Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Super Bock Super Rock: nove concertos a não perder

Super Bock Super Rock: nove concertos a não perder

O Super Bock Super Rock não se esgota nos cabeças de cartaz. Aqui estão nove concertos obrigatórios no regresso ao Meco

Lana Del Rey
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Depois de quatro anos no Parque das Nações, em Lisboa, o Super Bock Super Rock está de volta à Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco – onde já tinha estado entre 2010 e 2014. O cartaz, esse, segue na mesma direcção dos últimos anos. Ou seja, o rock que dá o nome ao festival é cada vez menos importante e o cardápio de artistas mais abrangente. Entre os trunfos desta 25ª edição estão os cabeças de cartaz Lana Del Rey, Phoenix e Migos, além de nomes como Cat Power, Calexico & Iron and Wine, Janelle Monáe ou os portugueses Conan Osiris, Capitão Fausto e Profjam.

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Super Bock Super Rock: nove concertos a não perder

Lana Del Rey

Palco Super Bock. 18 de Julho.

Foi no Meco que Lana Del Rey se estreou ao vivo em Portugal. Estávamos 2012, pouco depois de singles como ”Video Games”, ”Born to Die" ou "Blue Jeans" terem feito dela uma estrela. Passados sete anos está de volta, com a sua pop deliciosamente anacrónica, onde passado, presente e futuro confluem.

Cat Power

Palco Super Bock. 18 de Julho.

É uma das grandes cantoras e compositoras americanas da sua geração. Depois de seis anos calada, em 2018, lançou Wanderer, um disco mais próximo do country, dos blues e doutras músicas americanas. Uma boa surpresa e um regresso à expressão mais desgarrada dos primeiros discos, contrastando com a indie-soul de The Greatest (2006) e a synthpop de Sun (2012).

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Conan Osiris

Palco Somersby. 18 de Julho.

O álbum Adoro Bolos (2017) fez dele um fenómeno junto do público mais atento e "Telemóveis", a canção com que este ano venceu o Festival da Canção, levou-o a todas as casas do país. No Meco vai fazer o que sempre fez: dar show com a sua electrónica infectada pelas músicas do mundo, mas muito portuguesa.

Phoenix

Palco Super Bock. 19 de Julho.

São uma das mais populares bandas francesas. Mas são mais do que isso. São uma potência pop-rock com uma pegada global, capaz de encher grandes salas e trepar cartazes de festivais em todo o mundo. Regressam a Portugal no ano em que se celebra o décimo aniversário de Wolfgang Amadeus Phoenix, o disco que fez deles estrelas.

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Calexico and Iron & Wine

Palco EDP. 19 de Julho.

Os norte-americanos Calexico e Sam Beam, vulgo Iron & Wine, partilham o mesmo respeito e devoção pelo cancioneiro country-folk americano, mas nunca se coibiram de o actualizar à sua maneira. Foi por isso natural vê-los juntos, há 14 anos, no EP In The Reins. E é natural reencontrá-los agora, no álbum Years to Burn e em palco.

Capitão Fausto

Palco EDP. 19 de Julho.

Estes homens têm crescido com cada novo disco, diversificando a sua linguagem musical e ampliando o alcance do seu rock psicadélico. O mais recente álbum, A Invenção do Dia Claro, saiu em Março e foi parcialmente gravado no Brasil. Como se percebe pelas suas canções.

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Migos

Palco Super Bock. 20 de Julho.

O trio de Takeoff, Offset e Quavo é um dos nomes de proa do trap actual. O seu mais recente álbum (sem contar com os discos a solo) é Culture II do ano passado, e já estão a trabalhar no próximo, que em princípio que se vai chamar Culture III.

Rubel

Palco EDP. 20 de Julho.

Mais do que uma nova promessa de uma música popular brasileira que não pára de se renovar, este homem já é uma certeza. Casas, o disco do ano passado, foi nomeado para um Grammy latino, as suas canções somam milhões de visualizações no Youtube e escutam-se em novelas da Globo, os últimos concertos em Portugal foram recebidos com entusiasmo. Há uns meses esteve no MIL, agora vem ao Super Bock Super Rock.

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Profjam

Palco Super Bock. 20 de Julho.

É um dos maiores nomes do trap português. Aliás, do hip-hop português. A sua música (e a da sua editora, a Think Music) vai ao encontro do actual momento pop global e tem feito mossa online e offline, com o primeiro álbum, #FFFFFF, a chegar ao topo da tabela de vendas. Subir ao palco principal de um dos maiores festivais do país era inevitável.

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