Os melhores novos restaurantes de 2017 em Lisboa

Esta é a nata de 2017. Fomos corajosos e reduzimos a 15 os melhores novos restaurantes de 2017 em Lisboa

Fotografia: Arlindo CamachoA Cervejaria Liberdade é uma das novidades do ano

Foi um ano em que Lisboa ganhou muita comida do mundo e em que a cozinha de autor continuou a crescer na cidade. Não se perca no arquivo da Time Out nem em pesquisas na internet: lembramos-lhe so essencial dos melhores novos restaurantes de 2017 em Lisboa e ainda recuperamos o que os críticos Alfredo Lacerda e Marta Brown disseram sobre alguns deles.

Os melhores novos restaurantes de 2017 em Lisboa

Boa Bao

4 /5 estrelas

Aqui a viagem é do Extremo Oriente ao Sudeste Asiático. Podia ser uma “imposturice culinária”, mas aqui não há comida pré-cozinhada, diz Alfredo Lacerda, que achou tudo bom, ainda que umas coisas fossem mais autênticas do que outras. Há dumplings, sopas pho ou tom yum kung, caris, baos e mochis.

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Chiado

Cantina Peruana

Este Verão, José Avillez abriu as portas do seu bairro a Diego Muñoz, que criou uma ementa peruana de raiz, com pratos dos seis mundos que influenciaram esta gastronomia. O recomendado é quatro a cinco pratos por pessoa, mas Marta Brown pediu seis para duas e ninguém ficou com fome (leia a crítica na página 86 desta edição).

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Chiado
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Cervejaria Liberdade

4 /5 estrelas

Março foi o mês de dizer um descanse em paz à Brasserie Flo e de gritar longa vida à Cervejaria Liberdade, no piso térreo do Tivoli. Esta cervejaria chique é um hino ao serviço à antiga e ao marisco fresco português, das ostras de Aveiro às gambas pequeninas do Algarve. Marta Brown só teve pena de a conta ser tão dolorosa.

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Avenida da Liberdade

Chutnify

4 /5 estrelas

O restaurante indiano de Berlim chegou a Lisboa em Agosto para trazer novidade àquilo que sabíamos sobre cozinha indiana. Às dosas e aos pani-puris somou-se uma carta de cocktails bem trabalhada. Para Alfredo Lacerda só faltava um picante à indiana, sem o ajuste que foi feito a pensar no palato lusitano.

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Chiado/Cais do Sodré
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Ela Canela

4 /5 estrelas

Este espaço bem luminoso de Campo de Ourique é perfeito para acabar com aquela ideia de que a comida saudável não é gulosa, diz Marta Brown, que tirou a prova dos nove com um amigo céptico. Há menu de almoço diariamente mas o forte são os lanches e brunches ao fim de semana, à la carte.

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Campo de Ourique

Gazpaxo

4 /5 estrelas

É um “comedor ibero-americano” com capacidade para cerca de dez pessoas e com uma ementa pequena: tem dois gaspachos a fazer jus ao nome da casa (o tradicional e o de abacate), tártaros frescos e tacos (agora também em grab&go a 1,50€ cada). É uma “boa opção para fugir aos food courts da zona”, sugere Marta Brown.

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Lisboa
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Il Mercato

4 /5 estrelas

O nepalês Tanka Sapkota ofereceu no primeiro mês do ano um restaurante italiano com uma mercearia recheada de produtos DOP. À mesa há massas frescas numa disputa séria por serem as melhores de Lisboa, palavra de Alfredo Lacerda. E ainda as pode comprar na vitrina da mercearia.

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Avenida da Liberdade/Príncipe Real

JNcQUOI

4 /5 estrelas

Tornou-se uma das mesas mais procuradas da cidade (convém reservar e os jantares funcionam por turnos) desde que abriu em Abril, com toda a pompa e circunstância, com a mão do grupo Amorim Luxury. A cozinha chefiada por António Bóia tem clássicos de França, Itália e Portugal e bons produtos – Alfredo Lacerda recomenda o bacalhau tradicional com broa “perfeito, sem invenções”.

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Avenida da Liberdade
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Local

4 /5 estrelas

Mesa corrida, dez lugares, vinte jantares por noite e a técnica francesa que é a escola de André Lança Cordeiro. A cozinha, onde trabalha com Leonor Sobrinho, está a passos da sala, num open space onde a carta muda frequentemente à volta de uns quantos pratos chave.

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Chiado/Cais do Sodré

Nikkei

O Vela Latina levou um extreme makeover – culpa de Viviene e Jorge Leote, da Confraria Lx, que compraram 50% da sociedade – e o Nikkei, com uma cozinha influenciada pela comunidade de imigrantes japoneses no Peru, faz parte da nova vida. Serve ceviches, tiraditos, causitas e outros pratos quentes à carta.

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Belém
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Best of 2017

O melhor que comemos em Lisboa em 2017

Um ano de refeições por novos (e não só) restaurantes lisboetas é muito e são muitas boas refeições. Revisitámos as críticas de Alfredo Lacerda e Marta Brown para a Time Out Lisboa e chegámos a um top 10 que não desilude. É este o menu de degustação deste ano que passou.

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Por Inês Garcia

Os melhores filmes de 2017

Cada final de ano, na altura dos habituais balanços, e no que ao cinema diz respeito, chegamos sempre à mesma conclusão. Começámos pouco optimistas em relação à qualidade dos filmes que íamos ver; e acabámos com a satisfação de que vimos suficientes bons filmes para elaborar uma lista com os dez melhores, e ainda ficam de fora uns quantos que também lá cabiam perfeitamente. 

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Por Editores da Time Out Lisboa
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Os melhores discos portugueses de 2017

A música portuguesa vive dias bons. Com bandas e artistas a falarem a sua língua e a produzirem canções que reflectem o país e o presente. Do indie rock português das Pega Monstro e Putas Bêbadas às batidas afromecânicas de Nídia e DJ Lycox, passando pela folk lisboeta de Éme e Luís Severo, o hip-hop de Slow J e os Orelha Negra ou o fado de Camané. Estes foram os melhores discos do ano.

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Por Editores da Time Out Lisboa

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