Cinco coisas que tem de saber sobre o Time Out Lisboa Card

O que é, para que serve, onde se compra e muito mais sobre o Time Out Lisboa Card.
Terreiro do paço
Fotografia: Arlindo Camacho
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1. Que é um cartão incrível

E quem diz incrível diz fantástico, fabuloso, extraordinário, maravilhoso, admirável, espantoso, adorável, assombroso, espetacular, estupendo, fenomenal, magnífico, sensacional e — porque não? — supimpa. Porquê? Ora, porque lhe que lhe permite poupar centenas de euros enquanto explora a cidade.

2. Que tem uma cidade inteira lá dentro

Acha que estamos a exagerar? E tem razão. É do entusiasmo. Mas acredite que tem muito do melhor de Lisboa lá dentro. Com o Lisboa Card pode entrar gratuitamente em dezenas lugares obrigatórios da cidade. Quer exemplos? Pode entrar sem bilhete em todas estas atracções e em todos estes museus. E ainda dispõe de muitos mais descontos até 50%, incluindo várias lojas, tours pela cidade e passeios nos arredores. Veja a lista completa aqui.

3. Que o leva a toda a parte

E aqui não há exagero. Com o Time Out Lisboa Card pode utilizar de forma ilimitada os transportes públicos da cidade incluindo no Metro de Lisboa, os autocarros, eléctricos (incluindo o clássico 28 e o renovado 24) e elevadores da CARRIS (como o da Glória, por exemplo), e ainda nas linhas CP entre o Cais do Sodré e Cascais, entre Oriente, Rossio e Sintra.

4. Que é fácil de utilizar

E quem diz fácil diz simples, básico, elementar, acessível, claro, transparente, tranquilo, descomplicado e – importante! – seguro. O cartão activa-se numa das atracções (museu, monumento, etc.) ou ao utilizar um transporte público pela primeira vez, passando o cartão por um dos leitores electrónicos existentes nas estações de metro e comboio, dentro dos autocarros, etc. Depois é válido pelo período subscrito.

24 horas: 19 € (crianças 12€);  48 horas: 32 € (crianças 18€), 72 horas: 40 € (crianças 21€). Uma pechincha, feitas as contas.

5. Que é fácil de adquirir

Basta comprar na Time Out Shop, no Time Out Market Lisboa ou clicar aqui.

Entrada livre com o Time Out Lisboa Card

Arco da Rua Augusta
©ATL/Arco da Rua Augusta
Atracções

Arco da Rua Augusta

icon-location-pin Baixa Pombalina

A construção deste arco triunfal foi programada em 1759, no quadro da reconstrução pombalina que se seguiu ao terramoto de 1755. O Arco da Rua Augusta só ficou concluído, na sua disposição actual, em 1873 e celebra a então grandiosidade do Império Português. No topo do arco pode ler-se "VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS DOCVMENTO.PPD“, que, traduzido, significa "Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”. Desde 2013 que é possível entrar num elevador para subir ao topo do arco e pelo meio ainda passa por uma exposição sobre a história do monumento.

Mosteiro dos Jerónimos
Fotografia: Arlindo Camacho
Atracções

Mosteiro dos Jerónimos

icon-location-pin Belém

Mandado erigir pelo rei D. Manuel I em memória do Infante D. Henrique é Monumento Nacional desde 1907 e Património Cultural da Humanidade desde 1983. Edificado no século XVI, foi na altura doado aos monges da Ordem de S. Jerónimo, em 2016 ganhou o estatuto de panteão nacional. Na igreja do mosteiro (Igreja de Santa Maria de Belém) encontram-se, entre outros, os túmulos de Luís de Camões, Vasco da Gama e do rei D. Sebastião, cujos restos mortais foram trazidos por D. Filipe I numa tentativa de aniquilar o mito sebastianista. Mas são poucos os que acreditam que se trata efectivamente do corpo do rei desejado.

