The Feeting Room
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As melhores lojas em Lisboa: do comércio tradicional às marcas independentes

Do comércio tradicional às marcas locais e tesouros vintage, reunimos as lojas incontornáveis na hora de ir às compras.

Mauro Gonçalves
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Das casas centenárias do Chiado às marcas independentes da Rua da Boavista, passando pelos tesouros vintage de São Bento e pelo luxo da Avenida da Liberdade, o roteiro de compras lisboeta fervilha mais do que nunca – e com opções para todos os gostos e carteiras. Nas áreas da decoração, da moda desenhada e produzida em Portugal, da perfumaria e da papelaria, não há necessidade que esta cidade não consiga suprir. É por isso que reunimos as melhores lojas em Lisboa numa única lista. Mesmo que não seja para comprar nada, pode ser tirar umas ideias e descobrir o talento local.

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As melhores lojas de Lisboa

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  • Moda
  • Chiado/Cais do Sodré

A marca de Ana Penha e Costa soma já mais de uma década, além de três lojas espalhadas por Lisboa. Mas nenhuma é como esta – além de espaçosa, tem um impressionante esqueleto de tubarão (a fingir, claro) pendurado no tecto a dar-lhe as boas-vindas. O crescimento da marca portuguesa – sobretudo das colecções – obrigou-a a expandir-se. Aumentada, hoje parece pequena para tantos hoodies e pólos em algodão orgânico, regatas e outras peças listradas, sempre com a inspiração da maresia e a moda unissexo no horizonte. Mais recentemente, a +351 lançou também uma colecção de criança e aventurou-se nos jogos de tabuleiro. Hoje, os pequenos estojos de gamão em pele são um best-seller.

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  • Arte, artesanato e passatempos
  • Chiado

A emblemática loja de Catarina Portas fechou definitivamente no Verão de 2025. Mas duas semanas depois, A Vida Portuguesa renascia umas ruas abaixo, onde durante mais de um século morou a Férin. O espaço continua, por isso, a servir história às camadas e dignifica a herança de boas e velhas marcas nacionais. Os livros foram mantidos na linha da frente, uma forma de manter viva a tradição livreira desta morada. Mas a selecção de artigos inclui perfumaria, mercearia, bebidas espirituosas, uma dose generosa de faianças Bordallo Pinheiro, brinquedos, papelaria, objectos e têxteis para a casa e, em particular, para a cozinha, distribuídos por dois pisos no coração da cidade.

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  • Moda
  • Campo de Ourique

Parece que o velho hábito de ir ao alfaiate voltou e está para ficar, muito por culpa do sangue novo que corre em lojas como esta. A Alphaiate criou raízes em Campo de Ourique e reúne todos os requintes e confortos que uma alfaiataria exige: gabinetes de prova, mesa de snooker, mobiliário vintage e uma decoração que evoca os velhos gabinetes de curiosidades. Tem dois pisos – o de baixo está reservado a peças por medida e é muito frequentado por noivos; em cima fica a colecção de pronto-a-vestir.

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  • Óculos
  • Chiado

A presença no Chiado remonta a 2006, ano em que esta óptica nascida em Oeiras pisou pela primeira vez território lisboeta. A André Ópticas celebrou, entretanto, outras inaugurações, entre elas a grande loja da Avenida da Liberdade, onde em breve este negócio familiar irá ganhar mais uma morada, ou o belíssimo atelier na Serpa Pinto. Mas de todas, escolhemos a mais bonita – projectada por Joana Astolfi para recriar o interior de uma carruagem de comboio. As estantes, gavetas e revestimentos de madeira cobrem praticamente todas as paredes. A aura é de luxo (afinal as grandes marcas internacionais de óculos estão aqui), mas o que mais sentimos é conforto.

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  • Moda
  • Lisboa

É um dos sítios a ir se está farto de borbotos na roupa à segunda lavagem. Hoje são os netos de Durbalino Figueiredo, o fundador da casa, que mantêm o espírito de bairro, a qualidade dos artigos e dão um cheirinho de inovação ao negócio de família, apostando em designers emergentes – sempre dentro do vasto universo das malhas. Tiago e Tomás são novos, mas têm um saber antigo. A decorar a loja estão as malas onde Durbalino carregava as amostras de tecidos que mostrava a clientes por todo o país.

