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In Bocca al Lupa
©Ana Luzia In Bocca al Lupo

Os 48 melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros

Com uma nota de 20 euros já se faz a festa. É pôr-se na fila dos melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros.

Por Inês Garcia e Sebastião Almeida
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Encontrar restaurantes em Lisboa até 10€ pode revelar-se complicado, mas não é impossível e nós ajudamos. Se abrir um pouco mais os cordões à bolsa, a escolha cresce e, escolhendo bem, não há maneira nem de passar fome, nem de comer alguma coisa que não alimente devidamente a alma. Dá para peixe fresco grelhado numa boa esplanada virada para o rio, dá para algumas das melhores pizzas da cidade, dá para comida israelita, nepalesa, indiana e oriental. Fique-se por esta lista de 48 dos melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros. Tratar do corpo e da alma não custa mais do que uma nota das azuis.

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Os 48 melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros

Mr lu
Mr lu
Fotografia: Arlindo Camacho

1. Mr. Lu

Restaurantes Chinês Lisboa

Tudo começou num chinês clandestino na Rua do Benformoso, mas há três anos Zhiaming Lu, o Mr. Lu, ganhou um restaurante a sério. A carta mantém-se intacta e com todos os pratos que lhe deram fama e clientes (tanto chineses como portugueses) – da carne de porco picante (6,80€) e dos camarões com amendoins (7,50€), às pernas de rã fritas (8,50€). Também há boas massas de arroz salteadas, espetadas, raviólis chineses fritos (a partir de 5,50€) e bolinhos de camarão a vapor (3,90€).

East Mambo
East Mambo
©Marisa Cardoso

2. East Mambo

Restaurantes São Sebastião

Bernardo Agrela saiu do fine dining e entrou no maravilhoso mundo dos kebabs, tornando-os mais do que comida tapa-buracos num espaço pequenino perto de São Sebastião. Escusa de pedir a carta – kebabs é fast food, e por isso exigia-se que o sítio fosse rápido. Na parede estão quatro menus: o um tem kebab e bebida (10€), ao dois acrescem as batatas com dupla fritura (12€), o três tem tudo isto e um mix de entradas (15€) e o quatro tem sopa, salada e bebida (6,50€).

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A Floresta do Salitre - Entremeada de Leitão
A Floresta do Salitre - Entremeada de Leitão
Fotografia: Arlindo Camacho

3. A Floresta do Salitre

Restaurantes Português Avenida da Liberdade

Quando o relógio bate a uma da tarde já a sala d’A Floresta do Salitre está a rebentar pelas costuras - se quer mesa ao almoço, chegue uns minutos antes. À medida que os minutos avançam, o Sr. Joaquim vai distribuindo as sopas caseiras, anunciando pratos do dia, contando uma piada, trazendo peixes na brasa, bitoques e abrindo boas garrafas de vinho (aqui bebe-se e percebe-se do assunto). No final é só passar pela Sra. Rosa, pagar a conta e martirizar-se por não ter ido mais cedo ao balcão espreitar as sobremesas.

Iscas da Taberna da Rua das Flores
Iscas da Taberna da Rua das Flores
Fotografia: Arlindo Camacho

4. A Taberna da Rua das Flores

Restaurantes Português Chiado/Cais do Sodré

Para infelicidade da população em geral, esta pequena taberna do século XXI deixou de aceitar reservas no segundo dia de funcionamento — e já lá vão uns aninhos. E desde essa data há fila à porta, ao almoço e ao jantar. Nas horas de luz natural, para experimentar receitas tradicionais como a meia-desfeita; nas horas de luz artificial, com uma série de pratos e petiscos que o chef André Magalhães e comitiva inventam todos os dias com aquilo que a estação e os produtores (muitos deles perto de Lisboa), trazem.

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Adega Saraiva - Cabrito Assado
Adega Saraiva - Cabrito Assado
Fotografia: Ana Luzia

5. Adega do Saraiva

Restaurantes Português Sintra

“Cuidado com a Adega do Saraiva, o restaurante onde é tudo tão bom que é preciso ter mais barriga que olhos”, escreveu Miguel Esteves Cardoso numa das suas crónicas do Público. Uma grande verdade quando se trata desta casa tradicional em Nafarros, lugar de romarias de fim-de-semana, famosa pelo seu cabrito assado no forno, receita com décadas de vida, que também pode ser encomendado para fora. Quartas, sábados e domingos tem um óptimo cozido e serve ainda um bacalhau à Tia Emília bem conhecido.

