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Praia Deserta
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As praias paradisíacas que ainda resistem no Algarve

O Algarve também tem areais quase desertos. Duvida? Descubra estes oásis ao longo da linha de costa algarvia.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Sugerimos três mãos cheias de areais no Algarve que costumam ter espaço para estender a toalha, espetar o guarda-sol e esticar as pernas sem tocar em ninguém. Bem, agora quer-se assim em todo lado, mas estes oásis prometem mais. Não acredita? Fomos do Barlavento ao Sotavento, sempre com os pezinhos de molho, à procura das praias perfeitas para descansar do mundo e fingir que não está no Algarve mas numa qualquer ilha paradisíaca, longe da civilização. Pelo caminho, encontrámos ondas ideais para surfar e areais perfeitos para ver as vistas, ver e ser visto (à distância, claro está) ou até para andar como veio ao mundo.

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As praias paradisíacas que ainda resistem no Algarve

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Para esta ilha-barreira na Ria Formosa, com Qualidade de Ouro e Bandeira Azul, só se vai de barco. Uma vez lá, junto à pequena aldeia piscatória, vai encontrar pescadores atarefados a desembaraçar redes e a esvaziar os covos que usaram para apanhar polvos. No coração da ilha, há bons restaurantes com peixe fresco e as casas caiadas dos cerca de 750 habitantes. Se continuar para a outra extremidade, vai descobrir uma praia, com um areal quase deserto e águas cálidas e tranquilas. Além de poder observar a rica flora das dunas e as espécies de aves que por ali convivem, ainda terá a oportunidade de usufruir de piscinas naturais arenosas e a paisagem sempre em mutação da Barra Grande, a duas horas de caminhada para leste. Mas, atenção, as correntes junto à barra são normalmente muito fortes.

COMO CHEGAR: A partir das carreiras fluviais em Olhão (durante todo o ano) e Faro (no Verão). No Cais de Olhão, há barcos de duas em duas horas, entre as 07.00 e as 19.30. 

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Esta praia surge na desembocadura de um dos vales mais bonitos da região. Com encostas revestidas por um matagal alto de zimbro, é abrigada por afloramentos calcários e uma estreita várzea ocupada por árvores de fruto e vegetação ribeirinha. O areal é curto, mas desenvolve-se na direcção do interior do barranco e as águas acalmam numa pequena baía, com o mar a parecer uma piscina. É óptima para o paddle surf ou simplesmente para ficar a boiar, sem se apoquentar muito com o resto do mundo. É famosa entre os mergulhadores, dada a grande diversidade de espécies marinhas que se escondem entre as rochas no fundo do mar. Nos dias em que o mar está mais agitado, conte ainda com a companhia de surfistas e bodyboarders.

COMO CHEGAR: Entrar na freguesia da Raposeira, seguir em direcção ao Zavial e na última placa virar à direita. Oito minutos depois, num caminho de terra batida, chegou ao destino.

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Praia dos Salgados
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Para lá chegar é preciso atravessar a Herdade dos Salgados, o empreendimento turístico associado ao campo de golfe. Além dos veraneantes que enchem os céus de parapentes, a avifauna é um dos pontos fortes desta praia de areal extenso e troços tranquilos, que contrasta com as restantes praias de Albufeira graças ao cordão de dunas douradas que compõe o cenário de fundo. Para lá das dunas, encontra a Lagoa dos Salgados, por onde passam várias aves migratórias protegidas, como a garça vermelha ou o pernilongo. Mas atenção: deve manter-se afastado da lagoa, importante zona de nidificação, entre caniçais e juncais.

COMO CHEGAR: Na A22, saia para Albufeira-Guia. Na rotunda da Guia, siga as indicações para Albufeira. Vire depois à direita para Vale da Parra-Galé. Na primeira rotunda, saia para a Galé, a partir da segunda tem indicações para os Salgados.

