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Inês Félix

As 25 paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

Entre o Jardim Zoológico e as Portas de Benfica, há quatro quilómetros de estrada. Decidimos percorrer tudo a pé.

Hugo Torres
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Demos corda aos sapatos para apresentar um roteiro com o que há de melhor para fazer na Estrada de Benfica, uma importante artéria da cidade que se estende ao longo de duas freguesias: Benfica e São Domingos de Benfica. Aqui, ainda se sente o forte pulsar da vida de bairro em cafés, restaurantes familiares, mercearias, padarias e lojas de comércio local. Há também dois antigos palácios que têm jardins perfeitos para se sentar a descansar ou a ler um livro. Descubra todas estas paragens obrigatórias e planeie as suas próximas compras em Lisboa através deste longo e recompensador passeio, do Jardim Zoológico até às Portas de Benfica.

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Paragens obrigatórias na Estrada de Benfica

  • Música
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Numa antiga igreja baptista perto do Jardim Zoológico nasceu o Louva-a-deus, estúdio criado no final de 2023 pelos músicos Afonso Cabral e Francisca Cortesão. Um espaço de comunhão musical por onde já passaram artistas como Benjamim, Samuel Úria, Márcia, Joana Espadinha, Romeu Bairos ou Luísa Sobral, além, claro, dos próprios fundadores. Em paralelo com o estúdio, o projecto inclui um co-work de arrendamento mensal, com acesso 24 horas, mesa própria, cozinha, terraço e descontos no aluguer das salas de ensaio para os residentes.

  • Padarias
  • Sete Rios/Praça de Espanha

A Massa Mãe mudou-se para um espaço maior, mais luminoso e mais central. Na nova morada há lugar para um moinho dentro da própria padaria, o que permite a Paulo Martins, um padeiro formado em Filosofia, reforçar o seu compromisso com o processo artesanal do pão, também com recurso a cereais antigos produzidos em pouca quantidade em vários pontos do país, assim como experimentar novas ideias. Criada em 2018 na Rua Conde de Almoster, a Massa Mãe conta agora com uma equipa maior e uma procura crescente (incluindo de hotéis e restaurantes), mas o seu proprietário e ideólogo não abdica do rigor e do respeito pelo tempo de fermentação, de frio e de forno que cada pão exige. O resultado é gabado pelos seus fiéis clientes, entre os quais se contam chefs e gastrónomos, que juram a pés juntos que é aqui que se vende o melhor pão de Lisboa.

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  • Coisas para fazer
  • Jogos e passatempos
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Ao quinto espaço (sempre em São Domingos de Benfica), a Mr. Zombie está maior – e mais apetitosa – do que nunca. Agora, combina loja de jogos retro, hambúrgueres e um salão de jogos totalmente gratuito. Tem dois pisos. No superior fica a loja com consolas e videojogos e o restaurante, com mesas viradas para a Estrada de Benfica (e para a Massa Mãe). No piso inferior, escondem‑se quatro salas temáticas – anos 90, anime, medieval (dedicada a board games e RPGs) e arcade, com máquinas históricas da antiga Feira Popular. Aqui joga‑se sem limite de tempo nem custos adicionais – basta consumir no restaurante, que serve hambúrgueres baptizados com nomes de videojogos e outros snacks acessíveis.

  • Sírio
  • Sete Rios/Praça de Espanha
  • Recomendado

No espaço de um antigo café de bairro, o Baraa Kitchen serve cozinha síria feita sem atalhos. Baraa é uma antiga professora de Matemática que veio como refugiada para Portugal, juntamente com o marido e os filhos. A sala é pequena, o serviço próximo e informal. A carta é feita de clássicos como hummus, falafel, mutabal, farikah ou fatteh, com ingredientes autênticos. Mas não deixe de provar as chamuças ou o baba ghanoush, e beber chá sírio de cardamomo (não há bebidas alcoólicas). No final, acabe com um arroz doce, uma baklava, uma mamounia ou uns bolinhos de pistáchio, sobremesas que também se podem levar para casa.

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  • Pastelarias
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Se não puder ir a Belém, fica muito bem servido na Estrada de Benfica. Os pastéis de nata que dão o nome à casa nascida em 1973 não ficam atrás dos mais famosos, com a sua massa crocante e sabor inconfundível. O segredo está guardado com o sócio-fundador João Domingos Marques, que chega à fábrica às 02.30 da manhã para preparar o creme. Além da doçaria, este ponto de encontro do bairro serve também refeições diárias, com o bitoque a assumir o lugar de destaque na carta. Seja como for, empurre tudo com uma lambreta ou uma imperial.