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  • Lojas de segunda mão
  • Lisboa

Foi aqui que tudo começou. A primeira loja de Julie Nobrega e Anthony Bogas abriu em Maio de 2022. Dedicada à streetwear e à estética celebrizada nos início dos anos 2000, o Y2K, a Arquívos continua a ser uma paragem obrigatória naquela que é uma das zonas da cidade mais profícua em achados vintage e de segunda mão. Depois desta, a dupla abriu mais duas lojas, cada uma com a sua especificidade dentro do maravilhoso mundo do vintage. Além do vestuário masculino e feminino, a curadoria abrange uma selecção de acessórios, dos óculos de sol aos cintos.

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  • Campo de Ourique

A arte, a arquitectura e o design entram num bar...perdão, numa loja. É a Banema. O espaço tem uma clara divisão entre o Banema Lab e o Banema Studio, que se encarrega de formar família com marcas e artistas peculiares, capazes de produzir peças que transformam qualquer espaço onde estejam. Design House Stockholm, Earl of East London, Ferm Living, Gestalten, Hay, Onno, Adico ou Magis são algumas das etiquetas que pode encontrar na loja de Campo de Ourique.

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  • Princípe Real

Em homenagem ao Créme de Rosto, produto histórico desta marca centenária, a Benamôr abriu uma loja inteiramente tingida de cor-de-rosa, como se fosse uma casa de bonecas. É apenas um dos quatro espaços que tem nas ruas de Lisboa e uma montra das diferentes linhas – rosto, banho e corpo, fragrâncias e mãos. A inspiração continua a vir da art déco e dos arquivos gráficos da própria marca.

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  • Decoração
  • Chiado

Esta oficina é tão velhinha, tão velhinha que o nome sobreviveu a quase todos os acordos ortográficos. Na mesma família há sete gerações, a Caza das Vellas do Loreto é um dos tesouros mais bem preservados de Lisboa. Além da antiguidade – abriu portas em 1789 – e dos interiores bem conservados, continua hoje a produzir as velas que vende, oscilando entre formatos e cores clássicas e novos desenhos. Nem Dua Lipa resistiu a entrar, durante a sua última passagem por Lisboa.

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  • Arte, artesanato e passatempos
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Estávamos em 2023 quando o ilustrador Sérgio Condeço decidiu plantar uma Cebola em Entrecampos, no espaço de uma antiga mercearia. Deu resultado, porque esta loja e atelier de ilustração, livros e peças de artista resiste até hoje no Bairro de São Miguel. Aqui, lançaram prints de edição limitada com nomes conhecidos da nossa internet, organizam-se workshops para todas as idades e até se editam livros. Sim, porque este ano a Cebola passou a ser também Cebola Edições.

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  • Perfumarias
  • Chiado

Além dos sabonetes, esta marca portuguesa centenária especializou-se numa outra coisa: lojas encantadoras. Esta fica em pleno Chiado (não muito longe da primeira, na Rua da Misericórdia) e ocupa um espaço já por si emblemático: a antiga Livraria Aillaud & Lellos. Por trás da fachada original, a Claus Porto criou um universo perfumado, onde os elementos de art déco e um imponente lavatório em mármore de Estremoz são os grandes protagonistas. Além, é claro, das fragrâncias da casa.

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  • Brinquedos e jogos
  • São Sebastião

Teresa e Inês Figueiredo são mãe e filha e decidiram juntar saberes e entusiasmos para criar a Color Square, uma concept store pensada para famílias e para quem valoriza momentos em comunidade e de ligação à natureza. Nas prateleiras, há brinquedos, jogos e livros, mas também uma pequena colecção de roupa. Conjuntos de construção livre e upcycling, puzzles e jogos colaborativos, materiais para mãos criativas – dos livros de colorir aos arts & crafts – e uma cuidada selecção de títulos estrangeiros completam a oferta. Quanto à fachada, essa parece mesmo saída de um filme de desenhos animados.