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É um postal e uma das jóias da coroa algarvia. Situada entre as praias da Alagoa e do Cabeço, está abrigada por um pinhal manso que confere à paisagem um tom esverdeado e por onde se passeiam, sem pressas, camaleões – daí o nome pela qual é mais conhecida. O areal é extenso, por isso vai poder esticar a toalha, abrir as cadeiras, enterrar o chapéu de sol e montar o pára-vento à vontade. A areia é branca, a água é cristalina e junto ao mar há um poço a que chamam romano. Mas não se deixe enganar pelo nome que lhe deram: a construção é de meados do século XX e faz parte das ruínas de uma povoação que ali existiu. Lendas à porta, esta praia é óptima para a prática de desportos náuticos, como surf, snorkeling ou ski aquático. Com Qualidade de Ouro e Bandeira Azul, esta praia também é acessível.

COMO CHEGAR: No cruzamento da Estrada Nacional 125 entre Altura e Monte Gordo, basta seguir as indicações. Primeiro vai chegar a um largo com estacionamento gratuito. Mais à frente há outro, pago nos meses de Verão.

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Costuma ser uma das mais concorridas da costa oeste do Algarve, mas joga num campeonato muito diferente dos areais de Albufeira. Fica numa enseada, protegida por altas arribas xistosas, numa zona de elevada importância ecológica e rara beleza natural. O casario da aldeia, que lhe dá nome, serve-lhe de enquadramento, por isso não se esqueça de aproveitar para encher o seu Instagram com boas fotografias. Depois, o areal, que se estende por mais de meio quilómetro, termina a sul na conhecida Pedra da Agulha, uma rocha vertical erguida na água, que se tornou um ícone da costa vicentina. Já nas arribas que envolvem a praia encontram-se habitats prioritários e uma zona de nidificação para diversas espécies de avifauna, como a cegonha-branca. Mais a norte, na Ponta da Atalaia, famosa pelos seus percebes, existem vestígios do maior Ribat muçulmano da Península Ibérica, um convento-fortaleza de grande valor arqueológico. Aí, nesse extremo, é muito frequente a prática de desportos como o surf e o bodyboard.

COMO CHEGAR: Na saída sul de Aljezur, encontra um desvio com sinalização para as praias de Monte Clérigo e Arrifana. Desta vez escolha a segunda.

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É um dos postais mais famosos do Algarve. Arriscamos até dizer que aquela clarabóia na gruta do Algar de Benagil é conhecida em todo o mundo. A praia encontra-se protegida por uma falésia, guardada ao fundo de um vale muito inclinado, junto a uma aldeia piscatória. Em 2014, foi sujeita a uma intervenção que lhe aumentou consideravelmente o areal, tal como aconteceu com outras praias da zona. Para aceder à gruta, o melhor é alugar uma canoa ou ir de barco, mas deve reservar o passeio com antecedência, sobretudo na época alta. Se estiver a pensar nadar até lá, saiba que não é aconselhável, porque as correntes podem ser muito fortes e as marés mudar repentinamente.

COMO CHEGAR: A partir de Lagoa ou da EN 125, vire para sul junto à Escola Internacional do Algarve. Depois basta seguir as indicações para a praia.  

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Nesta vai ser difícil não andar de telemóvel em riste a fazer pirraça aos amigos no Instagram. Fica a meio caminho entre as praias de Dona Ana e da Boneca, e para lá chegar basta seguir na direcção da Ponta da Piedade até ver a placa. Depois tem uma escadaria de madeira, percorrendo uma zona de matos com plantas típicas do barrocal algarvio, apoiada na rocha e com cerca de 200 degraus. Mas vale bem o esforço de descer e trepar cada um deles. Lá em baixo, o areal está protegido do vento pelas falésias recortadas e a água é de aquário.

COMO CHEGAR: Saindo do centro de Lagos em direcção à Ponta da Piedade, a praia encontra-se sinalizada uns metros antes da famosa rocha.

