Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os 48 melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros

Os 48 melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros

Com uma nota de 20 euros já se faz a festa. É pôr-se na fila dos melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros.

Cantinho do Aziz
©DR
Por Mariana Correia de Barros, Catarina Moura e Inês Garcia |
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Encontrar restaurantes em Lisboa até 10€ pode revelar-se complicado, mas não é impossível e nós ajudamos. Se abrir um pouco mais os cordões à bolsa, a escolha cresce e, escolhendo bem, não há maneira nem de passar fome, nem de comer alguma coisa que não alimente devidamente a alma. Dá para peixe fresco grelhado numa boa esplanada virada para o rio, dá para algumas das melhores pizzas da cidade, dá para comida israelita, nepalesa, indiana e oriental. Fique-se por esta lista de 48 dos melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros. Tratar do corpo e da alma não custa mais do que uma nota das azuis.

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Os 48 melhores restaurantes em Lisboa até 20 euros

1
A Floresta do Salitre - Entremeada de Leitão
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

A Floresta do Salitre

icon-location-pin Avenida da Liberdade

Quando o relógio bate a uma da tarde já a sala d’A Floresta do Salitre está a rebentar pelas costuras - ler: se quer mesa ao almoço, chegue uns minutos antes. À medida que os minutos avançam, o Sr. Joaquim vai distribuindo as sopas caseiras, anunciando pratos do dia, contando uma piada, trazendo peixes na brasa, bitoques e abrindo boas garrafas de vinho (aqui bebe-se e percebe-se do assunto). No final é só passar pela Sra. Rosa, pagar a conta e martirizar-se por não ter ido mais cedo ao balcão espreitar as sobremesas.

2
Iscas da Taberna da Rua das Flores
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

A Taberna da Rua das Flores

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Para infelicidade da população em geral, esta pequena taberna do século XXI deixou de aceitar reservas no segundo dia de funcionamento — e já lá vão uns aninhos. E desde essa data há fila à porta, ao almoço e ao jantar. Nas horas de luz natural, para experimentar receitas tradicionais como a meia-desfeita; nas horas de luz artificial, com uma série de pratos e petiscos que o chef André Magalhães e comitiva inventam todos os dias com aquilo que a estação e os produtores (muitos deles perto de Lisboa), trazem.

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3
polvo à lagareiro da adega das gravatas, tema 526
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Adega das Gravatas

icon-location-pin Carnide/Colégio Militar

Várias Insta Stories poderão ser feitas na Adega das Gravatas. Primeiro apontar a máquina à bizarra colecção de gravatas que os clientes vão deixando no restaurante; depois para imortalizar o bife a assentar na pedra, aquele leve barulho da confecção e provocar inveja nos seguidores; depois para fotografar a companhia, que este é um restaurante bom para ir em grupo e/ou família; e no final para gravar aquelas sobremesas à antiga, como o molotof, um pudim flan ou um pudim abade priscos. Likes? Ui, vão disparar.

4
Adega Saraiva - Cabrito Assado
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Adega do Saraiva

icon-location-pin Sintra

“Cuidado com a Adega do Saraiva, o restaurante onde é tudo tão bom que é preciso ter mais barriga que olhos”, escreveu Miguel Esteves Cardoso numa das suas crónicas do Público. Uma grande verdade quando se trata desta casa tradicional em Nafarros, lugar de romarias de fim-de-semana, famosa pelo seu cabrito assado no forno, receita com décadas de vida, que também pode ser encomendado para fora. Quartas, sábados e domingos tem um óptimo cozido e serve ainda um bacalhau à Tia Emília bem conhecido.

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5
Cervejaria Boa Esperança
©DR
Restaurantes, Frutos do mar

Cervejaria Boa Esperança

icon-location-pin Benfica/Monsanto

O crítico Alfredo Lacerda chamou-lhe a marisqueira mais invisível de Lisboa e não fossem os GPSs incorporados em telemóveis e ninguém daria por ela - isto só é válido para quem não mora na zona, claro. Aqui comem-se pregos com alho e carne fina, amêijoas à Bulhão Pato, umas gambas do Algarve quentinhas, além de saladinhas frias (polvo, búzios e orelha), cachorros, moelas e outros petiscos que tais. Se já está a sonhar com um pós-praia perfeito, de imperial e caracóis à frente, aqui também o pode fazer.

