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Fotografia: Yogas Design

Pratique o flirt e o amor nestas plataformas e apps de encontros

Está solteiro e com vontade de conhecer pessoas? Espreite estas plataformas e apps de encontros.

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Raquel Dias da Silva
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Tem sido difícil socializar nos últimos dois anos. Mas, agora que voltámos às ruas, não há desculpas para não retomar os convívios em segurança. E, para dizer a verdade, já há tantas novas formas de interacção online que o impossível é, na verdade, arranjar desculpas para não o fazer. E, caso tenha dificuldades em encontrar a sua cara-metade, não se preocupe. Para o ajudar, reunimos dez plataformas e apps de encontros. O resto é consigo: se conseguir a proeza de se apaixonar online ou de convencer alguém que é a última bolacha do pacote, experimente marcar um jantar romântico, uma sessão de cinema ou uma noite de jogos.

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Plataformas e apps de encontros

Esta nova app começou com uma missão muito simples: mudar as regras antiquadas do jogo do amor. O que significa que, atente bem, quando acontece uma ligação entre sexos opostos, as mulheres é que dão o primeiro passo, independentemente do que estiverem à procura. Só tem de se registar na versão que lhe agradar mais: encontros (se o que procura é um novo romance), BFF (para fazer novos amigos) ou Bizz (para encontrar oportunidades de negócio).

Não é exactamente uma nova plataforma ou app, mas uma ferramenta integrada do Facebook, que chegou a Portugal em 2020, para ajudar qualquer um, dos 18 para cima, a encontrar o amor. Totalmente gratuita, é necessário aderir (não basta já ter conta do Facebook) e, em vez de perfis, cada pessoa tem um espaço para se dar a conhecer e que é construído depois de ter configurado as suas preferências pessoais e se quer (ou não) que amigos e amigos de amigos sejam sugeridos como possíveis ligações. Depois basta manifestar interesse ou esperar que alguém o manifeste por si.

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Chama-se FMK, porque é inspirada no famoso jogo “Fuck, Marry, Kill”. A app, que é portuguesa, nasceu no estúdio de startups Build Up Labs, em 2017, e continua a ser usada em todo o mundo. Para jogar no seu smartphone (e, quem sabe, encontrar o amor pelo caminho) tem de responder a um desafio: das três pessoas que lhe aparecem no ecrã, qual escolheria para fuck (ter um relacionamento de apenas uma noite), marry (apresentar aos pais) ou kill (voto atribuído, no fundo, à pessoa que menos lhe desperta a atenção)?

Se faz parte das comunidades gay, bi, trans ou queer, o Grindr é uma das alternativas ao Tinder (experimente também a Her). Funciona mais ao menos da mesma forma, mas não proíbe a criação de nomes fictícios nem exige a utilização de fotografias ou a exibição pública da idade. Ainda assim, terá mais hipóteses de arranjar pretendentes se facultar essas informações. A tela principal da app é um mosaico com vários perfis. A princípio são exibidos aqueles que estão geograficamente mais próximos de si, mas as sugestões podem ser filtradas por outras características.

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Numa esquina, no terraço de um café, a passar uma passadeira, até no supermercado, todos nós já trocámos olhares com alguém que nos marcou. Com mais de 100 milhões de pessoas inscritas, a happn permite encontrar todas essas pessoas com quem nos vamos cruzando na vida. Desde que elas estejam também registadas na app, claro. De resto, basta fazer uma breve configuração para saber quem são as pessoas de quem se encontra próximo ou por quem tem passado ultimamente. Se tiver interesse, basta fazer um like e rezar para que seja mútuo.

Do mesmo grupo de empresas do Tinder, do Match Group, esta plataforma destaca-se por fazer o trabalho por si. Basta responder às perguntas colocadas durante o registo, que é gratuito, e esperar pela sugestão de vários perfis, que à partida já são compatíveis consigo (quer queira apenas conhecer alguém com quem se entreter à distância ou queira mesmo arriscar um relacionamento sério).