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O caminho até à praia é pedonal, seguindo ao longo de campos agrícolas onde se observam oliveiras e alfarrobeiras de aparência centenária. Com a proximidade do mar, surgem exuberantes matos litorais, com zimbo, carrasco, aroeira e palmeira-anã, a única palmeira nativa da Europa. Aninhada entre arribas douradas, onde são visíveis fósseis marinhos, esta praia em Sesmarias, Albufeira, entre as praias da Guia e da Galé, é das mais abrigadas do vento. É, também, a praia predilecta do ex-presidente da República Aníbal Cavaco Silva. Talvez pela beleza das galerias e grutas resultantes da erosão das águas doces e salgadas sobre a rocha calcária. O areal não é, contudo, muito extenso. É que, embora a praia tenha uso balnear, está classificada como praia de uso limitado uma vez que larga extensão do areal se encontra inserida em zona de risco de derrocada.

COMO CHEGAR: Na estrada principal, ir para a Praia do Castelo. Depois de virar à esquerda, surge a única placa para a Coelha. Virar à direita e logo à esquerda, para uma estrada esburacada. Depois do Hotel Baía Grande, na bifurcação, ir pela esquerda. Estacionar onde der e percorrer 800 metros até às arribas. Ir sempre pela esquerda, por caminhos de terra batida, até chegar à praia.

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Praia da Ilha Deserta
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Se o paraíso existe, ele é capaz de ser parecido com a Ilha da Barreta, nome oficial desta praia mais conhecida por Ilha Deserta. Com um único habitante (o restaurante Estaminé, ali instalado desde 1987), o ponto mais meridional de Portugal prova que ainda existe um Algarve calmo, com mais de dez quilómetros de finas areias brancas e um mar imenso para mergulhar, sem confusões mesmo durante a época alta. Contemplada com Bandeira Azul, tem vigilância e aluguer de toldos e espreguiçadeiras nos meses de Verão, além de ser uma das nove praias naturistas oficiais.

COMO CHEGAR: Apanhar o barco no cais da Porta Nova, junto à muralha do castelo de Faro. Faz viagens entre as 10.00 e as 18.00, de cerca de 35 minutos, o suficiente para contemplar, na maré vasa, os pequenos labirintos de areia, os muito canais e bancos de sapal. Também pode optar por um barco-táxi, mas é bem mais caro.

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Reza a lenda que o nome surgiu por causa de um naufrágio do qual sobreviveu apenas um homem que deu à costa nu. Talvez sugestionados pelo nome da praia, os praticantes de naturismo adoptaram-na e fizeram dela um dos seus lugares predilectos para andarem como vieram ao mundo. Hoje em dia costuma surgir também em guias LGBT nacionais e internacionais. Na extremidade ocidental da Ilha de Tavira, entre a área naturista oficial da Praia do Barril e a barra da Fuzeta, é deserta e selvagem, sem qualquer tipo de apoio, por isso, leve comida, água e protector. Pessoas vestidas também são bem-vindas.

COMO CHEGAR: Não é fácil lá chegar. Antes de tirar a roupa e de se esticar ao sol no longo areal (sempre são 4 km de praia), há que apanhar um aqua-táxi que sai da Fuzeta.

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É difícil não nos sentirmos esmagados pela imponência das altas e escuras arribas de xisto que delimitam a praia. O extenso areal branco, de areia fina, e a pedra da Lage, mais a norte, que parece um castelo emergido do mar, intensificam a sensação de pequenez. É também a norte que os animais marinhos se abrigam, constituindo uma zona rica em peixe e marisco. Quando está maré baixa, é possível vê-los e às algas que habitam as rochas. Com mar de ondulação forte, esta praia, integrada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, oferece ainda excelentes condições para a prática de desportos náuticos, como o surf.

COMO CHEGAR: A partir de Vila do Bispo, seguir em direcção à Praia do Castelejo.

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Foi assim baptizada por causa de um leixão de cor rubra que existe na extremidade sul da praia e que não só se torna no filtro natural perfeito para fotografias ao fim do dia, a contrastar com o negro das escarpas de xisto, como cria uma onda muito desejada pelos surfistas. São eles os seus grandes frequentadores e não vai ser difícil encontrá-los, de prancha debaixo do braço, a descer a pé pelo penhasco. A inclinação é suave, mas o acesso pedonal é difícil, o que ajuda a que esta praia permaneça um paraíso. Já para não falar do aroma a esteva, dos matos endémicos de zimbro e da presença de cartaxos, pousados nos raminhos altos dos arbustos, bem como aves-de-rapina, como os falcões.

