Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

Os restaurantes saudáveis em Lisboa brotam como cogumelos (biológicos, evidentemente). Eis alguns dos que de mais gostamos
Organic Caffe Chiado
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Saudável não é sinónimo de verde, light, vegetariano ou comida para passarinhos. E também não equivale a passar fome. Corremos a cidade para lhe trazer esta barrigada de restaurantes saudáveis em Lisboa. Bom apetite e muita saudinha.

Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

EIGHT
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Vegano

Eight – The Health Lounge

icon-location-pin Santa Maria Maior

Quando Ceri era miúda preferia ficar em casa a cozinhar do que ir para a escola. É ela que está responsável pela carta deste lounge vegan com uma loja a condizer no primeiro piso. Quando chegava a hora do jantar, como a mãe não era muito adepta da cozinha, ela e os irmãos tratavam do assunto. "Queria que a carta tivesse coisas mais fast food — smoothies, bowls, tostas — simples mas que fossem muito nutritivas", explica Ceri que carregou a ementa de smoothies, shots de bem-estar, tostas, saladas e pequenos snacks doces sem açúcar ou mel adicionados: só frutinha saudável.

juicy
Fotografia: Arlindo Camacho
Notícias, Comida

Juicy

Fast food mas sem a conotação que conhecemos – aqui é rápido de fazer mas saudável e sustentável. O Juicy, na Baixa, era para ser um bar de sumos frescos orgânicos durante o dia e de cocktails à noite, mas entretanto Amaury Meunier – que não é vegetariano nem cozinheiro mas sim um DJ francês empreendedor e atento à pegada de carbono no mundo da restauração – chamou Christian Mongendre, um “green chef” sediado em Hong Kong, e o espaço ganhou uma ementa saudável composta. 

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Food
Fotografia: Francisco Santos
Notícias, Comida

Food

Cláudia Faria sempre foi consumidora de produtos biológicos, ainda que não exclusivamente. Quando regressou a Portugal, há três anos, depois de uma larga temporada fora, achou surpreendente que o biológico ainda fosse uma coisa de nicho, muito associada a outras dietas, como a vegan, e começou a magicar um projecto e abriu agora a Food, uma mercearia e cafetaria biológica em Santos. 

antigo talho do Manzarra
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Antigo Talho

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Não se deixe enganar pelo logótipo com o porco à entrada. A única coisa literal no novo projecto do apresentador de televisão João Manzarra é o nome – isto é um antigo talho. “Veganizou” um Antigo Talho, perto do Marquês de Pombal, e abriu-o com uma cafetaria para almoços e lanches e loja multimarca, tudo inteiramente vegano. Todos os dias há um prato diferente, da responsabilidade de uma equipa comandada pela chef Filipa Ruas. É provavel apanhar um cuscus de vegetais, especiarias, frutos secos e baba ganoush, mas também pode calhar caril tailandês ou um pho vietnamita. O menu tem ainda wraps e quiches (que mudam semanalmente), bolos à fatia, bolas energéticas, sumos, kombucha e cervejas artesanais. “Mas sempre completamente vegano. Aqui só entram animais vivos e plantas”, garante João Manzarra.

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Organic Caffe
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Organic Caffe

icon-location-pin Cascais

Se está a pensar converter-se, mais vale ir atrás de quem percebe do assunto. Mariana Pessanha largou a carreira em publicidade e os maus hábitos alimentares para estudar nutrição em Londres. Quando voltou, abriu um restaurante no Estoril onde nada tem corantes, conservantes, açúcares ou temperos processados. Os intolerantes ao glúten e à lactose também estão aqui a salvo. E mais do que sumos verdes e saladas, o Organic Caffe – que abriu também no Chiado, com um novo serviço de grab&go – serve pratos como corvina com gengibre ou strogonoff de frango, todos com propriedades anti-inflamatórias. Não deixe escapar as sobremesas: mesmo sem açúcar, são doces e irresistíveis.

Pachamama - Prato
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Pachamama

icon-location-pin Santos

Há restaurantes bio e depois há restaurantes 100% bio. É o caso do Pachamama, que contamina quem passa com pratos cheios de saúde. Aqui não encontra morangos em tempo de uvas, pão ultracongelado (pelo contrário: fermenta durante 24 horas) ou frangos de aviário, mas sim uma lista que muda consoante o que a Pachamama (a mãe Terra, venerada pelo povo inca) dá. Se espera uma overdose de verduras, esqueça: aqui também encontra carne e peixe. E bem mais saborosos do que os que nascem no supermercado.

