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Dama de Copas
©Ana LuziaDama de Copas

Saia à rua e descubra as melhores lojas na Baixa

O comércio para estes lados faz as lojas tradicionais conviver lado a lado com as marcas mais modernas.

Escrito por
Francisca Dias Real
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Pouco terá de se preocupar com colinas, é a vantagem de andar às compras na Baixa lisboetatudo plano para não se cansar (para isso já basta o peso dos sacos). Por entre armadilhas para turistas recheadinhas de suvenirs e restaurantes com relações públicas gastronómicos à porta, a Baixa está cheia de lojas tradicionais que ainda sobrevivem (algumas delas com estatuto de Loja com História) e que se misturam com outras representativas de grandes cadeias ou até mesmo marcas portuguesas. Do vinho aos produtos para o lar, passando pelo calçado ou roupa, veja este roteiro como um guia das melhores lojas da Baixa.

Recomendado: Um roteiro das melhores lojas na Rua Augusta

As melhores lojas na Baixa

Pollux
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  • Grandes armazéns
  • Baixa Pombalina

Procura um estendal, uma panela de pressão, uma cortina de duche, uma caneca com o nome "Nádia", um Trivial Pursuit e um crisântemo de plástico? A Pollux cuida de si. A megastore octogenária da Rua dos Fanqueiros tem tudo o que você procura e muito mais ao longo de vários andares bem apetrechados. O Terraço Editorial, restaurante e bar do terraço, tem uma vista incrível sobre a cidade e é um dos nossos miradouros não oficiais preferidos.  

Dama de Copas
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  • Baixa Pombalina

Se confunde o número do soutien com a copa, se acha que faz mal dormir de soutien ou se acredita que usar soutien com aros é coisa que lhe dá cabo da saúde, é porque está na hora de programar uma visita ao espaço da Dama de Copas. Tem uma escadaria imponente, janelas que se transformaram em provadores, quadros e mobília dos anos 20 e um aconselhamento sério no que diz respeito ao bra fitting.

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  • Moda
  • Baixa Pombalina
  • preço 2 de 4

Não estamos a falar de uma loja de roupa em segunda mão qualquer. A Outra Face da Lua é a loja de moda vintage por excelência. Desde 2005 que esta loja espalha o charme de outras décadas pela Baixa, com roupa de homem e mulher e acessórios. Dos blusões desportivos dos anos 80 às silhuetas cintadas dos anos 60, entrar aqui é viajar no tempo. 

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  • Lojas de bebidas alcoólicas
  • Baixa Pombalina

Nas mãos da mesma família desde sempre, a Garrafeira Nacional, que nos últimos anos estendeu os seus tentáculos a mais duas lojas em Lisboa (a GN Cellar, na Baixa e ao Time Out Market), continua a ser o sítio certo para descobrir vinhos caros, comprar os mais correntes, as bebidas espirituosas, os licores, tudo. Tem tanta oferta, muita dela rara, que existe mesmo um museu com garrafas especiais visitável na loja original, da Rua de Santa Justa.

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  • Moda
  • Baixa Pombalina

Apesar de ser uma etiqueta estrangeira, a loja é já um clássico da Baixa, não fosse também esta uma marca de modelitos intemporais, a começar pelo famoso polo. Anos depois da abertura, a Fred Perry da Rua Áurea transformou-se num ponto de passagem obrigatório para todos os aficionados. O espaço passou a receber as colecções mais exclusivas da marca britânica, que até há bem pouco tempo não eram vendidas em Portugal.

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  • Chocolates e doces
  • Baixa Pombalina

São mais de cem anos de actividade, uma actividade que se enche de garrafas, cafés, chás e uma série de outras especialidades. Muito antes da moda moderna das mercearias finas já dava cartas a Casa Macário, fundada em 1913. E se nos primeiros tempos de vida esta instituição da Baixa se dedicava apenas à venda de cafés e chás, acolhendo os lotes acabados de chegar das antigas colónias portuguesas, desde 1970 que o catálogo se alargou a vinhos do Porto, aguardentes e whiskeys. 

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  • Santa Maria Maior

Em 1919, nesta loja da Baixa operava uma cordoaria e em 2006 o espaço foi remodelado e transformado numa mercearia tradicional portuguesa. Localizada a escassos metros da medieval Casa dos Bicos, manteve as antigas paredes de pedra como cenário de exposição de produtos tradicionais de todo o país, incluindo os Açores e a Madeira. Inclui pão biológico, compotas, licores, patés, vinhos, enchidos e muitas outras especialidades.

