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Photo: Courtesy of Paramount Pictures

Os melhores filmes de terror na Netflix

Estes são os melhores filmes de terror na Netflix, ideais para uma noite sem pregar olho.

Por Editores da Time Out Lisboa
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A história do cinema de terror já vai longa. Desde o início do século XX que inúmeros realizadores expandem e redefinem os limites do género. Esta amplitude referencial e estética está bem patente na nossa lista dos 100 melhores filmes de terror de sempre. Já a oferta de filmes de terror na Netflix é muito limitada, mas encontram-se lá clássicos absolutos como A Semente do Diabo (1968, na foto), de Roman Polanski, ou Shining (1980), de Stanley Kubrick. E uns quantos filmes mais recentes, com destaque para Um Lugar Silencioso (2018), de John John Krasinski.

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Os melhores filmes de terror na Netflix

1. A Semente do Diabo (1968)

Roman Polanski sempre foi, como se costuma dizer, um realizador de confiança, capaz de abordar diversos temas de maneira criativa. Em 1968, mesmo no início da sua vida na América, aproveitando o êxito da sua sátira ao cinema de vampiros, Por Favor Não Me Morda o Pescoço, dirigiu um dos mais psicologicamente assustadores filmes de terror. Precisou de uma boa e esquinada história, adaptada por Gérard Brach de um romance de Ira Levin, de dois actores de categoria – Mia Farrow e John Cassavetes –, uma casa gótica e uma carrada de imaginação na colocação das câmaras e na obtenção de cada plano para deixar muito boa gente a pensar melhor na maternidade.

2. Shining (1980)

Shining é um filme icónico, uma obra-prima claustrofóbica, com sangue a transbordar em catadupas de elevadores. Mas, diga-se desde já que Stephen King, autor do romance original, não ficou nem um bocadinho impressionado. Segundo afirmou, Stanley Kubrick, além de céptico em relação a fantasmagorias, era homem que pensava demais e sentia pouco. Para King, o cineasta tinha extirpado os elementos sobrenaturais da história, ao caracterizar Jack Torrance (Jack Nicholson) como torturado pelo alcoolismo e não por fantasmas. Para outros, provavelmente a maioria, a obra de Kubrick é um arrepiante estudo sobre o caminho para a insanidade e a frustração do falhanço.

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3. O Renascer dos Mortos (2004)

Como muito bem sabem os aficionados de The Walking Dead, os zombies não só estão para durar como o cinema e a televisão que tratam das suas aventuras não lhes dão descanso. Pelo que não admira que em 2004, Zack Snyder, com argumento de George A. Romero, se atirasse a nova versão do clássico. O que admira é como o realizador enfrentou a sombra de um passado tão honroso e trouxe o tema para a actualidade, equilibrando cenas de violência ao mesmo tempo nojentas e arrepiantes com deliciosos pormenores sobre as personagens interpretadas por Sarah Polley, Ving Rhames e Mekhi Phifer.

4. Hostel (2005)

Três jovens americanos que andam na Europa em férias low budget, rumam à Eslováquia, onde lhes foi dito que há bebida barata e as mulheres são "fáceis" e adoram homens dos EUA. Quando lá chegam, instalam-se num hostel e envolvem-se logo com raparigas locais. Drogados com tranquilizantes, acordam nas mãos de um grupo que os vai torturar e mutilar. Exemplo da chamada "torture porn", Hostel deu origem a um protesto do Departamento de Turismo eslovaco, e foi fortemente criticado no parlamento do país. Teve duas continuações.

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5. Distrito 9 (2009)

Ninguém esperava um filme assim. Distrito 9 é produção de orçamento curto, primeira obra do realizador Neill Blomkamp, rodada na África do Sul. Não há estrelas entre o elenco e as referências culturais são obscuras. No entanto, é descarada a consciência política, e a brutalidade da violência é preenchida com terror no grau extremo da escala. Com certeza por isso, esta história de um homem que dá por si infectado por um esporo de origem extraterrestre rendeu mais de 200 milhões de dólares e foi nomeado para o Óscar de Melhor Filme. Nem tudo é perfeito, mas é sem dúvida entretenimento do mais vicioso, carregado de humor sombrio e sem qualquer medo de ser diferente.

6. Um Lugar Silencioso (2018)

A Terra é invadida e devastada por monstros alienígenas cegos, mas hipersensíveis ao ruído. Para sobreviver, os humanos têm que se habituar a existir no mais absoluto silêncio, como a família liderada por John Krasinski (que também realiza), numa quinta no interior dos EUA. Partindo desta premissa, Krasinski e os seus co-argumentistas, Bryan Woods e Scott Beck, alinham uma série de situações de suspense esfrangalha-nervos, em que um simples prego saliente numa escada ou uma inundação numa cave podem ser fatais. Com Emily Blunt, que é mulher de Krasinski, na mãe, e a óptima Millicent Simmonds, que é surda-muda, na filha com a mesma deficiência.

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Era quase impossível encontrar melhor timing para lhe darmos conteúdo deste. Sim, deste que requer pouco mais do que agarrar no comando, sentar-se ou deitar-se, ajeitar as almofadas, escolher o conteúdo e carregar. Fácil ao nível do exercício físico, talvez não tanto ao do psicológico. É que são 22 filmes originais Netflix, o que quer dizer que há muita coisa à qual deitar o olho.

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