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Frutaria
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Mercearias finas

Frutaria

icon-location-pin Baixa Pombalina

Não é a mais tradicional das frutarias. Esta tem o chão em mármore axadrezado polido, paredes em madeira, uma horta vertical, mesas e um quadro em ardósia preto carregadinho de sugestões para comer e beber, dos sumos naturais às smoothie bowls. É uma “frutaria do século XXI”, justifica Pedro Oliveira, o responsável da Frutaria na Baixa Lisboeta. “Quisemos trazer um bocadinho das frutarias que estão nos bairros residenciais para o centro histórico da cidade”, explica. Ao mesmo tempo, a ideia era servir pequenos-almoços e almoços, atentos às grandes tendências da alimentação saudável – há quatro bowls diferentes, desde a base de açaí, à de espinafres com banana e leite de amêndoa ou à de iogurte grego com granola – mas não esquecendo as iguarias mais típicas portuguesas como a canja de galinha, aqui numa versão "menos aguada e mais consistente" ou a sandes com queijo de Seia e presunto. Praticamente tudo o que está no menu leva fruta. 

Pizza no In boca lupo
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

In Bocca al Lupo

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Esta pizzaria junto à Praça das Flores, que só utiliza produtos biológicos, faz umas pizzas fininhas, sem fermento, em forno a lenha, que mal se sentem no estômago depois de comidas. Na sua grande maioria são vegan e vegetarianas, como a de pesto com manjericão. Se o fizer com antecedência, pode pedir que a base da sua pizza seja sem glúten. Prove ainda a panacota feita com agar-agar, uma gelatina obtida a partir de algas. 

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House of Wonders
Fotografia:Manuel Manso
Restaurantes, Vegetariano

House of Wonders

icon-location-pin Cascais

O terraço com mais onda de Cascais tem muitas cores, mas sempre foi mais verde do que outra coisa. À lista de pratos vegetarianos – que não é fixa, varia consoante a sazonalidade dos alimentos –a chef Fionna Lynne Harrower juntou raw food (comida crua e vegan). Cuscuz de couve-flor com frutos secos e molho de manga e hortelã, esparguete de curgete com pesto de abacate e girassol e tacos de cogumelos envolvidos em alface são algumas das novidades que chegam à mesa sem passar pela frigideira ou pelo fogão. Para sobremesas, a chef preparou cheesecakes com base de frutos secos e coco, abacate e chá matcha, e cremes de manga com flores comestíveis. Dizem os seguidores desta dieta que os alimentos não processados e não manipulados desintoxicam, vitalizam e até curam doenças. É experimentar para ver se é tão rawsome como a Fionna promete. 

Dois Três Três
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Dois Três Três

icon-location-pin Lisboa

A antiga drogaria na Rua Silva Carvalho, em Campo de Ourique, ganhou uma nova vida assim que Marta Maia de Loureiro lhe deitou as mãos. Reaproveitou os armários, pintou as paredes e começou a servir refeições sem glúten e sem lactose. Ao pequeno-almoço têm iogurtes com granola, frutas e torradas e ao almoço há sempre três pratos, um deles vegan, que podem ser sopas de beterraba ou abóboras recheadas com leguminosas, arroz integral e frutos secos. Para aconchegar o estômago a meio da tarde, há bules de chá, bolos e uma queijada de se lhe tirar o chapéu.

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crave
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Crave

icon-location-pin Campolide

Bowls. A moda da comida saudável pediu-as, o Instagram celebrizou-as, o grande público, cada vez mais preocupado com a linha, recebeu-as de braços abertos. O Crave nasceu para provar que a comida saudável também pode ser sinónimo de comfort food, com um conjunto de bowls nutritivas e feitas com produtos de qualidade. Usam salmão cozinhado a baixa temperatura, frango marinado com tomilho bela-luz – “um substituto natural do sal”, segundo Vasco –, e fazem todos os molhos e pastas, como o hummus. Também há wraps, além de uma infinidade de ingredientes para quem gosta de jogar ao d.i.y. e construir a sua própria bowl. Nas bebidas há, por exemplo, chá de erva príncipe com gengibre ou chá de lúcia-lima e frutos vermelhos.

Os gazeteiros
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Os Gazeteiros

icon-location-pin Alfama

Ao contrário do que possa pensar, neste restaurante trabalha-se e bem. David, o dono e chef, trouxe de casa a criatividade e os hábitos alimentares saudáveis e criou uma cozinha arrojada, bonita e com muitas influências mediterrânicas e orientais. As frutas e os legumes biológicos, comprados no supermercado Miosótis, dão origem a menus de degustação, que tanto podem vir com dourada, brócolos e batata, como com ovos e ervilhas tortas. Acompanhe com vinhos naturais, mas beba com moderação. Sobretudo ao almoço, para depois à tarde não ter de fazer gazeta ao trabalho.