  • Sete Rios/Praça de Espanha

É conhecido por ser o primeiro a vender caracóis em Lisboa – o petisco é um dos chamarizes desta marisqueira. A sabedoria popular diz que se comem apenas nos meses sem érres, por isso enquanto não chega o aviso “Há caracóis”, lá para Maio, pode ir esperando com uma sapateira à Hoquista, umas gambas al ajillo ou, se preferir carne, uma morcela assada da Beira Baixa e umas belas moelas.

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  • Compras
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Abrandar, pensar a relação entre texto e imagem, arriscar como quando somos pequeninos, viver o bairro em família. É este o desafio lançado por Carolina Correia, a responsável pela Lumaca, uma livraria de bairro, perto do Jardim do Beau-Séjour, onde a ilustração é rainha e o catálogo se faz unicamente de álbuns ilustrados e novelas gráficas para todas as idades. “Histórias que deixam rasto”, lê-se no toldo. O slogan é uma brincadeira com o próprio nome da livraria, que significa caracol em italiano. São apenas 23 metros quadrados, mas tem um pé direito de fazer inveja e que deu imenso jeito na hora de encomendar umas estantes à medida. Quanto à oferta, a maior parte dos livros são de pequenas editoras. Mas também há títulos surpreendentes da premiada Phaidon. Há ainda uma zona de papelaria, onde encontramos, por exemplo, postais e cadernos que se plantam, e até pinheirinhos de Natal.

  • Pizza
  • Sete Rios/Praça de Espanha

As pizzas de Joana Paramés vendem-se al taglio, à fatia, como manda a tradição romana. São para pegar e andar. Há propostas clássicas como a Margherita ou a Marinara, a par de combinações improváveis, como cogumelos e azeite de trufa, alho francês e três queijos, batata e alecrim ou courgette e flor de leite. Não faltam ainda opções com salame picante, presunto ou mortadella, bem como uma pizza vegan. Assentes numa base alta e “super crocante”, são cortadas em generosos rectângulos – duas fatias alimentam um adulto. Se quiser encomendar um tabuleiro inteiro (nove fatias), pode. Se quiser juntar-lhe sobremesa, faça favor: tem à escolha duas cookies exclusivas da Donnie Dough (tiramisù e limoncello).

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  • Atracções
  • Edifícios e locais históricos
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Primeiro traduzimos: Beau Séjour significa “estadia agradável”. Era uma antiga quinta do século XIX e casa de veraneio de gente nobre e uma espécie de espólio museológico, onde se destacam elementos do chamado Grupo do Leão, com destaque para uma fonte/lavatório construída em estuque e faiança com fauna e flora portuguesa, uma obra de Rafael Bordalo Pinheiro. É também a morada do Gabinete de Estudos Olisiponenses e de algumas espécies de patos.

  • Atracções
  • Edifícios e locais históricos
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Este bairro operário do início do século XX é um marco inescapável da Estrada de Benfica. Mandado construir pelo empresário Francisco de Almeida Grandella, as suas mais de 80 habitações alojavam trabalhadores dos Armazéns Grandella (os actuais Armazéns do Chiado) e incluía ainda uma escola própria e um infantário. Classificado como Imóvel de Interesse Público em 1984, albergou durante muitos anos a Biblioteca-Museu República e Resistência. Hoje, recebe as exposições que nos permitem entrar nesta espécie de cápsula do tempo. Na fachada do edifício principal é possível encontrar o lema do grande empreendedor lisboeta do início do século XX: “Sempre por Bom Caminho e Segue”.

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  • Compras
  • Mercearias finas
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Na primeira morada, na Travessa das Águas Boas, chamava-se Pérola da Selva. O nome mudou desde que inaugurou na Estrada de Benfica, em 1967, e há mais de duas décadas que o homem do leme é Manuel Silva. É precisamente a simpática família Silva que encontra a vender cafés, vindos das torrefações alfacinhas Negrita e Flor da Selva, chás, chocolates, bolachas, mel, bombons e um número sem fim de doces. Tudo uma perdição.

  • Pastelarias
  • Sete Rios/Praça de Espanha

“Califa numa palavra? Croquetes”. Esta é uma das 50 frases escolhidas para figurar numa das paredes da casa, uma ideia nascida durante as comemorações dos seus 50 anos de existência. A Califa abriu em 1968 e é uma das mais altas referências pasteleiras (e croqueteiras) da cidade. Foi o primeiro café do bairro com projeção no resto da cidade e tem três pisos: no primeiro fica o restaurante (um upgrade com 45 anos), o café no R/C e a magia acontece toda na cave. É daí que saem as estrelas da companhia: além dos croquetes, foi aqui que nasceu o Pastel de São Domingos de Benfica, após um desafio lançado pela junta de freguesia às suas pastelarias de fabrico próprio. Condição? Ter alfarroba, em homenagem à vizinha Quinta da Alfarrobeira. A Califa venceu – e vencedor também é o bolinho de chocolate Garibaldi.