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  • Mercearias finas
  • Chiado/Cais do Sodré

Não estranhe se a Rua do Poço dos Negros for ficando cada vez mais aromatizada, à medida que se aproxima do número 105. É tudo por causa da quantidade de potes de chá que esta casa tem lá dentro e das vezes que os abre para os clientes cheirarem. Atrás do balcão pode ser que encontre Sebastián Filgueiras, um argentino que percebe da matéria e que achou que Lisboa estava com falta de chá. Além de uma viagem através de aromas clássicos, conte ainda com edições especiais e limitadas e com um calendário de workshops.

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  • Decoração
  • Lisboa

Os netos do senhor Joaquim José Cortiço herdaram um negócio invulgar – um stock inestimável de azulejos e mosaicos portugueses descontinuados. Rapidamente a nova geração lhe tomou o gosto e deu continuidade ao trabalho feito pelo avô ao longo de mais de três décadas. Hoje, esta casa é responsável por conservar e comercializar um espólio rico em exemplares dos anos 60, raridades que muitos procuram para adicionar um toque de memória e herança histórica às suas casas. Os tabuleiros, também feitos com azulejos antigos, têm muita saída, fora os projectos desenvolvidos, já com um pé nas artes. É o caso de instalações, exposições e projectos de design, como o Bairro do Avillez.

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  • Arte, artesanato e passatempos
  • Lisboa

Da união de vontades de Catarina Portas, a fundadora d'A Vida Portuguesa, e Filipa Belo, mentora da plataforma Portugal Manual, nasceu o Depozito. Dentro desta loja-armazém, encontram-se dezenas de marcas e autores portugueses, uma curadoria dividida entre o velho e o novo artesanato, em que ambos dialogam e se complementam. Dos mestres de olaria alentejanos aos novos talentos da joalharia contemporânea portuguesa, dos trajes da Nazaré às pequenas marcas que dão cartas no estacionário, há muitos produtos para descobrir e até um pequeno café para quem precisar de uma pausa entre compras.

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  • Moda
  • Cais do Sodré

Podia ser uma galeria de arte, mas não é. Em vez disso, as peças de vestuário masculino alinham-se nos expositores e nas prateleiras. Também há livros, óculos de sol, velas perfumadas e pranchas de surf que seguem o mesmo design depurado aplicado à moda. Aqui, o estilo resulta de um cruzamento entre a cultura do surf e um guarda-roupa citadino. A fórmula concretiza-se em colecções à prova de praia e cidade, complementadas por pequenos lançamentos.

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  • Moda
  • Avenida da Liberdade

São mais de 500 metros quadrados inteiramente dedicados à moda feminina de luxo. O projecto é assinado pelo belga Vincent Van Duysen, que repensou a velha Fashion Clinic de forma a deixá-la mais compartimentada e intimista. Como se entrássemos numa galeria de arte, sobressaem as tonalidades escuras de obras de arte e peças de mobiliário, também estas desenhadas por Van Duysen. Quanto às marcas presentes, destaque para a Christian Louboutin, que ocupa um corner único dentro da loja. Outras das zonas dedicadas ficam reservadas à joalharia, ao calçado e às malas. Com mais de 30 marcas internacionais a ocupar o novo espaço, destaque para etiquetas como Balenciaga, Givenchy, Stella McCartney ou Tom Ford. Se quiser vestir a casa ao mesmo nível, não será preciso ir longe. A Fashion Clinic Home fica mesmo por cima.

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  • Música e entretenimento
  • Lisboa

Ao fim de 25 anos, a Flur continua a ser uma referência para os melómanos de Lisboa e uma paragem obrigatória para qualquer visitante que goste e perceba de música. Aqui tanto encontra o último disco de Ricardo Villalobos e Courtney Barnett como clássicos de Bonga ou Chet Baker e reedições dos Telectu. Basicamente, esta loja de discos (muito frequentada por músicos e DJs à procura de novidades e raridades) tanto tem “aquele disco” que está há anos a tentar encontrar como “aquele disco” que não sabia que precisava. Em 2025 foi considerada uma das melhores lojas de discos do mundo pelo Financial Times.

