (Sonata n.º 2 op.99), Schumann (Fantasiestücke op.73) e Shostakovich (Sonata op.40).

[As Fantasiestücke op.73, de Schumann, por Martha Argerich & Mischa Maisky, ao vivo na Kongressaal, Munique, 1982]

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Música, Clássica e ópera

Tchaikovsky: Evgeny Onegin

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Andrè Schuen (Onegin), Anna Nechaeva (Tatiana) e o Coro & Orquestra Gulbenkian, com direcção de Lorenzo Viotti (na foto), trazem-nos uma das grandes óperas do Romantismo, baseada no romance homónimo de Chekhov.

Música, Clássica e ópera

Maria João Pires: Beethoven e Debussy

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A terceira e última etapa da residência de Maria João Pires na temporada Gulbenkian 2018/19 será preenchida com música para piano solo de Beethoven e Debussy. Se Beethoven é compositor que Pires tem tocado e gravado assiduamente, já Debussy tem sido menos visitado (a única peça registada por Pires foi a Sonata para violino e piano, com Augustin Dumay). O programa inclui as Sonatas n.º 8 Patética e n.º32, de Beethoven, e a Suite Bergamasque, de Debussy.

[II andamento (Adagio cantabile) da Sonata para piano n.º 8 Patética, de Beethoven, por Maria João Pires (Erato/Warner Classics)]

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Matthias Goerne
©DR
Música, Clássica e ópera

Schonberg e Zemlinsky

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Matthias Goerne, um dos grandes barítonos do nosso tempo, alia-se à soprano Maria Bengtsson e à Orquestra Gulbenkian, com direcção de Lorenzo Viotti, para interpretar a Sinfonia Lírica de Zemlinsky. A outra obra no programa é também de um compositor austríaco e da mesma época: a Noite Transfigurada de Schönberg, em versão orquestral.

[VII andamento (“Friede, Mein Herz”), da Sinfonia Lírica de Zemlinsky, por Matthias Goerne e Orchestre de Paris, com direcção de Christoph Eschenbach (Capriccio)]

Michel Corboz
©DR
Música, Clássica e ópera

Bach: Paixão segundo São João

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Como é habitual, a Páscoa é assinalada por uma Paixão de Bach com o Coro & Orquestra Gulbenkian sob a direcção de Michel Corboz.

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Mitsuko Uchida
©DR
Música, Clássica e ópera

Mitsuko Uchida

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A pianista britânica de origem japonesa, que já gravou os cinco concertos para piano e várias sonatas de Beethoven, apresenta uma obra que representa um cume da arte da variação: as Variações Diabelli.

Leonardo García Alarcón
©Vincent Arbelet
Música, Clássica e ópera

Cavalli: Erismena

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Francesco Cavalli foi, a seguir a Claudio Monteverdi, o mais importante nome da ópera seiscentista e mereceria ser tão conhecido quanto Verdi ou Rossini, mas a sua obra só recentemente começou a ser redescoberta. Um dos protagonistas dessa redescoberta tem sido a Cappella Mediterranea, de Leonardo García Alarcón, que fará a estreia portuguesa de uma ópera sua estreada em 1655: Erismena. A produção será a mesma que estreou, com entusiástico acolhimento, no Festival d’Aix-en-Provence de 2017.

[“Uscitemi dal Cor, Lagrime Amare”, da ópera Erismena, de Cavalli, por Carlo Vistoli (Idraspe) e Cappella Mediterranea, com direcção de Leonardo García Alarcón e encenação de Jean Bellorini, Festival d’Aix-en-Provence, 2017]

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Nelson Freire
©DR
Música, Clássica e ópera

Nelson Freire

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O pianista brasileiro, que grava em exclusivo para a Decca, é também visita regular da Gulbenkian. Desta feita, surge como solista no Concerto para piano n.º 4 de Beethoven, em que terá acompanhamento da Orquestra Gulbenkian, com direcção de Giancarlo Guerrero.

