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©Manuel MansoSítio de Gente Feliz

Os melhores restaurantes em Oeiras até 20 euros

Com uma nota de 20 euros já se faz a festa. É pôr-se na fila dos melhores restaurantes em Oeiras até 20 euros.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Oeiras é terra de inúmeros prazeres, já o sabemos. Há o mar, os espaços verdes, a programação cultural, mas é mesmo à mesa que somos mais felizes. Para que também o seja, indicamos-lhe as instituições gastronómicas do concelho onde só terá de puxar da carteira uma nota azulinha para pagar o repasto. Leu bem: por menos de 20 euros, vai sair satisfeito destes restaurantes em Oeiras.

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Os melhores restaurantes em Oeiras até 20 euros

  • Restaurantes
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  • preço 2 de 4

O mítico restaurante procurado por quem gosta de pratos tradicionais, como o polvo à lagareiro, a açorda de marisco ou o caril de camarão, tem no bife à Tendinha o ex-líbris. E vale a pena esperar por mesa se o quiser comer.

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  • Português
  • Oeiras
  • preço 2 de 4

Antes de chegar ao Bairro Alto, Zé Varunca chegou a Oeiras. A família saiu de Estremoz para a Parede em 2002 e dois anos depois instalou a sua cozinha regional com as loiças de barro pintadas a condizer no centro da vila. Desde Dezembro de 2021, estão numa nova morada, na Avenida Engenheiro Bonneville Franco, em Paço de Arcos, mas a comida é a mesma de sempre: cozido de grão com vagens, sopa de cação, açordas, sopa de tomate, ensopado de borrego, pezinhos de coentrada e por aí fora em doses que alimentam uma família. No final, desça até à praia para fazer aquela caminhada que sempre ajuda à digestão. 

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Outrora conhecido como Yum Cha Garden, em 2016 mudou de identidade e começou um capítulo mais sério enquanto Macau Dim Sum. Importante será dizer que os responsáveis pelos famosos dim sums se mantiveram por lá a fazer o que melhor sabem, proeza que continua a levar enchentes de gente a Oeiras para comer esta especialidade chinesa. A carta é longa e não se fica só pelos dim sums: o pato à Pequim de Liu Yun Zhi também vale a pena.

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O Pombalino, perto da Câmara Municipal de Oeiras, é um daqueles restaurantes tradicionais que toda a gente gostaria de ter à porta de casa. Bom, simples e barato. Nos meses frios atira-se para os cozidos, as favas, os cabritos e as dobradas; nos meses de calor dá uso à grelha com uma montra generosa de peixe fresco e carnes. “Tenho peixe fresco todo o ano, mas nesta altura 90% do que sai é isso.” Quem o diz é Abel Amorim, minhoto de nascença, oeirense de coração, que há 26 anos pegou no Pombalino – “um antigo teatro, sociedade musical, com 100 anos” – e o transformou em casa de pasto. E apesar de ser um apaixonado por Oeiras, há um toque de origem que, para bem de todos os clientes, não desaparece: as doses têm a génese do Minho, são XL. O preço médio ronda os 15€.

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Um dos bastiões da comida tradicional nos arredores de Lisboa, o Orelhas, em Queijas, é um simpático restaurante onde se come por 20€ (a menos que se estique nos vinhos). A cozinha é aberta para a sala e tem uma vitrine de carnes e bom peixe de mar para assar, tarefa sob a alçada do Sr. Travassos. A carta é feita com base no que há no dia, mas pode nem chegar a vê-la e confiar no que sugerem. Com sorte, apanha pratos como o rabo de boi assado, as bochechas de porco, a língua de vaca estufada ou a barriga de freira.

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  • Português
  • Oeiras
  • preço 1 de 4

Cadeiras de madeira escura, molduras com décadas que cobrem as paredes, o ambiente de uma dessas pensões antigas onde as pessoas falam baixinho e onde há sempre uma mesa com um casal de velhinhos aprumados avaliando silenciosamente as pessoas em redor. A Marítima está longe das casas modernas e fancy de petiscos, e quem lá vai sabe o que realmente interessa – a comida. Os filetes de sardinha panados com salada russa, os jaquinzinhos fritos com açorda, ou um petisco cada vez mais raro, carapaus de escabeche com batata cozida, são alguns dos melhores pratos caseiros.

