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Zé dos Bois
©Ana LuziaZé dos Bois

Os bares no Bairro Alto que precisa de conhecer

É um distrito nocturno da cidade e não falta onde beber. Conheça estes bares no Bairro Alto. Com moderação.

Escrito por
Miguel Branco
e
Tiago Neto
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São paralelas e perpendiculares. As ruas, claro, que formam o tão distinto e especial Bairro Alto, símbolo maior de uma movida, de uma agitação nocturna, que sempre caracterizou a zona. Ainda que hoje a noite lisboeta esteja mais disseminada, ocupando vários outros bairros da cidade, menos ou mais altos. O Bairro Alto insiste em ficar e ali vão abrindo espaços que o querem revitalizar, que não o querem deixar morrer. Esta é a lista que lhe diz quais os sítios indispensáveis para beber um copo, com ambientes e decorações para todos os gostos. Só não conseguimos garantir que não tem de acotovelar uns quantos noctívagos para lhes chegar. São os bares no Bairro Alto que precisa de conhecer. 

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Os bares no Bairro Alto que precisa de conhecer

  • Bares
  • Bares
  • Bairro Alto

Paradeiro de artistas, loucos e sonhadores, a Associação mudou-se do pequeno e mítico espaço da Travessa do Conde de Soure para o mais arejado e convidativo 261 da Rua da Rosa. A troca de morada não implicou, no entanto, uma perda de identidade. Pelo contrário, o Loucos mantém aquela decoração kitsch que nos apaixonou, a luz a pouca intensidade e continua a ser um óptimo sítio a sentar, pedir um copo e encher a cara de pipocas (isso mesmo, pipocas, uma das assinaturas da casa, gratuitas e salgadas no ponto). 

  • Noite
  • Bairro Alto

O Páginas Tantas é um bar de jazz a valer. Prevalece na Rua Diário de Notícias, no Bairro Alto, há duas decadas e sempre com o mesmo intuito: proporcionar bons momentos e boa música. Nas paredes que envolvem o mini-palco é ver as grandes estrelas do jazz mundiais. Há música ao vivo, quase sempre em formato trio, por isso fique atento à página oficial de Facebook para não perder uma nota. E porque não queremos que passe sede, peça um Cuba Libre (6,50€) ou um Bloody Mary (7€) se não quiser meter-se em aventuras.

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  • Bares
  • Bares de tapas
  • Bairro Alto

É um clássico na Rua do Norte e paragem obrigatória para a romaria do começo de noite. Há uns anos lavou a cara e começaram a chegar gentes de outras faixas etárias, devolvendo vida ao espaço, e a tradição começou a reformular-se. A casa está orgulhosamente ligada a Paredes de Coura, e basta falar com o "tio Zé", ao balcão, para o perceber, o que é um bom presságio se quiser petiscar. De qualquer forma, e porque no Bairro Alto já sabemos o que a(s) casa(s) gasta(m), não lhe faltam opções para molhar o bico. E se ver a bola for o intuito, saiba que está no sítio certo. Peça uns tremoços e escolha o lugar. Mas com atecedência, que a casa enche.

  • Bares
  • Bairro Alto

É um dos principais redutos para os amantes da cultura hip-hop e conta já com uma década de existência. A casa é pequena, o que é especialmente notório quando há dj sets, mas essa é a beleza d'O 36. Pelas paredes há trabalho de artistas como Kruella D'Enfer, AKA Corleone ou Halfstudio e nas prateleiras há lembranças de amigos, do skate à música. Das colunas sai o que se espera, hip-hop com fartura, do instrumental ao rap clássico. Imperial (1€) ou mojito (3,50€) são as nossas sugestões.

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  • Restaurantes
  • Português
  • Bairro Alto

Junto ao Bairro Alto e com aquela vista sobre o vale da baixa pombalina, bem como para o Castelo, o Insólito divide-se entre bar e restaurante, sendo que ao nível da carta de bar há cocktails clássicos e de assinatura, bem como mais de 50 referências de vinho. O terraço é feito naquela madeira que sugere bar da praia. Portanto imagine-se num cenário perfeito. Mas à noite.