Cervejaria Boa Esperança
Cervejaria Boa Esperança
©DR

6. Cervejaria Boa Esperança

Restaurantes Frutos do mar Benfica/Monsanto

O crítico Alfredo Lacerda chamou-lhe a marisqueira mais invisível de Lisboa e não fossem os GPSs incorporados em telemóveis e ninguém daria por ela - isto só é válido para quem não mora na zona, claro. Aqui comem-se pregos com alho e carne fina, amêijoas à Bulhão Pato, umas gambas do Algarve quentinhas, além de saladinhas frias (polvo, búzios e orelha), cachorros, moelas e outros petiscos que tais. 

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tiramissu do bella ciao
tiramissu do bella ciao
Fotografia: Arlindo Camacho

7. Bella Ciao

Restaurantes Italiano Chiado

Era uma pequena trattoria ao pé do metro da Baixa-Chiado, com toalhas aos quadrados vermelhos e brancos e mesas corridas. No final de 2017 mudou-se para um sítio maior, também na Baixa, e nem por isso perdeu a autenticidade. Na cozinha mantém-se o dono, italiano, Marcello di Salvatore, responsável por massas al dente frescas e caseiras, como o spaghetti carbonara e o bucatini all’amatriciana, os gnocchi alla sorrentina ou as almôndegas, sempre em doses generosas. Tem duas sobremesas absolutamente obrigatórias: o tiramisù e a mousse de Nutella.

Bowls & Bar
Bowls & Bar
©DR

8. Bowls & Bar

Restaurantes Chiado/Cais do Sodré

O nome diz tudo: é sítio para malgas (aquilo a que toda a gente insiste em chamar bowls) e é sítio para se beber uns cocktails. No que toca às taças, há de tudo quanto se pode comer num pratinho fundo, das sopas portugueses ao ramen, não esquecendo as poké bowls com arroz no fundo e peixe cru ou marinado. Juntam-se a estas opções pequenos-almoços e, para outras horas do dia, uns quantos cocktails de assinatura.

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Cantinho do Aziz - Makoufe
Cantinho do Aziz - Makoufe
Fotografia: Ana Luzia

9. Cantinho do Aziz

Restaurantes Pan-africano Castelo de São Jorge

Tem ares de tasquinha portuguesa, com pratos do dia ao almoço, mesas corridas e empregados despachados, mas o que sai da cozinha são especialidades moçambicanas. Nas mesas, as toalhas lembram capulanas e o som que se ouve é africano. As iguarias não se ficam pelas chamuças (boas, sublinhe-se), caris de caranguejo e muambas de galinha. Atire-se a pratos desconhecidos do grande público como a ikala (gambas e caranguejo com casca em molho de coco e amendoim) ou o bakra piripiri (costeletas de borrego em molho avermelhado com legumes e picante). É detentor de uma boa esplanada.

Pizza Primavera, Casanova
Pizza Primavera, Casanova
Fotografia: Ana Luzia

10. Casanova

Restaurantes São Vicente 

A sugestão “bora às pizzas do Lux?”, suscita nos adultos a mesma reacção que a frase “meninos, querem ir ao Festival do Panda?” tem numa criança de três anos: excitamento. É indiferente esperar na fila, é indiferente calhar ao lado de um casal que está a discutir, é indiferente que o cruzeiro atracado tire a vista toda ao Tejo, porque o que importa aqui vem em pratos brancos redondos, douradinho nas pontas, húmido no centro e dá pelo nome de pizza. Peça a burrata de Puglia de entrada para acompanhar com focaccia.

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Caxemira - Caril de Camarão
Caxemira - Caril de Camarão
Fotografia: Arlindo Camacho

11. Caxemira

Restaurantes Indiano Santa Maria Maior

O aroma das especiarias começa a sentir-se ainda nas escadas que levam ao primeiro andar deste restaurante na Praça da Figueira. E se lá chegar depois de o relógio ter batido as 13.00, é provável que tenha de continuar a senti-lo do lado de fora da porta, enquanto espera por mesa. Porque a comida indiana do Caxemira, que não se compadece com estômagos sensíveis ao picante, é tão famosa que o sítio está sempre à pinha. O caril de camarão é excelente, o de borrego idem e deve ser acompanhado de nan.

Crispy Mafya
Crispy Mafya
Fotografia: Duarte Drago

12. Crispy Mafya

Restaurantes Princípe Real

Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. Chama-se Crispy Mafya, fica no Príncipe Real, e a jóia da coroa são os hambúrgueres, como o chicken waffle burger, um hambúrguer de frango frito em que o pão é substituído por um waffle salgado. Combinação arriscada, mas vencedora.

