Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa

Derreta-se com as melhores gelatarias em Lisboa

Copo, cone ou pauzinho. Com os sabores de sempre ou com a última novidade, estas são as melhores gelatarias em Lisboa

Nivà
©Manuel Manso
Por Editores da Time Out Lisboa |
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O Verão ainda está longe, mas basta o sol brilhar e a temperatura subir um pouco que um gelado torna-se logo no melhor aliado. Desde os de fruta, de pêra, limão ou framboesa, aos clássicos, como pistáchio, straciatella ou bolacha maria, o céu é o limite no mundo dos gelados (ou gelatos, que as perdições italianas são cada vez mais na cidade). E a verdade é que a lista das melhores gelatarias não pára de engordar de ano para ano. Nesta selecção, tem das mais antigas às mais recentes, incluindo o lugar perfeito (talvez o único) para apreciar um gelado alcoólico servido em cocktail ou como shot. Coma (ou beba) rápido, antes que derreta.

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Gelados de A a S

A Veneziana
Lojas com História
Restaurantes

A Veneziana

icon-location-pin Santa Maria Maior

Mantém-se discreta num canto da Praça dos Restauradores, com um nome que remonta a 1936 e se cruza com a história do italiano De Luca Giovanni, que haveria de dedicar-se ao comércio de gelados na capital portuguesa. Nos primeiros anos, a venda era feita em carrinhos ambulantes, que são ainda hoje parte da decoração da loja, e abriram fábrica na Avenida de Berna, onde continuam a perdurar as receitas originais de gelado feito com ingredientes 100% naturais. Estas receitas que vêm de uma tradição familiar, ainda são as que vigoram hoje na montra da loja. Por outro lado, lançam-se constantemente sabores novos. Além de gelados de copo e em cone, esta gelataria (que é também uma Loja com História) é famosa pela cassata, pelo gelado de marrasquino e pelos gelados de taça. Ora, sai uma enorme bola de memory lane.

amorino
Amorino
Restaurantes

Amorino

icon-location-pin Baixa Pombalina

A marca foi criada em 2002 por dois amigos de infância, os italianos Cristiano Sereni e Paolo Benassi, e chegou a Portugal dez anos depois. É conhecida sobretudo pelos gelados em forma de flor, quando pedidos em cone. Cremosos, sem corantes ou aditivos artificais, são feites com leite fresco e ovos biológicos. Sabores há às dezenas, desde banana do brasil a caramelo de manteiga com sal, de tangerina biológica a cheesecake de mirtilos, ai que é tão difícil escolher!

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Gelado de caramelo salgado da Artisani
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Geladarias

Artisani

icon-location-pin Lisboa

Pegar no seu Artisani e caminhar até ao vizinho Jardim da Estrela é uma proposta que tem tanto de simples e previsível como de agradável. Gostará de saber que nesta Artisani, em funcionamento desde 2009, também há exemplares em pauzinho, sorbets (produzidos com água do Luso), bolos de gelado e uma série de outros ferozes inimigos da balança. Não se preocupe, você merece. 

A conchanata com quatro bolas e molho de morango
Fotografia: Inês Félix
Restaurantes

Conchanata

icon-location-pin Alvalade

A abertura de cada nova época alta dos gelados produz um efeito viral para as bandas da Avenida da Igreja. A fila na Conchanata pode testar os graus de paciência de devoção, mas este clássico de Alvalade é um caso sério. Assunto arrumado. Para mais, a história dos Gelados Itália Conchanata, ou apenas Conchanata para os amigos, perde-se nos confins de 1948, quando Quintílio e Alfo Tarlattini, pai e filho, inauguraram a casa. Os gelados continuam na família, sempre artesanais e agora com o dedo de Michele, o novo herdeiro.

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Gelado de nata com ginja na Gelato Davvero
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Geladarias

Davvero

icon-location-pin Santos

Abriu no início de 2018 quando a gelataria fechou a sua primeira loja, na Praça de São Paulo, e passou a ser o quartel-general da Davvero. Ao todo são 260 metros quadrados, onde funciona a fábrica de gelados da marca e onde começaram a produção própria de pastelaria. Mas também têm, no Cais do Sodré, um bar gelato, com gelados alcoólicos. São maioritariamente sorvetes, não têm leite e podem ser consumidos a partir das 18.00 em shots (a partir de 2€), em affogati, que em vez de café leva bolas de gelado e uma bebida espirituosa, ou como cocktails. Têm menos álcool do que a bebida propriamente dita, mas que o álcool está lá é inegável. Só o sabor de Amarguinha, por exemplo, precisa de uma garrafa inteira para apenas três litros de gelado.

 

Já se está a sentir tonto?

 

Não se preocupe, também há sabores normais. 

