35 sítios que tem de descobrir no Open House

Entre, as chaves da cidade são suas. Entre os 87 espaços aderentes, há 35 que tem mesmo de visitar
estufa fria
Fotografia: Manuel Manso
Por Renata Lima Lobo |
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Lisboa recebe de braços e portas abertas a sétima edição do Open House, que convida os lisboetas a entrar em 84 espaços únicos que escondem segredos. A Time Out Lisboa traça-lhe um roteiro com 35 locais onde tem mesmo de ir sem bater à porta, porque "mi casa es tu casa" durante este fim-de-semana. Nesta edição há 38 espaços novos e os 46 restantes são espaços repetentes que passaram nas provas noutros anos. Nós espreitámos pelo buraco da fechadura de 35, mas pode sempre espreitar o roteiro completo no renovado site do Open House.

Recomendado: Novos sítios, percursos e um guia de bolso: o Open House está aí

As 35 portas que o Open House abriu

1
garagem conde barao
©José Vicente

Garagem do Conde Barão

Os escritórios do WPP, um dos maiores grupos de publicidade e comunicação do mundo, estão muito bem estacionados, num espaço que foi concebido em 1955 para ser uma garagem com oficinas, estação de serviço e bombas de gasolina. O projecto da arquitecta Ana Costa apostou na preservação e recuperação dos principais elementos da construção da época e criou um novo piso com áreas de lazer, um espaço exterior coberto e ainda outro a descoberto com uma vista de 360º.

Av. 24 de Julho, 62-64. Visitas: Sáb 14.00-17.30

2
Ulisseia
Duarte Drago

Espaço Ulisseia

Os sócios do Vertigo Climbing Center precisavam de um espaço para eventos e acabaram por ter uma bela ideia: transformar um armazém no mesmo prédio, o Edifício Beira-Rio, que acumulasse funções como alojamento local exclusivo para grupos de turistas e como espaço para festas. Com a ajuda da dupla de arquitectos João Quintela e Tim Simon está a nascer um espaço de linhas geométricas bastante interessante.

Av. Infante Dom Henrique, Ed. Beira-Rio, Fracção P. Visitas: Sáb e Dom 15.00-17.30

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3
Empreendimento Prata
Fotografia: Duarte Drago

Empreendimento Prata

Já passaram 20 anos desde que foi divulgado o projecto original do arquitecto Renzo Piano para esta área no Braço de Prata, logo em frente ao futuro Parque Ribeirinho Oriente que, finalizado, terá 38.950 m2. Onde antes morava uma fábrica de material de guerra, está concluída a primeira fase deste empreendimento de luxo onde visitámos um T6 duplex. Nestes prédios não há chaminés: o reticulado que pode ver na imagem permite a ventilação com a ajuda de máquinas que fazem a exaustão necessária. Modernices.

Rua da Cintura do Porto. Sáb e Dom 10.00-17.00. Visitas: Sáb e Dom 10.00-17.00

4
atelier cecilio de sousa
©António Sardo

Atelier Cecílio de Sousa

É o espaço de trabalho do arquitecto Manuel Aires Mateus (mas tire o cavalinho da chuva: não é ele a fazer a visita) que pediu o nome emprestado à rua para o seu ateliê. Trata-se de um edifício que data da viragem do século XVIII para o século XIX. Foi restaurado e mantém elementos cada vez mais raros nos interiores de Lisboa, como pinturas e azulejos.

Rua Cecílio de Sousa, 52. Visitas: Sáb 10.00- 12.30

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5
embaixada da noruega
©Embaixada da Noruega

Embaixada da Noruega

No início dos anos 50, o arquitecto Gomes Bastos apresentou esta grande casa construída entre o betão armado e a pedra, uma obra vencedora do Prémio Valmor em 1952. Lá dentro vai encontrar um “toit terrasse”, um “terraço tecto”, onde a própria cobertura do edifício serve de espaço de lazer. Este foi inspirado no da Villa Savoye, uma casa francesa desenhada por Le Corbusier nos anos 1920.