6
tiramissu do bella ciao
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Italiano

Bella Ciao

icon-location-pin Chiado

Era uma pequena trattoria ao pé do metro da Baixa- Chiado, com toalhas aos quadrados vermelhos e brancos e mesas corridas. No final de 2017 mudou-se para um sítio maior, também na Baixa, e nem por isso perdeu a autenticidade. Na cozinha mantém-se o dono, italiano, Marcello di Salvatore, responsável por massas al dente frescas e caseiras, como o spaghetti carbonara e o bucatini all’amatriciana, os gnocchi alla sorrentina ou as almôndegas, sempre em doses generosas. Tem duas sobremesas absolutamente obrigatórias: o tiramisù e a mousse de Nutella.

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7
Bowls & Bar
©DR
Restaurantes

Bowls & Bar

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

O nome diz tudo: é sítio para malgas (aquilo a que toda a gente insiste em chamar bowls) e é sítio para se beber uns cocktails. No que toca às taças, há de tudo quanto se pode comer num pratinho fundo, das sopas portugueses ao ramen, não esquecendo as poké bowls com arroz no fundo e peixe cru ou marinado. Juntam-se a estas opções pequenos-almoços e, para outras horas do dia, uns quantos cocktails de assinatura.

8
Cantinho do Aziz - Makoufe
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Pan-africano

Cantinho do Aziz

icon-location-pin Castelo de São Jorge

Tem ares de tasquinha portuguesa, com pratos do dia ao almoço, mesas corridas e empregados despachados, mas o que sai da cozinha são especialidades moçambicanas. Nas mesas, as toalhas lembram capulanas e o som que se ouve é africano. As iguarias não se ficam pelas chamuças (boas, sublinhe-se), caris de caranguejo e muambas de galinha. Atire-se a pratos desconhecidos do grande público como a ikala (gambas e caranguejo com casca em molho de coco e amendoim) ou o bakra piripiri (costeletas de borrego em molho avermelhado com legumes e picante). É detentor de uma boa esplanada.

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9
Pizza Primavera, Casanova
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Casanova

icon-location-pin São Vicente 

A sugestão “bora às pizzas do Lux?”, suscita nos adultos a mesma reacção que a frase “meninos, querem ir ao Festival do Panda?” tem numa criança de três anos: excitamento. É indiferente esperar na fila, é indiferente calhar ao lado de um casal que está a discutir, é indiferente que o cruzeiro atracado tire a vista toda ao Tejo, porque o que importa aqui vem em pratos brancos redondos, douradinho nas pontas, húmido no centro e dá pelo nome de pizza. Peça a burrata de Puglia de entrada para acompanhar com focaccia.

10
Caxemira - Caril de Camarão
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Indiano

Caxemira

icon-location-pin Santa Maria Maior

O aroma das especiarias começa a sentir-se ainda nas escadas que levam ao primeiro andar deste restaurante na Praça da Figueira. E se lá chegar depois de o relógio ter batido as 13.00, é provável que tenha de continuar a senti-lo do lado de fora da porta, enquanto espera por mesa. Porque a comida indiana do Caxemira, que não se compadece com estômagos sensíveis ao picante, é tão famosa que o sítio está sempre à cunha. O caril de camarão é excelente, o de borrego idem e deve ser acompanhado de nan.

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11
Crispy Mafya
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Crispy Mafya

icon-location-pin Princípe Real

Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. Chama-se Crispy Mafya, fica no Príncipe Real, e a jóia da coroa é o chicken waffle burger, um hambúrguer de frango frito em que o pão é substituído por um waffle salgado. Combinação arriscada, mas vencedora.

12
Picanha do Cova Funda
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Cova Funda

icon-location-pin Areeiro/Alameda

Antes de mais, face à proliferação de Cova Fundas pela cidade, a pergunta que se impõe é: qual deles? O da Alameda, caro leitor, aquele onde se come excelente peixe fresco na grelha, um óptimo cozido (às quintas-feiras) e uma picanha de primeiríssima qualidade, ladeada por arroz e batatas fritas às rodelas. O nome do estabelecimento, mais popular que o “Café Central”, a “Bijou” ou o “Cantinho dos Amigos” está relacionado com o facto de ficar numa cave, claro, apesar de ser um restaurante arejado e bom para ver a bola.