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Neste site de encontros, para portugueses, brasileiros e outros falantes da língua portuguesa, tem direito a alertas de compatibilidade, um motor de pesquisa, um chat online, 100% gratuito para todos os utilizadores, e até uma caixa de correio electrónico interna. Para não ter o azar de ser enganado, todas as fotografias e anúncios são verificados manualmente antes de validados. 

A Speed Party também é uma empresa portuguesa e dedica-se a organizar eventos e até viagens para pessoas solteiras. Mas não só. É sobretudo reconhecido pelos seus populares speed datings, encontros rápidos (cerca de quatro minutos) para conversar com várias pessoas e depois decidir quem quer voltar a ver. Durante a pandemia, decorreram apenas online. Agora, já há várias sessões presenciais em vários pontos do país e para diferentes faixas etárias.

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Procura alguém que valorize a importância da educação e seja elegante o suficiente para ficar bem em fotografias a preto e branco? Esta app é para os mais ambiciosos, que procuram uma cara-metade à séria (nada de casos inconsequentes). Tão à séria que não é qualquer um que faz parte desta comunidade de futuros “power couple” (um casal de pessoas bem sucedidas por mérito próprio, leia-se). Todas as contas são verificadas, para garantir que as informações partilhadas são verdadeiras. Melhor só o facto da aplicação ter uma coisa chamada “smart blocking” (bloqueio inteligente), que evita que se cruze com colegas de trabalho, amigos e familiares por acidente. Quer mais? Esta app também promove speed datings (três em 9 minutos) por vídeo-chamada. 

Além de já ser um dos clássicos das novas apps de encontros, o Tinder é uma das mais utilizadas em Portugal. Em Abril de 2020 até disponibilizou gratuitamente, a todos os seus utilizadores, a ferramenta de “Passaporte” (disponível apenas para subscritores premium), que permite pesquisar pessoas em qualquer parte do mundo. Está com vontade de dar “negas” até que exista algum interesse mútuo que lhe permita iniciar uma conversa no mundo virtual? Então vá, polegar a postos.

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E como é que se apimenta uma relação?

Nasceu com o nome de Playbox, em 2019, mas esta startup portuguesa mudou em 2020 e agora chama-se Pleasy Play. A base de apimentar relacionamentos continua lá, mas o formato é outro. Agora a coisa joga-se em forma de serviço de subscrição que inclui desafios interactivos durante a semana para entrar no jogo da sedução – o serviço é personalizado com base no questionário de relacionamento preenchido quando a app é descarregada. O serviço premium (aproximadamente 32€) inclui uma box com brinquedos íntimos a cada dois meses – estando disponível em Portugal e no Reino Unido. A app ajuda, de facto, a personalizar a experiência com os gostos dos casais e a caixa é também personalizada através de informação colocada na app. É só começar a jogar.

O amor está no ar

  • Compras

Não há como não nos comovermos com um bom romance – sobretudo quando, ao ultrapassar as fronteiras temporais e geográficas do universo em que se inscreve, consegue relacionar-se com a história de cada leitor. Mas nem todos têm direito a final feliz. São para oferecer à sua cara-metade ou a si mesmo, para ficar em casa e colocar a leitura em dia. Há recomendações para todos os gostos e carteiras.

  • Música

Já muito foi escrito sobre a temática do amor. Poesia e prosa, guiões e músicas, tudo parece conjugar-se para um ininterrupto fluxo de paixões e corações e tudo o mais que lhe couber dentro. Aqui focamo-nos na música e, nesse território, podemos perder dias a navegar em clássicos. Mas não. Decidimos alterar o rumo e desviar-nos dos grandes lugares comuns, trazendo ao de cima algumas canções menos óbvias. São as músicas românticas alternativas que precisa de ouvir.

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  • Filmes
  • preço 1 de 4

A oferta cinematográfica na Netflix é muito limitada ou pelo menos relativamente volátil – hoje um determinado filme está lá, amanhã (ou no mês que vem) não sabemos. Mesmo assim encontrámos mais de duas mãos cheias de filmes românticos na Netflix que vale a pena ver (ou rever) agarradinho ao mais que tudo ou sozinho e a queixar-se de como o mundo é injusto.

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