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Inês Félix

Fazer refill de cosmética? Já pode na Benamôr da Lx Factory

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A Benamôr completou o triângulo da beleza com a terceira loja em Lisboa, depois da Rua dos Bacalhoeiros e do Príncipe Real. A nova casa fica na Lx Factory e, além de albergar o valioso património de todas as gamas da marca, tem ainda pela primeira vez um serviço de refill de creme e gel de banho.

Mesmo em frente à livraria Ler Devagar, no corredor principal da Lx Factory, a Benamôr ergue-se agora num estilo bem industrial, à semelhança deste complexo fabril cosmopolita onde abriu portas. Há um grande balcão central em madeira com as novidades da marca, as gamas vão dourando as estruturas em ferro que servem de prateleiras e existem dois grandes lavatórios para que a clientela possa testar tudo sem limites. É nessa bancada que se apoiam os vários doseadores de vidro preparados para fazer refill dos produtos Benamôr.

Inês Félix

O serviço de refill – único numa marca de cosmética portuguesa – acontece apenas com garrafas de alumínio disponibilizadas no momento. Isto porque o alumínio é um material reciclável e a Benamôr já estava a piscar o olho à sustentabilidade, mesmo antes da palavra andar na ponta da língua de todos.

“Temos o mesmo fornecedor de alumínio desde 1926, um ano após a nossa fundação. Desde aí que todas as nossas bisnagas são feitas com o mesmo alumínio”, explica Pierre Stark, CEO da marca. “Tentei pensar no que mais poderíamos nós, enquanto marca, inovar ao nível da sustentabilidade e foi aí que surgiu a ideia do refill.”

As gamas disponíveis para recarregar são aquelas cujas embalagens originais já existem em frascos de plástico, mas também as que se vendem mais, como é o caso do gel de banho Rose Amélie e Alantoíne ou das loções de corpo Jacarandá ou Gordíssimo (13,40€-25,35€). Da primeira vez que usa o serviço é-lhe entregue uma garrafa de alumínio (1,5€) e sempre que quiser fazer refill – que é 10% mais barato – leva a garrafa usada e recebe uma nova, uma vez que a anterior tem de ser desinfectada.

Inês Félix

“O nosso papel também passa por alertar os clientes relativamente a esse consumo sustentável que pode existir na cosmética. Mais ainda se o pudermos fazer sem alterar as qualidades dos nossos produtos”, explica Vanessa, uma das funcionárias da loja. 

À qualidade, ajuda também a proximidade da Fábrica Nally – a família à qual pertence a Benamôr – que fica no Carregado e permite que os produtos mantenham a “frescura cosmética” exigida, diz Pierre. 

“Aqui há um tipo de turismo diferente das outras duas lojas. É um sítio que não está no centro da cidade e é procurado por quem quer uma coisa mais alternativa, logo o nosso público muda logo. Há mais jovens e vêm quase sempre por recomendação”, refere Pierre, que não deixa que ainda assim o storytelling da marca fique esquecido. “Cada loja é diferente e adaptada ao local onde está, mas não se pode entrar numa Benamôr sem lhe contarem uma história.” 

E da história, que já tem quase 100 anos, ainda restam coisas que continuam fiéis às originais – é o caso do charme da art déco, que continua a ser um dos pilares da marca, bem visível nos mosaicos de chão (iguais em todas as lojas) inspirados no friso das bisnagas e no próprio packing. 

A nova loja na Lx Factory não foge à regra das outras e acolhe todas as gamas, da Alantoíne à Jacarandá, do Gordíssimo à Rose Amélie, e mesmo a mais recente Nata, inspirada na pastelaria tradicional portuguesa. O catálogo de produtos estende-se ao gel de banho, óleos, bálsamos, manteigas de corpo ou até água micelar.

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