Av. Dom Vasco da Gama, 1 (Restelo). Visitas: Sáb 14.00 e 15.00

6
Conjunto Urbano Pantera Cor-de-Rosa
Fotografia: Duarte Drago

Pantera Cor-de-Rosa

Foram os arquitectos Gonçalo Byrne e António Reis Cabrita que, nos idos anos 70, baptizaram de Pantera Cor-de-Rosa este projecto edificado em Chelas e inspirado em Gallaratese, um complexo habitacional de Aldo Rossi na periferia de Milão. Mas as pessoas que aqui foram realojadas, descontextualizadas em apartamentos que não escolheram, foram-se apropriando do espaço, criando, por exemplo, portas, janelas e grades onde não as havia.

Rua Norte Júnior. Visitas: Sáb 10.00-13.30

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7
fabrica musa
©Valter Vinagre
Coisas para fazer

Fábrica Musa

icon-location-pin Marvila

Esta fábrica de cerveja artesanal portuguesa instalou-se num armazém abandonado de Marvila e é um dos chamarizes culturais do bairro. O projecto de reabilitação do arquitecto Paulo Moreira para este espaço é minimalista e foi criado um volume de raiz em blocos de cimento pintado e betão em bruto que faz a transição entre a fábrica e o bar.

Rua do Açúcar, 83 (Marvila). Visitas: Sáb e Dom 11.00-15.00

8
edificio castil
©FG+SG
Compras, Centros comerciais

Edifício Castil

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Da autoria do ateliê Conceição Silva, no qual se inclui o arquitecto Tomás Taveira, foi o primeiro grande centro comercial da cidade. Inaugurado em 1973, é hoje um Imóvel de Interesse Público. Uma das grandes novidades na altura foi a criação de uma praça interna de acesso às lojas. Foi também o primeiro centro comercial a ter um sistema de bilhetes para estacionar o carro.

Rua Castilho, 39. Visitas: Sáb 10.00-17.30

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9
Biblioteca de Marvila
Fotografia: Duarte Drago
Atracções, Bibliotecas, arquivos e fundações

Biblioteca de Marvila

icon-location-pin Marvila

Inaugurada em Novembro de 2016, é a maior biblioteca de Lisboa e está sempre muito animada, com uma agenda de eventos focada num público mais jovem, sem contar com um coro infantil ou um grupo de teatro. O espaço é de entrada livre todo o ano, mas há uma sala que serve propósitos mais específicos: a Sala José Gomes Ferreira, que homenageia o escritor português, pai do arquitecto desta biblioteca, Raul Hestnes Ferreira, que morreu no início deste ano. É aqui que acontecem tertúlias ou os ensaios do coro infantil, onde a maestrina é a única pessoa autorizada a tocar na pianola dos anos 20 que pertenceu ao escritor (a sua segunda mulher é que a usava). Aqui também encontra a sua secretária, datada do século XIX.

Rua António Gedeão. Visitas: Sáb e Dom 10.00-12.00; 15.00-17.00

10
Four Seasons Hotel Ritz Lisbon
Hotéis

Ritz Four Seasons Hotel Lisboa

icon-location-pin São Sebastião

Havia um par de hotéis bem falados internacionalmente, lá isso havia, mas nada que enchesse as medidas. Até que nasceu o Ritz, em 1959, com uma festa de inauguração badalada, com cerca de dois mil convidados, e o requinte dos hotéis franceses na decoração exuberante e no serviço exemplar. O luxo mantém-se e este cinco estrelas ainda é um dos mais concorridos da capital.

Rua Rodrigo da Fonseca, 88. Visitas: Dom 10.00-13.00

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11
Biblioteca Nacional
©DR
Atracções, Bibliotecas, arquivos e fundações

Biblioteca Nacional

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Quando pensar no maior património bilbiográfico de Portugal, pense em Bilbioteca Nacional, esse projecto arquitectónico de Porfírio Pardal Monteiro. Fica na Cidade Universitária de Lisboa, no Campo Grande, para onde se mudou no Estado Novo devido à exiguidade do Convento de São Francisco, anterior morada. Na verdade, fique a saber que a bilbioteca é bem mais antiga — remonta a 1796, e chamava-se então Real Biblioteca Pública da Corte.