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THE CRU
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Orgânico

The Cru

icon-location-pin Cascais

As curgetes, as couves lombardas, os tomates, as toranjas, as batatas doces e os cocos frescos ficam mesmo à entrada. Ao lado, nas prateleiras, alinhados ordeiramente estão os sumos, os frascos de mel, os leites vegetais, as tostas com cereais e figos, as tâmaras biológicas e as amoras brancas selvagens. E se continuarmos a percorrer a ala da mercearia/restaurante The Cru, em Cascais, encontramos ainda uma zona com produtos de venda a granel, que vão desde granolas a arroz integral de vários tipos. Esta marca de comida saudável, que começou com uma carrinha ambulante em 2015, e abriu depois uma loja no Oeiras Parque (que entretanto fechou), serve agora sumos funcionais; taças de açaí com banana e granola, panquecas com molho de framboesa, ou papas de aveia para o pequeno-almoço; serve pratos do dia, como chilli de frango ou lascas de bacalhau com pimento; várias saladas e wrepes, uma simbiose entre wraps e crepes, e ainda boas sobremesas.

Poké bowls sea by local your healthy kitchen no palácio chiado
Fotografia: IG
Restaurantes

Local Chiado by Your Healthy Kitchen

icon-location-pin Chiado

A cozinha de Maria Gray é o local onde toda a gente quer estar. “Nem tudo é sem lactose, ou sem glúten, mas há opções saudáveis para todos”, garante a dona, que, desde o início do ano, já abriu dois restaurantes, o primeiro no Mercado da Vila, em Cascais, e o segundo no Palácio Chiado, em Lisboa. Ao pequeno-almoço, nesta cozinha saudável, comem-se saladas de frutas com iogurte grego e pistáchio e ao almoço pratos de salmão com crosta de panko, um pão ralado japonês, com curgete e molho de manga e hortelã. Para sobremesa, há cheesecakes de frutos silvestres e sopas de amora, pêra e noz.

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água no bico
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Vegetariano

Água no Bico

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Quem diria que milhares de anos depois estaríamos tão interessados em ser novamente uns homens das cavernas? Nunca se falou tanto de comida paleo como agora, e Nuno Carrusca, o chef que além de apostar nesta dieta serve comida vegetariana, vegan e crudívora, desmistifica o preconceito. “Alguns dos nossos pratos mais tradicionais são paleo. As iscas são paleo e as lulas recheadas também.” Nuno explica ainda que esta dieta consiste no consumo de frutas da época e de carnes de caça e de pasto. Hidratos de carbono como o trigo e o arroz, leguminosas ou açúcares refinados ficam de fora. Agora que já sabe, experimente as saladas e as tartes que todos os dias ali se fazem. Mas não se porte como um Neanderthal à mesa. Por favor, tenha modos.

Origem
©DR
Restaurantes

Origem

icon-location-pin Lisboa

Das oito às oito serve tudo com um único propósito: ser o mais saudável possível. Mas sem falsos moralismos, que mesmo quem está neste caminho tem direito aos seus deslizes – e se é para deslizar, que seja em bom. Por exemplo, com um brownie de batata doce, que tem cacau e framboesas e, boa notícia para os celíacos, não tem glúten (1,60€). A cafetaria Origem, que nasceu há cinco anos (quando a febre da alimentação saudável ainda não tinha contaminado a cidade), começa com pequenos-almoços com sete tipos de pão diferentes (incluindo um sem glúten) e bebidas quentes que podem ter leite magro, de soja, de arroz ou de amêndoa, e só pára lá para a tardinha, com sumos de fruta, empadas com massa semi-integral e iogurtes com fruta e cereais.

Pratos saudáveis a não perder

Nalu bowls
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer smoothie bowls

Se ainda não sabe o que é uma smoothie bowl é porque não anda a percorrer o feed das redes sociais vezes suficientes. São taças redondas, supercoloridas, com uma base composta por fruta e uma bebida vegetal, e cobertas com toppings crocantes (da granola ao coco tostado) e  fruta cortada meticulosamente. E, nestes três sítios, é sempre um dois em um: dá para comer com os olhos e tirar essa foto para a redes. E depois comer a sério.

Tapioca Oca - Tapioca Maça e Canela
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Três sítios para comer tapioca

Se está determinado a ser mais saudável, troque o pão e as panquecas por tapioca. Com recheios salgados ou doces, estes crepes de farinha de mandioca, sem glúten, estão a fazer sucesso em Lisboa. Saiba onde.  Recomendado: Os melhores restaurantes saudáveis em Lisboa

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Midori - Ramen
©DR
Restaurantes

Três sítios para comer ramen

Esta sopa veio do Japão para aquecer os alfacinhas, que finalmente podem encontrar ramen espalhados pela cidade. Estes são os três melhores sítios para comer ramen em Lisboa 

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