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13
tripas do dom feijão, tema  526
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Dom Feijão

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

É um daqueles templos da boa comida tradicional servida com requinte, ali no eixo Roma-Alvalade, que nasceu como dissidente d’Os Courenses. Também criado por pessoas de Paredes de Coura, é fortíssimo ao nível da grelha, por onde passam óptimos exemplares de peixe fresco e muitas carnes. Aqui trabalha-se a preceito o género lagareiro (polvo, ovas, lulas e bacalhau) e há sempre lampreia na sua devida época. Apesar do salão espaçoso e luminoso, convém marcar mesa, sobretudo ao fim-de-semana. Lembre-se também desde feijão aristocrático  quando quiser uma esplanada para noites de calor.

14
Ela Canela
©DR
Restaurantes, Português

Ela Canela

icon-location-pin Campo de Ourique

Podia estar num quarteirão de uma qualquer cidade nórdica, mas está numa esquina de Campo de Ourique. Podia prometer alimentação saudável, com produtos biológicos e sazonais, e limitar-se a abrir uns abacates, usar umas granolas e estava feito. Mas não: este Ela Canela leva a sério aquilo que para outros é só a cozinha da moda. Tem um curto menu de almoço, compensado por uma longa carta de lanches e opções para brunches, de onde se destacam os ovos escalfados com espinafres em tosta de requeijão e a panqueca de banana e quinoa, com iogurte, mel e granola.

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15
Everest Montanha - Chicken Tikka Massala
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Nepalês

Everest Montanha

icon-location-pin Alvalade

Faz sentido que um restaurante nepalês roube o nome à montanha mais famosa do seu país? Sim. Faz sentido que tenha um irmão e lhe dê o mesmo nome? Claro. E que haja mais três com a mesma nomenclatura na cidade? Pois. Não se confunda: os dois de Alvalade pertencem ao mesmo grupo e são um óptimo sítio para provar comida do Nepal. Tanto um chicken vindalu, como no lamb tikka massala ou um saag paneer, sempre a usar o pão paratha como talher. E não se esqueça de avisar sobre a intensidade do picante no pedido.

16
Faz frio, restaurante, príncipe real, comida portuguesa, tradicional
Duarte Drago
Restaurantes, Português

Faz Frio

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Apesar de ter fechado portas no final de 2017, o restaurante Antiga Casa Faz Frio, no Príncipe Real, não entrou para a necrologia das lojas históricas: mudou de mãos e reabriu de cara lavada mas com a história intacta. O receituário português continua a ser o grande foco desta casa, agora com uma actualização dos pratos e um maior investimento em ingredientes e matéria-prima de qualidade. A casa era conhecida por ter sempre uma proposta de bacalhau nos pratos do dia e isso vai continuar a ser regra. À terça há açorda de bacalhau (11,50€), à quarta feijoada de sames (12€), à quinta bacalhau à Narcisa (13€), à sexta bacalhau à Assis (12€).

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17
Farol da Torre - Pica Pau de Javali
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Farol da Torre

icon-location-pin Oeiras

Por mais restaurantes étnicos que apareçam em Lisboa, ainda há, em cada um de nós, uma pontinha de orgulho que vem ao de cima cada vez que se fala de um restaurante português de comida tradicional. Este Farol da Torre, casa minhota que fica em Linda-a-Velha, é um daqueles que não gostaríamos de ver trocados nem por uma estrela Michelin japonesa. Tem peixes e carnes nas brasas, alguns pratos de forno, bons pratos de caça, lampreia na devida época e até caracóis nos meses de Verão. Às quintas há cozido com carnes fumadas, tal como esperávamos e tal como deve ser.

18
pannacota do forneria
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Forneria

icon-location-pin Parque das Nações

Pizzas em forno de lenha, massa que fermenta 48 horas e um pizzaiolo que trabalhou 15 anos no Casanova. Está encontrada a chave do sucesso desta pizzeria-restaurante que abriu no Parque das Nações no final de 2016. O homem do know-how é Vítor Cunha, as pizzas são as romanas, fininhas, e vão das clássicas parmigiana e prosciutto e funghi às gourmet, como a pizza speck ou Joselito (sim, do presunto espanhol). Há também pastas, hambúrgueres no forno em massa de pizza e, claro, burrata que vem da Campânia.