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Picanha do Cova Funda
Picanha do Cova Funda
Fotografia: Manuel Manso

13. Cova Funda

Restaurantes Português Areeiro/Alameda

Antes de mais, face à proliferação de Cova Fundas pela cidade, a pergunta que se impõe é: qual deles? O da Alameda, caro leitor, aquele onde se come excelente peixe fresco na grelha, um óptimo cozido (às quintas-feiras) e uma picanha de primeiríssima qualidade, ladeada por arroz e batatas fritas às rodelas. O nome do estabelecimento, mais popular que o “Café Central”, a “Bijou” ou o “Cantinho dos Amigos” está relacionado com o facto de ficar numa cave, claro, apesar de ser um restaurante arejado e bom para ver a bola.

tripas do dom feijão, tema  526
tripas do dom feijão, tema  526
Fotografia: Manuel Manso

14. Dom Feijão

Restaurantes Português Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

É um daqueles templos da boa comida tradicional servida com requinte, ali no eixo Roma-Alvalade, que nasceu como dissidente d’Os Courenses. Também criado por pessoas de Paredes de Coura, é fortíssimo ao nível da grelha, por onde passam óptimos exemplares de peixe fresco e muitas carnes. Aqui trabalha-se a preceito o género lagareiro (polvo, ovas, lulas e bacalhau) e há sempre lampreia na sua devida época. Apesar do salão espaçoso e luminoso, convém marcar mesa, sobretudo ao fim-de-semana. Lembre-se também deste feijão aristocrático quando quiser uma esplanada para noites de calor.

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Ela Canela
Ela Canela
©DR

15. Ela Canela

Restaurantes Português Campo de Ourique

Podia estar num quarteirão de uma qualquer cidade nórdica, mas está numa esquina de Campo de Ourique. Podia prometer alimentação saudável, com produtos biológicos e sazonais, e limitar-se a abrir uns abacates, usar umas granolas e estava feito. Mas não: este Ela Canela leva a sério aquilo que para outros é só a cozinha da moda. Tem um curto menu de almoço, compensado por uma longa carta de lanches e opções para brunches, de onde se destacam os ovos escalfados com espinafres em tosta de requeijão e a panqueca de banana e quinoa, com iogurte, mel e granola.

Everest Montanha - Chicken Tikka Massala
Everest Montanha - Chicken Tikka Massala
Fotografia: Manuel Manso

16. Everest Montanha

Restaurantes Nepalês Alvalade

Faz sentido que um restaurante nepalês roube o nome à montanha mais famosa do seu país? Sim. Faz sentido que tenha um irmão e lhe dê o mesmo nome? Claro. E que haja mais três com a mesma nomenclatura na cidade? Pois. Não se confunda: os dois de Alvalade pertencem ao mesmo grupo e são um óptimo sítio para provar comida do Nepal. Tanto um chicken vindalu, como no lamb tikka massala ou um saag paneer, sempre a usar o pão paratha como talher. E não se esqueça de avisar sobre a intensidade do picante no pedido.

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Faz frio, restaurante, príncipe real, comida portuguesa, tradicional
Faz frio, restaurante, príncipe real, comida portuguesa, tradicional
Duarte Drago

17. Faz Frio

Restaurantes Português Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Apesar de ter fechado portas no final de 2017, o restaurante Antiga Casa Faz Frio, no Príncipe Real, não entrou para a necrologia das lojas históricas: mudou de mãos e reabriu de cara lavada mas com a história intacta. O receituário português continua a ser o grande foco desta casa, agora com uma actualização dos pratos e um maior investimento em ingredientes e matéria-prima de qualidade, pela mão do chef Mateus Freire. A casa era conhecida por ter sempre uma proposta de bacalhau nos pratos do dia e isso vai continuar a ser regra. À terça há açorda de bacalhau (11,50€), à quarta feijoada de sames (12€), à quinta bacalhau à Narcisa (13€), à sexta bacalhau à Assis (12€).

Farol da Torre - Pica Pau de Javali
Farol da Torre - Pica Pau de Javali
Fotografia: Ana Luzia

18. Farol da Torre

Restaurantes Português Oeiras

Por mais restaurantes étnicos que apareçam em Lisboa, ainda há, em cada um de nós, uma pontinha de orgulho que vem ao de cima cada vez que se fala de um restaurante português de comida tradicional. Este Farol da Torre, casa minhota que fica em Linda-a-Velha, é um daqueles que não gostaríamos de ver trocados nem por uma estrela Michelin japonesa. Tem peixes e carnes nas brasas, alguns pratos de forno, bons pratos de caça, lampreia na devida época e até caracóis nos meses de Verão. Às quintas há cozido com carnes fumadas.

