Matinés em Lisboa: o domingo à tarde é o novo sábado à noite

Os domingos são sagrados e tornaram-se o melhor dia para dançar. Estas matinés em Lisboa vão proporcionar-lhe tardes santas longe do sofá e da televisão.

©Luísa FerreiraRive Rouge

O domingo já está entre nós, na sua versão menos preguiçosa, há algum tempo. É como que uma terapia que pretende distanciá-lo daquela ideia de ser a pré-segunda e aproximar da outra, aquela que defende que domingo é mais um pós-sábado e que depois segunda logo se pensa. Em Lisboa, há algumas propostas vespertinas-domingueiras, são matinés que se apoderam da tarde para nos fazer dançar e agitar os demónios acumulados durante a semana. Se quer apimentar o próximo domingo, troque o sofá e o comando da televisão por uma destas festas em Lisboa. Do B. Leza ao Rive-Rouge. 

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Matinés em Lisboa: o domingo à tarde é o novo sábado à noite

Espanta Bjon - Casa Independente

Troque um almoço de família por um almoço com a família da Casa Independente. Todos os meses há uma tarde de domingo Espanta Bjon em que a temperatura é sempre quente, mesmo no Inverno. A cachupa rica da Tia Edite (também com versão vegetariana) deverá ser suficiente para lhe dar energia para dançar ao som dos Fogo-Fogo e dos Celeste Mariposa, como se estivéssemos em Cabo Verde e como se amanhã não fosse dia de trabalho. O terraço da Casa Independente pela tarde é um dos melhores recantos da cidade, pode escrever. E dizer que veio da nossa parte. 

Um domingo por mês (data a anunciar no Facebook) na Casa Independente. Lg do Intendente 45. 15.00-00.00. 5€

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Intendente

Rive-Rouge

“Afinal são cinco da tarde ou cinco da manhã?”, pergunta-se quem passa no Rive-Rouge ao sétimo dia. Todas as horas são boas para festejar. Se durante a semana a casa funciona das 22.00 às 04.00, aos domingos quer-se começar cedo, ou seja, a partir das 17.00, até às 01.00. Nos últimos tempos a casa que Manuel Reis deixou nas mãos de Miguel Ângelo Fernandes (responsável pela gestão dos bares do Casino de Lisboa e que já foi porteiro no Lux) e de Nuno Meira (100 Maneiras). Na programação musical temos Hnrq, ele que tem vindo a trabalhar com a bloop recordings recentemente num conceito a que decidiram chamar Missa. Todos os domingos há reza electrónica feita a dois. Maravilha. 


 

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Cais do Sodré
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Danças no B. Leza

Tempos houve em que o B.Leza era dos poucos sítios da cidade onde se podia dançar ao domingo à tarde. As matinés de kizomba da discoteca africana mais famosa da cidade – com professor para quem quiser acertar o passo – já são uma tradição antiga. São 22 anos de B.Leza, ou seja, 22 anos de bom ambiente, boa música africana, no fundo, 22 anos em bom. E é gente que trata o domingo com carinho, de tal forma que depois folgam às segundas e terças, porque o descanso é merecido. A partir das 18.00, seja em kizomba seja noutro estilo qualquer, o que importa é dançar. 

Cais da Ribeira Nova, Armazém B. 18.00-02.00. 5€

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Cais do Sodré

Jam Session no Café Tati

O Tati é um café acolhedor com uma decoração vintage do género “feira da ladra chic” que serve refeições ligeiras durante todo o dia. É um pouco como estar no estrangeiro, não só pelo ambiente descontraído e moderninho mas também pela cozinha que mistura várias influências. E toda a modernice pede sessões de jazz para sermos livres e praticarmos air-saxofone (se é que isto existe). É isso que acontece todos os domingos, a partir das 17.00, sempre com grupos distintos. 

17.00. Entrada livre. 

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Cais do Sodré
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Projecto Viva o Samba

É um dos rostos de um Cais do Sodré inundado de gente a cada fim-de-semana. Manuel João Vieira – embora possa não parecer – sabe o que faz. Agarrou num edifício que servia a lota do peixe e transformou-o num bar/sala de concertos que não podia estar mais perto do mar. Dependendo da noite, tanto se pode ouvir jazz como forró, músicas africanas e indie rock. Mais os eventuais Ena Pá 2000. Mas ao domingo o palco é do samba, mais precisamente do Projecto Viva o Samba, que sempre traz dois artistas brasileiros que carregam a cruz (levezinha e gostosa) do carnaval e do seu espírito festivo às costas. Às 19.00 arranca uma aula experimental de samba. Às 20.00 é servida uma feijoada à brasileira e depois é tratar de a digerir em pista. 

 

19.00-02.00. 15€. 

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Cais do Sodré

Sair em Lisboa

Sítios para sair ao domingo em Lisboa

À noite, ou até à tarde, festas temáticas ou mera aberturas de portas, estes sítios que sugerimos a seguir dão-lhe a possibilidade de sair quando por norma poucos o fazem – habitualmente sem encontrões desmedidos, filas para os lavabos ou para o bar. Dos clássicos Musicbox, Lounge ou Copenhagen, que não tiram folga, até ao Rive Rouge ou Bartô. Estes são os sítios para sair ao domingo em Lisboa. É só escolher. E talvez a segunda-feira seja menos entediante. Talvez.  

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Por Miguel Branco

Os 50 melhores bares em Lisboa

Este é o nosso guia para explorar as melhores casas nocturnas lisboetas. Dito isto, sabemos que Lisboa está cada vez mais diversa, com espaços para todas as manias, gostos e meteorologia. Há esplanadas e terraços com vistas infinitas, há bares que requerem que toque à campainha, há bares históricos cujas paredes falam, há a epidemia da cerveja artesanal, que chegou a Lisboa em boa hora. Também não faltam sítios perfeitos para estar quando a fome aperta, que servem iguarias saborosas e tardias. No fundo é pensar isto como um pijaminha de bares e provar de tudo. Estes são os 50 melhores bares em Lisboa, numerados apenas para não se perder na leitura.  

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Por Editores da Time Out Lisboa
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