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  • Cafeteria
  • Benfica/Monsanto

Pintado de vermelho vivaço não passa despercebido na renovada praça junto ao centro comercial Fonte Nova. O Quiosque Caricato nasceu da vontade de Salvador Melo, João Figueiredo e Gonçalo Dominguez de levar o rodopio dos quiosques do centro da cidade para um bairro residencial. Na carta há tostas e saladas, mas as estrelas da casa são as bowls de iogurte e açaí. Além das bebidas habituais e dos sumos naturais, o quiosque tem um menu de cocktails que convida a tardes demoradas. Do outro lado da praça, há um segundo quiosque, o Caricato Burgers, para refeições mais robustas.

  • Compras
  • Centros comerciais
  • Benfica/Monsanto

Inaugurado a 2 de Março de 1985, o Fonte Nova nasceu no ano em que Lisboa entrou definitivamente na era dos grandes centros comerciais, mas funcionou sempre com uma escala diferente. Em Benfica, afirmou-se como um “pequeno grande” shopping: dois pisos de lojas, praça de restauração, ginásio e estacionamento, tudo pensado numa lógica de comércio integrado que, à época, era ainda novidade. Abriu com entusiasmo, viveu fases intensas – de filas intermináveis a bares abertos até de madrugada – e foi-se adaptando às mudanças da cidade, resistindo até à chegada de gigantes como o Colombo. Hoje, mantém-se fiel ao bairro, com uma dimensão prática e próxima, onde diferentes gerações continuam a cruzar-se.

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  • Compras
  • Mercearia de bairro
  • Benfica/Monsanto

Começou por ser uma loja com produtos alentejanos e depois continuou a ser. A antiga Alentejanicis fechou, mas o pequeno espaço foi ocupado por outro alentejano. Edgar Marim trabalhava na marisqueira Roda, na porta ao lado, e há muito tempo acalentava o sonho de ter um negócio com produtos da sua região. A oportunidade chegou com a saída do conterrâneo (mais ou menos, porque Edgar é do Baixo Alentejo) e em 2021 nasceu a mercearia Alentejano do Bairro, onde encontra encharcadas, rançosos, sericaias, empadas do Crato, vinhos, biscoitos, licores, chocolates, cestas e cadeiras tradicionais e, claro, pão alentejano fresquinho.

  • Cervejarias
  • Benfica/Monsanto

É uma das mais conhecidas marisqueiras de Lisboa e é espaçoso, o que dá jeito para aqueles almoços e jantares de família em que vai a criançada toda. Há muitos petiscos por onde escolher, desde percebes, sapateira, lavagante, ostras, mas também gambas à guilho. No fim da mariscada, peça um prego no pão.

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  • Compras
  • Mercearias finas
  • Benfica/Monsanto

A visita a este negócio fundado em 1949 vale muito a pena, não só pela qualidade dos produtos, mas também pelo atendimento de Sérgio e Rita Solposto. É este o incrível nome da família que nele pegou há uma geração. A mãe de Sérgio, Pureza Lopes Calçada Solposto (assim completo, um dos melhores nomes da nossa praça), era funcionária da loja quando a comprou ao então proprietário, o Sr. Laço (mais um apelido vencedor). Aqui, encontramos tradicionais biscoitos portugueses, dos ésses tipo Azeitão a umas invencíveis bolachas de limão, licores, broas, bombons, frutos secos, figos do Algarve e muitas outras guloseimas a granel. São 1300 produtos diferentes, o que faz da Solposto uma espécie de dispensa dos nossos sonhos. E tem café, também. É torrado a lenha todas as semanas na Flor da Selva, na Madragoa.

  • Pizza
  • Benfica/Monsanto

Instalou-se no coração de Benfica e conquistou rapidamente a vizinhança. Na Burrata as estrelas da carta são as pizzas artesanais de massa fina, feitas com farinhas italianas – a que leva o nome da casa, por exemplo, tem mozzarella, queijo burrata, lascas de presunto Di Parma e rúcula. Mas também não faltam as massas como o linguine alla carbonara ou o linguine nero gamberoni com gambas e manjericão. 

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  • Cafeteria
  • Benfica/Monsanto

A pastelaria número 1 fica noutra artéria da freguesia, na Rua João Frederico Ludovice, mas sai igualmente bem servido neste espaço mais pequeno localizado na Estrada de Benfica. Afinal, há uns anos a Fim de Século venceu o concurso do melhor pastel de nata de Lisboa. Mas também há croissants de batata doce e umas tarteletes de gila, laranja e amêndoa que valem a pena a visita – isto para não falar das miniaturas.