COMO CHEGAR: Na estrada de Sagres para o Cabo de São Vicente virar à direita na última saída antes do Cabo. Nos armazéns virar à esquerda e depois logo à direita pela estrada de terra batida.

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Já foi considerada pelo jornal The Guardian como uma das 50 praias mais belas do mundo. Os jornalistas britânicos justificaram-se com o facto de esta “aldeia piscatória ter escapado ao desenvolvimento em grande escala que desfez grande parte da costa sul de Portugal”. Além da beleza natural, tem encantos como as ruínas de uma vila romana e de uma antiga fábrica de conserva de peixe e pegadas de dinossauros com 140 milhões de anos nas paredes rochosas das arribas. Mas não é tudo. Por funcionar como porto de pesca, estando o troço central ocupado por embarcações e alcatruzes, é possível observar os pescadores a regressar depois da faina e petiscar mais tarde o polvo, a moreia ou o sargo, nos restaurantes locais.

COMO CHEGAR: Na EN 125, siga as placas para Salema. Uma vez na vila, é fácil encontrar a praia.

Praia da Barriga
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Não é fácil lá chegar, mas vai agradecer que assim seja. A calma que encontra nesta praia “de beleza feroz”, disse o Financial Times, compensa os quilómetros em terra batida e a falta de sinalização. Surge depois de uma curva apertada na estrada, no troço final de um vale largo e muito verde, e até alcançar o areal, terá de atravessar relvados naturais, que se estendem pela foz de uma pequena ribeira e pelas dunas baixas que a envolvem. Cheia de recantos criados pelo recorte das arribas, tem paredes rochosas laminadas, deformadas pelo impacto das ondas. Não estranhe os banhistas de volta das formações de xisto – há percebes e mexilhões.

COMO CHEGAR: A partir de Vila do Bispo, seguir em direcção à Praia do Castelejo. Depois do desvio para a Cordoama, o caminho de terra batida não está sinalizado. Siga na direcção do Barranco Garcia e depois sempre para norte.

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Praia do Telheiro
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Para quem vem de norte, não tem nada que enganar: é a última praia antes do Cabo de São Vicente. E é um geossítio. O que é isso?, pergunta e muito bem. Nós explicamos. A Praia do Telheiro está para os geólogos como uma mina de ouro está para um garimpeiro. O seu elevado interesse deve-se ao facto de existirem formações rochosas de idades muito afastadas, sendo aliás o ponto de encontro entre o maciço escuro de xisto que aflora na costa ocidental (antiga cadeia de montanhas, muito enrugada e deformada) e a orla sedimentar meridional, composta por arenitos alaranjados, pelo grés de Silves de cor rubra, e por calcários claros, caprichosamente esculpidos. E, agora que já está mais culto, só precisa de convencer o resto da malta com este postal que lhe deixamos.

COMO CHEGAR: É a última praia antes do Cabo de São Vicente. Siga o sinal, estacione no fim da estrada e siga a pé.

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A modesta estância de Carvoeiro, no concelho de Lagoa, já foi considerada a melhor praia da Europa e é conhecida por quase todo o mundo. Outrora uma vila de pescadores, a enseada agora é um porto piscatório, de onde partem muitos barcos para passeios panorâmicos por este pedaço da costa algarvia. O mar não é nem muito quente nem muito frio e as águas são perfeitas para um pouco de paddling. Estando no Carvoeiro, atreva-se a subir pela estrada do Paraíso que percorre a arriba a poente, descobrindo a Praia do Paraíso, uma pequena concha de areia encaixada entre arribas altas. O acesso faz-se através de uma longa escadaria, sinuosa e estreita, mas vale muito a pena.

COMO CHEGAR: É literalmente colada à Vila do Carvoeiro.

