Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores bares gay em Lisboa

Os melhores bares gay em Lisboa

De quartos escuros a bares fetichistas a discotecas onde se dança nu, eis o roteiro dos melhores bares gay em Lisboa

trumps
©Rodrigo Tiago
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Os primeiros bares gays em Lisboa começaram a espreitar pela fresta do armário nos anos 60. Hoje, os dedos de duas mãos não chegam para os contar. Este é só um sinal de que a cidade está cada vez mais arejada e pronta para acolher toda a gente. De quartos escuros a bares fetichistas, sem esquecer discotecas onde se dança nu e terminando nos melhores sítios para beber um copo ao fim do dia. Para que as suas noites sejam sempre arco-íris e nunca cinzentas, preparámos-lhe uma lista com os melhores bares gay em Lisboa. Não há desculpas para não sair do armário. 

Recomendado: O melhor da agenda LGBT em Lisboa

Os melhores bares gay de Lisboa

1
Society
©Manuel Manso
Gay

Society

icon-location-pin Princípe Real

À altura em que abriu portas, era o único bar assumidamente lésbico de Lisboa, instalando-se na antiga morada do Secret. A programação do Society é eclética e inclusiva: de dance a indie music, de noites temáticas a drag shows, de cinema a música ao vivo, passando por tertúlias, instalações artísticas e apresentações de marcas.

2
POSH
©Francisco Santos
Noite, Clubes

Posh

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

A antiga discoteca africana A Lontra é agora o Posh, um clube gay que surgiu em Beirute, virado essencialmente para o público gay e “inspirado nos grandes clubes da Europa, da América do Sul e das Arábias”, diz o brasileiro Stéfan Matarazzo, da nova gerência. Este, conhecido na noite gay de Lisboa por organizar a festa bimestral Together, juntou-se a Mahmoud Ghabris, proprietário da Posh de Beirute, no Líbano, para trazer o projecto para Portugal.

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3
o corvo
©Francisco Santos
Bares, Bares

Corvo Real

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

As opções da carta vão dos vinhos, em constante mudança, ao gin, e há também a cerveja – a Dois Corvos de pressão está lá, ou não fosse este bar o Corvo Real. João Gaspar, um dos responsáveis pelas festas "Conga" foi a mão por detrás do espaço, em 2017. 

4
Bar Cru
©Ana Luzia
Noite, Bares

Bar Cru

icon-location-pin Princípe Real
Toque à campainha e espere que um dos anfitriões lhe venha dar as boas-vindas. Ao fundo, fica a pequena loja com o essencial à sobrevivência de um verdadeiro apreciador de cabedal — e até poppers. A terça e o domingo são os dias em que a clientela dança como veio ao mundo. A qualquer dia da semana, festa é festa, e no Bar Cru todas acabam da mesma maneira: com convívio.
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5
maria lisboa
©Arlindo Camacho
Gay

Maria Lisboa

icon-location-pin Bairro Alto

Foi em Alcântara que o Maria Lisboa abriu portas em Março de 2007, mas a morada acabaria por passar para o Bairro Alto. Maria BA, Inox ou Lábios de Vinho, foram vários os nomes de bar que o espaço teve nos últimos 15 anos, até que Cristina Almeida o transformou num dos pontos obrigatórios da comunidade arco-íris lisboeta.

6
friends bar
©Rodolfo Rodrigues
Bares, Bares

Friends

icon-location-pin Bairro Alto

O Friends já existia no Bairro Alto, na Rua da Rosa, e ganhou uma nova casa em Abril de 2017, na renovada Travessa da Água da Flor (com um gigantesco hotel em frente). O conceito manteve-se: bar, biblioteca (dá para deixar um livro e levar outro), com uma loja de roupa ao lado. Durante o dia serve tostas e batidos. À noite, quando as mesas se afastam e se improvisa uma pista de dança, peça um cocktail.

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7
Vlada Lounge
©Manuel Manso
Bares, Bares

Vlada Lounge

icon-location-pin Lisboa

As aparências iludem, e o Vlada Lounge, entre a Alameda e o Mercado de Arroios, é prova disso. Com uma mini-esplanada, um balcão, muita tralha vintage e duas mesas que se vêem da rua, podia concorrer ao prémio de bar mais pequeno de Lisboa, não fosse um corredor estreito conduzir a outra sala surpreendentemente grande com mais mesas e mais tralha vintage, a servir de refúgio a muita gente. 

8
bar pride
©Arlindo Camacho
Noite, Cafés/bares

Pride Burlesque

icon-location-pin Bairro Alto

Inaugurado em Outubro de 2015 – depois de uma má experiência com uma discoteca perto do Conde Redondo – desde que abriu no espaço do antigo Salto Alto, anda cheio até à porta, ao ponto de os clientes entrarem em negação quando chega a hora de ir embora. Em 2017, mudou o nome de Pride para Pride Burlesque, para chegar a outro tipo de público, explicava o dono, Jorge Gomes, em grande parte os turistas que frequentam o Bairro Alto.

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9
trumps
©DR
Noite

Trumps

icon-location-pin Princípe Real

É a discoteca gay mais famosa do país. No 'T', que comemorou há pouco tempo 38 anos, conte com música house e pop à sexta, sábado e vésperas de feriados. A abertura da discoteca estava prevista para o início de Dezembro de 1980, mas teve de ser adiada uma semana por causa da morte do primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e só começou a funcionar em pleno em Janeiro do ano seguinte. Entre os clientes famosos está, por exemplo, António Variações.