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pannacota do forneria
pannacota do forneria
Fotografia: Manuel Manso

19. Forneria

Restaurantes Italiano Parque das Nações

Esta pizzeria-restaurante abriu no Parque das Nações no final de 2016. As pizzas são romanas, fininhas, e vão das clássicas parmigiana e prosciutto e funghi às gourmet, como a pizza speck ou Joselito (sim, do presunto espanhol). Há também pastas, hambúrgueres no forno em massa de pizza e, claro, burrata que vem da Campânia.

Fumeiro de Santa Catarina - Polvo
Fumeiro de Santa Catarina - Polvo
Fotografia: Ana Luzia

20. Fumeiro de Santa Catarina

Restaurantes Português Chiado/Cais do Sodré

As leis do fumeiro aplicam-se a todos os pratos deste castiço restaurante vizinho do Adamastor - perfeito para jantar depois de um fim de tarde de copos a ver a vista. Quer isto dizer que das entradas às sobremesas, todos os pratos têm um elemento que passa pelo fumeiro. Recomendam-se a salada de rosbife fumado com rabanetes, a fritada de cogumelos e espargos, a sandes de costela de boi e vinho do Porto e os sonhos de bacon com espuma de cardamomo. Às quartas é dia de piano assado no forno. 

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Groundburguer - Hamburguer
Groundburguer - Hamburguer
Fotografia: Ana Luzia

21. Ground Burger

Restaurantes Hambúrgueres São Sebastião

Quando os lisboetas achavam que estava tudo visto em matéria de hamburguerias em Lisboa, apareceu o Ground Burger e deu uma lição a toda a gente. O que se passa no laboratório do restaurante, à vista dos clientes é pura magia: 150 gramas de carne Black Angus, dentro de um pão de brioche feito ali mesmo, tostadinho por dentro, combinado com ingredientes de qualidade e acompanhado de onion rings. Qualquer um da ementa é bom, e casa bem tanto com os milkshakes XL (yeah!) como com as cervejas artesanais. Às quintas, sextas, sábados e domingos, a conta é capaz de aumentar com os dónutes artesanais da Crush Doughnuts.

In Bocca Al Lupo - Gorgonzola & Pêra
In Bocca Al Lupo - Gorgonzola & Pêra
Fotografia: Manuel Manso

22. In Bocca al Lupo

Restaurantes Chiado/Cais do Sodré

Fica escondida numa ruazinha do Príncipe Real, mas é uma das melhores pizzarias de Lisboa. Tem uma linha biológica, só trabalha com fornecedores orgânicos, tanto portugueses como italianos, e a massa da pizza, desde que pedido com antecedência, pode vir sem glúten. A massa fina é denominador comum de todas as pizzas - prove a marinara ou a parma - e há outras especialidades, não só feitas com os frescos do dia, como a salada de pimentos e alcachofras ou burrata bio. Em 2019 começaram a fazer gnocchi.

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Jamie's Italian
Jamie's Italian
Fotografia: Manuel Manso

23. Jamie's Italian

Restaurantes Italiano Princípe Real

2018 foi o ano em que Jamie Oliver chegou finalmente a Portugal com o seu restaurante italiano mais famoso, com três pisos e dois terraços com vista para a cidade. E o chef-estrela britânico fez jus a toda a expectativa: trouxe todos os seus pratos mais famosos, entre tábuas de queijos e enchidos, pizzas e massas que são feitas diariamente no restaurante do Príncipe Real.  Alguns pratos foram adaptados para o mercado português – prove o Jamie’s Italian Burger, com carne de vaca, pancetta, cebola e, queijo da Ilha (12,95€).

Kaffeehaus - Prato
Kaffeehaus - Prato
Fotografia: Ana Luzia

24. Kaffeehaus

Restaurantes Cafés Chiado

Abriu no Chiado quando os cafés modernos ainda eram uma miragem em Lisboa e foi, aos poucos conquistando o seu lugar no firmamento dos grandes restaurantes da cidade. Sim, restaurantes. Primeiro com o brunch, depois com os bifes panados, os bolos, o hambúrguer, as salsichas até chegar onde está hoje, com uma ementa cheia de pratos austríacos de nomes impronunciáveis e qualidade garantida. Sim, é bom ir lá beber o café de manhã e comer um dos croissants. Mas e jantar? Essa é a golden hour do Kaffeehaus, acredite.

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La Finestra - Prosecco com Cremolato
La Finestra - Prosecco com Cremolato
Fotografia: Arlindo Camacho

25. La Finestra

Restaurantes Italiano Avenidas Novas

Por mais pizzas xpto que nasçam em Lisboa, com massas fofas ou finas, de Roma ou de Nápoles, com bordas gordas ou queimadinhas, ninguém se pode esquecer das que andam por cá há mais anos. O La Finestra, para quem a idade é um posto, mantém as cores vibrantes das salas interiores e a qualidade das suas pizzas de massa fina há vários anos - a par dos meios irmãos, Lucca e Tavola Calda. Dezenas de combinações, matéria-prima escolhida a dedo, óptimas calzones e preços de antigamente. Mais: é um óptimo sítio para levar os miúdos.

