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Sítios para sair ao domingo em Lisboa

As segundas podem ser terríveis, mas os domingos não precisam de o ser. Basta saber quais os sítios para os aproveitar
Rive-Rouge
LUISA FERREIRA Rive-Rouge
Por Miguel Branco e Tiago Neto |
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À noite, ou até à tarde, festas temáticas ou mera aberturas de portas, estes sítios que sugerimos a seguir dão-lhe a possibilidade de sair quando por norma poucos o fazem – habitualmente sem encontrões desmedidos, filas para as casas-de-banho ou para o bar. Dos clássicos Lounge ou Copenhagen, que não tiram folga, até ao Rive Rouge ou Bartô. Não fique em casa só porque a seguir vem a segunda-feira. Estes são os sítios para sair ao domingo em Lisboa. É só escolher. E talvez o dia seguinte seja menos entediante. Talvez. 

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Sítios para sair ao domingo em Lisboa

Esplanada do Chapitô
©Arlindo Camacho
Noite

Bartô

icon-location-pin Castelo de São Jorge

O bar do Chapitô é sempre uma boa opção para dar um passo de dança ao ar-livre, enquanto se respira música diversa. A programação pode variar entre música africana, cumbia colombiana e outros ritmos latinos, tudo sonoridades que promovem o baile, a diversão, para combater essa segunda-feira madrasta. Tente só não pensar que o fim-de-semana está a terminar.

O Bom, O Mau e O Vilão
©Ana Luzia
Noite

O Bom O Mau e O Vilão

icon-location-pin Cais do Sodré

Indie sessions, good vibe sessions, jam sessions... É escolher as sessões que mais lhe agradam e instalar-se numa das salas de O Bom, O Mau e O Vilão como se estivesse numa das divisões da sua casa. O bar do Cais do Sodré abriu no fim de Novembro de 2013 com uma programação que vai desde sessões de cinema a concertos de jazz a dias de semana — tudo com entrada gratuita.

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pensão amor
©Inês Calado Rosa
Noite

Pensão Amor

icon-location-pin Cais do Sodré

O velho nem sempre ganha pó. A Pensão Amor é um caso de sucesso no Cais do Sodré, faça chuva ou faça sol é casa cheia. É – olhe o nome a dar-lhe a dica – um lugar onde o engate é regular. Também serve os comprometidos que querem pouca conversa com estranhos, aqueles que preferem estar de mãos dadas a mandar copos abaixo. E sim, aos Domingos também é dia, a porta está aberta.

Bacchanal
©Manuel Manso
Bares

Bacchanal

icon-location-pin Cais do Sodré

Na Roma Antiga, o bacanal era uma celebração em honra de Baco, deus do vinho, que por norma acabava em quilómetros de promiscuidade. Mas neste novo Bacchanal a ideia não é essa – a não ser que se queira enrolar com vinhos vários. Aí sim. E a avaliar pelos expositores do novo bar de Victor Cordeiro, é bem possível que acabe a envolver-se com vinhos de inúmeras castas e de todas as regiões vinícolas portuguesas. 

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Sol e Pesca
©Ana Luzia
Noite

Sol e Pesca

icon-location-pin Cais do Sodré

Na Rua Cor de Rosa não faltam opções para quem gosta de levar o fígado à natação. Mas ao fim do dia é o Sol & Pesca que concentra atenções. Nesta antiga loja de apetrechos de pesca pode-se petiscar ovas de sardinha, muxama, e até beber um shot de atum: aguardente de medronho e ginja, num cálice, com um pedaço de atum seco para mastigar no fim. Um dos sítios mais populares da nova vida do Cais do Sodré até foi visitado por Anthony Bourdain.

agua de beber
@Água de Beber Bar/Facebook
Noite

Água de Beber

icon-location-pin Cais do Sodré

Feijoada, caipirinhas, música ao vivo, roda de samba, futebol, samba rock. Apesar de não ser muito grande, no Água de Beber cabem mil e uma actividades e o bar no Cais do Sodré já se tornou o ponto de encontro da comunidade brasileira a viver em Lisboa. Se está com saudades de ouvir alguns clássicos da MPB, este é o sítio certo. Há concertos de bons músicos (a maior parte desconhecidos) mesmo a dias de semana. O melhor? Tudo grátis e pela noite dentro.

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sabotage
©Inês Calado Rosa
Noite

Sabotage Club

icon-location-pin Cais do Sodré

Malta do rock, vamos a isso. Esses, por certo, não se desiludirão. Todas as semanas o Sabotage é uma das referências no que aos concertos ou DJ sets ligados a esta sonoridade. Depois tem aquela relativa falta de espaço – mediante a afluência de cada noite – que agrada a muito boa gente: uma dança apertada por vezes faz milagres. Último pormenor: fecha às 06.00, quando muitas casas por estas bandas já foram dormir.

