O novo projecto de curadoria da Companhia Olga Roriz assenta numa lógica de contaminação artística. A premissa é simples: convidar criadores de diferentes áreas a desenvolverem novos trabalhos a partir de uma peça de dança já estreada. Em 2026, o ponto de partida é Comoção, de David Marques, servindo de mote para um programa que ocupa vários espaços do Palácio Pancas Palha com performances de Mélanie Ferreira (18.00, estúdio rio), concerto de Norberto Lobo (19.00, jardim do central), a própria coreografia de David Marques (20.30, estúdio central) e uma intervenção de Tiago Vieira (22.00, estúdio central). A entrada é livre.
Em Lisboa, não faltam opções para ir ao teatro, muitas delas com preços bem apetecíveis (olá, dia do espectador). Mas algumas estão tão pouco tempo em cena que é preciso correr, já que nunca se sabe se (e quando) são repostas. Entre companhias históricas e emergentes, encenadores e actores conhecidos e até os que ainda estão a tentar conquistar o seu lugar, encontra-se um generoso conjunto de peças de teatro e dança a não perder em Julho. Aqui ficam as nossas sugestões, para que na hora de escolher seja tudo mais fácil. Bom espectáculo!
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