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Sítios para sair ao domingo em Lisboa

As segundas podem ser terríveis, mas os domingos não precisam de o ser. Basta saber quais os sítios para os aproveitar

Por Miguel Branco, Tiago Neto e Sebastião Almeida |
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Rive-Rouge
LUISA FERREIRA Rive-Rouge

À noite, ou até à tarde, festas temáticas ou mera aberturas de portas, estes sítios que sugerimos a seguir dão-lhe a possibilidade de sair quando por norma poucos o fazem – habitualmente sem encontrões desmedidos, filas para as casas-de-banho ou para o bar. Dos clássicos Lounge ou Copenhagen, que não tiram folga, até ao Rive Rouge ou Bartô. Não fique em casa só porque a seguir vem a segunda-feira. Estes são os sítios para sair ao domingo em Lisboa. É só escolher. E talvez o dia seguinte seja menos entediante. Talvez. 

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Sítios para sair ao domingo em Lisboa

Esplanada do Chapitô
©Arlindo Camacho
Noite

Bartô

Castelo de São Jorge

O bar do Chapitô é sempre uma boa opção para dar um passo de dança ao ar livre, enquanto se respira música diversa. A programação pode variar entre música africana, cumbia colombiana e outros ritmos latinos, tudo sonoridades que promovem o baile, a diversão, para combater essa segunda-feira madrasta. Tente só não pensar que o fim-de-semana está a terminar.

pensão amor
©Inês Calado Rosa
Noite

Pensão Amor

Cais do Sodré

O velho nem sempre ganha pó. A Pensão Amor é um caso de sucesso no Cais do Sodré, faça chuva ou faça sol a casa está sempre cheia. É também – olhe o nome a dar-lhe a dica – um lugar onde o engate é regular. Também serve os comprometidos que querem pouca conversa com estranhos, aqueles que preferem estar de mãos dadas a mandar copos abaixo. E sim, aos domingos também é dia, a porta está aberta.

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Bacchanal
©Manuel Manso
Bares

Bacchanal

Cais do Sodré

Na Roma Antiga, o bacanal era uma celebração em honra de Baco, deus do vinho, que por norma acabava em quilómetros de promiscuidade. Mas neste novo Bacchanal a ideia não é essa – a não ser que se queira enrolar com vinhos vários. Aí sim. E a avaliar pelos expositores do novo bar de Victor Cordeiro, é bem possível que acabe a envolver-se com vinhos de inúmeras castas e de todas as regiões vinícolas portuguesas. 

Sol e Pesca
©Ana Luzia
Noite

Sol e Pesca

Cais do Sodré

Na Rua Cor de Rosa não faltam opções para quem gosta de levar o fígado à natação. Mas ao fim do dia é o Sol & Pesca que concentra atenções. Nesta antiga loja de apetrechos de pesca pode-se petiscar ovas de sardinha, muxama, e até beber um shot de atum: aguardente de medronho e ginja, num cálice, com um pedaço de atum seco para mastigar no fim. Um dos sítios mais populares da nova vida do Cais do Sodré até foi visitado por Anthony Bourdain.

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agua de beber
@Água de Beber Bar/Facebook
Noite

Água de Beber

Chiado/Cais do Sodré

Feijoada, caipirinhas, música ao vivo, roda de samba, futebol, samba rock. Apesar de não ser muito grande, no Água de Beber cabem mil e uma actividades e o bar no Cais do Sodré já se tornou o ponto de encontro da comunidade brasileira a viver em Lisboa. Se está com saudades de ouvir alguns clássicos da MPB, este é o sítio certo. Há concertos de bons músicos (a maior parte desconhecidos) mesmo aos dias de semana. O melhor? Tudo grátis e pela noite dentro.

sabotage
©Inês Calado Rosa
Noite

Sabotage Club

Cais do Sodré

Malta do rock, vamos a isso. Esses, por certo, não se desiludirão. Todas as semanas o Sabotage é uma das referências, com concertos e DJ sets ligados a esta sonoridade. Depois tem aquela relativa falta de espaço – mediante a afluência de cada noite – que agrada a muito boa gente: uma dança apertada por vezes faz milagres. Último pormenor: fecha às 06.00, quando muitas casas por estas bandas já foram dormir.

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Roterdão
©Ana Luzia
Noite

Roterdão Club

Cais do Sodré

A história do Roterdão na Rua Nova do Carvalho (vulgo Rua Cor de Rosa) é longa. São anos e anos de noites onde a regra é só uma: dançar. Depois de ter estado encerrado para obras e mudança de gerência, reabriu em 2015 com um propósito idêntico: dançar até mais não. Novas são as matinés que decorrem em certos domingos, das 18h às 23h. Nesses dias também há petiscos para não ter de se ir alimentar a outro lado.

europa bar
©Inês Calado Rosa
Noite

Europa

Cais do Sodré

Todos os domingos, das 23.00 às 04.00, o Europa, o histórico clube do Cais do Sodré dá-nos música. E mesmo aqui, onde durante anos a fio as afters-parties foram a prata da casa, a coisa acaba às 04.00, para que não precise, necessariamente, de ir de directa trabalhar. É quase uma simpatia, tem mais do que tempo para ir a casa dormir. Por norma, Ramboiage e James Warren estão na cabine.

