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Cinco coisas que não sabe sobre o Museu Rafael Bordalo Pinheiro

Fomos em busca dos segredos do museu e da arte do maior caricaturista português de sempre.

©Museu Bordallo Pinheiro

Aproveite o 100º aniversário do museu para fazer uma visita ao Zé Povinho, às andorinhas e a milhares de outras gravuras e peças de cerâmica do artista alfacinha. 

Cinco coisas que não sabe sobre o Museu Rafael Bordalo Pinheiro

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É o museu mais antigo do país dedicado a um artista

Abriu ao público há 100 anos, em 1916, na moradia de Artur Ernesto de Santa Cruz Magalhães, um poeta e coleccionador apaixonado pela obra de Rafael Bordalo Pinheiro, que fundou o museu com a sua colecção privada. A casa só por si já seria digna de visita: recebeu uma Menção Honrosa do Prémio Valmor em 1914. O museu pertence à Câmara Municipal de Lisboa desde 1924, uma oferta preciosa de Cruz Magalhães, que não pediu um cêntimo para a realização do museu.

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Veja o manguito original

A Rafael Bordalo Pinheiro associamos a figura de Zé Povinho, que tem direito a um núcleo só para ele. Aqui encontra o primeiro desenho publicado no nº5 do jornal Lanterna Mágica, fundado por Bordalo Pinheiro, em 1875. É a primeira aparição pública do adepto dos manguitos.

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Uma colecção composta por milhares de peças e documentos

Hoje esta casa tem cerca de 1200 peças de cerâmica, 3500 gravuras, 3000 desenhos e pinturas originais, 900 fotografias da época, 3000 publicações e um acervo documental com a colecção privada do fundador.

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Um zoo de cerâmica no jardim

Cobras, lagartos, vespas, lobos, gatos, peixes, rãs. A fauna do jardim do museu, remodelado em 2011, é variada, quase a competir com o zoo, não fossem estes animais feitos em cerâmica. A ideia de encher o espaço verde com criações de Bordalo Pinheiro foi de Catarina Portas, e Joana Vasconcelos ficou responsável por distribuir pelo espaço a bicharada oriunda da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, que com esta encomenda evitou o encerramento.

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Coisas de família, em família devem ficar

No museu existe um retrato de Rafael Bordalo Pinheiro, pintado em 1891 pelo seu irmão mais novo, Columbano Bordalo Pinheiro, avô do nosso contemporâneo e também artista Bordalo II.

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