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As arribas alaranjadas e as rochas que se erguem das águas azuis e verde esmeralda puseram-na em todos os tops das praias mais bonitas de Portugal e até a Condé Nast Traveler a distinguiu como uma das dez melhores da Europa. O acesso faz-se por 115 degraus, que descem a falésia entre vegetação. Mas prometemos que cada degrau valerá a pena assim que vislumbrar a beleza selvagem. Desde os arcos rochosos às grutas e aos leixões esculpidos pela natureza, até ao habitat marinho que faz as delícias dos fãs de snorkeling.

COMO CHEGAR: A partir de Lagoa, seguir pela EN 125 em direcção a Faro. Antes de chegar a Porches, virar à direita e seguir as placas indicativas.

Mais mergulhos

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Se há programa ideal para aquelas pessoas que, quando o calor começa a dar sinais de vida, só estão bem debaixo de água, é um dia passado na piscina. A praia também é sempre um bom plano – e não faltam bons exemplares no Norte do país, seja no Porto ou em Aveiro, por exemplo, sem esquecer as praias fluviais –, mas compreendemos quem prefira ficar longe da areia e do rio. Prepare-se com antecedência: convoque os amigos e/ou a família, escolha um livro para levar consigo, trate da marmita e aproveite o sol. 

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A praia e as piscinas de hotel não são a única opção se quiser dar uns mergulhos ou ir chapinhar com as crianças. As piscinas naturais, por exemplo, têm muitas vantagens e são mais abundantes do que se possa pensar. Normalmente no meio da natureza, permitem-no observar a beleza selvagem que o rodeia, enquanto nada em águas sem cloro. Já para não falar que são excelentes alternativas para fugir de enchentes. Fomos à procura das piscinas naturais em Portugal mais imperdíveis e partilhamos esta lista para o fazer sair de casa. Aproveite e junte a família. Mas com cuidados, não se esqueça.

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Se vive no Porto e não gosta de perder muito tempo em viagens, opções não faltam. Vila Nova de Gaia, Matosinhos ou Foz têm areal suficiente para estender a toalha e um mar propício a braçadas com estilo. Ainda assim, não deixámos de fora as de Vila do Conde, Espinho e Ovar, bem bonitas por sinal. Nesta lista com as melhores praias do Douro Litoral, vai encontrar praias para toda a família, pensadas para as crianças e para os adolescentes mais radicais que queiram fazer surf ou bodyboard. Bons banhos. De sol e de mar. 

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Está calor e quer ir dar um mergulho para refrescar? Nós dizemos-lhe onde estão as melhores praias no Porto e arredores. E como gostamos muito de si, dizemos-lhe ainda qual a distância desde o centro da cidade até lá, bem como algumas curiosidades pelo meio. Tudo para que tenha um belo dia passado na praia, estendido de perna ao sol.

Caso precise de algum exercício depois de passar o dia deitado a bronzear, vá dar uma volta pelos melhores sítios para andar de bicicleta ou calce as sapatilhas e aventure-se pelos melhores sítios para correr da cidade. 

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Porque nem só de mar vivem as praias de Portugal, dizemos-lhe quais as melhores praias fluviais no Porto e arredores, mas também aconselhamos que conheça as do Minho ou as de Aveiro. Faça-se à estrada e aproveite os dias de sol para banhos de água doce e passeios à beira-rio. A melhor parte é que estes sítios são, regra geral, mais pacíficos. Isto significa que pode estender a toalha sem ter de se preocupar com a proximidade do vizinho, sabendo à partida que encontrar um lugar de estacionamento não vai implicar 30 minutos de espera em filas intermináveis. A quantidade de espaços verdes nestes lugares é outra vantagem. Confira.

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As opções são tantas, que escolher o melhor sítio para estender a toalha e tomar uns banhos de sol torna-se uma tarefa difícil. Para lhe simplificar a vida, fizemos esta lista com as melhores praias de Aveiro. Nela dizemos-lhe tudo o que precisa de saber sobre cada uma e temos sugestões para agradar a gregos e troianos.

Prefere uma praia situada em plena Reserva Natural com dunas a marcarem presença? Check. Gosta de um areal generoso e boas ondas para surfar? Check também. Da nossa parte, o trabalho está feito. Agora, é consigo. 

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