Três sítios para comer pudim Abade de Priscos

Vem do norte e é sem dúvidas o rei dos pudins. Damos-lhe três sítios para comer pudim abade de Priscos em Lisboa
pudim abade priscos do jncquoi
©DR Abade Priscos do JNcQUOI
Por Catarina Moura |
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Açúcar, ovos, vinho do Porto e canela. Claro, indispensável, o segredo: toucinho. O pudim criado por um abade de uma localidade nos arredores de Braga, Priscos, não se come só no Norte. E ainda bem, que este é provavelmente o rei dos pudins. Encontra o campeão nestes três sítios.

Três sítios para comer pudim Abade de Priscos

JNCQUOI
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

JNcQUOI

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Aqui come-se o pudim Abade de Priscos de Miguel Oliveira, o Malagueta Man, que fez deste pudim a sua especialidade. Sedoso e viciante, que ninguém se atreva a aplicar aqui adjectivos como “enjoativo”. A fatia é generosa e vai fazê-lo esquecer outras opções do menu, especialmente se essas opções forem “fruta da época”.

Preço: 9€

o galito
©DR
Restaurantes, Português

O Galito

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar

O restaurante é um clássico alentejano que não precisa de apresentações, mas não é por isso que fecha os olhos às delícias do resto do país. Esta vem originalmente de Braga, mas faz-se hoje com qualidade (e ainda com ovos, açúcar e toucinho) no resto do país. Se quer ser alentejano até à sobremesa, pense antes numa sericaia ou numa encharcada.

Preço: 5,50€.

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Casa dos Ovos Moles - Chiado
©DR
Restaurantes, Pastelarias

Casa dos Ovos Moles

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Os ovos moles que dão nome à casa (e que estão por toda a vitrine) vêm de Aveiro, mas os pudins Abade de Priscos vêm de Braga, são legítimos. Há de quilo (30€), de meio quilo ou em doses individuais, que se podem comer nas lojas da Estrela e do Chiado ou levar para casa.

Preço: 3,50€ a fatia

Restaurantes em Lisboa

Polvo à lagareiro do dom feijão
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Três sítios para comer polvo à lagareiro

Tem de ser cozido e bem cozido para não ficar tipo pastilha-elástica. Depois segue para a grelha ou para o forno, embebido em azeite e acompanhado com batata à murro. No Natal é rara a mesa do Norte que não tenha polvo, mas se for alfacinha, e enquanto não chega a quadra, é ir a um destes três sítios para comer polvo à lagareiro.

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cabidela da adega das mercês, tema 526
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Três sítios para comer cabidela

Se é daqueles que desmaia quando vê sangue, nem se aproxime desta lista. Aqui é frango ou galinha, miúdos, arroz caldoso e sangue avinagrado. Conheça três sítios onde pode deliciar-se com cabidela em Lisboa.

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