Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right ‘Friends: The Reunion’ espreme a nostalgia até à última gota
Televisão, Séries, Friends: The Reunion (2021)
©DR Friends: The Reunion

‘Friends: The Reunion’ espreme a nostalgia até à última gota

A maioria das pessoas, incluindo os criadores de ‘Friends’ e os seus seis intérpretes, concorda que seria um erro retomar a série. Mas ‘Friends: The Reunion’ é outra história.

Por Eurico de Barros
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★★★☆☆

Muita saudade, algum Botox e Matt LeBlanc com muitos pneuzinhos. Assim se podia resumir Friends: The Reunion (HBO), que foi feito, não por se assinalar uma qualquer data redonda relacionada com a série (que durou de 1994 a 2004), mas sim para marcar o lançamento do HBO Max, que estava previsto para 27 de Maio de 2020 e acabou por ser adiado por causa da pandemia.

A esmagadora maioria das pessoas, a começar pelos criadores de Friends e os seus seis intérpretes, está de acordo que seria um erro retomar a série. Friends acabou bem, com lógica, com limpeza e sem deixar nenhum fio solto; pertence aos anos 90 e é emblemática desses tempos em que a internet, o streaming e as redes sociais não tinham substituído a experiência da fruição colectiva e em simultâneo da televisão; e teria hoje que passar pelo crivo censório da cultura do cancelamento e da ideologia woke, e ficaria irreconhecível.

Friends: The Reunion é assim um reencontro do elenco (principal e algum do secundário) e seus criadores, no cenário original reconstruído para o efeito e numa entrevista a James Corden, salpicado de homenagens de fãs, quer famosos, quer anónimos de todo o mundo, mais imagens nunca vistas (bloopers e outros). E sobretudo, muita, muita nostalgia espremida até à última gota.

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