Macau Dim Sum - Oeiras - Pasteis de Choco
Macau Dim Sum - Oeiras - Pasteis de Choco
Fotografia: Arlindo Camacho

26. Macau Dim Sum

Restaurantes Chinês Oeiras

Em meados de 2016, o Yum Cha Garden, responsável por levar uma data de gente a uma praceta recôndita em Oeiras para comer dim sum, anunciava que ia mudar de identidade. A gerência e, mais importante, a comida, mantinham-se tal e qual na mesma. Nascia o Macau Dim Sum (porque afinal era para comer dim sums que a gente ali ia), com a cozinha nas mãos de Liu Yun Zhi, especialista na matéria, sobretudo nos dumplings. Prove também o Pato à Pequim e as massas. É tudo bom.

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Maria Azeitona
Maria Azeitona
Fotografia: Manuel Manso

27. Maria Azeitona

Restaurantes Português Grande Lisboa

Atenção tripulação, o vosso comandante Time Out informa que uma das mesas mais difíceis de marcar de Lisboa fica na freguesia da Venteira, concelho da Amadora. Leu bem. Chama-se Maria Azeitona, é um restaurante bonitinho e bem decorado com madeiras claras e cadeiras desirmanadas, fortíssimo nos pratos do dia, sempre portugueses, e a apostar várias fichas em petiscos, muitas vezes reinvenções de clássicos tradicionais - caso dos mexilhões com queijo da Ilha. Fuja ao trânsito da cidade e não se esqueça de marcar mesa.

mezze, restaurante sírio, arroios
mezze, restaurante sírio, arroios
©Francisco Santos

28. Mezze

Restaurantes Sírio Lisboa

Aqui quem cozinha são refugiados sírios, uma verdadeira casa do Médio Oriente onde a mesa se enche de pratos feitos para partilhar. O restaurante, um projecto da Pão a Pão – Associação para a Integração de Refugiados do Médio Oriente, tem uma sala luminosa, com com vista para o interior do Mercado de Arroios. Aqui tudo se pode e deve comer com saj, um dos pães sírios caseiros – o hummus, o baba ghanoush ou até para fazer uma espécie de sanduíche de falafel. No fim, há uns quantos doces, que embora não pareçam muito trabalhados, são coisas sérias, como a baklava.

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Natraj
Natraj
©DR

29. Natraj

Restaurantes Indiano Grande Lisboa

Os lisboetas mais adeptos de comida indiana conhecem, com certeza, a marca Natraj, com um popular restaurante na Rua do Sol ao Rato. O que talvez desconheçam é a existência de outro Natraj, em Odivelas, ainda melhor que o irmão do centro. A decoração é a mesma, ao bom estilo Bollywood, o sítio costuma encher ao almoço e ao jantar, mas vale a pena marcar mesa para provar as chamuças de frango, o paratha (pão fino e redondo) e o prato vegetariano Natraj, com brócolos, cajus, cubos de tofu e batata num molho agridoce.

Dim sum do Nova Ásia
Dim sum do Nova Ásia
©DR

30. Nova Ásia

Restaurantes Chinês Alvalade

É um chinês dos anos 90, instalado em frente ao Centro Comercial de Alvalade, onde se fala mais português do que mandarim e a mesa é posta com talheres em vez de pauzinhos. Ou seja, se a sua mãe ainda não se convenceu da diversidade e qualidade da comida chinesa, este é um bom sítio para a convencer. Ganhou fama pelo leque de receitas de pato - lacado à Pequim, assado à Pequim e especial à Pequim (com caldo, febras, pele e legumes) -, mas tem também boa galinha com pao ou gambas salteadas com espargos verdes.

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Orelhas
Orelhas
Fotografia: Arlindo Camacho

31. Orelhas

Restaurantes Português Oeiras

Um dos bastiões da comida tradicional nos arredores de Lisboa, o Orelhas, em Queijas, é um simpático restaurante onde se come por 20€ (a menos que se estique nos vinhos). A cozinha é aberta para a sala e tem uma vitrine de carnes e bom peixe de mar para assar, tarefa sob a alçada do Sr. Travassos. A carta é feita com base no que há no dia, pode nunca chegar a vê-la e confiar no que sugerem e apanhar pratos como o rabo de boi assado, as bochechas de porco, a língua de vaca estufada ou a barriga de freira.