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  • Óculos
  • Baixa Pombalina

Há mais de uma década a fabricar óculos, a Fora é a grande responsável por hoje olharmos para estes objectos com outros olhos. São portugueses, são peças de design e, de vez em quando, também são resultado de colaborações com criativos de várias áreas. Depois de uma loja no Chiado e outra em plena Baixa, a terceira abriu em Campo de Ourique e é a mais bonita – com ou sem óculos.

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  • Moda
  • Chiado/Cais do Sodré

Ao fim de oito anos, a marca de Pedro Ferraz e Vera Caldeira levou uma volta. A Mustique, projecto que se destacou pelo vestuário urbano, sem género, rico em elementos gráficos e totalmente produzido em Portugal, mudou de nome e renasceu agora na pele de Gandaia. Uma nova etiqueta, o estilo de sempre. A marca mantém-se bem presente na cidade com duas lojas – em Santos e em São Bento. Renovadas, espelham agora um novo minimalismo.

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  • Livrarias
  • Avenidas Novas

Foi numa antiga loja de móveis portuguesa que Giovanna Centeno e Samuel Miller abriram a Good Company Books. Os livros foram, desde sempre, uma paixão e abrir uma livraria com um café era um sonho antigo. Nas estantes, os livros são apenas em inglês, mas entre os vários títulos há uma grande aposta nos autores lusófonos. Na parte do café, há mesas para sentar. No menu, além de bebidas à base de cafetaria, há também vinhos portugueses e bolos. A agenda também mexe, sobretudo com eventos literários e clubes do livro. 

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  • Perfumarias
  • Chiado

A Granado pôs o pé no Chiado em 2022. O charme da perfumaria é envolvido pela proximidade dos trópicos. Nas embalagens, os motivos florais são o primeiro chamariz. Uma vez lá dentro, os frascos de perfumes, difusores, velas e colónias evocam o extenso acervo da Granado. Cheirá-los é a terceira etapa do rito de descoberta – na base de cada fragrância estão sempre ingredientes naturais brasileiros: magnólia, verbena ou flor de cajueiro, entre muitos outros. É uma viagem.

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  • Moda
  • Chiado/Cais do Sodré

A loja de Catarina Justino e Miguel Marques da Costa pauta pela exclusividade. Quer isto dizer que o que lá vai encontrar peças – vestuário, acessórios e lifestyle – que não encontra em todo o lado. É paragem obrigatória para quem quer medir o pulso à nova geração de criadores nacionais. Etiquetas como Sous, Béhen, Francisca Nabinho, Beatriz Jardinha, Mestre ou C.R.T.D. têm passado por aqui. A elas juntam-se umas quantas marcas estrangeiras independentes que já fazem parte do imaginário da loja.

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  • Moda
  • Chiado

Começou por ser uma marca online de moda masculina, com produção em Portugal, tudo com algodão orgânico, certificação da Global Organic Textile Standard e uma cadeia totalmente transparente. Entretanto, a Isto cresceu. Mantendo a sua política de sustentabilidade e um design depurado, tem hoje linhas de homem, mulher e criança e quatro lojas em Lisboa.

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  • Joalharia
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Há conchas, peixes, corais e búzios como se estivéssemos no fundo do mar. Há flores, folhas, cogumelos e andorinhas como se estivéssemos num jardim. Mas, não: estamos na loja de Juliana Bezerra, um mundo encantado onde cabe o que há de mais belo na natureza, na forma de brincos, pulseiras, colares e anéis dourados e prateados. No Pátio Bagatela, onde teve a primeira loja, a joalheira ocupa hoje um espaço cheio de luz e com três andares, que é loja, oficina e escritório.

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  • Designer
  • Chiado/Cais do Sodré

No mesmo espaço, Sylwia juntou um bando de marcas e criadores portugueses em áreas como a cerâmica, a moda e a ilustração. As prateleiras estão repletas de objectos, por isso convém ir com tempo para, uma a uma, ir apreciando as peças mais especiais. Além da criatividade nacional, também há produtos importados, com especial foco no outro lado do Atlântico. A fatia de projectos do Brasil tem ganhado expressão dentro da Kintu Studio e a rotatividade de marcas e peças é real. Vale a pena fazer uma visita de vez em quando.

