Os melhores bares gay de Lisboa

De quartos escuros a bares fetichistas a discotecas onde se dança nu, eis o roteiro dos melhores bares gay da cidade
Purex
Fotografia: Ana Luzia
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Os primeiros bares gays em Lisboa começaram a espreitar pela fresta do armário nos anos 60. Hoje, os dedos de duas mãos não chegam para os contar. Este é só um sinal de que a cidade está cada vez mais arejada e pronta para acolher toda a gente. De quartos escuros a bares fetichistas, sem esquecer discotecas onde se dança nu e terminando nos melhores sítios para beber um copo ao fim do dia. Para que as suas noites sejam sempre arco-íris e nunca cinzentas, preparámos-lhe uma lista com os melhores bares gay em Lisboa. Não há desculpas para não sair do armário. 

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Os melhores bares gay de Lisboa

1
Society
Manuel Manso
Gay

Society

icon-location-pin Princípe Real

Por enquanto, é o único bar assumidamente lésbico de Lisboa e abriu portas ao público (feminino e queer) na passada sexta-feira, 12 de Janeiro. O bar vai funcionar no espaço do antigo Secret, que era uma espécie de aperitivo para o Trumps, com a mesma gerência da discoteca gay. A programação do Society inclui algumas novidades na cidade, como a primeira festa da mensagem para mulheres, todas as terças.

2
posh
Fotografia: Francisco Santos
Noite, Clubes

Posh

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

A antiga discoteca africana A Lontra é agora o Posh, um clube gay que surgiu em Beirute, virada essencialmente para o público gay e “inspirada nos grandes clubes da Europa, da América do Sul e das Arábias”, diz o brasileiro Stéfan Matarazzo, da nova gerência. Stéfan, conhecido na noite gay de Lisboa por organizar a festa bimestral Together, juntou-se a Mahmoud Ghabris, proprietário da Posh de Beirute, no Líbano, com capacidade para “três mil pessoas”, para trazer o projecto para Portugal. Uma discoteca “focada na house music e com grandes efeitos especiais, iluminação, ecrãs LED e shows pirotécnicos”, adianta Stéfan. “Cá hoje não tem isso voltado para o público gay.”

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3
o corvo
Fotografia: Francisco Santos
Bares, Bares

Corvo

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Ostras de Cacela, tábuas de queijo e enchidos, cerveja artesanal Dois Corvos, cocktails especiais e uma man cave. É assim o Corvo, o bar gay do Príncipe Real que abriu em Setembro de 2017, um projecto de João Gaspar, um dos fundadores das conhecidas festas Conga. O bar tem uma cave, a tal man cave, com bar e DJ e uma programação especial que inclui matinés com DJ battles ao domingo.

4
favela lx
Fotografia: Manuel Manso
Noite, Cafés/bares

FavelaLx

icon-location-pin São Vicente 

No pequeno bar de Alfama que abriu no início de 2017 há sempre espaço para tudo, menos para preconceitos. Caipirinhas (o dono é brasileiro), música, shows de transformismo e performances de novos talentos queer da cidade. Foi aqui que nasceu o Fado Bicha, uma criação de Lila Fadista.

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5
chains
Fotografia: Francisco Santos

Chains

Fica no espaço do antigo Memorial, mas ao contrário do que se passava antes é um bar/clube a pensar no público masculino e fetichista. Um "warm-up". É assim que Miguel Ricardo descreve o seu bar que fica numa cave do Príncipe Real, com pista de dança e aquilo a que prefere chamar de “black box” em vez de quarto escuro, a funcionar a partir das 10 da noite. “Notei que não havia aqui nenhum sítio convidativo para dançar antes das três da manhã”, explica. O bar abriu em Agosto de 2017.

Rua de Gustavo Matos de Sequeira, 42-A (Príncipe Real). Seg-Qui 22.00-02.00, Sex-Sáb 22.00-03.00

6
maria lisboa
Fotografia: Arlindo Camacho

Maria Lisboa

Na passagem de ano, o Troika Bar, assim se chamava até então, mudou de nome e de conceito mesmo a tempo de entrar em 2017 a chamar-se Maria Lisboa Bar. A responsável por esta tardia expulsão da troika do Bairro Alto é Cristina Almeida, de 49 anos, dona do espaço há dez anos e também proprietária da antiga discoteca Maria Lisboa, em Alcântara (encerrou em 2012), virada para um público LGBT.

Rua da Atalaia, 97 (Bairro Alto). Dom-Qui 19.00-02.00; Sex-Sáb 19.00-03.00

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7
Noite, Bares

Bar Cru

icon-location-pin Princípe Real
Toque à campainha e espere que um dos anfitriões lhe venha dar as boas-vindas. Ao fundo, fica a pequena loja com o essencial à sobrevivência de um verdadeiro apreciador de cabedal — e até poppers. A terça e o domingo são os dias em que a clientela dança como veio ao mundo. A qualquer dia da semana, festa é festa, e no Bar Cru todas acabam da mesma maneira: com convívio. 
 
Rua de São Marçal, 170. Dom-Qui 17.00-03.00, Sex-Sáb 17.00-04.00. Entrada: 5€.
8
friends bar
©Rodolfo Rodrigues
Bares, Bares

Friends

icon-location-pin Bairro Alto

O Friends já existia no Bairro Alto, na Rua da Rosa, e ganhou uma nova casa em Abril de 2017, na renovada Travessa da Água da Flor (com um gigantesco hotel em frente). O conceito manteve-se: bar, biblioteca (dá para deixar um livro e levar outro), com uma loja de roupa ao lado. Durante o dia serve tostas e batidos. À noite, quando as mesas se afastam e se improvisa uma pista de dança, peça um cocktail.

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9
Secret Bar
Fotografia: Manuel Manso

Secret Bar

Às segundas acontece a festa Pink Mondays, com a oferta de shots cor-de-rosa, à terça há as cocktail nights, com cocktails a preços especiais e à quarta é dia de festa Erasmus, a primeira virada para o público estudantil LGBT em Lisboa. O bar dos mesmos donos do Trumps serve de aperitivo para as noites loucas da discoteca.

Rua Cecílio de Sousa, 72 (Príncipe Real). Seg-Sáb 22.00-03.00.

10
Vlada Lounge
Fotografia: Manuel Manso
Bares, Bares

Vlada Lounge

icon-location-pin Lisboa

As aparências iludem e o Vlada Lounge, entre a Alameda e o Mercado de Arroios, é prova disso. Com uma mini-esplanada, um balcão, muita tralha vintage e duas mesas que se vêem da rua, podia concorrer ao prémio de bar mais pequeno de Lisboa, não fosse um corredor estreito conduzir a outra sala surpreendentemente grande com mais mesas e mais tralha vintage, a servir de refúgio a muita gente. 

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©DR
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© ARLINDO CAMACHO
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