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  • Frutos do mar
  • Oeiras
  • preço 2 de 4

O tesouro do Quitanda é a banca do peixe. Antes de nos sentarmos, temos de lá ir escolher os bichos. A lista é isto, está à vista. Há gorazes, sargos gordos, corvinas de dez quilos, robalos, cherne, as sardinhas quando é tempo delas – tudo de mar, tudo fresco, comprado em várias lotas da região. À hora de ponta o serviço pode ser caótico mas a honestidade dos funcionários é desarmante. O Quitanda é um restaurante que não engana ninguém. Vai-se lá para comer quatro coisas e só quatro coisas: azeitonas, pão, amêijoas à Bulhão Pato e peixe grelhado.

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  • Oeiras
  • preço 1 de 4

A carta funciona muito com grelha, sendo que aos almoços há todos os dias alguma coisa de tacho (feijoada, favas, mão de vaca, arroz de garoupa, lulas à Nazaré...). Tudo isto é bem cozinhado, mas não pode perder os pratos mais simples, como a entrecôte de vitela, ou as costeletas de borrego e de novilho, ou mesmo as plumas de porco preto, que aqui parecem mesmo plumas e não bifanas cortadas na fiambreira. Serviço simpatiquíssimo e competente. Estacionamento à porta. Preços a rondar os 10, 15 euros por cabeça. É ir a Barcarena.

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  • Restaurantes
  • Oeiras

Da mesma família da pizzaria Lucca, em Alvalade, e da La Finestra, perto da Gulbenkian, a Tavola Calda reúne nesta zona da cidade algumas das características dos outros restaurantes, começando nas toalhas, no espaço para fumadores dentro do restaurante e acabando no menu, com pizzas já famosas como a Lucca (com ricota, fiambre e rúcula) ou a La Finestra (com mozarela de búfala, feta, tomate fresco, azeitonas e manjericão). A cozinha fecha à meia-noite.

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  • Coisas para fazer
  • Caminhadas e passeios

Qualquer passeio deve começar com um plano. Não pode ser só sair de casa à toa e esperar que tudo corra pelo melhor. E se for passear para Oeiras, por exemplo, nós fazemos os planos por si. Há viagens de barco e de helicóptero, mas também a pé – e frequentemente com os olhos no mar. Só tem de juntar a família ou os amigos, vestir roupa e sapatos confortáveis e fazer-se à aventura. Pelo Passeio Marítimo de Oeiras e pela Marina, ou ainda pelo Núcleo Museológico dos Faróis, estes são alguns dos melhores passeios em Oeiras.

  • Coisas para fazer

Ouve, vamos ver o mar? Victor Espadinha inquiriu, nós respondemos: sim! Podemos vê-lo sentados na areia ou a bordo de uma embarcação desportiva, conhecê-lo melhor num museu ou – razão de ser desta lista – contemplá-lo a partir dos fortes que o impedem de entrar marginal dentro. 

A orla ribeirinha de Oeiras, que se estende pelo Tejo até Lisboa, serviu de escudo marítimo da capital entre meados do século XVI e o século XX. Daí resultaram várias fortificações, construídas entre o Renascimento e a II Guerra Mundial, e que merecem a sua atenção no próximo passeio pela marginal.

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  • Compras

Um passeio por Oeiras não fica completo sem uma ida às compras. E, nesse caso, opte pelo comércio tradicional e de bairro que continua a dar cartas no concelho. De farmácias e mercearias a lojas de roupa e cabeleireiros de bairro, descubra os sítios em Oeiras onde é muito tentador abrir a carteira e passar o cartão. Contamos-lhe a história dos negócios locais de Oeiras, e dos seus protagonistas, e provamos que o comércio de bairro continua vivo.

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