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Lojas com História: mais históricas para contar em Lisboa

Por Renata Lima Lobo
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Com duas baixas na lista de Lojas com História desde que o programa municipal foi lançado, há agora mais 48 estabelecimentos a aguardar a distinção. Espreitámos a lista.

Por esta altura, a grande maioria dos lisboetas já deve estar a par do programa Lojas com História, quanto mais não seja pela instalação em Janeiro das placas que passaram a estar afixadas em bandeira nas fachadas dos estabelecimentos.

A iniciativa de apoio ao comércio tradicional alfacinha – que inclui uma linha de ajuda financeira à preservação, modernização e promoção destes lugares ou um sítio na internet para divulgação das lojas – já resultou numa exposição e até num livro com o selo da Tinta-da-China, uma viagem por espaços centenários e bicentenários da cidade. Começou com 63 lojas, depois passou para 82 (as que estão no livro). Recentemente o número regrediu para 80, com o encerramento das históricas Livraria Aillaud & Lellos e Aníbal Gravador.

Agora a Câmara Municipal de Lisboa quer juntar à lista mais um grupo considerável: 48 estabelecimentos, alguns bem famosos na nossa praça como o Gambrinus (desde 1964) ou a Garrafeira Nacional (desde 1927), num rol que também inclui o restaurante Senhor Vinho (desde 1975) ou a Numismática Diamantino (desde 1942).

A lista completa de espaços a aguardar distinção está disponível e o procedimento de consulta pública, que dá espaço a reclamações, observações ou sugestões dirigidas ao presidente da Câmara, está aberto até segunda-feira, 9 de Abril. Depois disso já não pode dizer de sua justiça.

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