Os melhores percursos de trekking em Lisboa, Sintra e Cascais

“Os 200 Melhores Percursos de Trekking de Portugal” é o novo guia do jornalista Miguel Judas, profissional nestas andanças. Percorremos os de Lisboa e arredores
Parque da Peninha - Sintra
Fotografia: Ana Luzia
Por Renata Lima Lobo |
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Esta nova edição da Saída de Emergência convida-o a sair da rotina com a ajuda de 200 percursos pedestres, de Valença a Faro. Não nos fizemos à estrada, mas pegámos no guia de Miguel Judas e destacamos cinco percursos entre Lisboa, Sintra e Cascais.

Os melhores percursos de trekking em Lisboa, Sintra e Cascais

Palácio Nacional de Sintra
©PSML/Angelo Hornak

Sintra

Cabo da Roca

Pegadas de dinossauros. É na Praia Grande que pode ser observada a passagem dos maiores lagartos da história do planeta pela zona de Sintra durante o período Cretácico (logo a seguir ao Jurássico). Mas tem muito caminho antes de lá chegar. Este percurso de trekking circular tem início e fim no ponto mais ocidental da Europa e ainda o leva a conhecer localidades como a Ulgueira e Almoçageme, mais para o interior.

Distância: 10 km
Dificuldade: Alta

 

Monge

Se for menos rodado na arte do trekking pode optar por um percurso com metade da quilometragem. Começa e acaba no Convento de Santa Cruz dos Capuchos, franciscano, numa rota onde Miguel Judas destaca a “exuberância da vegetação”. Pelo caminho vai encontrar cedros do Buçaco, carvalhos, medronheiros ou urzes. E num dos pontos mais altos da Serra de Sintra vai descobrir o Tholos do Monge, uma sepultura colectiva da pré-história. 

Distância: 4,5 km
Dificuldade: Média

 

Quintas

É ideal para um passeio a dois – dizemos nós, não o autor. A verdade é que o percurso que tem como ponto nevrálgico o Palácio de Sintra, transporta-nos para o período romântico do final do século XIX, tempos de refastelamento da burguesia endinheirada que então se refugiava em Sintra. Além do Palácio de Sintra, Miguel Judas destaca a Torre do Relógio e a Igreja de São Martinho, bem como as quintas da Regaleira e D. Amélia.

Distância: 4,5 km
Dificuldade: Média

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Duna da Cresmina
Fotografia: Ana Luzia

Cascais

Percurso da Duna da Cresmina

É a partir do Núcleo de Interpretação da Duna da Cresmina que vai palmilhar este percurso com apenas dois quilómetros e sempre servido de passadiço. Pequeno, mas intenso: é ao longo do chamado sistema dunar Guincho-Cresmina que vai encontrar charcos, uma fonte de água doce, plantas nativas como a raiz-divina ou a sabina-das-praias, lagartixas-da-areia ou uma ave chamada pilrito-das-praias. E não se preocupe: há painéis informativos que ajudam a identificar tudo.

Distância: 2 km
Dificuldade: Baixa

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Esquilo em Monsanto
©faísca

Lisboa

Rota da Biodiversidade

Achava que por ser em Lisboa ia ser mais fácil? Não. Com quase 15 km, de e para o Jardim Vasco da Gama, em Belém, a Rota da Biodiversidade une a frente ribeirinha da cidade ao Parque Florestal de Monsanto. E, como sabe, é sempre a subir. O objectivo é dar a conhecer a biodiversidade de Lisboa entre 18 pontos de interesse, das matas e bosques às quintas e pomares urbanos. Em cada um desses pontos vai encontrar painéis informativos sobre a fauna e a flora da capital portuguesa.

Distância: 14 km
Dificuldade: Baixa

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200 Melhores Percursos Trekking Portugal

Os 200 Melhores Percursos de Trekking de Portugal, de Miguel Júdice. Editora: Saída de Emergência. 15,50€.

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vertente natural
Fotografia: Arlindo Camacho
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©Jeff Drongowski
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