CAM Museum Lisbon
Photograph: CAM
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O melhor da agenda cultural de Lisboa para hoje

Das grandes exposições às peças de teatro ou concertos imperdíveis, fique a par dos eventos culturais que marcam o ritmo da cidade.

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Lisboa fervilha com cultura. Há novas exposições a chegar aos museus e galerias, espectáculos de teatro e dança a não perder, festivais de cinema para todos os gostos e muitos concertos marcados que reclamam espaço no calendário (e convém tratar de comprar bilhete, porque há muitos que esgotam meses antes da data). A oferta diversificada dos programadores culturais não deixa dúvidas: quem quer sentir o pulsar da cidade tem muito por onde escolher. Veja as sugestões da Time Out, aponte na agenda e faça-se à estrada. A cidade está à espera.

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Agenda cultural de Lisboa

  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
No seguimento de uma residência artística dedicada à valorização de um dos recursos menos estimados do território algarvio e depois de uma primeira apresentação, já este ano, no Madrid Design Festival, a exposição "Alinhados Pela Mesma Lã" chega à Sociedade Nacional de Belas Artes. Nela, vê-se o trabalho de sete artistas têxteis em torno da lã da ovelha Churra Algarvia, a única raça churra autóctone do sul de Portugal. As obras de Ana Soromenho, Cláudia Moreira, Luísa Leão, Maria Terra, Rita Martins Pereira, Rita Teles Garcia e Susana Mendez enaltecem esta lã como matéria artística contemporânea.
  • Arte
  • Marvila
É a primeira exposição individual de Manuela Pimentel na Galeria Underdogs. Para aquele que é o último momento da temporada, a artista volta a partir de uma observação atenta da cidade, na qual recolhe não apenas a sua matéria-prima, como também inspiração estética e poética. São cartazes arrancados, com os quais deu forma e cor a um conjunto de obras inéditas, evocações de painéis de azulejo que fazem parte do imaginário português.
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  • Arte
  • Belém
A exposição apresenta pela primeira vez em Portugal o trabalho de Fariba Hajamadi, artista nascida no Irão que vive e trabalha nos Estados Unidos. Para o Pavilhão Julião Sarmento a curadora Isabel Carlos desenhou uma exposição a partir de Inverted Order: one of three sets of 5 elements, obra da artista adquirida por Julião Sarmento em 1995. Destaque para a peça Until de End of the World, que parte de uma fotografia do Convento de Cristo, em Tomar, e da estátua de Afrodite.
  • Arte
  • Belém
A segunda exposição de longa duração do Pavilhão Julião Sarmento sublinha uma leitura da colecção pela lente da influência da mitologia dos Estados Unidos da América na "criação contemporânea e no panorama internacional artístico do pós-guerra". Com curadoria de isabel Carlos e Rita McBride, artista também ela presente na exposição, "Era Uma Vez na América" reúne obras de Bruce Nauman, Christopher Williams, Cristina Iglesias, Dan Graham, Ed Ruscha, James Casebere, James Turrell, João Louro, João Paulo Feliciano, Jorge Molder, Juan Muñoz, Louise Lawler, Matt Mullican, Nan Goldin, Richard Artschwager, Richard Nonas, Richard Serra, Robert Gober e Robert Morris, entre vários outros.
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  • Arte
  • Arte contemporânea
  • Grande Lisboa
Cerca de trinta obras, entre pinturas de grande formato, aguarelas, desenhos, cianotipias e instalações, mostram como Mariana Palma (1979, São Paulo, Brasil) tem investigado como a abundância da natureza é uma potência de transformação e reinvenção do mundo. Com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas, a mostra passa pela transformação de flores, frutos, conchas, sementes, organismos marinhos e formações minerais, sob a visão da artista. “O excesso surge aqui não como extravagância ou saturação, mas como condição fundamental da vida. A natureza produz mais flores do que as necessárias, mais sementes do que aquelas que germinarão, mais formas do que aquelas que alguma classificação conseguirá conter. É um excesso generoso, improdutivo segundo a lógica da eficiência, mas indispensável para a (re)invenção do mundo”, descreve a curadora.
  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
A mais recente exposição do Centro de Arte Manuel de Brito revela a presença da pintora Menez na colecção da casa. "Menez começou a pintar aos 26 anos, sem nunca ter tido mestres ou frequentado escolas. Aprendeu pintando", lê-se no descritivo. Ao longo da vida, percorreu diferentes linguagens e temas – o abstraccionismo, o figurativismo, cenas bíblicas, figuras femininas, livros e jardins.
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  • Arte
  • Belém
O Centro de Arquitectura do MAC/CCB apresenta "Terra Crua", exposição que se debruça sobre a "complexidade física e mineral do solo" e sobre o "saber acumulado" e "práticas que reclamam a terra como material de construção viável, ético e poético". Uma viagem que convida a redescobrir a terra crua "como matéria, arquivo e agente de arquitectura em Portugal". A curadoria é de Madalena Vidigal.
  • Arte
  • Belém
Com um percurso ligado essencialmente ao desenho e à pintura, Jorge Martins é o artista em foco no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional. A exposição "Timescape" reúne cerca de 50 obras centrados na questão da abstracção, linguagem que tem acompanhado Jorge Martins ao longo de décadas. "A obra de Jorge Martins aproxima-nos a temas ligados não só à história da arte – a paisagem, a luz, a cor ou a ausência desta –, mas também a outras áreas do saber, como a cosmologia quântica", pode ler-se no descritivo da exposição.
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  • Arte
  • Belém
Instalada no Padrão dos Descobrimentos, a exposição debruça-se sobre as formas de representação visual do monumento desde 1940, reunindo um conjunto de objectos e materiais que o utilizam como imagem de referência. A mostra conta com a consultoria científica de Ellen W. Sapega, professora emérita do Departamento de Espanhol e Português da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos.
  • Arte
  • Belém
Frida Orupabo expõe pela primeira vez em Portugal a título individual. Em "Cloud of Confusion", a artista norueguesa revisita um conjunto de imagens que tem vindo a reunir na sua conta de Instagram – "material composto por tensões entre intimidade e violência". A exposição dialoga com a arquitectura do próprio museu, ao desenhar um percurso linear de oito momentos.

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