Os melhores restaurantes na Baixa

Esta zona da cidade é uma tentação quando a fome aperta. A pensar nisso fizemos-lhe uma lista com os melhores restaurantes na Baixa

©João SaramagoSalmão & Morangos do Antiqvvm

Comida tradicional portuguesa, hambúrgueres acompanhados de onion rings, lugares que prestam culto à mozarela, outros ao ramen japonês, comida saudável ou cozinha de autor. Nesta lista com os melhores restaurantes na Baixa vai encontrar espaços para todos gostos e para todas as carteiras. Bom apetite.

Os melhores restaurantes na Baixa

Antiqvvm

4 /5 estrelas

Depois de vários anos na Casa da Calçada, em Amarante, o chef Vítor Matos decidiu regressar à Invicta. E que regresso… Assentou arraiais no antigo Solar do Vinho do Porto, na Quinta da Macieirinha, e rapidamente fez olhinhos aos críticos do guia Michelin. A primeira estrela chegou em 2016 e só veio confirmar o sucesso do Antiqvvm, que, apesar de querer “regressar ao passado e aos sabores conservadores”, segundo o próprio chef, traz para a mesa pratos que apetece comer com os olhos. Além das entradas frias e quentes, há também duas opções para vegetarianos que vão variando mediante os produtos da época. No campeonato dos pratos principais, a presa de porco ibérico e carabineiro é um dos êxitos da carta. Sim, porque existem menus de degustação para para quem quiser confiar às cegas no chef.

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Massarelos

BB Gourmet Bolhão

4 /5 estrelas

A dois passos do Mercado do Bolhão, este é um dos espaços da cadeia BB Gourmet mais frequentados. Pela localização e porque é possível passar um dia inteiro aqui sentado: há confeitaria, cafetaria, restaurante e bar de sobremesas. Aliás, as sobremesas são um aspecto fundamental deste espaço. Bonitas que se fartam, é difícil escolher entre as várias opções mas o nosso coração (e a nossa boca, claro) está eternamente apaixonado pela verrine praliné. Mas é possível que se sinta hesitante quando olhar para as tarteletes de caramelo, por exemplo... Para dar início à refeição vão sempre bem uns croquetes de vitela com maionese de alho. Vá por nós. Para não ter saudades quando for para casa, há uma montra com opções preparadas em vácuo para levar. E chás. Há uma colecção de chás de perder a cabeça.

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Baixa
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Belos Aires

4 /5 estrelas

Vamos passar um dia à Argentina? Comece pelo pequeno-almoço, servido entre as 08.00 e as 11.30 neste Belos Aires, ali no limite entre a Baixa e a Ribeira, com apontamentos tipicamente argentinos, e passe o resto dia a tentar apertar o botão das calças. Regresse à  noite (com um pequeno-almoço de rei como este, vai dispensar o almoço) para um jantar cheio de boas carnes no grill, como o ojo de bife ou a colita de cuadril (maminha/ponta de alcatra). Quer um jantar mais leve? Opte pela salada de pêra, presunto e gorgonzola.

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Baixa

Boulevard Burger House

4 /5 estrelas

Andávamos nós a desesperar com a chuva de Novembro de 2015 quando vimos a luz ao fundo do túnel. Tinha aberto o primeiro diner americano no Porto. E, além de vir cheio de pinta – apesar de não ter referências dos anos 50 nas paredes –, chegou com muitos e bons hambúrgueres na manga. Na carta há também (prepare o sotaque americano) chicken wings, onion rings, milkshakes, mac&cheese e, claro, apple pie para terminar uma boa refeição à americana. O hambúrguer homónimo do espaço é um dos mais pedidos e por boas razões. Leva cogumelos e molho de queijo azul. Ah! E já lhe dissemos que pode escolher o tipo de pão que quer? Há brioche e de centeio. E também pode recusá-lo e pedir tudo no prato.