Os Tibetanos - Bife de Tofu
Os Tibetanos - Bife de Tofu
Fotografia: Arlindo Camacho

32. Os Tibetanos

Restaurantes Vegetariano Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Qualquer pessoa que se vire para o vegetarianismo tem de passar, pelo menos uma vez na vida, n’Os Tibetanos. E qualquer céptico em relação ao maravilhoso mundo dos vegetais, leguminosas e afins devia vir aqui trincar o bife de tofu no forno com pesto e queijo de cabra. O restaurante que se sustenta nas várias cozinhas do Oriente, conhecido pelo óptimo pátio interior, tem bons papadoms indianos, bons momos nepaleses (pastéis recheados de espinafres e queijo) e um bom caril de manga com tofu. O aroma sente-se até na rua.

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Osteria - Pasta Al Pesto di Rapa Rossa
Osteria - Pasta Al Pesto di Rapa Rossa
Fotografia: Manuel Manso

33. Osteria

Restaurantes Italiano Estrela/Lapa/Santos

Chiara Ferro é uma cozinheira italiana de mão cheia, conhecedora da gastronomia do seu país de origem até ao tutano, mas não lhe venha cravar pizzas que na Osteria não as há. Chiara é também autora de um útil livro de massas, o Al Dente, mas não vá até à Madragoa só para isso (pode ir, mas fica a perder), porque há muito mais para além delas. Há almôndegas, uma lasanha de pão siciliano e outros pratos na linha Osteria, mais estilo tasca, a preços ajustados ao que se serve e um ambiente para lá de descontraído.

Paco Bigotes
Paco Bigotes
©Manuel Manso

34. Paco Bigotes

Restaurantes Mexicano Cascais

Fica em São Pedro do Estoril e é uma taqueria à séria. Há botanas para partilhar, dois ceviches, tostadas (e aqui é preciso desde já aceitar que se vai sujar as mãos) – são tortilhas crocantes, fritas, com tudo no topo: tanto podem ser de atum fresco (7,50€) como de frango desfiado (6,50€). Por fim, os clássicos tacos, servidos em doses de dois e com livro de instruções na mesa a indicar como os deve comer. São todos feitos com tortilhas de milho azul (não estranhe a cor). Atenção às malaguetas e bota abaixo com uma margarita de manga (4,50€). Ou um shot de Mezcal, que a dona, mexicana, diz que não faz ressaca como a tequila.

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panoramico by marlene vieira
panoramico by marlene vieira
Fotografia: Arlindo Camacho

35. Panorâmico by Marlene Vieira

Restaurantes Oeiras

Até meados de 2017 a cozinha da chef Marlene Vieira podia apenas ser experimentada na sua banca do Time Out Market, onde apresentava (e ainda o faz) pratos de cariz português, com combinações originais. No Panorâmico, no Tagus Park, tem o seu próprio espaço de produção, num menu também de produtos portugueses, com comida de conforto, mas sempre uns apontamentos de chef. Há alguns pratos fixos e um menu executivo (a 18€), com sugestões diferentes todos os dias da semana.

pistola y corazon, desanuio
pistola y corazon, desanuio
©Arlindo Camacho

36. Pistola y Corazon

Restaurantes Mexicano Cais do Sodré

A melhor taqueria de Lisboa continua a ter mel e a arranjar mais razões para sermos todos pacientes e esperar a nossa vez de meter as mãos nos nachos, agarrar os tacos e beber os míticos cocktails da casa. Os tacos continuam a ser os reis da festa, têm também as grandiosas tortas (ou sandes mexicanas) e um brunch ao qual chama de desayuno mexicano. Apareça muito cedo.

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Sala Thai - Pad Thai
Sala Thai - Pad Thai
Fotografia: Arlindo Camacho

37. Sala Thai

Restaurantes Tailandês Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Este tailandês abriu em Alvalade em 2015 e da etnia à cozinha, tudo o mete num voo com destino a Banguecoque. Seja mais corajoso que o comum dos mortais na escolha e vá além do pad thai: peça antes pratos como os pastéis de peixe com especiarias, a sopa tom yan goong ou o pato assado com caril vermelho.

Tantura
Tantura
Fotografia: Arlindo Camacho

38. Tantura

Restaurantes Mediterrâneo Bairro Alto

É o nome de uma pequena aldeia a norte de Telavive e de um restaurante israelita no Bairro Alto que dá que falar. Elad e Itamar são os responsáveis esta cozinha que junta influências do Norte de África, Médio Oriente e Sul da Europa, mas que não se esgota no hummus. Têm, por exemplo, uma secção da carta dedicada à shakshuka (o típico prato comido pelos israelitas de manhã), têm uma série de pitas, com pão caseiro feito num forno de lenha no restaurante, e vários petiscos. Marque mesa que é sítio popular.