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Sala do Despachio do Palácio Nacional da Ajuda
©Palácio Nacional da Ajuda
Atracções

Palácio Nacional da Ajuda

icon-location-pin Ajuda

Monumento nacional desde 1910, destaca-se como a antiga habitação real e museu de artes decorativas, e também enquanto sede de outras instituições portuguesas ligadas à cultura e palco de cerimónias protocolares. Organiza visitas orientadas e recebe exposições que convidam a uma passeio pela história. Resumindo as origens desta palácio, é caso para regressar a 1755. Encontrava-se a Família Real na sua Quinta de Belém quando se deu o grande terramoto. Desde então, D. José I recusou-se a voltar a habitar edifícios construídos “em pedra e cal”. A solução encontrada passou pela eleição de um local seguro. E não é difícil perceber que acabamos por ir parar a este Palácio Nacional da Ajuda. 

Torre de Belem
© Lydia Evans / Time Out
Atracções

Torre de Belém

icon-location-pin Belém

Considerado um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa, a Torre de Belém começou por ser uma estrutura de defesa da barra do Tejo e hoje é um ícone da arquitectura do reinado de D. Manuel I. Classificada em 1983, como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), foi eleita em 2007, uma das Sete Maravilhas de Portugal.

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Panteão Nacional
Fotografia: Ana Luzia
Atracções

Panteão Nacional

icon-location-pin São Vicente 

Antes de ser a morada final de ilustres portugueses, o Panteão começou por ser a Igreja de Santa Engrácia, um templo mandado construir em 1568 pela infanta D. Maria, filha do rei D. Manuel I. As obras demoraram séculos a ficar concluídas e foi só nos anos 60 que a cúpula assumiu a forma que hoje conhecemos, uma obra a cargo do engenheiro Edgar Cardoso, também responsável pela construção da Ponte da Arrábida,no Porto. O Panteão acabou por ser inaugurado em Agosto de 1966 e hoje abriga os cenotáfios (túmulos de corpo ausente) de personalidades ligadas aos Descobrimentos, como o Santo Condestável Nuno Álvares Pereira, e túmulos de escritores e presidentes da República. A única mulher que aqui jaz é Amália Rodrigues e o único futebolista é Eusébio, uma decisão que gerou alguma polémica. Não deixe de ver as vistas a partir do terraço.

Elevador de Santa Justa
Fotografia: Ana Luzia
Atracções

Elevador de Santa Justa

icon-location-pin Chiado

As intermináveis filas de turistas passeio fora quase que nos fazem esquecer que este é um transporte público compatível com os cartões VIVA. Monumento Nacional, foi inaugurado em 1902 , esta obra do engenheiro portuense Raoul Mesnier de Ponsard é bonito por fora, onde se destacam os trabalhos de filigrana em ferro fundido (e cada andar é diferente), e por dentro, com uma cabine feita em madeira e latão.

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Palácio nacional de mafra
©DR
Coisas para fazer

Palácio Nacional de Mafra

icon-location-pin Mafra/Ericeira

A cerca de 40 km de Lisboa está um pedaço de história de quase quatro hectares que já celebrou o seu tricentenário, imagine-se. O Palácio Nacional de Mafra remonta ao século XVIII e às ordens do excêntrico rei D. João V que o mandou construir, tornando-se no mais importante edifício barroco em Portugal. A visita inclui passagem pelo Convento, onde está uma vasta colecção de arte sacra, e a famosa Biblioteca Nacional de Mafra, que conta com um acervo de quase 36 mil volumes. Poderá ainda visitar a Basílica que ocupa a parte central da fachada e lá dentro encontra o conjunto único de seis órgãos históricos, uma encomenda especial quando o rei mandou erguer o Palácio.   

mosteiro de alcobaca
@Karstenkascais
Atracções, Edifícios e locais religiosos

Mosteiro de Alcobaça

icon-location-pin Grande Lisboa

Este Monumento Nacional classificado como Património da Humanidade pela UNESCO data do século XII o que o torna o primeiro exemplar de arquitectura gótica em Portugal, uma obra promovida pelos monges da Ordem de Cister (também conhecidos como monges brancos). E quem passa por Alcobaça, não só não passa sem lá voltar, como tem de aqui entrar. Dentro da igreja vai encontrar túmulos reais, mas os de maior simbolismo são os de D. Pedro I e de D. Inês de Castro, tradicionalmente visitados por casais apaixonados. Para lá chegar, a partir de Lisboa não tem nada que enganar: apanhe a A8 até à saída Alcobaça/Nazaré/Valado dos Frades e depois a EN 8-5 em direção a Alcobaça. De carro são 117km, o que demora uma hora e meia, mais coisa, menos coisa.