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  • Moda
  • Santa Maria Maior

Distribuída por três pisos, a loja projectada por Ricardo Preto reúne uma parafernália de artigos. Os ténis deixaram de ser o cartão de visita da Kolab, que hoje se enche de marcas internacionais de menswear, entre elas a francesa Encré, a neerlandesa Filling Pieces, a portuguesa Realm ou a americana Found. No primeiro andar, o cenário é outro. Em vez de roupa, encontramos um espaço dedicado aos acessórios, mas também a artigos de lifestyle. Há livros da Taschen, sabonetes e fragrâncias Claus Porto e cerâmicas Bordallo Pinheiro, lado a lado com peças Jacquemus, mochilas The North Face e jóias de Maria João Bahia, feitas exclusivamente para a Kolab.

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  • Roupa interior e fatos de banho
  • Chiado/Cais do Sodré

Depois de mais de uma década na Embaixada, a Latitid abriu a primeira loja de rua em Lisboa. A marca portuguesa de swimwear não foi para longe: continua no Príncipe Real e partilha o novo espaço com a Hirundo. O espaço cheio de luz natural tem como elemento principal uma plataforma em forma de onda, forrada com azulejos brancos, que convida a percorrer o espaço de 120 metros quadrados até ao fundo, onde ficam os provadores. Pelo caminho há espelhos, molduras, baús, um balcão redondo, e, claro, muitos biquínis, fatos de banho, vestidos de praia e conjuntos de fitness a baloiçar nos cabides.

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  • Livrarias
  • Alcântara
  • 5/5 estrelas
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Quando abriu na Lx Factory, corria o ano de 2009, a Ler Devagar era a única em Lisboa da sua espécie. Espaçosa, com livros por todo o lado, dois andares, um café e vestígios da maquinaria da antiga gráfica. As singularidades mantêm-se e continua a ser a melhor livraria da cidade para se ter um bom tempo de leitura, ou dar dois dedos de conversa, vá. Nas prateleiras, estão cerca de 4000 títulos. Não é por acaso que é considerado um dos cafés-livraria mais bonitos do mundo.

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  • Livrarias
  • Princípe Real

É a primeira fora do Brasil, onde já existem oito livrarias, e traz o mesmo conceito que por lá vinga há 40 anos – uma livraria de bairro com uma curadoria literária única e programação cultural a condizer. Literatura, Fotografia, Arquitectura, Artes, Ciências Humanas ou Biografias – cabe tudo nestas estantes. O lote de autores portugueses continua a pesar nas escolhas editoriais da livraria, com nomes como António Lobo Antunes, Mia Couto, Alexandra Lucas Coelho, Miguel Torga, Maria Gabriela Llansol ou Eça de Queirós. Para folhear em português do Brasil, há Vinicius de Moraes, Caetano Veloso, Machado de Assis, Lilia Moritz Schwarcz, Jorge Amado, Chico Buarque ou Milton Hatoum.

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  • Acessórios
  • Chiado

Desafiamo-lo, em primeiro lugar, a encontrar em Lisboa uma loja mais pequena do que esta. Depois, a entrar na Luvaria Ulisses e a estender a mãozinha para experimentar umas quantas luvas de pele. Há 100 anos que são elas as estrelas desta loja histórica, que também as confecciona, seguidas do atendimento cuidado, cheio de delicadezas. Do lado de fora do balcão, cabem apenas três pessoas, por isso, não se deixe intimidar pela eventual fila.

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  • Lojas vintage
  • Chiado/Cais do Sodré

Mesas, cadeirões, aparadores, mesas, espelhos e candeeiros. É fácil perdermo-nos neste paraíso de mobiliário e decoração de meados do século passado, com especial apetite por peças de design escandinavo. A curadoria é rigorosa e engloba objectos originais, de nomes e marcas sonantes, mas também produzidos por ilustres desconhecidos. O forte são os anos 50 e 60, como dá para perceber pelas imagens que vão alimentando o Instagram, mas nada como ver ao vivo. Até porque assim pode complementar a experiência no negócio irmão, que fica na mesma rua – a padaria e café Marquise by Mobler.