Fabrica do Gelado
© Fabrica do Gelado
Restaurantes, Geladarias

Fábrica do Gelado

icon-location-pin Lisboa

É no mercado e nas lojas do bairro que esta Fábrica anda à caça das matérias-primas para que a felicidade chegue até si num copo ou num cone. A nata, o leite e a fruta ganham toda uma dimensão neste refúgio dedicado ao gelado na zona dos Anjos. Também se pode lambuzar com quadrados de chocolate ou laranja, e tantos outros amigos da gula. 

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fragoleto
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Geladarias

Fragoleto

icon-location-pin Baixa Pombalina

Manuela Carabina fundou a Fragoleto em 2005 e até agora ainda não se arrependeu. Nem parece que tenha razões para isso: mantém variedade de sabores para além dos clássicos de chocolate e frutos secos como pistácio ou avelã e volta e meia passa por concursos que lhe dão prémios. Assim aconteceu em 2016 quando recebeu o prémio de melhor gelato italiano em Portugal. A criatividade ainda não parou e vão surgindo sabores vegan ou requintados como o de aroma a violetas.

gelataria portuguesa
©DR
Restaurantes

Gelataria Portuguesa

icon-location-pin Castelo de São Jorge

Nada como procurar os copinhos azuis para perceber onde está. A Gelataria Portuguesa serve gelados artesanais com sabores portugueses bem no centro histórico de Lisboa. São perfeitos para conquistar turistas que vagueiam pela zona do Castelo, mas apostamos que os alfacinhas também não lhes ficam indiferentes.

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Gelatommy
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Geladarias

Gelatommy

icon-location-pin Bairro Alto

Há 11 anos na viver na Rua da Rosa, no Bairro Alto, Tomás começou por ter uma loja de roupa naquele mesmo espaço, quando chegou de perto de Nápoles, onde cresceu. Agora tem essa loja mesmo em frente ao número 218, onde tem agora a Gelatommy. A gelataria ganhou forma depois de várias visitas a Itália para ter aulas sobre o gelado italiano. Este gelateiro que foi criado a doces, diz, faz agora a fantasia siciliana, um gelado de pistácio e amêndoa, o gelado de tiramisú, o bacio, de chocolate e avelã, a panna cotta, e o pastel de nata, de que criou a receita. Se quiser ir ao limite da gulodice é pedir um brioche gelato, uma sandes que se come pela Sicília: brioche cortado ao meio e recheado com gelado. 

Banoffee da Gelato Mú
©Duarte Drago
Restaurantes

Gelato Mú

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Marco Bauli e Elena trocaram Verona por Lisboa e abriram a gelataria Mú. Os gelados são feitos pelo método tradicional italiano que obriga a que a mistura de fruta, açúcar e leite fique a repousar durante a noite (12 horas, o que equivale a uma excelente noite de sono humana). A fruta usada nos sabores é comprada em Portugal: exemplo do morango, do pêssego ou do limão. O mesmo não se pode dizer da avelã torrada, que vem de Piemonte – tal como a que é utilizada para fazer a Nutella – e das amêndoas e do pistácio, oriundos da Sicília. 

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giallo
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Giallo

icon-location-pin Alfama

Nem só de gelados vive a Giallo, onde pode ser recebido com uns smoothies, uma limonada com gengibre, uma água aromatizada ou um chá fresco. Mas se nos focarmos no prato forte da casa, conte com as bolas de baunilha e mangericão, nata, oreo, cacau, meloa ou tangerina. Agora basta escolher este destino em Alfama ou fazer uma visita à irmã mais velha, a Giallo de Campo de Ourique. 

Restaurantes

Grom

icon-location-pin Grande Lisboa

Dentro destes potes de gelado não entram aromas nem corantes, o sabor e a cor do gelado são obtidos da forma mais natural possível através dos frutos e dos produtos cultivados na quinta de Federico Grom e Guido Martinetti, responsáveis pela nova gelataria no Chiado, a Grom – a 44.ª loja da marca.  É nas lojas que o gelado ganha forma para depois ser servido em copo biodegradável (tal como as colheres e guardanapos) ou cone, que pode ser pedido simples ou com um rebordo de chocolate e avelã (+0,50€). As variedades oscilam entre as frutas, como o damasco, framboesa, morango ou sorbet de limão, e outros sabores como iogurte, caramelo salgado, café, baunilha, pistácio, chocolate negro ou crema di grom, o gelado da casa feito com creme custard e bolachas de chocolate. Há quatro tamanhos disponíveis: o pequeno (3,50€), o médio (4,50€), o grande (5,50€) e, se não ficar satisfeito, o maxi (7€). Para quem quiser levar para casa, a Grom tem embalagens de take away pequenas (8,50€), médias (12,€) e grandes (24€).