Campo Grande, 83. Visitas: Sáb 15.00

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percurso central tejo, maat, bastidores
Museus

MAAT – Central Tejo

icon-location-pin Belém

Integrada no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, a antiga termoeléctrica primeiro iluminou a Avenida da Liberdade e a Avenida 24 de Julho. Depois electrificou toda a cidade, e se fosse preciso voltaria a funcionar. Hoje é possível percorrer todos os espaços que estavam fechados graças ao percurso "Circuito Central Elétrica", visitas guiadas que acontecem no primeiro domingo de cada mês, pelas 16.00. Aviso: se for fazer o percurso não leve saltos altos. Nem as vertigens.

Avenida de Brasília. Sáb 12.00-18.00; Dom 15.00-18.00

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13
MAAT
Fotografia: Arlindo Camacho
Museus

MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

icon-location-pin Belém

Um projecto da Fundação EDP, o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia já está mais do que consagrado nas iniciais MAAT. As suas formas arquitectónicas marcaram o ano de 2016 na cidade, justificando frutíferas romarias à zona de Belém. Afinal, mais que não fosse, esta estrutura assinada pela britânica Amanda Levete e o pôr-do-sol em fundo ficam mesmo a matar numa foto para partilhar nas redes.

Avenida de Brasília. Sáb e Dom 16.00

14
WASTED RITA Solo Show at Underdogs10 Human beings - God's only mistake 27/03/2015
©DR
Arte

Galeria Underdogs

icon-location-pin Marvila

Nascida em 2010 num armazém colossal do Braço de Prata, por aí passam alguns dos mais mediáticos artistas da actualidade – de Wasted Rita a Alexandre Farto, conhecido por Vhils. Tanto é espaço de exposição como lugar para residências artísticas e, por falar em versatilidade de funções, tem a sua irmã no Cais do Sodré: a Art Store, nascida em 2014, onde além de se comprar arte também se come um bagel ou bebe um café artesanal.

Rua Fernando Palha, 56. Visitas: 11.00-20.00

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15
hub criativo do beato
©Arquivo Manutenção Militar
Restaurantes

HUB Criativo do Beato

icon-location-pin Grande Lisboa

É um dos grandes projectos da cidade, acolhe o municipal Hub Criativo do Beato e há mais novidades a caminho, como é o caso da The Browers Company, uma marca de cerveja da Super Bock, que encomendou o projecto a Eduardo Souto de Moura. A antiga Manutenção Militar foi fundada em 1897 e garantia o fornecimento de alimentos ao Exército Português graças às diversas fábricas deste complexo: moagem, fábrica de pão, fábrica de bolacha, fábrica de massa, torrefacção, entre outras. São 30 mil metros quadrados para descobrir.

Rua da Manutenção, 118. Visitas: Sáb e Dom 10.00-13.00

16
Time Out Market Lisboa
Coisas para fazer, Mercados e feiras

Time Out Market Lisboa

icon-location-pin Cais do Sodré

O povo chamou-lhe a Mesquita do Nabo, muito por culpa da cúpula do mercado, um projecto dos anos 30 da autoria do engenheiro Francisco Ressano Garcia que devolveu o Mercado da Ribeira a Lisboa, após um grande incêndio em finais do século XIX e várias ampliações que resultaram numa demolição em 1926. Hoje acolhe o nosso primo Time Out Market.

Av. 24 de Julho. Visitas: Sáb 10.00–21.30; Dom 10.00-17.30

A Time Out diz
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17
FG+SG
Coisas para fazer

Centro de Inovação da Mouraria

icon-location-pin Santa Maria Maior

É a chave da reabilitação da vida urbana nesta zona da cidade e, mais que isso, serve de incubadora para as indústrias criativas e culturais que brotam pela cidade. O Centro ocupa uma antiga casa senhorial do século XV onde só as paredes ficaram para contar a história. Os materiais contemporâneos reforçam e iluminam o espaço.