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Tasquinha do Lagarto - Filetes de Polvo
Tasquinha do Lagarto - Filetes de Polvo
Fotografia: Arlindo Camacho

39. Tasquinha do Lagarto

Restaurantes Português Campolide

É verdade que está numa relação com os sportinguistas, mas também não nega mesa a gente com outras preferências clubísticas. E fica desde já a saber que é um bom sítio para ver a bola, dias em que a reserva é obrigatória. O que comer? Os pratos do dia são sempre opções seguras, especialmente quando os donos, com ligação a Ponte de Lima, se aventuram em pratos nortenhos, os filetes de polvo com arroz do mesmo das quartas são óptimos, o arroz de garoupa e as favinhas à tasca, idem.

Tentações de Goa - Caril de Frango à Goesa
Tentações de Goa - Caril de Frango à Goesa
Fotografia: Arlindo Camacho

40. Tentações de Goa

Restaurantes Indiano Castelo de São Jorge

Nos tempos que ninguém possuía um smartphone com gps incluído, chegar ao Tentações de Goa era o cabo dos trabalhos. O reverso da moeda é que a casa era uma espécie de segredo partilhado por poucos, mas todos eles vidrados na cozinha de Maria dos Anjos (e Jesus Lee Fernandes, em tempos idos). Esses tempos tiveram o seu fim e já não convém arriscar ir até lá sem mesa marcada, para ter a certeza de que vai provar óptimas chamuças, caril de caranguejo, sarapatel ou chacuti de abóbora com salada de cebola e malagueta. Tudo bem picante.

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Toscana Casa de Pasto - Peixe Espada Preto
Toscana Casa de Pasto - Peixe Espada Preto
Fotografia: Manuel Manso

41. Toscana Casa de Pasto

Restaurantes Português Estrela/Lapa/Santos

Com presença no Guia de Restaurantes da Time Out desde a primeira edição, a Toscana Casa de Pasto é uma daquelas moradas onde os connaisseurs da gastronomia tradicional em Lisboa vão quando querem comer bom peixe grelhado. A lista de peixe fresco é interminável, tem também um bacalhau assado delicioso, e joga bem também no campeonato das carnes, todas com passagem na grelha. Atenção ao dialecto próprio: são batatas à Sá Pinto (a murro) e desconfiados (descafeinados).

Valdo Gatti
Valdo Gatti
©DR

42. Valdo Gatti

Restaurantes Italiano Grande Lisboa

Difícil é não querer pôr os pés nesta pizzaria mais do que uma vez por semana. A Valdo Gatti é uma pizzaria biológica no meio do Bairro Alto – sim, já não são só copos para estes lados – com uma carta de 12 pizzas polvilhadas com produtos nacionais naturais e italianos DOP. A massa das pizzas, feita pelo pizzaiolo António Menghi com farinha semi-integral, fica 48 horas numa câmara de fermentação antes de irem para o forno de lenha. Para acompanhar há sumos prensados a frio e o vinho da casa, também ele biológico.

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Restaurante, Último Porto, Robalo Escalado
Restaurante, Último Porto, Robalo Escalado
©Ana Luzia

43. Último Porto

Restaurantes Português Estrela/Lapa/Santos

Já lá vai o tempo em que ter um sábado de sol nos meses frios era desculpa para sair de casa a correr e procurar a esplanada com mais sol. Agora, no Inverno parece que faz sol e os meses quentes tardam a chegar, mas o Último Porto sempre esteve entre os favoritos para qualquer rasgo do astro rei, graças à frescura do peixe que servia. E serve, que o restaurante está aí para as curvas. Pampos, chocos, douradas peixes-espada, o desfile que acontece na grelha é belíssimo. E quem a gere, sabe a sério da poda.

Zé da Mouraria - Bacalhau com Grão
Zé da Mouraria - Bacalhau com Grão
Fotografia: Arlindo Camacho

44. Zé da Mouraria

Restaurantes Martim Moniz

Também conhecido “como aquele sítio na Mouraria que está sempre cheio” e tem um “granda bacalhau assado”, o Zé da Mouraria é o restaurante ideal para quem quer comer muito (muitíssimo), pagar pouco e passar uma tarde pós-almoço, à mesa, sem ser enxotado. Nenhuma fotografia faz jus ao tamanho e à beleza da travessa que chega à mesa com a posta alta, as batatas e o grão. Vale a pena também ferrar o dente no entrecosto com arroz de feijão, nos bifinhos ao alhinho ou nos chocos. Tudo excelente.