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RIVE ROUGE
©Arlindo Camacho
Bares, Bares

Rive Rouge

Cais do Sodré

É o irmão mais novo do Lux e foi, efectivamente, uma das grandes novidades da noite lisboeta em 2016, mas o conceito é distinto do primogénito. É das 21.00 às 04.00, no Time Out Market, para um digestivo (em modo bebida ou em modo dança) depois do jantar. Isto pode ter dois significados: a) às 04.00, o fim da noite, de uma noite mais calma; b) uma primeira etapa à qual se segue uma outra, até mais tarde, noutra casa.

Lounge
©DR
Noite

Lounge

Cais do Sodré

O Lounge é um dos melhores sítios em Lisboa para sair à noite. E não há uma sílaba de exagero na frase anterior. A programação é uma das grandes apostas da casa, que consegue agradar a gregos e troianos. Numa noite normal — que até pode ser a um domingo —, é possível começar por ouvir um concerto de rock’n’roll cru e suado e acabar a dançar ao som de pérolas disco obscuras às quatro da manhã.

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B.leza
©Ben do Rosário
Noite

B. Leza

Cais do Sodré

Longe vão os tempos em que o B. Leza era um dos rostos do Conde Barão. Desde que está junto ao rio, mesmo ao lado da estação do Cais do Sodré, pode já não ter essa mística e energia, mas mais espaço tem certamente, e continua a ser o lugar de referência para ouvir boa música africana. É daqueles que não engana: sabemos ao que vamos e vamos sempre bem.

copenhagen bar
©Ana Luzia
Noite

Copenhagen

Cais do Sodré

Há uns anos, o Copenhagen era conhecido pelos seus afters concorridos. Depois, Guilherme Clara agarrou no espaço e mudou-lhe o rosto. Agora reinam o hip-hop e seus afluentes (dancehall, batida e todos os seus derivados africanos). A programação dura de segunda a domingo, sim, que o Copenhagen nunca fecha. E dá-nos rap nacional e internacional seleccionado por uma carteira de DJs em quem podemos confiar.

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Electric Shaker
©Inês Felix
Bares, Cafés/bares

Electric Shaker

Lisboa

Chama-se Electric Shaker e é o novo bar da Avenida Duque de Loulé. Recomendações? O Mai Tai, “bonito mas perigoso” ou o Paradiso, um dos mais pedidos, com rum de ananás, licor de alperce, ananás, banana e lima. A carta nunca é a mesma e dá destaque a uma bebida. Por agora, e até ao final do ano, é o rum.

Collect Bar
©Inês Félix
Bares, Bares

Collect

Cais do Sodré

É um quatro-em-um: bar, hamburgueria, loja de discos e rádio. A Collect ocupou o antigo Duplex, no Cais do Sodré, e é um dos sítios para sair à noite ao domingo em Lisboa. No piso de baixo, que dá para a rua, funciona agora uma hamburgueria e um bar de cocktails, aberto do meio-dia e meia às duas da manhã, de segunda a quinta-feira e aos domingos. Às sextas e sábados abre à mesma hora e fecha uma mais tarde. Em cima, é uma loja de discos e também o quartel-general da rádio online da Collect, onde se pode assistir in loco aos sets dos DJ convidados.

Sair à noite em Lisboa

Cerveteca Lisboa
©Arlindo Camacho
Bares

Os melhores bares de cerveja em Lisboa

A cevada alimenta, e uma pesquisa rápida no Google vai levá-lo a sites (alguns mais duvidosos que outros) que lhe apontam benefícios: para a pele, intestinos e até para os ossos, imagine-se. Mas se pensa que o consumo deste néctar é uma actividade demasiado banal, desengane-se. Aqui dispensamos os copos de plástico, as imperais mal tiradas e todos os parentes pobres do consumo rápido e sem grandes preceitos. Deixamos aqui vários sítios para o fazer.

Sky Bar
©Manuel Manso
Noite, Cafés/bares

Os bares com melhor vista em Lisboa

Este artigo não é recomendável a pessoas com vertigens. E também não é recomendável a quem não gosta de ver o pôr-do-sol com um cocktail na mão. De bares de hotel com uma piscina épica ao parque de estacionamento mais trendy da cidade, a olhar para a ponte ou a olhar para o castelo, há remédio para tudo. Descanse os olhos do computador, do telemóvel e lave as vistas num dos bares com melhor vista em Lisboa.

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