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19
Fumeiro de Santa Catarina - Polvo
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Fumeiro de Santa Catarina

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

As leis do fumeiro aplicam-se a todos os pratos deste castiço restaurante vizinho do Adamastor - perfeito para jantar depois de um fim de tarde de copos a ver a vista. Quer isto dizer que das entradas às sobremesas, todos os pratos têm um elemento que passa pelo fumeiro. Recomendam-se a salada de rosbife fumado com rabanetes, a fritada de cogumelos e espargos, a sandes de costela de boi e vinho do Porto e os sonhos de bacon com espuma de cardamomo. Às quartas é dia de piano assado no forno. E que piano...

20
Groundburguer - Hamburguer
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Hambúrgueres

Ground Burger

icon-location-pin São Sebastião

Quando os lisboetas achavam que estava tudo visto em matéria de hamburguerias em Lisboa, apareceu o Ground Burger e deu uma lição a toda a gente. O que se passa no laboratório do restaurante, à vista dos clientes é pura magia: 150 gramas de carne Black Angus, dentro de um pão de brioche feito ali mesmo, tostadinho por dentro, combinado com ingredientes de qualidade e acompanhado de onion rings. Qualquer um da ementa é bom, e casa bem tanto com os milkshakes XL (yeah!) como com as cervejas artesanais.

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21
In Bocca Al Lupo - Gorgonzola & Pêra
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

In Bocca al Lupo

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Fica escondida numa ruazinha do Príncipe Real, mas é uma das melhores pizzarias de Lisboa. Tem uma linha biológica, só trabalha com fornecedores orgânicos, tanto portugueses como italianos, e a massa da pizza, desde que pedido com antecedência, pode vir sem glúten. A massa fina é denominador comum de todas as pizzas - prove a marinara ou a parma - e há outras especialidades, não só feitas com os frescos do dia, como a salada de pimentos e alcachofras ou burrata bio.

22
Jamie's Italian
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Jamie's Italian

icon-location-pin Princípe Real

2018 foi o ano em que Jamie Oliver chegou finalmente a Portugal com o seu restaurante italiano mais famoso, com três pisos e dois terraços com vista para a cidade. E o chef-estrela britânico fez jus a toda a expectativa: trouxe todos os seus pratos mais famosos, entre tábuas de queijos e enchidos, pizzas e massas que são feitas diariamente no restaurante do Príncipe Real.  Alguns pratos foram adaptados para o mercado português – prove o Jamie’s Italian Burger, com carne de vaca, pancetta, cebola e, queijo da Ilha (12,95€).

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23
Kaffeehaus - Prato
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Cafés

Kaffeehaus

icon-location-pin Chiado

Abriu no Chiado quando os cafés modernos ainda eram uma miragem em Lisboa e foi, aos poucos conquistando o seu lugar no firmamento dos grandes restaurantes da cidade. Sim, restaurantes. Primeiro com o brunch, depois com os bifes panados, os bolos, o hambúrguer, as salsichas até chegar onde está hoje, com uma ementa cheia de pratos austríacos de nomes impronunciáveis e qualidade garantida — é aqui que se comem as salsichas da Hansi, desde que esta casa de salsichas fechou no Cais do Sodré. Sim, é bom ir lá beber o café de manhã e comer um dos croissants. Mas e jantar? Essa é a golden hour do Kaffeehaus, acredite.

24
La Finestra - Prosecco com Cremolato
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Italiano

La Finestra

icon-location-pin Avenidas Novas

Por mais pizzas xpto que nasçam em Lisboa, com massas fofas ou finas, de Roma ou de Nápoles, com bordas gordas ou queimadinhas, ninguém se pode esquecer das que andam por cá há mais anos. O La Finestra, para quem a idade é um posto, mantém as cores vibrantes das salas interiores e a qualidade das suas pizzas de massa fina há vários anos - a par dos meios irmãos, Lucca e Tavola Calda. Dezenas de combinações, matéria-prima escolhida a dedo, óptimas calzones e preços de antigamente. Mais: é um óptimo sítio para levar os miúdos.

