Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores sítios para beber um copo no Príncipe Real

Os melhores sítios para beber um copo no Príncipe Real

Para finais de tarde felizes ou longas noites de copo na mão, estes são os melhores sítios para beber um copo no Príncipe Real.

Por Editores da Time Out Lisboa |
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Pub Lisboeta
Arlindo Camacho

Do clássico Quiosque do Oliveira ao Café Príncipe Real, não esquecendo o Pesca de Diogo Noronha e os seus cocktails da autoria de Fernão Gonçalves: tudo no Príncipe Real pede finais de tarde longos e noites ainda maiores. Ao ar livre e dentro de portas, a cheirar a novo ou com muitos anos para contar história. Não faltam ideias para beber um copo no Príncipe Real, um dos bairros mais cool da cidade – e, provavelmente, um dos mais movimentados também e com novidades sempre à espreita. Se depois ainda quiser dar um pezinho de dança, não faltam também discotecas aqui. 

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Beber copos no Príncipe Real

restaurante pesca de diogo noronha
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Haute cuisine

Pesca

Princípe Real

É certo que é o restaurante de Diogo Noronha, mas a acompanhá-lo está o barman Fernão Gonçalves, com grandes cocktails para beber com palhinha de bambu ou de vidro com umas ostras a acompanhar. Experimente o Dry Martini feito com gotas de três óleos essenciais feitos com as cascas de lima, limão e laranja.

Jobim
©Manuel Manso
Bares

Jobim

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Se o nome do bar já o deixava revelar, o sotaque do proprietário, António Almeida, não engana ninguém: há Brasil ali presente. Quando passa à porta, são os sons da Bossa Nova e do Jazz que convidam turistas e vizinhança a parar para fazer a merecida pausa entre o trabalho e o regresso a casa. Mas são os vinhos e os petiscos, protagonistas deste novo espaço, que o convencem a ficar. Este wine bar possui uma cuidada carta de vinhos com as melhores referencias nacionais e a complementá-la estão os petiscos do chef Cláudio, que celebram a gastronomia internacional e a reinventam com os melhores produtos nacionais. Ali não é preciso muito, só a vontade de apreciar este néctar e gosto pelas coisas boas e simples da vida. Sem pressas.

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Quiosque do Oliveira
Fotografia: Ana Luzia
Bares

Quiosque Principe Real

Princípe Real

Sempre que o mercúrio ajuda, é uma paragem recomendada praticamente a qualquer hora do dia — e pode sempre optar por uma solução livre de álcool até ao meio-dia, vá. Chama-se Quiosque Príncipe Real mas toda a gente o conhece por “O Oliveira”. Não faz parte da nova vaga de esplanadas moderninhas e nem precisa de estar nos roteiros da cidade para estar sempre cheio. É uma verdadeira instituição ao ar livre quando o sol se começa a pôr, e uma inesperada meca do social alfacinha (não menospreze o figurino se quiser impressionar as hostes bem apessoadas).

bares
Manuel Manso
Bares

Black Sheep

Chiado/Cais do Sodré

Lisboa ganhou uma nova ovelha negra. Chama-se Black Sheep e tem espaço suficiente para caberem mais de uma centena de referências de vinhos de produtores nacionais independentes – ovelhas negras do negócio, chamemos-lhe assim. Todas as semanas há cerca mais de dez vinhos diferentes a copo (os preços variam entre os 3,50 e os 6,50€) e as garrafas também estão disponíveis para levar para casa. Além disso, há sempre dois cocktails por semana: um fixo, o bastante elogiado Negroni, com um vermute mais intenso, e outro que varia. Para acompanhar, há petiscos como azeitonas, hummus de feijão branco feito por Brian, uma tábua com queijos e enchidos e um queijo de cabra com marmelada. Se não encontrar lugar, não se preocupe: está em plena Praça das Flores e pode levar o copo para o banco de jardim.