Travessa dos Lagares, 1. Visitas: Sáb 10.00-17.30

18
Coisas para fazer

Igreja Sagrado Coração de Jesus

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Certamente já terá passado por esta Igreja sem dar conta dela. A marota passa despercebida mas merece toda a nossa atenção. Não é uma igreja comum, vai beber ao modelo de igreja romana primitiva onde o betão é o elemento central. Em 1975 ganhou o Prémio Valmor.

Rua Camilo Castelo Branco, 4. Visitas: Sáb 10.00-12.00, Dom 15.00-17.00

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19
<p>Pestana Palace Lisboa</p>
Hotéis

Pestana Palace Lisboa

icon-location-pin Alcântara

Depois da sua morte, o edifício esteve ao abandono mais de 60 anos, até ser comprado pelo grupo Pestana, que reconheceu neste Petit Trianon um diamante em bruto. Só em 2001, depois de ser elevado a Monumento Nacional, é que abriu ao público como Pestana Palace, a jóia da coroa do grupo hoteleiro e já considerado um dos melhores hotéis de luxo do mundo – Madonna que o diga, que já por cá passou. Dos 193 quartos e quatro suítes, a suíte D. Carlos, a maior do hotel, em homenagem ao penúltimo monarca português, é exactamente aquilo que se espera de um aposento real.

Rua Jau, 54. Visitas: Dom 14.00-17.30

A Time Out diz
20
Museu nacional dos coches
©MNCoches
Museus

Museu Nacional dos Coches

icon-location-pin Belém

É uma colecção única no mundo e respira melhor desde que em 2015 passou para um novo edifício na Avenida da Índia, a poucos metros do antigo Picadeiro Real, a primeira morada dos coches a partir de 1905, onde ainda existe um núcleo expositivo. Quase desde a sua fundação que se sentia a necessidade de um espaço maior, o que só aconteceu mais de 100 anos depois. O primeiro coche a entrar no novo museu foi o Landau do Regicídio, talvez o mais icónico da colecção composta por viaturas de gala e de passeio dos séculos XVI a XIX, provenientes da Casa Real Portuguesa, da Igreja e de colecções particulares.

Avenida da Índia, 136. Sáb e Dom 10.00-17.00

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21
gaivotas 6
Fotografia: Ana Luzia
Arte, Centros de artes

Rua das Gaivotas 6

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Mais do que apenas teatro, a casa dos Praga é o sítio perfeito para misturar expressões artísticas diferentes. Assenta perfeitamente no espaço e fica sempre bem ao anfitrião abrir as portas a outros autores e companhias. O teatro não é a única atracção. Há uma biblioteca bem recheada ao dispor das visitas.

Rua das Gaivotas, 6. Visitas: 14.00-17.30

22
teatro thalia
©DR
Teatro

Teatro Thalia

icon-location-pin Sete Rios/Praça de Espanha

"Hic Mores Hominum Castigantur". Podia ser um feitiço vindo de um mundo mágico criado por JK Rowling, mas significa "Aqui serão castigados os costumes dos homens" e pode ler-se na fachada deste teatro. Construído em 1820 como teatro privado do conde Joaquim Pedro Quintela, na verdade o que foi castigado foi o próprio edifício, vítima de um incêndio em 1862 e do qual só sobrou a fachada. Esteve abandonado mais de 150 anos até que passou para as mãos da Secretaria-Geral da Educação e Ciência, que em 2010 decidiu requalificar o teatro com um projecto de arquitectura dos ateliês dos arquitectos Gonçalo Byrne e Bárbara Lopes. Hoje o espaço recebe mensalmente concertos da Orquestra Metropolitana de Lisboa e é possível alugá-lo para eventos privados.

Estrada das Laranjeiras, 211. Visitas: Sáb 15.00-17.30; Dom 10.00-17.00

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estufa fria
Fotografia: Manuel Manso
Atracções

Estufa Fria

icon-location-pin São Sebastião

Começou por ser apenas um local de abrigo para plantas, mas hoje é possível passear por entre os seus lagos, cascatas, estátuas e uma colecção que compreende centenas de espécies vindas de todo o mundo. Na verdade, a Estufa Fria é a área principal deste jardim, onde não existe qualquer sistema de aquecimento, mas sim ripas de madeira amovíveis que controlam a intensidade da luz e, por consequência, a temperatura do espaço. Isso é trabalho para outra área, a Estufa Quente, com 3000 metros quadrados e uma cobertura em vidro que aquece o ambiente para as plantas dos climas tropicais como a mangueira ou a bananeira. Há ainda uma terceira área, a mais pequena, chamada Estufa Doce. Esta é a casa das Cactáceas, cujo membro mais famoso é o cacto.