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25
pizza lambrettazzurra
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Pizza

Lambrettazzurra Pizzeria

icon-location-pin Cascais

É um curioso caso de sucesso em Cascais, tanto que mudaram em meados de 2017 para um restaurante maior. Uma pizzaria napolitana, idealizada por um casal de brasileiros radicado em Portugal há 25 anos, famoso por ter criado a marca de biquínis Marhum. O insólito aconteceu e Humberto decidiu mudar de vida, estudar Itália de uma ponta à outra, arranjar fornecedores em Nápoles (a burrata vem da Campânia, por exemplo) e abrir um restaurante simpático com pizzas de bordas gordas e centro húmido.

26
Mamasan
Duarte Drago
Restaurantes, Japonês

Mamasan

icon-location-pin Santos

Este restaurante é japonês mas escusa de perguntar por peças de sushi. O Mamasan é um restaurante especializado em yakitori, um termo que se refere a comida em pequenos espetos, grelhados em carvão. No Japão, os restaurantes especializados em yakitori são habitualmente espaços pequenos, só com lugares ao balcão. Aqui há o balcão, com vista para a grelha a carvão, feita a medida em Portugal mas seguindo o modelo da mais tradicional grelha japonesa. O menu é pequeno e foca-se nas opções “na grelha”, com as espetadas com frango, cachaço de porco preto, camarão selvagem algarvio com lima e chili, ostras do Sado (6,50€) ou duas opções vegetarianas, couve coração e manteiga de chili ou beringela. 

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27
Macau Dim Sum - Oeiras - Pasteis de Choco
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Chinês

Macau Dim Sum

icon-location-pin Oeiras

Em meados de 2016, o Yum Cha Garden, responsável por levar uma data de gente a uma praceta recôndita em Oeiras para comer dim sum, anunciava que ia mudar de identidade. A gerência e, mais importante, a comida, mantinham-se tal e qual na mesma. Nascia o Macau Dim Sum (porque afinal era para comer dim sums que a gente ali ia), com a cozinha nas mãos de Liu Yun Zhi, especialista na matéria, sobretudo nos dumplings. Prove também o Pato à Pequim e as massas. É tudo bom.

28
Maria Azeitona
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Maria Azeitona

icon-location-pin Grande Lisboa

Atenção tripulação, o vosso comandante Time Out informa que uma das mesas mais difíceis de marcar de Lisboa fica na freguesia da Venteira, concelho da Amadora. Leu bem. Chama-se Maria Azeitona, é um restaurante bonitinho e bem decorado com madeiras claras e cadeiras desirmanadas, fortíssimo nos pratos do dia, sempre portugueses, e a apostar várias fichas em petiscos, muitas vezes reinvenções de clássicos tradicionais - caso dos mexilhões com queijo da Ilha. Fuja ao trânsito da cidade e não se esqueça de marcar mesa.

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29
mezze, restaurante sírio, arroios
©Francisco Santos
Restaurantes, Sírio

Mezze

icon-location-pin Lisboa

Aqui quem cozinha são refugiados sírios, uma verdadeira casa do Médio Oriente onde a mesa se enche de pratos feitos para partilhar. O restaurante, um projecto da Pão a Pão – Associação para a Integração de Refugiados do Médio Oriente, tem uma sala luminosa, com com vista para o interior do Mercado de Arroios. Aqui tudo se pode e deve comer com saj, um dos pães sírios caseiros – o hummus, o baba ghanoush ou até para fazer uma espécie de sanduíche de falafel. No fim, há uns quantos doces, que embora não pareçam muito trabalhados, são coisas sérias, como a baklava.

30
Mr. Lu
Restaurantes, Chinês

Mr. Lu

icon-location-pin Lisboa

Zhiaming Lu teve, durante alguns anos, um restaurante clandestino na Rua do Benformoso. Em 2015 mudou-se para um restaurante a sério, em Arroios, com uma montra rasgada para a rua e um placard onde se lê “Chef premiado com 35 anos de experiência”. A cozinha mantém-se fiel aos tempos antigos, com destaque para uma secção inteira de picantes (aqui há três níveis: ligeiro, médio ou super), com pernas de rã bem fritas e um excelente peixe com molho agridoce. Há ainda pratos no wok e muitas espetadinhas.

