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Os melhores bares gay de Lisboa

Não há desculpas para não sair do armário. De quartos escuros a bares fetichistas, de discotecas onde se dança nu aos melhores sítios para beber um copo ao fim do dia, eis o roteiro dos melhores bares gay da cidade

Fotografia: Ana Luzia

Os primeiros bares gays em Lisboa começaram a espreitar pela fresta do armário nos anos 60. Hoje, os dedos de duas mãos não chegam para os contar. Este é só um sinal de que a cidade está cada vez mais arejada e pronta para acolher toda a gente. 

Os melhores bares gay de Lisboa

Bar Cru

Toque à campainha e espere que um dos anfitriões lhe venha dar as boas-vindas. Ao fundo, fica a pequena loja com o essencial à sobrevivência de um verdadeiro apreciador de cabedal. A terça e o domingo são os dias em que a clientela dança como veio ao mundo. A qualquer dia da semana, festa é festa, e no Bar Cru todas acabam da mesma maneira: com convívio. 
 
Rua de São Marçal, 170. Dom-Qui 17.00-03.00, Sex-Sáb 17.00-04.00. Entrada: 5€.

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Princípe Real

Bar Pride

Inaugurado em Outubro depois de uma má experiência com uma discoteca perto da Conde Redondo (a Pride Disco Lisbon), desde que abriu no espaço do antigo Salto Alto anda cheio até à porta, ao ponto de os clientes entrarem em negação quando chega a hora de ir embora. 

Rua da Rosa, 159. Qua-Qui 22.00-02.00, Sex-Dom 22.00-03.00. 

Construction

Este ano, o Construction sofreu obras e, quando reabriu, já era outro. Mais moderno e a piscar o olho ao público hetero, a alternativa ao Trumps voltou mais sofisticada. Uma pista maior, projecção de vídeo e ainda um bar de cocktails no segundo andar, só para ir aquecendo. No quarto escuro é que ninguém toca. Continua lá, com cabines ao dispor dos mais afoitos. 
 
Rua Cecílio de Sousa, 84. Qui-Sáb 00.00-06.00. Entrada: a partir de 8€.

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Princípe Real

Drako Club

Lá dentro, há 150 metros quadrados de recreio para homens: uma zona de chill out, uma área dedicada a BDSM, onde não faltam o sling e o quarto escuro, cabines privadas, um espaço para chuva dourada e ainda uma cama colectiva, perfeita para as orgias de terça à noite. À quinta, o que dá é o nu integral, enquanto as sextas são dedicadas ao naked dancing
 
Rua Nogueira e Sousa, 11. Ter-Qui 18.00-03.00, Sex-Seg 16.00-04.00. Entrada: a partir de 6€.

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Etílico

O bar Etílico, que durante alguns anos esteve no armário, vai começar a poupar na conta da luz. Pelo menos à quinta-feira. Todas as primeiras quintas de cada mês acontecem as Dark Nights, com luzes baixas e "recantos mais íntimos", dizem eles. Há noites temáticas e karaoke e é um bom sítio para ir beber um copo durante a semana, com a happy hour a acontecer todos os dias entre as 21.00 e as 23.00. 

Rua Grémio Lusitano, 8. Ter-Qui 21.00-02.00, Sex e Sáb 21.00-03.00. 

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Bairro Alto

Finalmente

Aberto todos os dias, o histórico bar gay do Príncipe Real (que celebra 40 anos de vida) tem como anfitriã artística a transformista mais popular da cidade. Deborah Krystall (estrela do filme Morrer Como Um Homem) começa o espectáculo às três da manhã, num palco pequeno para tantas plumas e reservado à segunda-feira para a noite Lugar às Novas. 

Rua da Palmeira, 38. Todos os dias 00.00-06.00. Entrada: consumo mínimo 7€. 

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Chiado/Cais do Sodré

Purex

Carregado de mobiliário reciclado kitsch, o mais famoso bar gay friendly do Bairro Alto é um dos locais de eleição para a comunidade LGBT e também muito graças à programação imaginativa. Chegar cedo dá direito a beber um copo descansado, mas com o avançar da noite e da música o convívio estende-se até à rua. 

Rua das Salgadeiras, 28. Seg-Qui e Dom 22.00-02.00, Sex e Sáb 22.00-03.00).

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Bairro Alto

Sétimo Céu

Mais um bar que comemorou um aniversário redondo este ano. Aberto há 20 anos numa antiga taberna, é um baluarte gay localizado no que é conhecido como pink corner. Este ponto de encontro da comunidade LGBT foi um dos primeiros bares a vender caipirinha no Bairro, uma espécie de bebida da casa. 

Travessa da Espera, 54. Seg-Qui 22.00-02.00, Sex e Sáb 21.00-03.00. 

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Bairro Alto

The Cock

Tem bar, uma pista de dança e uma série de cabines. Abre só ao fim-de-semana e já tem a sua clientela habitual, sobretudo em modo after hours. É preciso descer um piso para encontrar o famoso quarto escuro, mas também o espaço da associação Kinetikrainbow, promotora do bar e aberta a todo o tipo de eventos culturais. 
 
Rua do Noronha, 5 A. Sex-Sáb 03.00-08.00. Entrada: 5€.

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Princípe Real

Trumps

É a discoteca gay mais popular da cidade e isso nota-se logo na fila. Inevitavelmente, a noite há-de lá acabar. Desde o início de Outubro que às sextas acontecem as noites Dirrty Pop 2.0, com música pop a atrair uma clientela mais imberbe. Em Abril, a discoteca que foi um dos primeiros palcos de António Variações soprou 35 velas.

Rua da Imprensa Nacional, 104 B. Sex e Sáb 23.45-06.00 Entrada: 10€ consumíveis. 

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Princípe Real
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