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la fabrica
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

La Fabbrica

icon-location-pin Avenidas Novas

Lá dentro tanto podem estar a torrar amêndoa como a fazer cassata. A La Fabbrica homenageia a antiga Fábrica de Gelados da Avenida de Berna, de onde saem os famosos gelados de A Veneziana. É no Arco do Cego que se seguem as receitas clássicas, que chegaram a Portugal na ida década de 30, e que residem pérolas como a velha batedeira de gelado dessa época. Tanto se provam gelados clássicos como o de noz ou os sabores de fruta, como o falso esparguete à bolonhesa, com massa de gelado e molho de tomate que é na verdade doce de morango.

gelataria mamma mia
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Geladarias

Mamma Mia

icon-location-pin Lisboa

Natale Tassitani nasceu e cresceu em Itália, mas só em adulto provou um gelado que o convenceu. Aprendeu a fazê-los, fixou-se em Lisboa e abriu uma gelataria pequenina "com sabores simples e preços populares", diz. No verão a aposta é nos sabores de fruta com matéria-prima vinda da Maçã de Adão, frutaria do bairro, com quem já fez amizade. Há ainda o sabor de arroz doce, que criou quando chegou a Portugal, e vão aparecendo sabores italianos como o tiramisú — tudo em copos e cones de dois sabores ou três.  

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nannarella
Nannarella
Restaurantes, Geladarias

Nannarella

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Na Nannarella, vende-se um dos melhores gelados de Lisboa. É artesanal, feito com produtos frescos, fruta portuguesa de um fornecedor do Mercado da Ribeira e, como manda a tradição romana, servem-no com uma espátula, sempre com um acrescento de natas batidas no topo, feitas várias vezes ao dia. Faça chuva ou faça sol, tem sempre filas à porta. Além dos clássicos de morango ou chocolate, a gelataria da romana Costanza Ventura, tem outros bons sabores, como o gelado de avelã, o de pistáchio de Bronte DOP, que vem da Sicília, e o de amêndoa DOP importada de Piemonte. 

Nivà - Gelado Cremoso
©Manuel Manso
Restaurantes, Geladarias

Nivà

icon-location-pin Princípe Real

A Nivà é a primeira cremeria italiana em Portugal, onde se serve um gelado artesanal que, pela sua consistência de mousse gelada, merece destaque das demais gelatarias. Situado no coração do Príncipe Real, a loja é o quinto espaço da família Rivolta, que tem como lema “Privilegiar a excelência do produto e a satisfação do cliente”. Stracciatella e morango são dos sabores mais pedidos, mas a carta é variada e promete mudar a oferta com regularidade. Para além dos gelados, o estabelecimento vende outras opções igualmente tentadoras. O espaço é pequeno, mas convidativo, com mármores embutidos e um fresco no tecto, bem ao estilo da renascença italiana. Contudo, a ideia é que não se demore muito na loja, e que leve o seu gelado para uma agradável caminhada pelo bairro mais cool da cidade.

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LucDuc
©Francisco Santos
Restaurantes, Geladarias

LucDuc

icon-location-pin Campolide

Luciano e Luc queriam mudar de vida e a escolha foi Lisboa e os gelados. Vieram do Norte de Itália para abrir uma gelataria em Campolide onde agora se comem sabores italianos como o crocantino, bacio, pistácio da Sicilia ou avelã de Piemonte. No Inverno prometem chocolate quente, tiramisú e pannacotta a Lisboa, mas os gelados, com ou sem lactose, são para vender com "o bom tempo de Lisboa o ano inteiro", diz Luciano.

Pizpireto
©DR
Restaurantes

Pizpireto

icon-location-pin São Sebastião

Pode chamar-lhes simplesmente gelados de pauzinho ou então apelar à cultura geral alheia e falar de paletas mexicanas. Em qualquer dos casos,no Pizpireto quem manda são os gelados, com base de leite ou de fruta. Tanto vai encontrar um simples morango, como gelados mais elaborados, recheados com cremes gulosos, como o de leite condensado.

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Santini - Gelado de Pinhão
©Dr
Restaurantes, Geladarias

Santini

icon-location-pin Chiado

Antes de Attilio Santini, o fundador, instalar os seus gelados no Tamariz, em 1949, já os fazia em Itália. Quando cá chegaram fizeram suspirar meio mundo e até foram considerados os melhores do mundo. Agora já fazem parte de um império – um daqueles onde é preciso esperar para ser atendido, dado o número de clientes sequiosos que se amontoa à porta. Morango e nata são os mais batidos, mas a carta já não é só clássicos: pode calhar encontrar açaí com morango, biscoito amaretto ou doce de ovo com pinhão.

Sorbettino gelataria
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes, Geladarias

Sorbettino

icon-location-pin Bairro Alto

A gelataria é ideia de Pedro Simas, um cientista, professor universitário, especialista em virologia e cancro, mas não se vão encontrar vestígios do laboratório lá dentro. Só nos gelados, feitos com atenção ao detalhe, garante. Na lista na parede vai encontrar abacate, toranja e hibisco ou matcha —, cheios de sabor e com consistência sedosa, mas que são demasiado fortes para se comerem sem uma colherada de gelado de baunilha ou limão, em copos ou cones pequenos, médios ou grandes.

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Arlindo Camacho
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©DR
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