Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os três melhores sítios para comer bife na pedra em Lisboa

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casa dos passarinhos bife
©DR Bife na pedra da Casa dos Passarinhos

Os três melhores sítios para comer bife na pedra em Lisboa

Um belo naco de carne, uma pedra a ferver, sal grosso, bons molhos, batatas fritas e voi-lá. Estes são os melhores sítios para comer bife na pedra em Lisboa

Por Mariana Correia de Barros
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Os três melhores sítios para comer bife na pedra em Lisboa

Adega das Gravatas
Fotografia: Ana Luzia

Adega das Gravatas

4 /5 estrelas
Restaurantes Português Carnide/Colégio Militar

Justiça lhe seja feita, é o primeiro sítio que toda a gente, mais ou menos foodie, se lembra quando o assunto é bife na pedra. Esta instituição de Carnide serve naco de novilho ou de lombo na pedra, sempre com dois molhos e sal para os temperos. As batatas, muito boas, são obrigatórias.

Preço: a partir de 13,95€.

Edmundo

Restaurantes Cervejarias Benfica/Monsanto

Clássico benfiquista para ir fora de horas - só fecha às duas da manhã -, tem um generoso naco de lombo na pedra que só consegue ser deitado abaixo por quem esteja verdadeiramente esfomeado. Acredite, a peça é sempre bem grande. Por isso, se vai numa de a dividir, peça antes alguns mariscos para abrir o apetite.

Preço: 16,90€.

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Casa dos Passarinhos
©DR

Casa dos Passarinhos

Restaurantes Português Lisboa

Novilho, vitela ou lombo. Há três hipóteses de escolha neste restaurante tradicional de Campo de Ourique, um dos bons da zona. Qualquer que seja o corte, vem com maionese de alho e molho de cocktail, com sal e uma generosa dose de batatas fritas.

Preço: a partir de 10,95€

Especial carnívoros

 Carne Maturada do Restaurante Atalho Real
Fotografia: Ana Luzia

Os melhores sítios para comer carne maturada em Lisboa

Restaurantes

“Carne maturada é carne desidratada em ambiente controlado. A temperatura e a humidade são factores essenciais. A primeira não deve ultrapassar os dois ou três graus, enquanto a humidade deve ser zero”, explica Luís Miguel Barradas, director I&D do Sea Me Group. Assim sendo, através do processo de dry age, a carne é preservada, evitando a proliferação de bactérias, mas promovendo o desenvolvimento de enzimas. Serão estas enzimas que vão quebrar as fibras da carne, tornando-a mais tenra. 

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Bitoque d'O Bitoque
Fotografia: Arlindo Camacho

Os melhores bitoques de Lisboa

Restaurantes

Provámos dezenas de bifes, mergulhámos o pão em molhos castanhos de origens duvidosas, vimos passar ovos a cavalo, enfrentámos batatas fritas de pacote e voltámos a casa a cheirar a fundo de frigideira.

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