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31
Natraj
©DR
Restaurantes, Indiano

Natraj

icon-location-pin Grande Lisboa

Os lisboetas mais adeptos de comida indiana conhecem, com certeza, a marca Natraj, com um popular restaurante na Rua do Sol ao Rato. O que talvez desconheçam é a existência de outro Natraj, em Odivelas, ainda melhor que o irmão do centro. A decoração é a mesma, ao bom estilo Bollywood, o sítio costuma encher ao almoço e ao jantar, mas vale a pena marcar mesa para provar as chamuças de frango, o paratha (pão fino e redondo) e o prato vegetariano Natraj, com brócolos, cajus, cubos de tofu e batata num molho agridoce.

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Dim sum do Nova Ásia
©DR
Restaurantes, Chinês

Nova Ásia

icon-location-pin Alvalade

É um chinês dos anos 90, instalado em frente ao Centro Comercial de Alvalade, onde se fala mais português do que mandarim e a mesa é posta com talheres em vez de pauzinhos. Ou seja, se a sua mãe ainda não se convenceu da diversidade e qualidade da comida chinesa, este é um bom sítio para a convencer. Ganhou fama pelo leque de receitas de pato - lacado à Pequim, assado à Pequim e especial à Pequim (com caldo, febras, pele e legumes) -, mas tem também boa galinha com pao ou gambas salteadas com espargos verdes.

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33
Orelhas
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Orelhas

icon-location-pin Oeiras

Um dos bastiões da comida tradicional nos arredores de Lisboa, o Orelhas, em Queijas, é um simpático restaurante onde se come por 20€ (a menos que se estique nos vinhos). A cozinha é aberta para a sala e tem uma vitrine de carnes e bom peixe de mar para assar, tarefa sob a alçada do Sr. Travassos. A carta é feita com base no que há no dia, pode nunca chegar a vê-la e confiar no que sugerem e apanhar pratos como o rabo de boi assado, as bochechas de porco, a língua de vaca estufada ou a barriga de freira.

34
Os Tibetanos - Bife de Tofu
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Vegetariano

Os Tibetanos

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Qualquer pessoa que se vire para o vegetarianismo tem de passar, pelo menos uma vez na vida, n’Os Tibetanos. E qualquer céptico em relação ao maravilhoso mundo dos vegetais, leguminosas e afins devia vir aqui trincar o bife de tofu no forno com pesto e queijo de cabra. O restaurante que se sustenta nas várias cozinhas do Oriente, conhecido pelo óptimo pátio interior, tem bons papadoms indianos, bons momos nepaleses (pastéis recheados de espinafres e queijo) e um bom caril de manga com tofu. O aroma sente-se até na rua.

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35
Osteria - Pasta Al Pesto di Rapa Rossa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Italiano

Osteria

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Chiara Ferro é uma cozinheira italiana de mão cheia, conhecedora da gastronomia do seu país de origem até ao tutano, mas não lhe venha cravar pizzas que na Osteria não as há. Chiara é também autora de um útil livro de massas, o Al Dente, mas não vá até à Madragoa só para isso (pode ir, mas fica a perder), porque há muito mais para além delas. Há almôndegas, uma lasanha de pão siciliano e outros pratos na linha Osteria, mais estilo tasca, a preços ajustados ao que se serve e um ambiente para lá de descontraído.

36
Paco Bigotes
©Manuel Manso
Restaurantes, Mexicano

Paco Bigotes

icon-location-pin Cascais

Fica em São Pedro do Estoril e é uma taqueria à séria. Há botanaspara partilhar, dois ceviches, tostadas (e aqui é preciso desde já aceitar que se vai sujar as mãos) – são tortilhas crocantes, fritas, com tudo no topo: tanto podem ser de atum fresco (7,50€) como de frango desfiado (6,50€). Por fim, os clássicos tacos, servidos em doses de dois e com livro de instruções na mesa a indicar como os deve comer. São todos feitos com tortilhas de milho azul (não estranhe a cor). Atenção às malaguetas e bota abaixo com uma margarita de manga (4,50€). Ou um shot de Mezcal, que a dona, mexicana, diz que não faz ressaca como a tequila.

