Cinco exposições em Lisboa a não perder nos próximos meses

Dos clássicos geométricos à cultura do pop art, fixe estas exposições em Lisboa que não pode perder
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A agenda de exposições em Lisboa vai de vento em popa. Há cinco, pelo menos, que não pode mesmo perder. Das metamorfoses e padrões geométricos de Escher, passando pelas pinceladas humanas de Paula Rego ou até uma viagem no tempo ao movimento da pop art ou à Lisboa dos anos 50, estas exposições dão-lhe uma pequena amostra de tudo isso. E agora que está a chegar o Verão alterne os passeios entre a praia e os museus, vai ver que vale a pena. Aponte já na agenda, porque estas são daquelas exposições que não inauguram todos os dias.

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Cinco exposições em Lisboa a não perder

Pós-Pop. Fora do lugar-comum, gulbenkian
@Carlos Azevedo
Arte

Pós-pop. Fora do lugar-comum

icon-location-pin São Sebastião
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Até 10 de Setembro, a Galeria Principal da Gulbenkian despe-se dos clássicos para receber “Pós-pop. Fora do lugar-comum”, uma exposição com curadoria de Ana Vasconcelos e Patrícia Rosas, dedicada aos desvios do movimento Pop Art em Portugal e Inglaterra. Uma exposição que lança um olhar renovado sobre os anos 1965 a 1975 e nos revela como a Pop Art foi espelho de uma época culturalmente fervilhante. São mais de duas centenas de obras de artistas como Teresa Magalhães, Ruy Leitão, João Cutileiro, José de Guimarães, Bernard Cohen, Allen Jones ou Jeremy Moon. Gente que, além de ter saído do tal lugar comum, impregnou cada obra sua de um pensamento interventivo, remetendo para os primeiros ensaios da arte conceptual sem abandonar a vontade de comunicação que está na origem da pop.  

Arte

Arte Portuguesa. Razões e Emoções

icon-location-pin Chiado
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A exposição “Arte Portuguesa. Razões e Emoções” reúne 211 obras de 97 artistas no Museu do Chiado, em Lisboa, com uma viagem por 150 anos da História da Arte em Portugal. O périplo tem o seu ponto de partida em meados do século XIX e prolonga-se até à década de 80 do século XX, ocupando as galerias da ala da Rua Serpa Pinto. Se aprecia retrato, uma temática oitocentista raramente abordada, não falhe a mostra, que inclui obras desconhecidas de Miguel Lupi, Luciano Freire, Veloso Salgado, Duarte Faria e Maia e Constantino Fernandes.

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Arte

Escher

icon-location-pin Belém
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A exposição “Escher” traz mais mais de 200 obras do artista holandês com o mesmo nome, M.C. Escher (1898- 1972). A mostra chega pelas mãos da produtora Arthemisia. Além das duas centenas de obras, acrescem equipamentos didácticos de forma a tornar a exposição numa experiência mais completa. Ao longo da exposição os visitantes vão ter oportunidade de estimular a atenção, a imaginação e a intuição, através da arte matemática e dos mundos impossíveis criados pelo holandês. A sua obra representa normalmente metamorfoses – padrões geométricos que se transformam em formas completamente diferentes. 

Arte

Contos Tradicionais e Contos de Fadas

icon-location-pin Cascais
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Criações dos anos 60 e até um trabalho inédito produzido em 2017, que será revelado pela primeira vez, tendo como referência literária a Condessa de Ségur. No total, mais de uma centena de desenhos e pinturas de Paula Rego compõem estes "Contos Tradicionais e Contos de Fadas", inspirados nestes enredos intemporais. A mostra está patente na Casa das Histórias, em Cascais, e pode ser vista até 30 de Setembro.

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Arte, Fotografia

Lisboa, Cidade Triste e Alegre: Arquitectura de Um Livro

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
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"Lisboa, Cidade Triste e Alegre" é um objecto de culto, considerado o melhor foto-livro português. Agora, o Museu de Lisboa dedica uma exposição a este poema gráfico criado pelos arquitectos Victor Palla e Costa Martins ao longo de três anos no final da década de 50. Ao longo de várias salas é apresentado um olhar mais aprofundado da obra numa exposição comissariada por Rita Palla Aragão.

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©DR
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