Global icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right As melhores chocolatarias em Lisboa

As melhores chocolatarias em Lisboa

Nas melhores chocolatarias em Lisboa há chocolates artesanais para adoçar a boca de todos.
Bettina & Niccòlo Corallo Shop - Bombons
Fotografia: Manuel Manso Bettina & Niccòlo Corallo Shop - Bombons
Por Mariana Correia de Barros e Inês Garcia |
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Frio ou calor, a verdade é que nunca se diz que não a um chocolate. Ainda mais se for oferecido pela cara-metade, qual presente guloso para o Dia dos Namorados. Pode ser só um quadradinho, uma tablete inteira, bombons recheados com líquidos licorosos ou outros tipos de chocolates, mas ajudam sempre a melhorar o dia. De preferência se forem variados e de qualidade, o que ainda dá mais gula e menos sentimento de culpa na hora de abrir uma embalagem. Por isso, reunimos uma lista com as melhores chocolatarias em Lisboa, com fabrico com os mais puros cacaus vindos de todo o mundo, para comprar bombons à unidade ou tabletes do mais puro cacau e lambuzar-se todo.

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As melhores chocolatarias em Lisboa

 Bettina & Niccolò Corallo
Fotografia: Manuel Manso
Compras, Chocolates e doces

Bettina & Niccòlo Corallo

icon-location-pin Princípe Real

O nome Corallo entrou na vida dos lisboetas com a mesma suavidade com que o chocolate quente da marca entra nas nossas bocas em dias de frio. Pelo andar dos anos houve, é sabido, mudanças de instalações, de nome e de chefias. Agora, estão à frente do negócio Bettina, a matriarca da família, e Niccolò, o filho, para provar no seu estado mais puro - há mesmo um 100% cacau - como nas diferentes variações que são feitas ali mesmo, na loja-fábrica do Príncipe Real. Trabalham com cacau de São Tome e Príncipe - onde Claudio Corallo, da antiga loja, continua a ter as plantações e a dar que falar em todo o mundo - mas também com cacau de outras origens, sempre acima dos 70%. Há misturas com pimenta flor de sal, com gengibre ou com laranja caramelizada, mas continua a ser impossível ignorar o de avelã de Piemonte. Se estiver pelo Príncipe Real, passe nesta casa-mãe, ainda é capaz de apanhar a matriarca de volta dos bombons. Lá mais para baixo, perto do rio, tem o segundo espaço de Bettina no Time Out Market, com o melhor da casa, seja em forma de bombons, tabletes, brownie, salame ou sorvete de cacau.

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calçada do cacau, chocolataria, alfama
Manuel Manso
Restaurantes

Calçada do Cacau

icon-location-pin São Vicente 

A Calçada do Cacau abriu no final de 2017, no Campo de Santa Clara, e faz um trabalho de confecção 100% artesanal, com uma ligação ao trabalho de Vhils sobre Amália Rodrigues, feito com pedras da calçada. O mote serviu para fazer um conjunto de chocolates em pequenos cubos, os cubitos, a lembrar as próprias pedras da calçada. Existem em vários sabores e são misturados com produtos 100% portugueses, como a amêndoa do Douro, o figo de Trás-os-Montes, o piri-piri do Ribatejo ou o pinhão da Península de Setúbal. À frente do negócio está Diogo Damião, com várias formações em chocolataria, que usa cacau vindo da Venezuela e o trabalha na própria loja. Delicie-se com os cubitos ou as tabletes, feitas com cacau vindo de vários pontos do mundo, ou com as pepitas de chocolate para se aventurar em receitas lá em casa ou as cacau nibs, perfeitas para acrescentar ao iogurte do pequeno-almoço.

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Chocolataria Equador
©DR
Restaurantes

Chocolataria Equador

icon-location-pin Bairro Alto

É portuense, nasceu em 2009, mas em boa hora decidiu instalar-se no coração de Lisboa. A Chocolataria Equador, na Rua da Misericórdia, no Chiado, apresentou aos lisboetas aquela que é a montra de chocolates embalados com mais estilo da cidade. O toque de designer vem da arte que corre nas veias dos fundadores - Teresa Almeida é escultora, Celestino Fonseca é designer - e isso vê-se não apenas nas tabletes mais simples, como nos vários bombons feitos na fábrica, em Leça do Balio. O processo artesanal de confecção faz-se com o melhor cacau vindo do Brasil, Equador, Cuba ou Madagáscar, ao qual se misturam sabores diferentes, como o gengibre, pistáchios, pimentas, entre outros. 