  • Atracções
  • Edifícios e locais históricos
  • Benfica/Monsanto

Esteve fechado ao público por mais de um século, mas 2017 foi o ano da reabertura após obras de recuperação que o transformaram num pólo cultural do bairro. Tem uma biblioteca, uma ludoteca, um cowork, salas polivalentes e uma cafetaria instalada num pequeno mas frondoso jardim. Gerido pela Junta de Freguesia de Benfica, o espaço costuma ter uma agenda animada que inclui exposições, workshops, tertúlias, feiras de vinil ou concertos.

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  • Atracções
  • Monumentos e memoriais
  • Benfica/Monsanto

Quando foi construído, no século XVIII, Benfica ainda não era Lisboa. Isso só veio a acontecer um século mais tarde – mais coisa, menos coisa. O que explica o marco quilométrico que encontra ao lado do recentemente reabilitado (mas seco) chafariz. É aí que se lê “Lisboa 8 km”. Um tirinho.

  • Coisas para fazer
  • Benfica/Monsanto

Um auditório completamente renovado, um bar com finger food e videojogos, e um restaurante (minhoto) especializado em francesinhas. A terceira vida do Turim arrancou em Setembro de 2023 depois de uma profunda remodelação. Inaugurado em 1984, o espaço cultural é uma cápsula do tempo, com decoração e programação muito devedora dos anos 1980 e 1990, embora esteja também pensado como um local de acolhimento e de descoberta de novas criações e de novos artistas. Cinema, teatro, dança, música, stand-up, tudo.

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  • Geladarias
  • Benfica/Monsanto

Luís Antunes e José Miguel Pereira sonharam juntos este projecto e fizeram nascer a Lumi Geladaria no coração de Benfica. Os sabores são muitos e variam consoante as frutas que vão encontrando diariamente no mercado do bairro. Há gelados de leite e sorvetes, estes últimos vegan. O destaque vai, no entanto, para o “sabor de infância”, uma mistura de sumo de laranja, banana esmagada e bolacha Maria que está sempre na carta. Isto para humanos. Porque os cães também são servidos – com o “patudo”, um gelado adequado para cães, de avelã sem açúcar. Mas a Lumi não se resume a gelados – que são servidos em copo ou cone. Há bolos, brownies, waffles, crepes, batidos, sumos naturais e uma oferta cafetaria que vai do café bio ao chocolate quente. Também tem brunch, em versão normal e veggie, com quiches, panquecas, gelado com granola e fruta, sumo natural e um café com sobremesa gelada.

  • Benfica/Monsanto

A antiga jornalista e designer brasileira Alessandra Modzeleski veio para Portugal em 2018 e, alguns anos mais tarde, mudou-se com o marido para São Domingos de Benfica. Do Brasil, trouxe – e manteve – o hábito de beber café de especialidade. Sem nenhum lugar destes perto de casa, Alessandra decidiu abrir o Fermata, que procura ser destino de pausas prolongadas. Numa lógica de “rodízio”, a barista trabalha com mais do que uma marca de café: para o filtrado de V60 utiliza a Olisipo, enquanto para o espresso e bebidas como cappuccinos ou lattes utiliza a Filtrô ou a Orioli. Para comer há tostas e torradas feitas com o pão da padaria Massa Mãe e pão de queijo caseiro. Há duas best-sellers: a Melt Fermata, uma tosta mista mais elevada que leva queijo cheddar, mozzarella, flamengo e fiambre, e é coberta de queijo parmesão ralado; e a tosta de tomate coração de boi com requeijão de cabra.

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  • Compras
  • Brinquedos e jogos
  • Benfica/Monsanto

Para combater o excesso de ecrãs, Ana e Hélio fundaram a Game Play, um espaço dedicado aos jogos de tabuleiro que promove o convívio e o sentido de comunidade. A loja também funciona online e mesmo à distância a equipa ajuda-o a encontrar o jogo certo. Além de um extenso catálogo de jogos, a grande aposta passa por um atendimento próximo do cliente que inclui o que chamam de “diagnóstico”. Ou seja, se não sabe qual o jogo ideal para si, é-lhe recomendado o tipo de mais adequado à sua personalidade ou experiência de jogo. A oferta vai da pesada edição de 10 quilos de Gloomhaven a sucessos como Azul ou Vinhos, do autor português Vital Lacerda. O projecto integra ainda a GenerAcademy, aliando jogos e formação.

Bairros de Lisboa

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