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Pavilhao Chines
© Lydia Evans / Time Out
Noite

Pavilhão Chinês

Chiado/Cais do Sodré

Celebrou 30 anos em 2016. E se juntarmos à idade digna de nota o recheio da casa, temos um teaser em dose dupla. O Pavilhão Chinês é uma bar-museu, mas podia ser um museu-bar, dada a colecção de milhares de objectos expostos pelas diferentes salas, de soldadinhos de chumbo a aviões e peças de Bordalo. As áreas foram decoradas pelo falecido dono Luís Pinto Coelho, que desde a adolescência foi reunindo estes pequenos tesouros. Se quer dar uma tareia a alguém no pool, chegou ao sítio ideal na zona.

memmo principe real
Fotografia: Manuel Manso
Hotéis, Hotéis de charme

Memmo Príncipe Real

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Esqueça o cliché de que os hotéis são só para turistas. Também servem para lisboetas, incluindo jovens com pinta. No Memmo Príncipe Real as referências históricas são mais do que muitas, logo a começar no lobby, com um retrato do príncipe que deu o nome ao bairro – assinado por Carlos Barahona Possollo, o mesmo que pintou o retrato oficial de Cavaco Silva –, mas não faltam novidades sempre frescas no Café Príncipe Real, o restaurante e bar do hotel onde o chef José Miguel Pereira, cujas receitas são extensíveis aos vistosos cocktails.

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snob
©DR
Coisas para fazer

Snob

Chiado/Cais do Sodré

É um clássico no registo fora de horas, famoso pelo seu bife e pelos rostos que o servem, sendo que aqui também pode alambazar-se com o cozido à portuguesa às sextas-feiras. Está aberto todos os dias, uma preciosidade na cidade, em especial se quiser meditar sobre a vida com vista para um generoso scotch a um domingo ou a uma terça-feira à noite. Segundo lar de uma generosa fatia da velha guarda do jornalismo, é um dos destinos que se ajustariam na perfeição a uma daquelas listas que se costuma encontrar na internet: "sítios para visitar antes que vá desta para melhor" (o espaço e você).

The Bar
©D.R.
Bares

The Bar

Princípe Real

Tem um daqueles nomes que não permite mesmo espaço para enganos, o que é óptimo sobretudo a partir de certa hora, caso tenha excedido o número ajuízado de cocktails. Estes são uma especialidade da casa, mas se preferir também há cerveja artesanal, a mais recente menina dos olhos da noite de Lisboa. 

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Pub Lisboeta
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Pub Lisboeta

Chiado/Cais do Sodré

Cervejas artesanais, tequilas, whiskey, etc., etc. O Pub Lisboeta é fiel ao seu nome. É um pequeno pub, sim, com horário alargado, e revela os devidos traços alfacinhas (queremos acreditar que dificilmente um pub irlandês terá um néon no seu interior a dizer "Lucília"). Não estranhe se vir um amontoado de gente à porta, seja ao fim da tarde, para um copo depois do trabalho, ou quando a noite já for longa. Pelo meio pode picar uma tosta ou outro enganador de estômagos a dar horas. Mesmo em pé e a um passo da estrada, apetece demorar por ali.

Cinco Lounge
© Lydia Evans / Time Out
Bares

Cinco Lounge

Chiado/Cais do Sodré

Até há não muitos anos, falar da cultura de cocktails era apelar a memórias forradas com um papel de parede saído dos anos 80, um cenário nem sempre muito estiloso. Felizmente o conceito levou um valente empurrão e hoje o pior que lhe pode acontecer é ficar tão maravilhado com o resultado saído das mãos do barman que até lhe dá dó arrumar com a bebida. Siga em frente sem hesitações, porque depois de um pode vir outro (e além disso pode ser imortalizado numa foto). Descendo um pouco a partir do jardim, verá que o desvio até ao Cinco Lounge é mais do que justificado.

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lost in
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Cafés

Lost In

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Define-se como um pequeno oásis secreto em Lisboa — os transeuntes mais despistados podem muito bem ignorar a entrada quando caminharem rua fora. É provável que não mergulhe num modo tão, mas tão shanti, como a casa defende, mas de qualquer das formas ninguém lhe tira a vista apetitosa sobre a cidade e o espírito de evasão momentânea do fervilhar da Rua D. Pedro V. Às quintas, costuma haver jazz session na esplanada, e todos os dias das 17.00 às 19.00 há happy hour.

