Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa

Copo, cone ou pauzinho. Com os sabores de sempre ou com a última novidade, estas são as melhores gelatarias em Lisboa

©DR

Oreo ou arroz doce, bolacha Maria ou pistáchio, o céu é o limite no mundo dos gelados. E a verdade é que a lista das melhores gelatarias em Lisboa não pára de engordar de ano para ano. Esta é uma selecção das mais antigas às mais recentes, dos clássicos aos grandes modernismos. Coma rápido, antes que derreta.

Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa

Nannarella

Aqui vende-se um dos melhores gelados de Lisboa. É artesanal, feito com produtos frescos, fruta portuguesa de um fornecedor do Mercado da Ribeira e, como manda a tradição romana, servem-no com uma espátula (e não em bola), sempre com um acrescento de natas batidas no topo, feitas várias vezes ao dia. Faça chuva ou faça sol, tem sempre filas à porta. Além dos clássicos de morango ou chocolate, a gelataria da romana Costanza Ventura, tem outros bons sabores, como o gelado de avelã, o de pistáchio de Bronte DOP, que vem da Sicília, e o de amêndoa DOP importada de Piemonte. 

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Chiado/Cais do Sodré

Santini

Antes de Attilio Santini, o fundador, instalar os seus gelados no Tamariz, em 1949, já os fazia em Itália. Quando cá chegaram fizeram suspirar meio mundo e até foram considerados os melhores do mundo. Agora já fazem parte de um império – um daqueles onde é preciso esperar para ser atendido, dado o número de clientes sequiosos que se amontoa à porta. Morango e nata são os mais batidos, mas a carta já não é só clássicos: pode calhar encontrar açaí com morango, biscoito amaretto ou doce de ovo com pinhão.

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Chiado
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Gelataria Portuguesa

Nada como procurar os copinhos azuis para perceber onde está. A Gelataria Portuguesa serve gelados artesanais com sabores portugueses bem no centro histórico de Lisboa. São perfeitos para conquistar turistas que vagueiam pela zona do Castelo, mas apostamos que os alfacinhas também não lhes ficam indiferentes.

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Castelo de São Jorge

Pizpireto

Pode chamar-lhes simplesmente gelados de pauzinho ou então apelar à cultura geral alheia e falar de paletas mexicanas. Em qualquer dos casos, aqui quem manda são os gelados, com base de leite ou de fruta. Tanto vai encontrar um simples morango, como gelados mais elaborados, recheados com cremes gulosos, como o de leite condensado.

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São Sebastião
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Artisani

Pegar no seu Artisani e caminhar até ao vizinho Jardim da Estrela é uma proposta que tem tanto de simples e previsível como de agradável. Gostará de saber que nesta Artisani, em funcionamento desde 2009, também há exemplares em pauzinho, sorbets (produzidos com água do Luso), bolos de gelado e uma série de outros ferozes inimigos da balança. Não ligue, você merece. 

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Lisboa

Gelataria Versailles

Abriu portas no começo de Outubro do 2017, quase ao lado da casa-mãe, a histórica pastelaria da Avenida da República. Para além dos gelados, tem crepes, bombons e capuccinos para levar para o escritório. Os gelados são artesanais, confeccionados aqui mesmo, com supervisão de Nélson Felix, ambientado ao ramo e formador na Escola de Hotelaria. Há espaço reservado para 16 sabores e "todas as semanas haverá uma inovação".

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Avenidas Novas
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FIB - il vero gelato italiano

Desde 2014 que a FIB se afirma como mais saborosa que qualquer PIB, o que não será complicado. É caso para provar este índice de Felicidade Interna Bruta, experiência facilmente atingida quando o assunto envolve gelados. No Areeiro encontra sabores vegan como banana, amendoim, abacate ou arroz com goji; para não falar do fiore di latte e da bolacha Maria.

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Areeiro/Alameda

Conchanata

A abertura de cada nova época alta dos gelados produz um efeito viral para as bandas da Avenida da Igreja. A fila na Conchanata pode testar os graus de paciência de devoção, mas este clássico de Alvalade é um caso sério. Assunto arrumado. Para mais, a história dos Gelados Itália Conchanata, ou apenas Conchanata, para os amigos, perde-se nos confins de 1948, quando Quintílio e Alfo Tarlattini, pai e filho, inauguraram a casa. Os gelados continuam na família, sempre artesanais e agora com o dedo de Michele, o novo herdeiro.

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Alvalade
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Résvés

Framboesa com champanhe, alfarroba, rosas ou leite condensado. Estes processos de decisão são uma verdadeira tormenta para os menos determinados, até porque os sabores andam sempre numa roda viva e os gelados são um tema hipersensível. Não é difícil imaginar em que bairro da cidade se esconde a Résvés. Falta apenas acrescentar que tem por vizinho o jardim da Parada. Campo de Ourique, pois então. 

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Campo de Ourique

Mamma Mia

Natale Tassitani nasceu e cresceu em Itália, mas só em adulto provou um gelado que o convenceu. Aprendeu a fazê-los, fixou-se em Lisboa e abriu uma gelataria pequenina "com sabores simples e preços populares", diz. No verão a aposta é nos sabores de furta com mantéria-prima vinda da Maçã de Adão, frutaria do bairro, com quem já fez amizade. Há ainda o sabor de arroz doce, que criou quando chegou a Portugal, e vão aparecendo sabores italianos como o tiramisu — tudo em copos e cones de dois sabores ou três.  

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Lisboa
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Comentários

1 comments
Rui T

e então a emanha? não conta? para mim é melhor que a santini... eu não aprecio gelados de frutas comuns