  • Noite
  • Bairro Alto

Carregado de mobiliário reciclado kitsch, o mais famoso bar gay friendly do Bairro Alto é um dos locais de eleição para a comunidade LGBTI — também muito graças à programação imaginativa e ao bom ambiente entre habitués e caloiros purexianos. Chegar cedo dá direito a beber um copo descansado (atire-se ao shot Silvestre (2€), com Triple Sec, sumo de lima e polvilhado com canela), mas com o avançar da noite e da música o convívio estende-se até à rua.

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  • Noite
  • Bairro Alto

É um dos sítios mais concorridos da rua do Bairro Alto. O ambiente acolhedor e a música boa mas pouco intrusiva fazem do bar um local privilegiado para começar a noite. E há sempre o risco de encontrar alguém que se conhece do pequeno ecrã.

  • Arte
  • Galerias
  • Bairro Alto

Lisboa não seria a mesma sem a Zé dos Bois. Não é um exagero retórico, é um facto. O trabalho de programação e curadoria ali desenvolvido ao longo de mais de uma década por sucessivos programadores foi decisivo para abrir Lisboa a outras músicas, e a sala do Bairro Alto continua a ser absolutamente essencial. É a principal sala de música alternativa e exploratória da cidade, criada por um colectivo de artistas em 1994. Desde então, servem-se copos, há eventos no terraço, e o aquário mais famoso da cidade continua a mostrar por que razão se mantém de pedra e cal.   

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  • Bares
  • Bairro Alto

O Clube da Esquina é um daqueles bares que continuam a bater o pé no Bairro Alto e que teimam em não desertar. É um clássico que se ocupa de uma esquina na Rua da Barroca para, com portas e janelas abertas, nos dar bom ambiente e boas bebidas. 

  • Compras
  • Lojas de bebidas alcoólicas
  • Bairro Alto

Basta meter dois pés no Bairro Alto para perceber que a lista de wine bars por aqui aumenta a cada dia e que muitos deles estão apontados naquela dinâmica very tipical, que pisca o olho ao turista. A Garrafeira Alfaia é, no entanto, um canto de resistência. Não que não vá encontrar turistas, essa tarefa no Bairro Alto é impossível, mas é um espaço pequeno que não dá para enchentes nem grandes barulhos e que tem muita simpatia no atendimento. 

Noite em Lisboa

  • Noite

Alguns anos depois de uma requalificação profunda, o Intendente já se afirmou como ponto de paragem obrigatório para lisboetas e turistas de igual forma. O número crescente de negócios a preencher o Largo contribuiu e muito para isso mas, na verdade, o Intendente cabe em muito mais do que uma praça de cara lavada. Restaurantes, bares, loja de discos, cafés e lojas de decoração trouxeram uma vida de agitação constante e não faltam sítios para exercitar o cotovelo. Por isso, resta-lhe rumar à paragem da linha verde, que nós dizemos-lhe todas as que lhe servem os melhores copos. Estes são os bares no Intendente.

  • Noite

Longe vão os tempos em que este bairro era um deserto, uma zona deixada ao abandono, armazéns por ocupar e com tectos a cair. Nos últimos anos Marvila ganhou vida própria, uma existência que compete taco-a-taco com Cais do Sodré ou Bairro Alto se tirarmos a confusão e gentrificação dos dois últimos. Isto porque não lhe faltam opções para beber e mais, não falta arte para ver, restaurantes para encher a barriga, coworks, ginásios, galerias e até sítios para explorar. A vida nova trouxe-lhe também outros títulos como o de Lisbon Beer District, ou seja, se a cerveja artesanal for um assunto que lhe é próximo do coração, esta tem de ser uma paragem. Durante a semana, ou após o começo do fim-de-semana, rume a este oriente para conhecer os melhores bares em Marvila.

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  • Noite
  • Estabelecimentos de diversão noturna

O rock está vivo e recomenda-se. Apesar do fecho de inúmeros espaços nos últimos tempos – e da ameaça de fecho que paira sobre outros – continua a haver sítios onde os roqueiros de gema ainda podem ouvir uma boa guitarrada na cidade. E há opções para todos os gostos, do rock mais pesado ao mais indie e melódico, para abanar o capacete na pista ou para apreciar um solo de guitarra enquanto brinda à mesa com os amigos. Siga a nossa lista dos melhores bares de rock em Lisboa.

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