10
Construction
©DR
Noite, Clubes

Construction

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré
Em 2016, o Construction sofreu obras e, quando reabriu, já era outro. Mais moderno e a piscar o olho ao público hetero, a alternativa ao Trumps voltou mais sofisticada. Uma pista maior, projecção de vídeo e ainda um bar de cocktails no segundo andar, só para ir aquecendo. No quarto escuro é que ninguém toca. Continua lá, com cabines ao dispor dos mais afoitos.
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11
49 zdb
©DR
Noite, Bares abertos de madrugada

49 da ZdB

icon-location-pin Bairro Alto

No andar de baixo da Galeria Zé dos Bois, o 49 da ZdB (chama-se assim porque fica no número 49) é um dos sítios mais gay-friendly da cidade. Às sextas e sábados conte com DJ sets que se prolongam até às três da manhã e casa cheia (às vezes muito cheia). As noites costumam ser animadas e ninguém fica muito tempo sem dançar.

12
finalmente
©DR
Noite

Finalmente Club

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Aberto todos os dias, o histórico bar gay do Príncipe Real (que celebrou em 2016 40 anos de vida) tem como anfitriã artística a transformista mais popular da cidade. Deborah Krystall (estrela do filme Morrer Como Um Homem) começa o espectáculo às três da manhã, num palco pequeno para tantas plumas e reservado à segunda-feira para a noite Lugar às Novas, a dar espaço às novas estrelas do transformismo.

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13
Drako Club
©DR/FacebookDrakoClub
Bares

Drako Club

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real
Lá dentro, há 150 metros quadrados de recreio para homens: uma zona de chill out, uma área dedicada a BDSM, onde não faltam o sling e o quarto escuro, cabines privadas, um espaço para chuva dourada e ainda uma cama colectiva, perfeita para as orgias de terça à noite. À quinta, o que dá é o nu integral, enquanto as sextas são dedicadas ao naked dancing.
14
Purex
©Lydia Evans / Time Out
Noite

Purex

icon-location-pin Bairro Alto

Carregado de mobiliário reciclado kitsch, o mais famoso bar gay friendly do Bairro Alto é um dos locais de eleição para a comunidade LGBT e também muito graças à programação imaginativa. Chegar cedo dá direito a beber um copo descansado, mas com o avançar da noite e da música o convívio estende-se até à rua. 

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15
Tr3s Bar
©Arlindo Camacho
Noite, Bares abertos de madrugada

TR3S

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré
O TR3S é, por excelência, o bar bear de Lisboa, e ao contrário de outros recantos escuros do Príncipe Real, tem um ambiente bem mais diurno. Convida a uma ou outra festa temática e a provar uma fatia de bolo caseiro, todos os domingos, cortesia dos donos. Em Maio, costuma organizar o festival internacional Lisbon Bear Pride, que junta ursos de todas as partes do mundo.
16
WoofLx Club Lisbon
©DR
Noite, Bares

WoofLX

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré
Os barbudos, peludos e caparrudos já fazem parte da paisagem lisboeta, e o WoofLx Club continua a ser um ponto de paragem obrigatório, para todas as fisionomias. Aqui, não é preciso andar às apalpadelas no meio do breu. Está tudo às claras e aos fins-de-semana a clientela até convive na rua, qual Bairro Alto. 
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17
WoofX
©DR/FacebookWoofX
Gay

WoofX

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

O gémeo do WoofLX, a poucos metros dali, funciona desde 2011 à porta fechada e para outro tipo de público, mais hardcore e fetichista. O espaço é apertado, mas ninguém se importa com isso, até porque aqui o que se quer é o contacto físico. O bar tornou-se popular graças ao seu quarto escuro e apesar de estar mais direcionado para bears, está aberto a quem se quer divertir.

18
Bar 106
©Ana Luzia
Noite, Bares

Bar 106

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

No 106 da Rua de São Marçal, o 106 orgulha-se de ser um dos bares gay mais antigos da cidade – comemorou 25 anos em Maio de 2015. À porta fechada, o pequeno bar costuma ser popular aos domingos, quando organiza as festas da mensagem, uma raridade em tempos de SMS e Grindr. Mais uma vez privilegia-se o contacto físico e o objectivo é enviar mensagens a desconhecidos (por pouco tempo) que estão à sua frente.

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19
Shelter - Bar Gay
©Manuel Manso
Gay

Shelter

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

O bar que abriu em Agosto de 2016 tornou-se um dos refúgios da comunidade bear depois do trabalho. Abre portas depois de almoço e serve cervejas artesanais, gins e outros cocktails. Na janela há um troféu: “Mad Bear Beach 2015.” O primeiro lugar no encontro de praia de bears, em Torremolinos, foi conseguido por Pedro Vinagre, um dos três sócios do bar.

Outros bares em Lisboa

Pavilhão Chinês
©Inês Félix
Noite, Cafés/bares

Os melhores bares históricos em Lisboa

Os bares históricos de Lisboa carregam um misticismo que serve de cápsula do tempo, mesmo que a data de fundação possa não corresponder à decoração, e há neles uma vertente quase-secreta que continua a entusiasmar quem os escolhe. Salas de conspiração, retiros jornalísticos ou speakeasy, embalados por bandas sonoras que nos remetem ao cinema noir, transformaram-se em pontos de encontro de muitas gerações. E é por isso que deve uma visita aos melhores bares históricos em Lisboa.

Hot Club Portugal - Banda
©DR
Bares

Os melhores sítios para ouvir jazz em Lisboa

Encaremos isto como uma espécie de jukebox, mas em vez de chegarmos a um bar e metermos uma moeda no disco que queremos, pomos antes uma moeda no bar que queremos, pedimos uma bebida e esperamos que a nossa aposta corra bem. Os bares de jazz ocupam esse lugar, querer Chet Baker e levar com Miles Davis, querer Duke Ellington e levar com Coltrane. Nada mau. Assim se espera nestes que são os melhores sítios para ouvir jazz.

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