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Rita Chantre

As 11 melhores carrinhas de street food em Lisboa

Bifanas, panquecas japonesas ou vinho a copo. Saiba o que comer nas melhores rulotes e carrinhas de street food da cidade.

Beatriz Magalhães
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Não podemos dizer que Lisboa seja uma cidade onde facilmente se encontrem rulotes de comida (excepto quando há jogos de futebol e há várias nas imediações dos estádios de Alvalade ou da Luz), mas conseguimos dizer-lhe umas quantas que valem a pena conhecer. Dentro de grandes armazéns, como o 8 Marvila, ou ao ar livre, em zonas como Belém ou o Restelo, reunimos um roteiro dedicado à comida de rua. Estas 11 carrinhas de street food em Lisboa servem especialidades japonesas, reinvenções de bacalhau à Brás, pizza, barbecue à americana, gelados de iogurte e até vinho português a copo. Há também espaço para as clássicas bifanas, cachorros e imperiais.

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As melhores carrinhas de street food em Lisboa

  • Comida de rua
  • Alcântara

O Estádio da Tapadinha é a casa do Atlético Clube de Portugal, fundado em 1942. Desde 2025 que é também a morada da Curva, um projecto de street food e copos que ocupa a fan zone do estádio. O apelo gastronómico vai além da massa de adeptos do clube. No recinto, encontra o barbecue americano do KAU, as pizzas americanas da Rico Pizza, ou a bifana d'A Trifana. E aos sábados e domingos, costuma haver música ao vivo e DJ sets.

  • Japonês
  • Belém

Hiroki Marumoto mudou-se de Hiroshima para Lisboa, onde abriu uma rulote que tem como única especialidade a okonomiyaki de Hiroshima, uma espécie de panqueca japonesa em que os ingredientes estão dispostos em camadas. Primeiro, a massa é colocada na chapa, seguindo-se lascas de atum-bonito, couve, rebentos de feijão, pedaços de tempura, noodles, carne de porco e ovo. No final, é colocado o molho, bem doce, feito à base de soja. Costuma fazer fila e, por isso, aos sábados é preciso fazer reserva. Siga a conta de Instagram para estar a par de tudo.  

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  • Hambúrgueres
  • Marvila

Artesanais, extravagantes e decadentes. É assim que são descritos os hambúrgueres da Oficina Craft Snackery, um dos projectos gastronómicos que mora no 8 Marvila. O chef é Rui Rebelo, que dá a provar hambúrgueres bem altos e recheados – não haverá certamente guardanapos suficientes que nos salvem. Existem opções mais clássicas, com cheddar e bacon, mas também mais inventivas, com brie e molho da casa, frango panado, ovo estrelado e guacamole, ou espadarte, wakame e maionese de mexilhão. Para acompanhar, as batatas fritas têm queijo, bacon e cebolinho.

  • Petiscos
  • Grande Lisboa
  • preço 1 de 4

É provável que este nome não diga nada aos leitores, mas isso não quer dizer que nunca tenham ido ou pelo menos ouvido falar nesta rulote, estacionada ao lado das bombas da Galp no cruzamento
 da Avenida dos Estados Unidos da América com a Almirante Gago Coutinho. É provável que já lá esteja há mais de dez anos. Todos os dias, das dez da noite às seis da manhã, quem lá trabalha dá de comer e beber àqueles que trabalham e vivem na noite. O que sai mais são as bifanas, mas há outras opções.

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  • Belém

Por detrás deste projecto está o chef grego Thassos Bampalikis, que trabalhou em cozinhas no Brasil, EUA e Espanha até chegar, em 2015, a Portugal. Na Charneca da Caparica, abriu o restaurante Pita.gr, que podemos também encontrar em Belém, em formato de food truck. Os pratos procuram mostrar o melhor da gastronomia grega. Conte, por isso, com tiropita, meia lua de massa folhada filo crocante recheada com queijo feta, mel e sésamo torrado; xoriátiki, a famosa salada com queijo feta e azeitonas kalamata; e pitas recheadas, que podem levar carne de porco marinado em vinho branco, frango e bacon grelhado, ou linguiça grega grelhada. Nos doces, não falta a baklava, o bolo de laranja típico grego portokalopita, e o cheesecake tharthassos. 

  • Petiscos
  • Grande Lisboa
  • preço 1 de 4

A Roulote Os Putos, estacionada no Lumiar, é um negócio de família, que está de janelas abertas desde 1993. São servidos comes e bebes, mais uns do que outros dependendo da noite, mas o prato que sai mais é a bifana, clássica ou especial, com queijo, fiambre, bacon, cebola e batata.

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  • Petiscos
  • Grande Lisboa
  • preço 1 de 4

Esta carrinha de comida, que fica a uns metros do McDonald's do Restelo, é obra de José Gomes, mais conhecido como o Zé das Bifanas, que há uns anos dizia à Time Out que “o mais importante é saber ouvir e saber servir. É tudo fresco, bom produto.” Há bifanas, cachorros, hambúrgueres e sandes de courato, cujo preço vai aumentando à medida que se adicionam ingredientes (queijo, bacon, alface, cenoura, batata, ovo, o costume), e imperiais, claro.

  • Petiscos
  • Grande Lisboa
  • preço 1 de 4

Há uns anos, chamava-se Roulote do Tizé, mas hoje tem no nome o prato pelo qual é mais conhecida – o belo e clássico hambúrguer. Parece quase um restaurante de fast food, com mesas e cadeiras, televisões de ecrã plano, um balcão de costas viradas para a cozinha, e elementos decorativos que lembram um diner americano. Inaugurou em 1995 e está instalada na Rua Cidade de Goa, em Moscavide. Além dos hambúrgueres, há pita shawarma, batatas fritas com queijo derretido e bacon, cachorros, tacos e bifanas. 

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Weeel

São umas quantas casinhas com ar de atrelado espalhadas pela cidade. O iogurte gelado da Weeel já marcou estacionamento no Padrão dos Descobrimentos, MAAT ou Armazéns do Chiado. Depois de o negócio ter nascido em 2015 em loja, foi para o meio da rua e de alguns centros comerciais. A oferta é igual à das lojas – o iogurte com uma infinidade de toppings líquidos, crocantes ou de fruta. E também há caixas para take away. A carrinha que fica no MAAT, no Passeio Carlos do Carmo, está aberta todos os dias, entre as 11.30 e as 19.30.

Wine with a view

São as regiões vitivinícolas portuguesas metidas numa pequena mota com arcas de refrigeração e estacionada em pontos turísticos com vista impagável. Há aqui mais de 20 referências que vêm sendo reunidas há vários anos para serem bebidas a copo. No caso de a sede ser muita também se compram garrafas de vinhos tintos, brancos, rosés, espumosos ou licorosos para beber a olhar para o rio – a mota fica junto à Torre de Belém e está aberta todos os dias, das 10.00 às 18.00 (excepto terça-feira, em que abre às 11.00).

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  • Português
  • Oeiras

No Wonder Braz, Mafalda Caldas transformou o bacalhau à Brás numa experiência de street food, que esteve estacionada na Quinta da Fonte, em Paço de Arcos, e agora anda por aí, em itinerância, e a fazer eventos. A food truck aposta em versões criativas do clássico português, mantendo a base de batata palha, ovos e ingredientes desfiados preparados no momento, com o ponto do ovo escolhido pelo cliente. Entre as variações mais populares estão o Duckalicious, com pato marinado, e o Caranguejo à Brás, que rapidamente se tornou o favorito. Para vegetarianos, há o Mix & Mush, com cogumelos pleurotus. 

Comer bem em Lisboa

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