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37
panoramico by marlene vieira
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Panorâmico by Marlene Vieira

icon-location-pin Oeiras

Até meados de 2017 a cozinha da chef Marlene Vieira podia apenas ser experimentada na sua banca do Time Out Market, onde apresentava (e ainda o faz) pratos de cariz português, com combinações originais. No Panorâmico, no Tagus Park, tem o seu próprio espaço de produção, num menu também de produtos portugueses, com comida de conforto, mas sempre uns apontamentos de chef. Há alguns pratos fixos e um menu executivo (a 18€), com sugestões diferentes todos os dias da semana.

38
pistola y corazon, desanuio
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mexicano

Pistola y Corazon

icon-location-pin Cais do Sodré

Ao fim de quatro anos de actividade (e muita festa) de Pistola y Corazon podia esperar-se que as filas à porta tivessem diminuído. Antes pelo contrário. A melhor taqueria de Lisboa continua a ter mel e a arranjar mais razões para sermos todos pacientes e esperar a nossa vez de meter as mãos nos nachos, agarrar os tacos e beber os míticos cocktails da casa. Os tacos continuam a ser os reis da festa (ou será o staff?), têm também as grandiosas tortas (ou sandes mexicanas) e um brunch ao qual chama de desayuno mexicano. Apareça muito cedo.

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39
Restaurante RUA
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

RUA

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Manuel André Fernandes e Ricardo Pereira abriram um espaço com pratos inspirados na comida de rua que descobriram nas suas viagens e um ambiente divertido, com boa música e uma forte vertente de cocktelaria. O menu tem inspirações das ruas da Ásia, do México, do Peru e de Marrocos e está sempre a mudar, mas mantêm-se os pratos quentes e frios, das asas de frango coreanas aos ceviches, ou pratos vegetarianos bem trabalhados, como o de cenouras glaceadas com frutos secos, ras el hanout, alga nori e queijo de cabra. A palavra de ordem é partilhar.

40
Sala Thai - Pad Thai
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Tailandês

Sala Thai

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Este tailandês abriu em Alvalade em 2015 e da etnia à cozinha, tudo o mete num voo da Lufthansa com destino a Banguecoque. Seja mais corajoso que o comum dos mortais na escolha e vá além do pad thai: peça antes pratos como os pastéis de peixe com especiarias, a sopa tom yan goong ou o pato assado com caril vermelho.

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41
Tantura
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Mediterrâneo

Tantura

icon-location-pin Bairro Alto

É o nome de uma pequena aldeia a norte de Telavive e de um restaurante israelita no Bairro Alto que dá que falar. Elad e Itamar são os responsáveis esta cozinha que junta influências do Norte de África, Médio Oriente e Sul da Europa, mas que não se esgota no hummus. Têm, por exemplo, uma secção da carta dedicada à shakshuka (o típico prato comido pelos israelitas de manhã), têm uma série de pitas, com pão caseiro feito num forno de lenha no restaurante, e vários petiscos. Marque mesa que é sítio popular.

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Tasquinha do Lagarto - Filetes de Polvo
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Tasquinha do Lagarto

icon-location-pin Campolide

É verdade que está numa relação com os sportinguistas, mas também não nega mesa a gente com outras preferências clubísticas. E fica desde já a saber que é um bom sítio para ver a bola, dias em que a reserva é obrigatória. O que comer? Os pratos do dia são sempre opções seguras, especialmente quando os donos, com ligação a Ponte de Lima, se aventuram em pratos nortenhos, os filetes de polvo com arroz do mesmo das quartas são óptimos, o arroz de garoupa e as favinhas à tasca, idem.

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Tentações de Goa - Caril de Frango à Goesa
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Indiano

Tentações de Goa

icon-location-pin Castelo de São Jorge

Nos tempos que ninguém possuía um smartphone com gps incluído, chegar ao Tentações de Goa era o cabo dos trabalhos. O reverso da moeda é que a casa era uma espécie de segredo partilhado por poucos, mas todos eles vidrados na cozinha de Maria dos Anjos (e Jesuslee Fernandes, em tempos idos). Esses tempos tiveram o seu fim e já não convém arriscar ir até lá sem mesa marcada, para ter a certeza de que vai provar óptimas chamuças, caril de caranguejo, sarapatel ou chacuti de abóbora com salada de cebola e malagueta. Tudo bem picante.