Chocolates da Denegro
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Denegro

icon-location-pin Lisboa

Mais do que uma loja, a Denegro é uma oficina de chocolates. Um sítio onde todos os dias se mete as mãos na massa, quer dizer, no chocolate, para fabricar uma série de produtos, mais ou menos coloridos, mais ou menos insólitos, mais secos ou mais pastosos, que nem geram preferências diferentes em quem visita a loja. “Temos 30 e tal sabores diferentes”, atira Mário Andresen Leitão, um dos responsáveis, para depois explicar que cada um deles poderá ter uma ocasião específica para ser degustado. Só trabalham com chocolates da marca belga Callebaut e têm mesmo uma tablete exclusiva de nome Saudade, com pasta de cacau, açúcar, manteiga de cacau e baunilha. Além dos vários bombons, há também à venda gomas, trufas e bolos.

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bonbons
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Leonidas

icon-location-pin Grande Lisboa

A marca é centenária, nasceu na Bélgica em 1913, com o nome de um confeiteiro que criou a receitas para aqueles que são considerados, é unânime, uns dos melhores chocolates do mundo. O chocolate é belga, a baunilha vem de Madagáscar, as amêndoas da Califórnia, pode ler-se na história da empresa, e o resultado é um deleite para apreciadores de chocolate. Em Lisboa há já cinco franchisings da marca - o primeiro foi no Rato, há em Alvalade, no Campo Pequeno, na Praça de Espanha e Campo de Ourique. Todas as lojas estão carregadinhas de boa gula. Há cerca de 80 variedades de bombons, desde as trufas de chocolate à tablete de leite com nozes pecan, e tudo aquilo que vai fazer as delícias de todos.

Linguas de gato da arcádia
©DR
Restaurantes, Cafeteria

Arcádia

icon-location-pin Parque das Nações

Não é preciso ter nascido no Porto para conhecer a icónica Arcádia. Nascida e criada em 1933, tem feito um trabalho de expansão digno de estudo, com aberturas em quase todas as regiões do país, muitas delas em franchising. O que importa é que o conceito de fabrico artesanal não se perdeu, as receitas mantêm-se inalteradas e tudo é feito com chocolate belga que chega em pepitas e é derretido sem adição de outros ingredientes. Os chocolates podem ser escolhidos tal e qual como numa ourivesaria, numa vitrine que desarma qualquer guloso, mas cá para nós, se vier apenas uma caixa de línguas de gato de chocolate de leite está óptimo. 

Lisboa, doce Lisboa

Brigadeiros - Ponto mais doce da Cidade
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Três sítios para comer brigadeiro

São pequenas bolinhas de felicidade importadas do Brasil, mais especificamente de São Paulo. E não é fácil resistir a este doce que na sua versão mais tradicional é feito à base de leite condensado e chocolate (qual bomba calórica) e com uma preparação relativamente rápida e fácil de reproduzir em casa. Entretanto já há brigadeiros de todos os sabores, do amendoim ao morango, caramelo, caju, limão. Há até uns com nacionalidade luso-portuguesa que mantêm a base de leite condensando mas sabem a arroz doce, pastel de nata ou baba de camelo. Prove os brigadeiros destes três sítios e tire a sua prova dos nove. 

Boubou's - Pavlova
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer pavlova

Parece um bolo meio desfeito mas é na verdade uma pavlova, um bolo com base de merengue feito pela primeira vez em homenagem à bailarina russa Anna Pavlova. Deve ser o equivalente a um espectáculo de fogo-de-artifício na boca, como diria Remy, o rato do Ratatouille, ou seja, deve ser crocante por fora e macio e suculento por dentro. Depois pode ter vários toppings mas o mais habitual são as frutas frescas, dos morangos às cerejas. Se não tem vagar para seguir a receita à risca em casa, e por mais desleixado que este bolo pareça, não é fácil. Siga as nossas sugestões e peça esta sobremesa num destes três sítios. 

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Mousse de Chocolate - Cacué
©Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer mousse de chocolate

É a sobremesa caseira mais segura em todas as festas de aniversário e jantares de família ou amigos. Mas fora de casa, a coisa pode complicar-se. Antes de mais nada porque é facilmente comparável com a da avó, da mãe ou da tia, depois porque os níveis de cacau do chocolate variam facilmente e há quem goste dela mais intensa ou mais cremosa e consistente, outros preferem chocolate com menos percentagem de cacau ou com cheirinho. Nestes três restaurantes em Lisboa, a mousse de chocolate é servida como deve ser. Perfeita para um final de refeição guloso. 

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