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Atracções

Mosteiro da Batalha

Pouco mais de uma hora e meia separa Lisboa deste marco. Bem menos tempo que os dois séculos de construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, mais conhecido como Mosteiro da Batalha, obra lançada em 1386 e terminada em 1563. Associado à Ordem de São Domingos, foi mandando edificar pelo rei D. João I em sinal de agradecimento à Virgem Maria pela vitória frente aos castelhanos na batalha de Aljubarrota. De estilo gótico tardio e manuelino, é considerado património mundial da UNESCO, e exibe o estatuto de panteão desde 2016. Aqui estão sepultados D. João I, D. Filipa de Lencastre, o infante D. Henrique, o infante D. João, D. Isabel, D. Fernando, D. Afonso V, D. João II, D. Duarte e também o Soldado Desconhecido.

Atracções, Monumentos e memoriais

Convento de Cristo

icon-location-pin Grande Lisboa

A parte mais famosa do Convento de Cristo é uma janela manuelina cheia de cordas, plantas do mar, esferas armilares, tudo à maneira manuelina de falar dos descobrimentos. Os misticisos que envolvem a Ordem dos Templários andam todos por aqui já que o início da sua construção, no século XII, está ligado a esta ordem. Mais tarde, quando os Templários foram extintos e convertidos na portuguesa Ordem de Cristo, é neste também convento que se instalam. Expandem-no e reconfiguram-no à vontade e portanto, depois da viagem de hora e meia a partir de Lisboa e evuntalmente de uma caminhada do centro da urbano ao alto do convento, vai encontrar um edifício com marcas claras de muitos séculos.

Entrada livre com o Time Out Lisboa Card

Coche do Museu Nacional dos Coches
©Museu Nacional dos Coches
Museus

Museu Nacional dos Coches

icon-location-pin Belém

É uma colecção única no mundo e agora respira melhor desde que em 2015 passou para um novo edifício na Avenida da Índia, a poucos metros do antigo Picadeiro Real, a primeira morada dos coches a partir de 1905, onde ainda existe um núcleo expositivo. Quase desde a sua fundação que se sentia a necessidade de um espaço maior, o que só aconteceu mais de 100 anos depois. O primeiro coche a entrar no novo museu foi o Landau do Regicídio, talvez o mais icónico da colecção composta por viaturas de gala e de passeio dos Séculos XVI a XIX, provenientes da Casa Real Portuguesa, Igreja e colecções particulares.

antiguidades egipcías do museu de arqueologia
©DR
Museus

Museu Nacional de Arqueologia

icon-location-pin Belém

Foi fundado em 1893 pelo Doutor José Leite de Vasconcelos e o seu acervo, alojado no Mosteiro dos Jerónimos, reúne as suas colecções iniciais, bem como as de Estácio da Veiga. A estas somaram-se muitas outras, casos das colecções de arqueologia da antiga Casa Real Portuguesa, ou das colecções de arqueologia do antigo Museu de Belas Artes. Outras aqui chegaram por doação ou legado de coleccionadores e grande amigos do museu, como Bustorff Silva, Luís Bramão, e Samuel Levy. 

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Actividades para crianças no Museu Berado
©Museu Berardo
Museus

Museu Colecção Berardo

icon-location-pin Belém

A colecção Berardo é uma viagem pelos principais movimentos artísticos dos séculos XX e XXI inicia-se com "Tête de Femme", uma pintura cubista de Pablo Picasso. Estende-se por cerca de 1000 obras de mais de 500 artistas com Marcel Duchamp, Piet Mondrian, Francis Bacon, Andy Warhol, Sol LeWitt, Fernando Botero, Andreas Gursky entre muitos outros.