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Cedofeita
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Brasão Cervejaria

4 /5 estrelas

Qual das Brasão? Ora aí está uma questão de fácil resposta: qualquer uma das duas. A carta é igual nos dois espaços e isso é sinal de que as cadeiras da Brasão dos Aliados já não chegavam para sentar todos os esfomeados que por lá passavam. Que se abra outro espaço, então, ao lado do Coliseu (Rua Passos Manuel, 205). E quais as razões que atraem toda esta gente? A francesinha acompanhada por uma Sovina, criada especialmente para um feliz casamento entre o prato e o copo, a entrada de cebola frita com maionese de alho negro, os bifes da vazia no ponto, ainda com um pouco de sangue, ou a mousse de chocolate e avelã. Se já é difícil escolher, mais difícil é não querer agendar já o regresso.

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Aliados

Brick Clérigos

4 /5 estrelas

Temos de agradecer a Mélanie Decelle e ao Luís Miguel Almeida por nos terem dado um dos restaurantes mais bonitos da cidade. Amigos desde pequenos, queriam abrir um espaço onde se sentissem tão bem quanto se sentem em casa um do outro. E conseguiram. A mesa comunitária de madeira gasta e a cozinha aberta para toda a gente ver fazem as delícias dos portuenses e dos muitos turistas que frequentam o espaço. Porém, o melhor de tudo é o que vem para a mesa: receitas saudáveis e altamente instagramáveis. Das tábuas de queijos às sandes de bochecha, das saladas às sopas, dos wraps aos bolos caseiros.

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Baixa
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Cantina 32

4 /5 estrelas

Há muito que a Rua das Flores se transformou na morada ideal para abrir um negócio. Se for um restaurante cheio de pinta e com bom ambiente, a taxa de sucesso provável é ainda maior. É o que acontece na Cantina 32, do chef Luís Américo, onde as memórias dos tempos de escola inundam qualquer cérebro ao ver a mesa comprida à entrada. Por sorte estas desaparecem logo assim que a comida chega. Há pratos para petiscar e outros para campeões (que também pode dividir se não se sentir capaz de dar conta do recado). Aconselhamos a vitela à Lafões com batata a murro, um dos pratos mais pedidos, mas também há opções menos carnívoras, como o bacalhau no forno de brasa com batata a murro e cebolada. Para sobremesa, um dos ex-líbris da carta: o cheesecake de banana caramelizada e chocolate. Ataque o vaso que vem para a mesa como se não houvesse amanhã.

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Flores

Cantinho do Avillez

4 /5 estrelas

Desejo frequente dos nossos leitores: “Quero sentar-me à mesa de um restaurante com chef estrelado sem ter que 1) deixar lá metade do meu ordenado e 2) ter de me vestir como se fosse para os Globos de Ouro.” E o nosso conselho habitual é: dirija-se ao Cantinho do Avillez. Primeiro, porque o espaço não podia ser mais relaxado e informal (ninguém vai olhar de lado se for de calças de ganga, portanto), e depois porque é possível comer alguns dos pratos mais emblemáticos do chef sem ter que ir a Lisboa. Escolha o que quiser – nós aconselhamos especialmente a Portuguesinha, uma empada de cozido à portuguesa, e o polvo assado com migas de batata e tomate – mas não saia da mesa sem se lambuzar numa Avelã. É a sobremesa mais pedida da casa e, possivelmente, a preferida dos empregados do restaurante, a contar pela falta de hesitação ao sugeri-la.

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Flores
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LSD Largo São Domingos

4 /5 estrelas

Podíamos passar um dia inteiro sentados à mesa do LSD Largo de São Domingos, ao fundo da Rua das Flores. E não é por não termos mais nada que fazer. É mesmo porque aqui há opções para preencher todas as horas do dia. Começa-se pelo pequeno-almoço, com quatro menus diferentes, que incluem croissants, sumos naturais, bebidas quentes e até fruta. Ao almoço aposta-se em pratos mais leves, embora sem deixar de parte o bife do vazio ou a entrecôte grelhada, que alimenta facilmente duas pessoas. Uma inspiração profunda, e há enchidos para picar durante a tarde, sempre acompanhados por um copo de bom vinho. E assim se abre espaço no estômago para o jantar, onde as carnes são rainhas, a par das tábuas de tudo e mais alguma coisa: de salmão curado, de presunto ibérico, de salpicões portugueses e até de vários tipos de queijo.

