Três sítios para comer chicken wings

Sem cerimónias: nestes três sítios é pegar com as mãos e lambuzar-se à vontade com chicken wings bem gulosas.

Fotografia: Manuel MansoAsinhas de Frango, do Rua

Todas elas de inspiração asiática, com uma twist doce e picante. Estas asinhas de frango lisboetas são gulosas e levam-no numa viagem que começa no Príncipe Real e só acaba no Penha Longa, em Sintra.

Três Sítios para comer chicken wings

Restaurante RUA

Manuel André Fernandes quis dar-lhe um nome descontraído, com graça e que deixasse adivinhar que são simultaneamente doces e picantes. Chamou a estas asinhas de frango de inspiração asiática Andry Fried Chicken e serve-as sobre um kimchi de legumes feito no restaurante.

Preço: 7,50€

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Chiado/Cais do Sodré

Soi

Na cozinha chefiada por Maurício Vale há influências de toda a Ásia e as asinhas de frango – que entram na categoria de pratos pensados para partilhar – são inspiradas em sabores coreanos. Panadas com farinha de arroz, salteadas em molho coreano e servidas com amendoins, aparecem na carta do Soi com os ícones de duas malaguetas – é para levar a sério.

Preço: 7,50€

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Cais do Sodré
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Spices

Estas asinhas de frango japonesas não chegam à mesa no osso mas antes espetadas em pauzinhos. No restaurante pan-asiático do Penha Longa servem-se yakitoris de asas de frango com molho teriaki com o sabor picante do chipotle.

Preço: 7€

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Sintra

Lisboa asiática

Três sítios para comer pad thai

Na Tailândia, praticamente todas as ruas das grandes cidades têm uma chapa com massa de arroz a crepitar num wok. Parece não ter grande ciência, mas tem: é-lhe sempre acrescentado o ovo, que fica praticamente colado à frigideira até se envolver com os noodles, os legumes, o frango ou o marisco. O amendoim dá a textura final crocante e as gotas de lima o tempero mais cítrico. Nestes três sítios, a receita é cumprida à risca. Siga viagem pelos sabores tailandeses.

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Por Inês Garcia
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As melhores chamuças de Lisboa

De todos os pastéis que o mundo inventou, nenhum viajou tão bem como a chamuça. Em Lisboa, a variedade é grande e isso faz com que já não precise de recorrer àqueles triângulos amolecidos e oleosos de snack bar. Um dos responsáveis por esse fenómeno é Jesus Lee, o homem do restaurante Jesus é Goês (Rua de São José, 23, à Avenida da Liberdade). Quando não está a inventar pratos com malagueta, o cozinheiro asiático mais cool de Lisboa está a pensar no que meter dentro de cinco centímetros de massa quebrada juntamente com malagueta. Há umas semanas, experimentou umas chamuças de sardinha e diz que “foram as melhores de sempre”. Infelizmente, não ficaram na carta. “Só a trabalheira de tirar as espinhas…”. O que está na carta são as chamuças de camarão (2,20€), com o bicho rijo envolto numa pasta de alho, malagueta, gengibre e coentros frescos. Ainda de entre as menos convencionais, é obrigatório provar a de tâmara e castanha de caju (2,50€), do Tentações de Goa (Rua de São Pedro Mártir, 23, ali ao lado do Martim Moniz), o restaurante de Maria dos Anjos, um dos étnicos mais consistentes de Lisboa. A massa é a mesma das de carne – também altamente recomendável –, do tipo duro e estaladiço, mas neste caso polvilhada com canela. Para quem só gosta das de carne, as do Caxemira (Rua Condes de Monsanto, 4, 1º Dto., à Praça da Figueira) continuam a ser difíceis de bater. É verdade que tem de enfrentar um serviço sisudo e filas de gente, mas conta para aqui o seguinte: o interior é húm

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Por Ricardo Dias Felner

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