The Insólito
©DR
Restaurantes, Português

The Insólito

Bairro Alto

Nem só de tártaros e outras iguarias vive o The Insólito, mesmo em frente ao miradouro de São Pedro de Alcântara, quando o Príncipe Real já vai passando o testemunho ao Bairro Alto e ao largo da Misericórdia. Uma das mais valias indiscutíveis é situar-se no último piso de um prédio antigo e o facto de ter um terraço com uma vista única sobre Lisboa, um daqueles detalhes que parece ser isso mesmo, um mero detalhe, até nos sentarmos num sítio que ofereça este tipo de benesse. 

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Gin Lovers - Gin
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Gin Lovers

Princípe Real

Lembra-se da moda do gin? A realidade é que se revelou muito mais do que uma moda, apesar de termos deixado de conviver com notícias da abertura de um novo gin bar dia sim, dia sim; e ainda estamos à espera da next liquid thing (uma next big thing para iguarias etílicas, digamos). Posto isto, se é fã da bebida, esta recomendação é 100% para si.  O bar Gin Lovers apresenta uma vasta lista, com mais de 60 marcas diferentes, e ainda vinhos e cocktails, que ligam muito bem com a comida de Less, o restaurante do reconhecido chef Miguel Castro e Silva.

o corvo
Fotografia: Francisco Santos
Bares, Bares

Corvo

Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Ostras de Cacela, tábuas de queijo e enchidos, cerveja artesanal Dois Corvos, cocktails especiais e uma man cave. É assim o Corvo, o novo bar gay do Príncipe Real, um projecto de João Gaspar, um dos fundadores das conhecidas festas Conga. O bar tem uma cave, a tal man cave, com bar e DJ e com programação especial. 

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Cerveteca
Fotografia: Arlindo Camacho
Bares, Cervejarias

Cerveteca Lisboa

Chiado/Cais do Sodré

Foi o primeiro bar de cerveja artesanal que abriu em Lisboa, a faísca que espoletou a explosão, a expansão da cerveja artesanal em Portugal. Estávamos em 2014, e mais ninguém apostava em pequenos produtores estrangeiros sem distribuição nacional, e mais ninguém dava a conhecer tantos novos produtores portugueses. Hoje, custa-nos imaginar Lisboa sem a Cerveteca. Sem a sua vasta selecção de estilos e marcas nacionais e internacionais, disponíveis em garrafa, bem como nas 12 torneiras e dois hand pumps em rotação constante. Brindemos à sua saúde.

Loucos de Lisboa
Fotografia: Arlindo Camacho
Noite, Cafés/bares

Loucos de Lisboa

Princípe Real

Por cima do restaurante vegetariano Terra, fica o Loucos de Lisboa com petiscos feitos na hora e vinhos e bebidas portuguesas. Fica num primeiro andar e a decoração da sala é vintage, como se estivesse na casa da avó. Um bom sítio para beber um copo e petiscar depois do trabalho ou para organizar um jantar com um grupo grande que encha a sala.

Mais ideias para beber um copo em Lisboa

Red Frog Cocktail
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

As melhores happy hours de Lisboa

A felicidade tem um preço – e está mais barata. Pelo menos durante algumas horas por dia. Eis um roteiro dos melhores bares, rooftops e esplanadas para beber um copo em Lisboa a preço de saldo

Esplanada Rio Maravilha
Fotografia:Arlindo Camacho
Restaurantes

Restaurantes para jantar e beber um copo sem sair de lá

Não precisa de percorrer as capelinhas todas. Nestes restaurantes – de fine dining, comida do mundo ou portuguesa reinventada – pode jantar, beber um copo e deixar-se ficar para dançar. São o perfeito dois em um (ou até três em um). Marque mesa num destes sítios e comece e acabe a noite no mesmo sítio. Sempre em bom. 

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