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Flores

Mondo Deli

4 /5 estrelas

As histórias começam todas por “Era uma vez...”, certo? Então vamos lá. Era uma vez um jornalista de moda e um designer industrial que se apaixonaram pelo Porto numa viagem que os trouxe até cá e decidiram trocar Munique pela cidade mais bonita do mundo. Falamos de Marcus Zietz, que agora se ocupa da cozinha do Mondo Deli, e Christian Haas, responsável pelo estúdio do andar de cima e que pôs as mãos, os pés e o coração na decoração do espaço. Ao lado de Marcus, na cozinha, está a chef Catarina Garcia, com quem cria os menus, que mudam todas as estações para aproveitar os produtos sazonais, mais frescos. Não deixe de espreitar o jardim do fundo nem a pequena loja de artigos de design na entrada do restaurante.

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Baixa
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Nabos da Púcara

4 /5 estrelas

Não é preciso tentar tirar nabos da púcara (piada fácil?) para descobrir a origem dos produtos usados nos petiscos que Hugo Rocha confecciona e serve na Rua da Picaria. Vêm da mercearia. Da mercearia? Mas de qual? Daquela em que tropeçamos ao entrar no espaço e onde há queijos, produtos frescos e conservas nacionais. Nas mesas, ao fundo, pode espreitar a carta, mas não se fie muito porque, por estar dependente do que há no dia (uma boa dependência, diga-se), os pratos vão mudando. Pergunte quais são as opções e não hesite, é tudo fresco, caseiro e de boa qualidade, quer seja na ementa da tarde, quer na da noite.

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Baixa

Namban Oporto Kitchen Café

4 /5 estrelas

Este cantinho (literalmente) nas Galerias Lumière tem o melhor do Japão feito pelas mãos de Miguel Cunha e Sako Arao com legumes e frutas locais e orgânicos. Depois de terem fechado um outro espaço nas Galerias, ainda mais pequeno, o casal decidiu abrir o Namban. A ideia é encomendar no dia anterior a sua refeição, já que as quatro mãos que as fazem só conseguem confeccionar de forma responsável 30 almoços. Os pratos do menu variam diariamente mas pode já ir a contar com com pratos e sobremesas bem tradicionais, como o anmitsu, um doce com geleia de nata de coco e morango, pasta de feijão azul e granita de chá verde. Não estranhe se não vir mesas dentro do espaço. Sente-se na zona comum das Galerias e bom apetite.

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Baixa
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O Rápido

O Rápido fica mesmo ao lado da Estação de São Bento e isso podia tê-lo empurrado para o rol de restaurantes-beira-estação em torno dos quais não pairam especiais níveis de confiança. Ainda bem que não caiu no fatídico cliché e se apresenta como um óptimo pouso para uma refeição bem portuguesa (boa comida e doses generosas, entenda-se). Vamos à agenda: às segundas-feiras há bacalhau à espanhola e as quartas-feiras estão reservadas para o cozido à portuguesa. Das receitas sabe-se pouco, a não ser que é o patrão quem escolhe todos os ingredientes a dedo. Se quiser juntar a turma de amigos que não vê desde a faculdade, esta é uma boa opção para grupos até 40 pessoas (o número total de cadeiras da sala), já que existe um menu especial para convívios que inclui entradas, prato de carne, prato de peixe, sobremesas, bebidas e café. Quer ficar com água na boca? Comece a pensar nos rojões com batata e no polvo assado no forno...

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São Bento

Palco

O chef Arnaldo Azevedo era ainda um miúdo quando há sete anos pisou este Palco do Hotel Teatro pela primeira vez. Agora, com 32, já provou que a fama de chef jovem e promissor era mais do que merecida. Reparou nos nomes do hotel e do restaurante? A temática teatral não fica por aí e entra mesmo pela carta adentro. Ao almoço há um menu que muda semanalmente e ao jantar pode optar entre um dos dois cenários de degustação, o Palco e o Almeida Garrett, com seis e oito momentos, respectivamente. Há ainda peças soltas (escolher à carta, vá), que incluem bife tártaro, arroz de lavagante e carabineiro, bovino nacional e selecção de queijos nacionais.