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East Mambo
East Mambo
©Marisa Cardoso

45. East Mambo

Restaurantes São Sebastião

Bernardo Agrela saiu do fine dining e entrou no maravilhoso mundo dos kebabs, tornando-os mais do que comida tapa-buracos num espaço pequenino perto de São Sebastião. Escusa de pedir a carta – kebabs é fast food, e por isso exigia-se que o sítio fosse rápido. Na parede estão quatro menus: o um tem kebab e bebida (10€), ao dois acrescem as batatas com dupla fritura (12€), o três tem tudo isto e um mix de entradas (15€) e o quatro tem sopa, salada e bebida (6,50€).

A Trempe - Fachada
A Trempe - Fachada
Fotografia: Ana Luzia

46. A Trempe

Restaurantes Português Campo de Ourique

Mesmo em frente à Casa Fernando Pessoa, A Trempe tem um aspecto castiço e uma ementa rústica, com pratos pesados e bem temperados, como caldo de cação e lombinhos de porco com coentros, e sobremesas típicas como sericaia e encharcada. À sexta-feira, há cozido de grão à moda do Alentejo. É apresentado numa panela de barro em dose individual, com farinheiras, chouriço, o grão e um bom caldinho. Lisboetas com costela alentejana podem matar saudades de casa neste restaurante simples e honesto.

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Sítio de Gente Feliz
Sítio de Gente Feliz
©Manuel Manso

47. Sítio de Gente Feliz

Restaurantes Português Oeiras

Miguel Gonçalves começou o Sítio de Gente Feliz em Janeiro de 2019. “É uma coisa descontraída, não tens de pedir nada. Chegas à mesa e há logo bom azeite, bom queijo, pão, uma broa. A coisa vai acontecendo”, explica. Não é para ir com ideias de comer numa horinha e está despachado – é o sítio para tirar a tarde e deixar-se ficar. “É uma forma diferente de estar na restauração”, reforça, até porque “restaurantes e comidas maravilhosas há muitos, mas sítios para estar não”. Entrar aqui é entrar na casa de um amigo, não se apressa nada, o que vier vem. O investimento de Miguel é essencialmente numa boa matéria-prima e depois é o que lhe vier à cabeça no dia, mas há muita proteína animal, enchidos ou queijo. Comida de tacho, de forno, que fazem lembrar a dos avós e sempre à conta certa de 20€, com bebida incluída. 

48. Gurkha Restaurant & Bar

Restaurantes Indiano Chiado/Cais do Sodré

Este restaurante nepalês pode passar despercebido ao transeunte menos atento que cruze a Rua de São Bento, mas, ao entrar, é-se logo bem recebido pelo cheiro das especiarias que pairam no ar. A cozinha é tradicional: chicken madras (9,95€), chicken karai (9,50€), chicken biryani  (9,95€) são alguns dos pratos que vai encontrar. O melhor de tudo é que as doses são generosas e dá para partilhar. Não se esqueça de começar por pedir uma chamuça, de frango ou de vegetais, e de acompanhar o repasto com o naan caseiro feito na hora. Se for fã, diga para carregarem no picante e tente não sair em lágrimas.



Mais restaurantes em Lisboa

Restaurante, JNcQUOI Asia
©Inês Félix

Os restaurantes mais bonitos em Lisboa

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Espelho meu, espelho meu, haverá algum restaurante mais bonito do que eu? A pergunta é legítima, dado o esforço que os restaurateurs desta cidade têm feito em montar projectos de encher o olho. E a verdade é que os olhos não só comem o que vem para a mesa como também gostam de um espaço cuidado e decorado com gosto. 

Tentações, goa, restaurante, lisboa, mouraria, etnico
Fotografia: Arlindo Camacho

Os melhores restaurantes na Mouraria

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É o sítio ideal para quem quer visitar o que resta da Lisboa do fado e das tascas e para provar um pouco de tudo: chinês, goês e o mais típico do português. Um roteiro perfeito pelos melhores restaurantes na Mouraria. 

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maria limão
Fotografia: Francisco Santos

Restaurantes obrigatórios na Graça

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Lá em cima, há muita coisa nova a dar nas vistas. No bairro que está cheio de graça, sobra sempre espaço para um novo restaurante, mais um cantinho com um petisco ou até um docinho dos bons, dos crepes recheados aos famosos pastéis de nata. Seja para quem vai dar um saltinho à Feira da Ladra e quer almoçar naquela zona, para quem quer instagramar o miradouro e lanchar a seguir, ou até mesmo quem vai àquele concerto de sábado à noite nas Damas. Eis 22 restaurantes e pastelarias obrigatórios na Graça. 

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