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  • Castelo de São Jorge

O chá Nº1 é bom para o fígado, o 4 para o reumático, o 25 para a prisão de ventre, o 45 para a sinusite alérgica. Há 47 no total e as fórmulas, compostas no laboratório da Rosil, existem desde o ano da fundação e têm sido fielmente seguidas ao longo das décadas. “Recebemos as plantas em bruto, fazemos a moagem e misturamos”, conta o Sr. Manuel, empregado há 50 anos. Além dos chás de assinatura, têm os tradicionais de cavalinha, camomila, valeriana, suplementos alimentares e têm um rol de clientes que ultrapassam as fronteiras do país. Sinónimo de boa saúde do negócio.

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  • Coisas para fazer
  • Baixa Pombalina

É a maior loja da marca na Península Ibérica e a sua primeira flagship store em Portugal. O calçado desportivo, a roupa e os acessórios serão apenas uma das razões para ficar a conhecer este espaço. No interior da loja com uma fachada tipicamente pombalina, vai encontrar um exemplar gigante da bota Sk8-Hi, umas originais escadas em forma de half-pipe ou vitrines de museu da Vans com colecionáveis da marca que lhe vão proporcionar uma uma experiência Off the Wall – lema da marca americana desde 1966.

Casa Canadá
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  • Baixa Pombalina

Se procura malas, carteiras, pastas, bagagem e vestuário em pele chegou ao país certo. Perdão, à loja certa. Não se deixe levar pelo nome, que a Casa Canadá é um bastião alfacinha desde 1920. Suba ao primeiro andar, um clássico de muitas outras lojas da zona. 

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Pode ser considerada a loja oficial para presentes do amigo secreto, mas há mais neste paraíso das pechinchas. Material de cozinha, chinelos, velas, estacionário, decoração, brinquedos, e objectos cuja utilidade é difícil de definir. Também pode encontrar aquele presente para o animal de estimação.

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  • Moda
  • Baixa Pombalina

É uma das marcas internacionais de culto que fez morada na Baixa Pombalina. Com uma clientela fiel, a loja Carhartt WIP resiste à passagem do tempo, recheada de peças também elas intemporais, inspiradas pelo workwear que faz parte da história da marca. Do vestuário aos acessórios, sempre com atenção redobrada à robustez dos materiais, parece que a loja, tal como a roupa, está para durar.

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  • Chocolates e doces
  • Baixa Pombalina

A loja enche o olho mal se passa da porta, graças à incrível madeira de casquinha dos móveis, estilo Luís XVI. Depois enche as narinas com o aroma a café acabado de moer (o lote da casa é aposta certa) e, se quiser ficar para ouvir a história, contada por Margarida Pereira da Conceição, terceira geração na loja, também enche o ouvido. E ela lhe falará sobre os tempos em que o seu avô importava loiça da China, depois de Alcobaça e só mais tarde outras peças portuguesas, como as da Vista Alegre; ou como o lugar ocupado pelos leques de pau-santo teve em tempos exemplares de madrepérola ou tartaruga. Resumindo, é imperdível.

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  • Baixa Pombalina

A loja de streetwear é daquelas que entra na categoria cool kid on the block. Sweats, chapéus, T-shirts ou ténis de marcas difíceis de achar fora do universo online, como é o caso da Huf, Selva, Undefeated, Born x Raised ou Stussy. Para os mais radicais fique com a nota: há tábuas de skate coloridas para mandar cenário em qualquer half-pipe.

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  • Joalharia
  • Chiado

Seis gerações, duas remodelações, uma delas projectada por Cassiano Branco, e muitos diamantes pelo caminho. Esta ourivesaria tem história que não acaba, a par de peças e serviços que já são raros nos dias que correm. Há sempre um avaliador na loja e uma notável colecção de móveis-faqueiro.

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  • Baixa Pombalina

Vestem-se desde 2010, estão entre as T-shirts mais cool da capital, já chegaram a Espanha e livre-se de pensar que servem apenas para os forasteiros levarem para casa em forma de recordação da cidade. Está a ver aqueles formatos "I (inserir coração) Lisboa"? Esqueça, isto é todo um outro mundo alternativo ao souvenir tradicional.

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  • Baixa Pombalina

Sedas naturais, lãs, algodões, piquet e lantejoulas. O tecido a metro ganha outra vida no Londres Salão, casa fundada em 1950, no espaço anteriormente ocupado por uma alfaiataria inspirada nos espaços congéneres de Piccadilly. É daqueles destinos de interesse público, devidamente classificado, onde nenhum pormenor é deixado ao acaso, da decoração à proveniência das matérias-primas. A exuberância da montra não passou despercebida a sua majestade a rainha D. Isabel II, aquando da sua visita a Portugal em 1957.

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  • Acessórios
  • Santa Maria Maior

Durante décadas, foi esta a chapelaria que ditou a moda em Lisboa. Do rei D. Carlos a Fernando Pessoa, todos saíam de lá bem embarretados. No final do século XX, a Azevedo Rua aumentou a oferta para as mulheres. Pena que hoje em dia os chapéus já não sejam tão usados como no tempo da Canção de Lisboa. Mas se quiser compor o cenário aqui também há luvas e bengalas.

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