Parque Eduardo VII. Visitas: Sáb e Dom 10.00-17.15

A Time Out diz
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Atelier-Museu Júlio Pomar, Lisboa Fevereiro 2013
©Luísa Ferreira
Museus

Atelier-Museu Júlio Pomar

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Inaugurado a 5 de Abril de 2013, com projecto de Álvaro Siza Vieira, o Atelier-Museu Júlio Pomar surgiu no lugar de um armazém do século XVII. Tem um acervo de 400 obras entre pintura, escultura, desenho, cerâmica, tudo pertencente à Fundação Júlio Pomar. É, por isso, um museu que pretende homenagear a importância de Júlio Pomar. E chega.

Rua do Vale, 7. Visitas: Sáb e Dom 10.00-12.30; 14.00-17.30

A Time Out diz
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25
Museu do dinheiro
Fotografia: Arlindo Camacho
Museus

Museu do Dinheiro

icon-location-pin Baixa Pombalina

O museu dedica-se ao dinheiro, mas não lhe pede nem um cêntimo para entrar. Começou por ser a Igreja de São Julião (em finais do século XVIII) e depois caixa forte e estacionamento do Banco de Portugal. Até que em 2007 se decide devover-lhe alguma dignidade. Inaugurado em 2016 e com uma forte aposta na interactividade, aqui é possível percorrer a história do dinheiro e a sua relação com a sociedade e ainda aceder ao Núcleo de Interpretação da Muralha D. Dinis, contruída no século XIII. Pode também cunhar uma moeda à sua imagem e tocar numa barra de ouro de 12kg.

Largo de S. Julião. Visitas: Sáb e Dom 10.00-19.00

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Museu Calouste Gulbenkian
© Lydia Evans / Time Out
Atracções

Fundação Calouste Gulbenkian

icon-location-pin São Sebastião

Muito temos que agradecer ao senhor Calouste Gulbenkian. Enquanto mecenas criou uma das maiores estruturas lisboetas no que à promoção da arte diz respeito. Inaugurada em 1969 a Fundação Calouste Gulbenkian tem um jardim que se tornou um dos símbolos da capital, como lugar de descanso e leitura. Recebe concertos (quase sempre de música erudita ou de jazz), tem um museu dedicado à arte contemporânea, auditórios, bibliotecas, até tem uma orquestra.

Avenida de Berna, 45A. Visitas: Sáb e Dom 10.00-18.00

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27
Mercado Novos e Usados do CCB
©CCB
Atracções

Centro Cultural de Belém

icon-location-pin Belém

O projecto do italiano Vittorio Gregotti e do português Manuel Salgado dá espaço a exposições temporárias e, desde 2006, à colecção Museu Berardo. E ainda às artes performativas, do teatro à ópera, não esquecendo a dança.

Praça do Império. Visitas: Sáb 10.00-18.00

28
Exposição Risco no Pavilhão do Conhecimento ( 2016)
©DR
Museus, Ciência e tecnologia

Pavilhão do Conhecimento

icon-location-pin Parque das Nações

Fascinante para miúdos, corre o risco de ser surpreendente também para os adultos. O Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva é o museu de ciência nascido em 1999 no Pavilhão do Conhecimento dos Mares da Expo 98. O edifício foi desenhado pelo arquitecto Carrilho da Graça e acolhe uma exposição permanente e várias exposições temporárias simultâneas.