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  • Perfumarias
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O aspecto exterior desta loja transporta-nos para Hogsmeade, mesmo que lá dentro não haja nada de mágico. Só história. A Next Memory ocupa o espaço de um antigo laboratório farmacêutico. O charme é inegável, mas a loja vai além disso. A montra vai dos ambientadores e difusores para a casa aos perfumes, produtos para o corpo e sais de banho. Entretanto, a marca voltou a alargar a oferta. Hoje, tem uma gama própria de chás e infusões, velas perfumadas e, ao fundo da loja, um atelier secreto onde pode fazer o seu próprio perfume – o The Bespoke Garden.

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  • Designer
  • Bairro Alto

O atelier fica lá atrás. Na parte da frente, a Oficina Marques mais parece um gabinete de curiosidades ao estilo do século XIX. De prateleiras lotadas, a cerâmica predomina, mais decorativa do que propriamente utilitária. É uma primeira pista para desvendar o trabalho de Gezo Marques e José Aparício Gonçalves, os criativos que aqui se ocupam, maioritariamente, de esculturas, painéis e instalações. O espaço também inclui uma pequena galeria onde a dupla organiza exposições esporádicas.

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  • Moda
  • Chiado/Cais do Sodré

A Parlamento chegou à Rua da Boavista em 2023. Passados três anos, o amor a esta artéria lisboeta, a meio caminho entre Santos e o Cais do Sodré, é tal que resolveu abrir uma segunda loja, a apenas alguns metros de distância. O portfólio de marcas cresceu, a carteira de clientes também e a rua está, na verdade, a transformar-se num centro comercial a céu aberto. A curadoria salta logo à vista. Um rol de marcas contemporâneas, com foco na moda feminina, e uma montra de acessórios igualmente generosa, com especial destaque para a joalharia, para não falar da zona dedicada à perfumaria, cheia de boas experiências olfactivas.

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  • Presentes e lembranças
  • Chiado/Cais do Sodré

Sofia Tillo é uma coleccionadora inveterada e decidiu pôr o seu amor pela arte (e por coisas bonitas no geral) ao serviço de terceiros. A Pink Dolphin é, por isso, o seu melhor cartão de visita, uma montra de um gosto e de uma estética pessoais que mistura o vintage, o kitsch e o provocador debaixo do mesmo tecto . Na loja encontramos de tudo um pouco – cerâmica, ilustração, acessórios de moda, roupa em segunda mão, postais e excelentes presentes. Pode até sair daqui com uma nude no bolso. São surpresa, podem ser fotografias, pinturas ou desenhos, mas só depois de pagar é que pode abrir.

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  • Decoração
  • Campo de Ourique

Mais do que uma loja, a Plantae é um atelier botânico, que vende e ensina os clientes, que dá assistência às plantas e ainda faz nascer novos rebentos. A zona mais ampla do espaço, logo à entrada, tem muita luz e é onde está a maior parte das plantas e vasos em exposição. Há uma maternidade e uma oficina criativa à disposição dos clientes com terra, vasos e materiais, quer seja para gerar novos rebentos ou para replantar espécies. É uma questão de ficar de olho na agenda de workshops, que podem ir dos cuidados básicos a ter com algumas espécies à pintura de vasos de cerâmica.

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  • Lojas de segunda mão
  • Chiado

Em 2017, António Branco abriu uma loja de roupa em segunda mão em pleno Chiado. A Pop Closet distinguiu-se logo das demais, em boa parte por causa do faro apurado do seu mentor. Com um extenso currículo como buyer, stylist e editor de moda, percurso que traçou sobretudo nos Estados Unidos e no Brasil, António fez do espaço uma referência. Oito anos depois, fez as malas e mudou-se. A Pop Closet continua no Chiado, mas foi para o Pátio Siza Vieira, refinando a selecção de peças. Pode encontrar Loewe, Dior, Saint Laurent, mas também Acne Studios e Off-White. Acabamentos industriais, arcadas e pedras centenárias e móveis em madeira que já tiveram outras vidas emolduram não apenas a roupa e acessórios (com preços que podem ir dos 30€ aos 1500€), mas também peças de arte. 