Roterdão
©Ana Luzia
Noite

Roterdão Club

icon-location-pin Cais do Sodré

A história do Roterdão na Rua Nova do Carvalho (vulga Rua Cor de Rosa) é longa. São anos e anos de noites onde a regra é só uma: dançar. Depois de ter estado encerrado para obras e mudança de gerência, reabriu em 2015 com um propósito idêntico: dançar até mais não. Novas são as matinés que decorrem em certos domingos, das 18h às 23h. Nesses dias também há petiscos para não ter de se ir alimentar a outro lado.

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europa bar
©Inês Calado Rosa
Noite

Europa

icon-location-pin Cais do Sodré

Todos os domingos, das 23.00 às 04.00, o Europa, o histórico clube do Cais do Sodré dá-nos música. E mesmo aqui, onde durante anos a fio as afters-parties foram a prata da casa, a coisa acaba às 04.00, para que não precise, necessariamente, de ir de directa trabalhar. É quase uma simpatia, tem mais do que tempo para ir a casa dormir. Por norma, Ramboiage e James Warren estão na cabine.

RIVE ROUGE
©Arlindo Camacho
Bares, Bares

Rive Rouge

icon-location-pin Cais do Sodré

É o irmão mais novo do Lux e foi, efectivamente, uma das grandes novidades da noite lisboeta em 2016, mas o conceito é distinto do primogénito. É das 21.00 às 04.00, no Time Out Market, para um digestivo (em modo bebida ou em modo dança) depois do jantar. Isto pode ter dois significados: a) às 04.00, o fim da noite, de uma noite mais calma; b) uma primeira etapa à qual se segue uma outra, até mais tarde, noutra casa.

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Lounge
©DR
Noite

Lounge

icon-location-pin Cais do Sodré

O Lounge é um dos melhores sítios de Lisboa para sair à noite. E não há uma sílaba de exagero na frase anterior. A programação é uma das grandes apostas da casa, que consegue agradar a gregos e troianos. Numa noite normal — que até pode ser a um domingo —, é possível começar por ouvir um concerto de rock’n’roll cru e suado e acabar a dançar ao som de pérolas disco obscuras às quatro da manhã.

B.leza
©Ben do Rosário
Noite

B. Leza

icon-location-pin Cais do Sodré

Longe vão os tempos em que o B. Leza era um dos rostos do Conde Barão. Desde que está junto ao rio, mesmo ao lado da estação do Cais do Sodré, pode já não ter essa mística e energia, mas mais espaço tem certamente, e continua a ser o lugar de referência para ouvir boa música africana. É daqueles que não engana: sabemos ao que vamos e vamos sempre bem.

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copenhagen bar
©Ana Luzia
Noite

Copenhagen

icon-location-pin Cais do Sodré

Há uns anos, o Copenhagen era conhecido pelos seus afters concorridos. Depois, Guilherme Clara agarrou no espaço e mudou-lhe o rosto. Agora reina o hip-hop e seus afluentes (dancehall, batida e todos os seus derivados africanos). A programação dura de segunda a domingo, sim, que o Copenhagen nunca fecha. E dá-nos rap nacional e internacional seleccionada por uma carteira de DJs em quem podemos confiar.

Sair à noite em Lisboa

Cerveteca Lisboa
©Arlindo Camacho
Bares

Os melhores bares de cerveja em Lisboa

A cevada alimenta, e uma pesquisa rápida no Google vai levá-lo a sites (alguns mais duvidosos que outros) que lhe apontam benefícios: para a pele, intestinos e até para os ossos, imagine-se. Mas se pensa que o consumo deste néctar é uma actividade demasiado banal, desengane-se. Aqui dispensamos os copos de plástico, as imperais mal tiradas e todos os parentes pobres do consumo rápido e sem grandes preceitos. Deixamos aqui vários sítios para o fazer.

Sky Bar
©Manuel Manso
Noite, Cafés/bares

Os bares com melhor vista em Lisboa

Este artigo não é recomendável a pessoas com vertigens. E também não é recomendável a quem não gosta de ver o pôr-do-sol com um cocktail na mão. De bares de hotel com uma piscina épica ao parque de estacionamento mais trendy da cidade, a olhar para a ponte ou a olhar para o castelo, há remédio para tudo. Descanse os olhos do computador, do telemóvel e lave as vistas num dos bares com melhor vista em Lisboa.

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