Largo José Mariano Gago, 1. Visitas: Sáb e Dom 11.00-18.00

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29
capitólio
©Armindo Ribeiro/CML
Coisas para fazer

Cineteatro Capitólio

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Depois de profundas obras de reabilitação, esta sala histórica do Parque Mayer reabriu em Novembro de 2016 com 400 lugares sentados. Inicialmente projectado pelo arquitecto Cristino da Silva. Esta sua reabilitação saiu vencedora do Prémio Valmor 2013-2016, um projecto do arquitecto Alberto Souza Oliveira que recupera parcialmente o projecto original que com o passar dos anos foi sofrendo alterações. É reposta a grande sala, cujas laterais se abrem para o espaço exterior, foi ampliada a capacidade de utilização e apetrechamento técnico, agora compatível com as exigências e versatilidade das produções contemporâneas.

Travessa do Salitre, 35. Visitas: Dom 13.00-17.30

30
 Teatro Luís de Camões
@Fernando Guerra
Miúdos

LU.CA – Teatro Luís de Camões

icon-location-pin Belém

Foi durante décadas a morada do histórico Belém Clube e acaba de ganhar uma nova vida. O Teatro Luís de Camões, na Calçada da Ajuda, chama-se agora LU.CA e é um espaço pensado em exclusivo para as crianças e o público jovem. Todo o programa foi desenhado e pensado pelo serviço educativo do Maria Matos, que passa agora a desenvolver aqui o seu trabalho, depois da reorganização dos teatros municipais levada a cabo pela autarquia. Tem programação o ano inteiro.

Calçada da Ajuda, 80. Visitas: 10.00-13.00, 18.00-19.00; Dom 10.00-13.00

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31
Cinema Ideal
©DR
Filmes

Cinema Ideal

icon-location-pin Bairro Alto

Por aqui já passou o Salão Ideal, o Cinema Ideal (versão 1.0), o Cine Camões e o picante Cine Paraíso. O actual Cinema Ideal, embora numa versão moderna inaugurada em 2014, acaba por ser o mais antigo cinema de Lisboa em funcionamento e a programação tem um especial carinho por produções europeias.

Rua do Loreto, 15-17. Visitas: Sáb 11.30-12.30

32
casa dos bicos
©DR
Atracções

Casa dos Bicos

icon-location-pin Santa Maria Maior

Copiado o modelito ao italiano Palácio dos Diamantes, edificou-se no século XVI esta casa, que chegou a funcionar como armazém de bacalhau. A que começou por ser a Casa dos Diamantes (propriedade de Brás de Albuquerque, filho do vice-rei da Índia, Afonso de Albuquerque) depressa foi rebaptizada pelo povo, que em vez de diamantes viam bicos. Em 2012, transformou-se na sede da Fundação José Saramago, um espaço público onde acontecem exposições, recitais, conferências, cursos ou seminários e morada do Núcleo Arqueológico da Casa dos Bicos, com vestígios que começam na ocupação romana.

Rua dos Bacalhoeiros, 10. Visitas: 10.00-17.30

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Apartamento Arriaga

O dono deste apartamento foi também o arquitecto que o projectou. Paulo Albuquerque Goinhas quis mostrar a sua obra, sobretudo a trabalheira que teve a fazer o chão da cozinha — pedra a pedra.

Rua Presidente Arriaga, 98. Visitas: Sáb e Dom 14.00-17.30

34
NELSON_GARRIDO

Santa Clara 1728

Bem perto de onde mora o Eusébio e a Amália, um palacete do séc. XVIII transformou-se numa sumptuosa casa de hóspedes, a Santa Clara 1728. A pedra calcária de lioz, o azulejo tradicional e a madeira ditam o estilo desta recriação de uma casa senhorial.

Campo de Santa Clara, 128. Visitas: Sáb e Dom 14.30

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Coisas para fazer

Terminal de Cruzeiros de Lisboa

icon-location-pin Alfama

Tem capacidade para 1,8 milhões de passageiros e um cais com 1490 metros de comprimento. Uma obra do arquitecto Carrilho da Graça, inagurada em 2017, que também inclui um terraço panorâmico, um novo espaço público com vista priviligiada para o Tejo e para os milhares de turistas que transbordam para a frente ribeirinha de Lisboa. E acumula funções como espaço para eventos.

Avenida Infante D. Henrique. Visitas: Sáb e Dom 10.00-13.30

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