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  • Joalharia
  • Chiado

A Portugal Jewels abriu a primeira loja própria em Lisboa e fê-lo na morada da Barbearia Campos, estabelecimento histórico que ali funcionou durante 140 anos. Herança e apelo contemporâneo convivem no pequeno espaço. Ficaram os tectos trabalhados e uma parte dos azulejos – a substituição parcial foi feita com peças do mesmo fabricante, garantem os responsáveis. Para contar a história ficaram também duas das antigas cadeiras de barbeiro. À direita, vive a modernidade. Salta à vista o azul Klein que tinge os expositores e geometria perfeita das vitrines e gavetas. De tal maneira, que o projecto chegou às páginas do The New York Times.

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  • Vestuário masculino
  • Chiado/Cais do Sodré

Depois do Porto, esta marca portuguesa dedicada à camisaria masculina desceu até Lisboa e abriu uma loja no Cais do Sodré. Já a antecipar dilemas de última hora, o espaço oferece todas as comodidades, além de colecções que vão dos modelos mais clássicos aos estampados tendência de cada estação. Neste paraíso das camisas, a simplicidade convive com o ornamental – há exemplares bordados que são verdadeiros tesouros intemporais.

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  • Lisboa

É uma referência na produção e venda de fios para tricot em Portugal, mas não só. Na Retrosaria de Rosa Pomar, encontra também meadas importadas, livros da especialidade, vários utensílios e ainda uma selecção de tecidos portugueses criteriosamente escolhidos pela grande mestra da malha. Rosa Pomar não guarda todo este conhecimento só para si. Há uma agenda de workshops onde partilha (ou convida quem mais sabe a partilhar) saberes e técnicas em labores como o tricot, o crochet, o macramé ou mesmo a cestaria.

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  • Sapatos
  • Bairro Alto

É a primeira loja física, quase 90 anos depois destes ténis terem começado a palmilhar o mundo. O espaço foi transformado à imagem e semelhança da marca. O universo Sanjo está todo aqui e a verdade é que hoje os ténis são apenas uma parte deste guarda-roupa desenhado e produzido em Portugal. O vestuário ganha terreno, ao mesmo tempo que a direcção criativa de Vítor Costa esbate a divisão entre géneros. Nos expositores, vemos sweats e t-shirts, calças, blusões, meias e bonés. Em algumas destas peças ecoa o slogan: still fresh after ninety years.

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  • Decoração
  • São Sebastião

O olfacto é o primeiro sentido a ser provocado quando entramos na recém-inaugurada Silent Home, ali a meio caminho entre o Marquês e as Amoreiras. E a culpa é das velas espanholas da Cereria Mollá. As fragrâncias são uma das paixões de Daniel Fonseca e Hugo Covaneiro, de tal maneira que a própria Silent Home nasceu da ideia de criar uma marca para perfumar os lares alheios. Entretanto, o projecto ganhou outra escala – o de uma curadoria inteiramente dedicada ao design e à decoração. Se por um lado, reúne designs intemporais e peças desenhadas a pensar no conforto, por outro, propõe uma selecção de objectos capazes de abençoar qualquer divisão com personalidade.

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  • Designer
  • Avenida da Liberdade

Não é uma montra na qual vá esbarrar naturalmente, mas vale a investida escadas acima. No antigo centro comercial Guerin, a Stivali é um dos baluartes do luxo na Avenida da Liberdade. Distribuída por dois pisos, a curadoria de moda reúne dezenas de etiquetas internacionais – de clássicos intemporais como Saint Laurent e Bottega Veneta a novas estrelas do design como Jacquemus e JW Anderson. Entretanto, criou também uma secção dedicada ao vestuário masculino abrindo ainda mais o leque de opções para quem procura aquela peça especial.

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  • Moda
  • Alcântara

Oito anos depois de ter aterrado em Lisboa, a The Feeting Room abriu uma segunda loja na capital. Foi mantido o estilo industrial que já vinha com o edifício. A cor anima o espaço – um verde-menta que poderia muito bem estar no fundo de uma piscina. Se o calçado e a roupa são a base do negócio, os complementos multiplicam-se – mochilas e malas, chapéus, óculos, jóias, relógios e até livros. Nas etiquetas, há nomes mais conhecidos do que outros. Marcas como a Melissa, a Rains, a Alohas ou a Camper partilham espaço com novas e entusiasmantes descobertas, como a também brasileira Loja Três, os óculos da Guava, a londrina SCRT ou os sapatos acabados de sair da fábrica da Maria Carlota.