Museu Nacional de Arte Antiga
© Lydia Evans / Time Out
Museus

Museu Nacional de Arte Antiga

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Localizado no Palácio Alvor, é o museu português com mais tesouros nacionais e obras de referência. Entre pintura, escultura, desenho, ourivesaria, mobília artes decorativas europeias, arte asiática e africana, o acervo do museu tem cerca de 40 mil items dos séculos XII a XIX, onde se destacam, por exemplo, os Painéis de São Vicente, de Nuno Gonçalves, ou as Tentações de Santo Antão de Jheronymus Bosch.

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Igreja da Madre de Deus
©Museu Nacional do Azulejo
Museus

Museu Nacional do Azulejo

icon-location-pin Beato

O azulejo é a prova física do sentido prático dos portugueses que escolheram este material convencionalmente pobre para decorar espaços interiores e edifícios. No Museu, instalado no Convento da Madre de Deus, estão representados alguns dos mais significativos exemplares da azulejaria nacional, do século XV até aos nossos dias

Museus

Museu Nacional de Etnologia

icon-location-pin Belém

É perfeito para seguidores da história da antropologia portuguesa e ainda por cima tem uma vista fabulosa sobre o rio Tejo. Fica no Restelo, por cima do estádio d’Os Belenenses, e inclui uma exposição permanente com sete núcleos temáticos. O bilhete de entrada dá também acesso às reservas visitáveis (visita guiada), casos da Galeria de Vida Rural (diariamente às 10.30 e às 14.30) e da Galeria da Amazónia (diariamente às 11.30 e às 15.30). O Museu tem ao todo objectos, entre doações e recolhas feitas pelo próprio museu.

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Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado
©DGPC/ADF
Museus

Museu de Arte Contemporânea do Chiado

icon-location-pin Chiado

Situado no convento de São Francisco da Cidade, o Museu Nacional de Arte Contemporâneado Chiado (MNAC) tem uma exposição permanente que atravessa a história da arte emPortugal, uma viagem desde 1850 até à actualidade. Há ainda uma cafeteria de paragemobrigatória: a Spleen.

Museus

Museu de Lisboa - Palácio Pimenta

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Este antigo palácio e antigo Museu da Cidade de veraneio é o núcleo-sede dos cinco núcleos do novo museu (Palácio Pimenta, Teatro Romano, Santo António, Torreão Poente e Casa dos Bicos) criados em 2015. A exposição permamente mostra a evolução de Lisboa, desde a pré-história até ao início do séc. XX, enquanto que os Pavilhões Preto e Branco, localizados no jardim, funcionam como área de exposições temporárias.

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Museus

Museu Nacional do Traje

icon-location-pin Lumiar

Cumprem-se quarenta anos sobre a sua abertura e o figurino mantém-se: exibe indumentária histórica e acessórios de traje, desde o séc. XVIII à actualidade, apresentados ao público através da exposição permanente e das exposições temporárias. O Museu do Traje está instalado no Palácio Angeja-Palmela e tem mesmo ao seu lado o Parque Botânico do Monteiro-mor. Vista-se a rigor e rume ao Lumiar.

Museu de Lisboa – Teatro Romano
©José Frade
Museus

Museu de Lisboa – Teatro Romano

icon-location-pin Santa Maria Maior

Construído na época do Imperador Augusto, foi um dos monumentos mais importantes de Olisipo. O Teatro Romano está instalado em dois edifícios de épocas distintas, um setecentista e outro dos finais do séc. XIX, onde funcionou uma tipografia e uma fábrica de malas. E está desde 2015 integrado no Museu de Lisboa. O museu apresenta uma área de exposição, um campo arqueológico e as ruínas do teatro. Disponibiliza suportes multimédia com informação sobre o teatro e a sua história, actualizando aos dados sobre a arqueologia, os planos de conservação e recuperação. As ruínas são um dos principais testemunhos materiais e artísticos da cultura clássica e da civilização romana, que deram forma e dimensão urbana à cidade desde o século I até meados do século V.

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