Seis bares em Cascais

Cascais não é só areia, gente gira, turistas e maresia. Tem mais. Estes são os seis bares em Cascais que tem mesmo de conhecer. E, já agora, beber um copo.

Fotografia: Manuel Manso

É o fim da linha. Quer dizer, não tem de ser o seu fim, a frase anterior remete apenas para o fim da linha de comboio, estação terminal, no fundo. Chegado lá, é tentar desviar-se dos turistas e encontrar sítios para beber um copo. Bom, não tem obrigatoriamente de fazer isto, mas esta é a nossa proposta para este artigo: descobrir onde se bebem bons copos em Cascais, ou seja, seis bares em Cascais para ir beber um vinho, uma cerveja, um cocktail, ou vários, disto tudo. A lista é uma mistura de clássicos e de novos habitantes. 

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Bar do Guincho

Clássico é clássico e o Bar do Guincho já estava na moda ainda antes das sunset parties serem um estilo de vida. Na Praia do Guincho, do lado do Abano, é um bom refúgio para quem não está para grandes vendavais ou para quem não quer arriscar (ou não está com grande imaginação, vá) escolher outro bar de praia para apanhar sol. A carta tem tudo aquilo que se pede de um bar de praia, sem grandes invenções: tostas, hambúrgueres, sandes, petiscos, saladas e peixe fresco. No Verão tem uma festas divertidas. 

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Stairway Club

Há coisas que valem ouro: o Stairway, quando abre, abre a sério, só fechando às seis da manhã. E isso, convenhamos, até em Lisboa pode ser complicado. Sobretudo nesta lógica de bar/sala de concertos que recebe música diversa, mas sobretudo rock, nacional e internacional. Carrega. 

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Blue Bar Baía

O Blue Bar Baía é o bar do Hotel Baía, que, como o nome indica, está situado em plena Baía de Cascais, com uma vista digna, a confundir-se entre areia, barcos e mar. O terraço é tão atraente que até o Cine Society tem passado filmes lá. O menu de bebidas podia ser maior, mas ainda se safa, entre gins, espumantes e whiskeys a coisa faz-se. 

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Taberna Clandestina

A Taberna Clandestina é um daqueles lugares de mesas em madeira quadradas, a privilegiar os bancos altos, como aqueles que se encontram na mini-esplanada em frente à porta. Na zona interior são cantos e recantos feitos para refeições para dividir, petiscos diversos, enchidos, queijos e vinhos. À sexta e ao sábado fecha às 02.00, ou seja, pode ficar por lá, depois de jantar, a beber (mais) uns copos. Dizem que a burrata é para provar certamente. 

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Rua Bar

O nome é dúbio. Se é Rua Bar é para estar lá dentro ou cá fora? Tirando a ambiguidade do nome, o bar tem pinta, daqueles balcões mal iluminados para não se ver bem a quantidade de álcool (isto só funciona se for a mais, se sentir roubado grite) que metem na sua bebida. É numa das ruas mais animadas da vila, portanto tem onde ir antes e tem onde ir depois. 

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Hífen

Esta ideia dos petiscos para ir partilhando já vem do anterior restaurante de João Matos em Cascais, o Cascas, que deu origem a este depois do encerramento forçado. Ora bem, viraram-se para o mar e abriram um duplex com um bar à entrada com cocktails clássicos e outros de assinatura, que se querem bem ligados à cozinha. Exemplo disso é a caipirinha de aipo. O Hífen esforçou-se para deixar de fora nomes que “como as tascas da esquina ou o não-sei-quê do bairro”, mas nada tema, que o ambiente trendy está la todo: as madeiras claras, os apontamentos azuis-claros e as plantas a cobrirem paredes. Um bar-restaurante-insta-friendly.

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