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  • Sex shops
  • Lisboa

Não, esta não é uma sex shop tradicional. Nem sequer é só uma sex shop. Além de vender cosmética erótica, brinquedos sexuais, roupa e acessórios, o The Joy Spot quer educar para uma sexualidade informada, sempre do ponto de vista feminino. O que não quer dizer que seja só para mulheres. A curadoria foi essencial. Na sala redonda, encontramos sobretudo dildos, vibradores, plugs anais, anéis penianos e algemas. O piso inferior mantém a linha minimalista e luminosa, com uma sala ampla preparada para receber as conversas e workshops. Ao fundo, uma porta dupla abre-se sob marcação: é o espaço dedicado ao kinky e ao BDSM.

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  • Presentes e lembranças
  • Chiado

A The Unboring Store nasceu da cumplicidade de Inês Mota Cardoso e Miguel Sarrazola, que decidiram criar uma loja anti-tédio que funciona simultaneamente como gift shop e montra de design. O espaço afasta-se do convencional: propõe um caminho visual com zonas instagramáveis – como a parede coberta de espelhos ou as escadas em caracol – e apresenta uma selecção de criatividade nacional e marcas importadas. Nas prateleiras há papelaria, joalharia, brinquedos e peças de arte para todos os bolsos.

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  • Decoração
  • Campo de Ourique

Escondida em Campo de Ourique, a primeira loja própria da Torres Novas põe o catálogo extenso desta marca portuguesa bem à mão de semear. O espaço vive do equilíbrio entre os clássicos herdados do século XIX e as ideias frescas do seu relançamento, juntando na montra composições cromáticas que convidam a entrar, ver e tocar. Lá dentro, as famosas toalhas de banho dividem as atenções com as linhas de praia, os linhos para a mesa e uma secção dedicada à cama, com lençóis e mantas. Tudo isto num ambiente sóbrio e acolhedor, onde sobressaem os azulejos da Viúva Lamego, a arte de Kruella d'Enfer e a possibilidade de personalizar as peças com bordados. 

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  • Lojas de segunda mão
  • Lisboa

Esta não é uma loja de roupa em segunda mão comum. Nos expositores, onde a roupa é colocada com conta, peso e medida, encontramos uma selecção criteriosa de peças, escolhidas a dedo pelo proprietário, Daniel Kofalvi. O espírito (e a estética) da primeira década dos anos 2000 predomina, com espaço para algumas marcas de gama alta como Prada ou Acne Studios. Se não resiste a óculos de sol que revisitem as modas do início deste século, prepare-se. Há sempre uma selecção de modelos na loja.

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  • Livrarias
  • Avenidas Novas

Junto à Gulbenkian resiste uma loja de revistas que costuma ser destino de romaria para gente de toda a Lisboa. Dos últimos números de edições estrangeiras às publicações independentes que todos querem ter na mesa da sala, a montra está sempre a actualizar-se com as últimas novidades. Logo a seguir, as estrelas são os porta-chaves com frases e expressões, no mínimo, motivadoras.

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  • Óculos
  • Chiado/Cais do Sodré

Pedro Leote é um velho conhecido de quem acompanha de perto o roteiro vintage lisboeta. Aplicado coleccionador de óculos, conta com um acervo de centenas de exemplares. Depois de anos num showroom à porta fechada, a Wide Shades ganhou uma loja de rua com dezenas de modelos de outras épocas. Os anos 2000 são a década de ouro e, mais recentemente, Pedro lançou a sua primeira colecção. Os achados vintage não foram a lado nenhum – há espaço para tudo.

Às compras em Lisboa

  • Coisas para fazer
  • Eventos literários

Nem só de livros vivem estes espaços culturais em Lisboa. Há também lanches e cartas de vinhos. Outro género de literatura, portanto. São mais de uma dúzia de livrarias, onde uma visita significa muito mais do que virar umas páginas e ler meia dúzia de prefácios na diagonal.

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