[II andamento (Adagio un poco mosso) do Concerto para piano n.º 5, de Beethoven, por Nelson Freire e Orquestra da Gewandhaus de Leipzig, com direcção de Riccardo Chailly (Decca)]

Grigory Sokolov
©Mary Slepkova
Música, Clássica e ópera

Grigory Sokolov

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Também o pianista russo Grigory Sokolov vem todos os anos à Gulbenkian e todos os anos esgota o Grande Auditório muito antes de o programa do recital ser divulgado. Tratando-se de Sokolov, que importa que as partituras sejam de Bach, Beethoven, Brahms, Chopin, Couperin, Mozart, Rameau, Schubert ou Schumann? Sokolov afirma “só toco aquilo de que gosto” e o público gosta de tudo aquilo que Sokolov toca.

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Joyce DiDonato
©Josef Fischnaller
Música, Clássica e ópera

Joyce DiDonato: My Favorite Things

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Sendo a mezzo-soprano Joyce DiDonato uma cantora extraordinariamente versátil – o seu CD mais recente, Songplay, mescla, em contexto jazzístico, obras de Vivaldi, Caccini, Ellington e Rodgers & Hart –, um programa com o título “My Favorite Things” poderia fazer esperar música da banda sonora de Mary Poppins. Porém, o que DiDonato nos traz, na companhia do ensemble barroco Il Pomo d’Oro, com direcção de Maxim Emelyanychev, é uma selecção de árias que vão dos primórdios do Barroco, com Caccini e Monteverdi, até aos alvores do Classicismo, com Gluck, passando por um compositor central no repertório da mezzo-soprano: Handel.

[“Da Tempeste”, da ópera Giulio Cesare, de Handel, por Joyce DiDonato e Il Pomo d’Oro, com direcção de Maxim Emelyanychev, ao vivo no Gran Teatre del Liceu, Barcelona, 2017]

Behzod Abduraimov
©Nissorphotography
Música, Clássica e ópera

Rachmaninov

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O Concerto para piano n.º 2 de Sergei Rachmaninov é um dos pontos mais altos – e espectaculares – do repertório concertístico e nesta ocasião terá como solista a revelação Behzod Abduraimov, nascido no Uzbequistão em 1990. Em 2009, com 18 anos, Abduraimov venceu o Concurso Internacional de Piano de Londres, o que lhe abriu as portas para tocar com muitas das grande orquestras mundiais e justifica as três actuações, em contextos diversos, na temporada Gulbenkian de 2018/19. O Coro & Orquestra Gulbenkian interpretarão também a sinfonia coral Os Sinos.

[Excerto do Concerto para piano n.º 2 de Rachmaninov, por Behzod Abduraimov e a Orquestra Sinfónica de Singapura, em ensaio, 2019]

O melhor da agenda cultural de Lisboa

Orelha Negra
©DR
Música

Concertos em Lisboa em Setembro

Setembro é um mês muito peculiar. Por um lado, queimam-se os últimos cartuchos do Verão. Por outro, é a altura da rentrée, do regresso à rotina que é também o regresso dos concertos em Lisboa. Ao nível dos festivais, vamos poder contar com o Lisb-On, a Festa do Avante!, o VillaMix e o FNAC Live. Em termos de concertos, destacam-se a californiana Billie Eilish e o canadiano Michael Bublé na Altice Arena, além da cantora brasileira Maria Bethânia no Teatro Tivoli BBVA e no Coliseu dos Recreios. 

MAAT - Museu Arte, Arquitectura e Tecnologia
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Pode odiar muitas coisas em Lisboa, até reconhecemos que a nossa cidade tem uma série de defeitos, mas se há coisa de que não se pode queixar é da agenda cultural. É ela que o obriga a sair porta fora quando a vontade de saltar do sofá é igual a zero.

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Iminente 2018
Nash Does Work/Iminente
Coisas para fazer, Festivais

Setembro: um mês, tantos festivais

O regresso das férias pode ser um pouco menos doloroso graças aos festivais que animam Lisboa ao longo do mês de Setembro, isto tudo depois do marasmo que é habitualmente o mês de Agosto no que toca a estas lides festivaleiras. Lisboa Soa, Iminente, Motelx ou Chapéus na Rua: todos acontecem este mês. É uma verdadeira rentrée de festivais, com direito a tudo o que a cidade precisa para voltar a entrar no ritmo frenético: cinema, fado, teatro, cerveja, dança ou gastronomia. 

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