Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Novos pratos com sabores do mundo para provar no Sauvage

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Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

Novos pratos com sabores do mundo para provar no Sauvage

As feras do Sauvage foram à procura dos melhores sabores do mundo. No regresso, atacaram a cozinha para recriarem os seus pratos favoritos.

Por Raquel Dias da Silva
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O conceito mantém-se, com uma aliança vencedora entre sabores multiculturais e o melhor da cozinha tradicional portuguesa. Mas as mais recentes propostas do restaurante Sauvage, no Campo Pequeno, apresentam-se mais irreverentes. A nova carta promete “libertar o lado mais selvagem de quem se aventurar” a provar as criações, diz o chef Ricardo Gonçalves. As cores, sabores, aromas e texturas remetem sobretudo para os paladares da cozinha asiática, rica em especiarias, ingredientes exóticos, sabores agridoces e picantes. Ainda assim, não faltam apontamentos de outras geografias, sempre à espera de serem acompanhados pelos cocktails refrescantes inspirados em locais e animais de vários cantos do mundo. A carta de bar, aliás, também foi aprimorada, pelo consultor João Sancheira. Entre as novidades, há nove pratos que merecem a prova e nós apresentamo-los aqui.

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Novos pratos a não perder no Sauvage

Bao de Pato do Sauvage
Bao de Pato do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

1. Bao de Pato

Para entrada, além do camarão panado (9,50€), com panko e molho sweet chili, uma das novas propostas é o bao de pato desfiado, conhecido pela sua massa fofa cozida a vapor, aqui numa versão grelhada.Grelhamos o bao para termos uma textura crocante por fora e fofa e suculenta por dentro”, explica o chef, que complementa a prato com gengibre, couve pak choi, malagueta, cebolete e coentros. Acompanhe com o  cocktail Viper Eyes, um aperitivo com martini com limão e hibiscus.

Preço: 9,50€

Tártaro de Salmão do Sauvage
Tártaro de Salmão do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

2. Tártaro de Salmão

Ainda nas entradas, há um tártaro de salmão fresco, com puré de abacate, chutney de manga, pistáchio, alface chicória e lima.

Preço: 12€

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Salada de Queijo Feta e Agrião do Sauvage
Salada de Queijo Feta e Agrião do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

3. Salada de Queijo Feta e Agrião

Para uma opção mais fresca e leve, o capítulo das saladas tem esta com queijo feta e agrião, com ingredientes tipicamente portugueses com um twist, como os croutons de bolo do caco de tomate. Esta não é uma saladinha básica, porém: o prato inclui ainda batata doce, alface frisada e roxa, nozes, tomate cherry frito e um molho de iogurte de mel e açafrão para envolver tudo.

Preço: 10,50€

Poké de Atum do Sauvage
Poké de Atum do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

4. Poké de Atum

Este poké de atum funde o oriental e o ocidental através da conjugação de ovas de lumpo com rúcula, pepino, cenoura, ovo de codorniz, gengibre e tomate cherry. É acompanhado ainda de noodles de arroz com sésamo e chia.

Preço: 12€

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Camarão Tigre do Sauvage
Camarão Tigre do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

5. Camarão tigre

Acompanhado por massa pevide, com tinta de choco, queijo parmesão e raspas de lima, este é um dos novos pratos principais disponíveis na secção “do mar” da carta. A recomendação de pairing é o arrepiado riesling branco, um vinho encorpado e fresco, com notas de toranja.

Preço: 17,50€

Empada de Novilho do Sauvage
Empada de Novilho do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

6. Empada de novilho

Da terra há esta empada de novilho. Com o molho do estufado, batata doce assada e grelos salteados, perfeita para reconfortar o estômago num dia mais frio. Acompanhe com o  branco vicentino sauvignon blanc ou Luís Pato Rebel, recomendação de pairing de João Sancheira.

Preço: 15€

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Bochechas de Porco Preto estufadas do Sauvage
Bochechas de Porco Preto estufadas do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

7. Bochechas de Porco Preto

Para os carnívoros, destacam-se ainda as bochechas de porco preto estufadas, guarnecidas por puré, ervilhas, crispy bacon e ovo escalfado. Para beber, sugere-se um tinto Lapa dos Gaivões ou Colinas do Douro Reserva.

Preço: 14,50€

Pad Thai do Sauvage
Pad Thai do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

8. Pad Thai

Nas massas, o verdadeiro protagonista é o pad thai, o prato mais popular da Tailândia, servido de forma arrojada, numa caixa de cartão criada de propósito. O pad thai é o prato que mais se aproxima da receita original e por isso trabalhamos a apresentação e decidimos empacotar numa box personalizada com a marca Sauvage.” Os noodles de arroz são acompanhados por ovo, soja, cogumelos, cebolinho, malagueta, tamarindo e legumes.

Preço: 12,50€

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Pudim Abade de Priscos do Sauvage
Pudim Abade de Priscos do Sauvage
Fotografia: Sauvage/ Ogama Midia

9. Pudim Abade de Priscos

O bastante português Pudim Abade de Priscos é aqui reinventado, numa versão feita com toucinho de presunto (como manda a receita), lemon curd e o bosque do gelado de avelã.

Preço: 5€

À mesa

Ovos turcos
©Duarte Drago

Nove pratos com ovos que precisa de provar

Restaurantes

Cozidos, estrelados, mexidos, escalfados, as opções são muitas, mas o veredicto final nunca anda muito longe do prazer. Visual e gustativo, entenda-se. A cidade tem cada vez mais mesas que lhes prestam atenção. Viaje nesta epopeia galinácea em que tudo vale, menos ovos podres.

Fogo - Xerém
©Manuel Manso

Três sítios para comer xerém em Lisboa

Restaurantes

O xerém, habitualmente associado à região algarvia, mas que faz também parte do receituário cabo-verdiano e brasileiro, consiste numa papa de farinha de milho a que são depois acrescentados ingredientes como berbigão, carne de porco, camarão ou amêijoas. Escolha a mesa e prepare o palato porque nós damos-lhe os três sítios para comer xerém em Lisboa. 

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A Pastelaria - Pastéis de feira
©Manuel Manso

Três sítios para comer pastéis de feira em Lisboa

Restaurantes

No Brasil, são conhecidos de duas formas: pastéis de feira ou de vento. O argumento é que, nos de vento, o pastel não tem recheio, conferindo-lhe uma leveza característica. Ao contrário do de feira, recheado. Mas não é fácil chegar a consenso. Lembre-se: de vento ou feira, com ou sem recheio, o que importa é provar sem medidas, e nós dizemos-lhe três sítios para o fazer.

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