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darjeeling express
Manuel Manso
Restaurantes, Indiano

The Darjeeling Express

icon-location-pin Sete Rios/Praça de Espanha

O nome deste indiano é inspirado no filme Darjeeling Limited, de Wes Anderson – a última palavra aqui é Express porque tudo o que se come pode ser para pegar e andar, o que pode ser boa ideia para seguir para uma noite de copos. Há seis caris sem picante, chamuças, trêsacompanhamentos, sobremesas e dois cocktails.

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Toscana Casa de Pasto - Peixe Espada Preto
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Toscana Casa de Pasto

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Com presença no Guia de Restaurantes da Time Out desde a primeira edição, a Toscana Casa de Pasto é uma daquelas moradas onde os connaisseurs da gastronomia tradicional em Lisboa vão quando querem comer bom peixe grelhado. A lista de peixe fresco é interminável, tem também um bacalhau assado delicioso, e joga bem também no campeonato das carnes, todas com passagem na grelha. Atenção ao dialecto próprio: são batatas à Sá Pinto (a murro) e desconfiados (descafeinados).

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Valdo Gatti
©DR
Restaurantes, Italiano

Valdo Gatti

icon-location-pin Grande Lisboa

Difícil é não querer pôr os pés nesta pizzaria mais do que uma vez por semana. A Valdo Gatti é uma pizzaria biológica no meio do Bairro Alto – sim, já não são só copos para estes lados – com uma carta de 12 pizzas polvilhadas com produtos nacionais naturais e italianos DOP. A massa das pizzas, feita pelo pizzaiolo António Menghi com farinha semi-integral, fica 48 horas numa câmara de fermentação antes de irem para o forno de lenha. Para acompanhar há sumos prensados a frio e o vinho da casa, também ele biológico.

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Último Porto - Robalo Escalado
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Último Porto

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Já lá vai o tempo em que ter um sábado de sol nos meses frios era desculpa para sair de casa a correr e procurar a esplanada com mais sol. Agora, no Inverno parece que faz sol e os meses quentes tardam a chegar, mas o Último Porto sempre esteve entre os favoritos para qualquer rasgo do astro rei, graças à frescura do peixe que servia. E serve, que o restaurante está aí para as curvas. Pampos, chocos, douradas peixes-espada, o desfile que acontece na grelha é belíssimo. E quem a gere, sabe a sério da poda.

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Zé da Mouraria - Bacalhau com Grão
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Zé da Mouraria

icon-location-pin Martim Moniz

Também conhecido “como aquele sítio na Mouraria que está sempre cheio” e tem um “granda bacalhau assado”, o Zé da Mouraria é o restaurante ideal para quem quer comer muito (muitíssimo), pagar pouco e passar uma tarde pós-almoço, à mesa, sem ser enxotado. Nenhuma fotografia faz jus ao tamanho e à beleza da travessa que chega à mesa com a posta alta, as batatas e o grão. Vale a pena também ferrar o dente no entrecosto com arroz de feijão, nos bifinhos ao alhinho ou nos chocos. Tudo excelente.

Mais restaurantes em Lisboa

Bastardo - Tio Patinhas
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Baixa

Bairro mal-amado pelos lisboetas, idolatrado pelos turistas, a Baixa continua a ter vários restaurantes que merecem a sua atenção. Quer ande à procura de boa comida portuguesa, de um japonês diferente dos congéneres da cidade ou de alguns clássicos que se mantêm com muita qualidade há vários anos. Estas são as nossas escolhas dos melhores restaurantes na Baixa. 

charkoal
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Os melhores restaurantes em Oeiras

Passar o dia a saltar de praia em praia citadina e aproveitar para comer como deve ser? Confere. Passar umas horas no Parque dos Poetas de barriga para o ar e fechar a tarde com uma barrigada de dim sum como deve ser? Fácil. Espreitar o Palácio do Marquês e encontrar a saída dos jardins labirínticos num ensopado de borrego como deviam ser todos? Com certeza. Meta-se no comboio ou apanhe a marginal e vá à confiança. Preparámos uma lista dos melhores restaurantes em Oeiras para que nada lhe falte. Recomendado: Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

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Tentações de Goa
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Os melhores restaurantes na Mouraria

É o sítio ideal para quem quer visitar o que resta da Lisboa do fado e das tascas e para provar um pouco de tudo: chinês, goês e o mais típico do português. Um roteiro perfeito pelos melhores restaurantes na Mouraria. 

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