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Chef, Cozinheiro, Bernardo Agrela
©Gabriell VieiraBernardo Agrela

Agrela, qual é coisa qual é ela?

Bernardo Agrela é menino para cozinhar qualquer coisa com entusiasmo, basta desafiá-lo e ele alinha. Falámos com ele.

Escrito por
Inês Garcia
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Tem escola de fine dining, já cozinhou em resorts do outro lado do mundo e foi feliz a fazer kebabs em poucos metros quadrados. Em 2020 juntou-se ao projecto A Praça, no Hub Criativo do Beato, e à Cultural Trend Lisbon, a empresa proprietária do Musicbox e da Casa Capitão. Passou a fazer mais fichas técnicas de pratos, mas continua criativo e irreverente na cozinha. Fomos buscar o questionário à gaveta para tirar nabos da púcara.

Chef ou Cozinheiro?
Cozinheiro.

Livro de cozinha favorito?
Pantagruel.

Colher de pau ou de borracha?
Pau.

Melhor coisa para levar a um jantar para o qual foi convidado?
Vinho. Pet Nat Humus, o rosé novo, está bué bom.

Sobremesa predilecta?
Não gosto muito de doces.

Actividade favorita quando não está a cozinhar?
Ver ciclismo.

Condimento favorito?
Garam Masala.

O que nunca falta no frigorífico?
Queijo e Vinho.

Programa de culinária favorito?
O do Alex Atala no YouTube.

Se tiver amigos de fora em Lisboa, onde os leva a jantar?
Prado, Velho Eurico ou Uma Marisqueira.

Melhor prato tipicamente português?
Bitoque.

O que não suporta comer?
Como tudo.

Palavrão favorito quando se entorna o caldo?
Foda-se.

Prato mais cozinhado na quarentena?
Massa.

O que faz se só tiver dois ovos?
Ovos estrelados.

Melhor região de vinhos de Portugal?
Bairrada.

Qual foi o primeiro prato que serviu?
Feito por mim? Um mil-folhas de tomate e alho francês com uma truta salmonada.

Qual a pergunta que lhe fazem mais vezes sobre comida?
Pedem para desmistificar linguagem técnica, um dos mitos é o braseado.

Melhor restaurante em Lisboa para um encontro romântico?
No primeiro date com a minha namorada fiz um roteiro: pastrami na Comida Independente, tasting de jolas na Musa, chamuças no Martim Moniz, carabineiros no Ramiro, gaspacho e medronho no Agulha no Palheiro e jantámos no Boi-Cavalo do Hugo Brito.

Melhor bebida enquanto se cozinha?
Jola, intercalando com shots de whisky.

Onde janta quando está de folga?
Numa tasca.

O que é que come ao pequeno-almoço?
Nada. Só se houver mimosas e bellinis.

Qual foi o prato que mais dores de cabeça lhe deu?
Os kebabs (do East Mambo) e a bola de Berlim com língua de vaca.

Petisco favorito?
Ovas.

Se só pudesse fazer uma refeição por dia, qual seria?
Pão.

Um sítio para comer bem e barato?
Sítio de Gente Feliz.

Qual foi a coisa mais estranha que já comeu e onde?
Alforreca na China e ovos de pato no Vietname, com o embrião do pato há formado. Bizarro mas bom.

E a mais surpreendente?
Qualquer coisa cozinhada em folha de bananeira.

Qual seria a sua última refeição?
Fazia três. Sushi no Tsukiji em Tóquio, butter chicken em Nova Déli e cozido à portuguesa ali no Apeadeiro do Rego.

Para quem gostaria de cozinhar?
David Chang.

E o que prepararia?
Marisco e peixe tuga.

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