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Baixa
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Puro 4050

5 /5 estrelas

É ao chef Luís Américo que temos de agradecer esta viagem ao Sul de Itália. Sim, porque as mozzarellas que encontra no primeiro mozzarella bar da cidade vêm de Caserta, na Campânia. E não faltam opções: há a fresca, mais tradicional, a bocconcini, com mais textura, e até uma variedade mais fumada. Tente abstrair-se da decoração só por dois segundos (é difícil, nós sabemos) para se concentrar na carta. A ideia é ser o cliente a conjugar as mozzarellas com os vegetais e/ou (se tiver estômago para a tarefa) a charcutaria italiana, como o presunto de Parma DOP. Se estiver com preguiça para esforços mentais, há pratos e combinações já feitas. São boas, recomendam-se e repetem-se facilmente. É o caso do risotto de polvo e castanhas ou do de cogumelos e ricotta cremosa.

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Flores

Reitoria

4 /5 estrelas

O Reitoria, numa ruela perto da Praça dos Leões, tende a agradar a gregos e troianos. E isso quase nunca é tarefa fácil. No andar de cima servem-se alguns dos melhores pedaços de carne da cidade, muitos deles cozinhados num Josper (uma espécie de forno-grelha). Aliás, este é um excelente sítio para fãs de carne maturada, e a entrecôte de boi velho, acompanhado com batatas fritas, é um dos pratos mais pedidos da casa. Se quiser uma refeição mais leve, dirija-se ao andar de baixo e aposte nas focaccias em pão caseiro, que sai quente em fornadas de 20 em 20 minutos. Seja nas mesas altas ou no espaço exterior, à hora de almoço é difícil encontrar cadeira para sentar.

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Baixa
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RO

4 /5 estrelas

No RO – leia-se Ramen e Outros –, de João Pupo Lameiras e Francisco Bonneville, o ramen, o famoso caldo com noodles, é a estrela da carta. Vá por nós e prove o veggie, à base de cogumelos, e o shoyu, com frango e cachaço de porco. Se preferir outras andanças, atire-se ao mazemen (uma versão de ramen sem caldo), ou ao domburi (uma taça de arroz com toppings), mas guarde espaço no estômago para petiscos típicos, como o okonomiyaki misto, uma espécie de panqueca, servida aqui com lulas, gambas e porco. Se nunca experimentou ramen e tem medo de fazer figuras, fique descansado: a carta tem um pequeno tutorial para aprender a comer esta especialidade muito popular no Japão. Ah! E quanto mais barulho fizer a beber o caldo, melhor. É o que eles dizem, pelo menos.

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Aliados

Traça

Que sítio no Porto junta melhor petiscos ibéricos com alguns dos melhores pedaços de carne da cidade? O Traça, claro. Além da boa oferta, este espaço ganhou o direito de se intitular o primeiro restaurante do agora muito concorrido Largo de São Domingos. A carta é extensa, mas aposte as fichas todas na carne. Quer exemplos? Aqui vão eles: costeletão charolês (que alimenta duas almas esfomeadas) ou jarrete de vitela confitado durante 15 horas a 70.C. Mas não deixe de lado as lâminas de foie gras sobre maçã caramelizada, um dos pratos mais pedidos e mais antigos da casa, a par do lombo de veado grelhado com foie fresco e mistura de cogumelos.

 

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Flores
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Zenith Brunch & Cocktails Bar

4 /5 estrelas

A fila de gente à porta, turistas e portuenses esfomeados, já não é novidade. Lá dentro – o espaço tem um aspecto levemente industrial e há mesas comunitárias para partilhar com estranhos – servem-se refeições tão saudáveis quanto gulosas. No menu deste que é considerado um dos restaurantes mais na moda da cidade há panquecas de manteiga de amendoim com gelado, french toasts com crème fraîche e compota de mirtilos, tapiocas com abacate e ovo, tostas de salmão fumado, ovos Benedict, smoothie bowls e, como o nome deste espaço indica, muitos cocktails para provar. Além disto, é possível personalizar algumas tostas, partindo de uma base comum de pão tostado e acrescentando ovos (cozinhados da forma de que mais gostar) e a quantidade de ingredientes que quiser. Terá de decidir-se entre cebola caramelizada, bacon, queijo cheddar, cogumelos selvagens ou abacate, entre outras opções.

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Baixa

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